Meu Amor é um Príncipe
1 Capítulo 1:Viagem á Calpúrnia.
Notas iniciais
P.O.V. Maggie.
Meu nome é Mégara Turner. Minha melhor amiga Lucy me convenceu á vir com ela á Calpúrnia.
O lugar tem nome de doença e é frio como o polo norte, mas até que legal. É um país monárquico que fica onde o Judas perdeu as botas.
Tá, na verdade fica na Europa, a sudoeste dos alpes franceses. Meio do nada, esquina com lugar nenhum.
Vamos passar um mês aqui. P.S. Eu odeio que me chamem de Mégara. Todo mundo me chama de Maggie.
Hoje eu decidi dar uma volta sozinha pela cidade. A Lucy foi fazer um passeio com um guia porque ele era bonitinho e ela me comprou um chapéu.
Infelizmente o meu chapéu saiu voando. Eu corri atrás dele e quando estava prestes a pegá-lo quase foi atropelada por um maluco de moto.
—Ei! Olha por onde anda cabeção!
Ele voltou, encima da moto. Pegou o meu chapéu e acelerou. Eu fui correndo atrás dele.
Infelizmente, o peste levou meu chapéu.
—Que droga.
Eu achei um lugar com uma barraquinha montada onde vendiam-se chapéus e coisas.
—Procurando por isso?
—Seu... peste!
—Acho que isso é seu.
—Como limpou tão rápido assim?
—Magia.
Meus olhos esbugalharam.
—E que feitiço você usou?
—O que?
—Que feitiço você usou?
—Nenhum. Foi uma piada.
—Oh! Ah, tá muito engraçado.
Eu tentei disfarçar, mas acho que não deu muito certo.
—Bom, é uma tradição da Calpúrnia que o cavaleiro que pisa no chapéu da moça lhe pague um café.
—Qual é amor, não diga acha que eu vou cair nessa? Bom, tchau.
—Espera.
—O que?
—Acho que vai querer isso de volta.
—Meu relógio?! Você tem mãos ligeiras. Você é mágico?
—É.
Eu peguei meu relógio de volta. Tirei uma nota de dez Cal's da carteira e dei na mão dele.
—Meus parabéns. Você é muito bom.
P.O.V. Príncipe Adam.
Ela não me reconheceu, me chamou de peste e depois, me deu gorjeta. Disse que eu era um bom mágico.
—Que tal me pagar com um café?
—Eu não sou muito espontânea. E sou desconfiada.
—Que tal á noite? Se decidir ir me encontre em frente a fonte ás oito e meia se não... vou ficar desapontado.
—Eu vou pensar.
Dai ela saiu. Ela era linda.
P.O.V. Maggie.
Eu e Lucy debatemos sobre ir ou não ir ao tal encontro e então uma menininha veio oferecer uma lembrancinha. Ela estava vendendo e eu sabia que ela era sem teto ou coisa assim
—O que eu disse? Vá vender suas bugigangas lá fora. Não incomode os hóspedes.
—Ela não está incomodando e você não precisa ser grosso com ela.
—Me desculpe senhorita.
—Não é pra mim que você deve desculpas.
Eu me virei para a garotinha.
—Deixa eu ver. Nossa! São lindas.
Eu e Lucy compramos dois imãs de geladeira da menininha.
—Meus parabéns. É uma jovem impreenderora. E é muito criativa.
Decidi ir ao tal do encontro. Fui até a fonte e fiquei lá.

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