Meu Amigo, Meu Irmão, Meu Amor...!
2 Filme, brincadeira, e visita inesperada!
Notas iniciais
Mô- Ok! Pode me levar Sr. MANDÃO! – Falei, pondo um breve grave na última palavra.
Dc- Eu? Mandão? –Ele deu um risinho – eu só estou sendo gentil, voce que tá sendo meio marrenta, mas gosto de você mesmo assim sua doidinha.
Mô- Ok, ok tá ficando tarde borá logo que eu to cansada. – Eu disse apontando para o caminho – Ele riu, e nós seguimos em frente, quer dizer á direita porque em frente já era o parque, ficamos o caminho todo sem falar nada, sem nenhum toque de mãos, assim por dizer, chegando lá me deparei com um gato, e soltei um fino gritinho, e fui para trás do Dc.
DC- O que foi isso Mônica? É só um gato, uma garota forte como você ter medo de um simples e fofo “GATO”, não entendo mesmo.
Mô- Fofo? Essa coisa não tem nada de fofo, “NADA” mesmo.- Falei de olhos arregalados.
DC- Hummm, você tem medo de gatos é? – Ele falou se virando para mim, com uma cara de “Tá com cara de que vai aprontar..!”, ( De Chris, NE? rsrsr)
Mô- O que quer dizer com isso?? – Falei franzindo o cenho. – No mesmo instante ele se afastou de mim e pegou o gato com tamanha agilidade, e eu disse.
Mô- Primeiramente, como tem essa tamanha agilidade hein? É impressionante – Eu falei apontando o dedo – E segunda sai para lá com esse gato se não eu grito viu?
Dc- Uhumn, então é melhor correr, dessa vez você pode não tem ninguém aqui. – Nem deu tempo de eu retrucar e ele já foi correndo em minha direção com o gato na mão fazendo com que aquela criatura horrenda ficasse com as patas para cima. (owrr que maldade com o gatinho*-*) e eu correndo dele, o que parecia ridículo então eu resolvi, parar e ele tropeçou em mim fazendo com que o gato caísse em pé, é claro, e saísse correndo, eu o segurei para não cair com a cara no chão e ele segurou meus ombros, nós rimos um do outro descontroladamente até a barriga doer e faltar ar, mas logo os risos pararam e o único som que eu escutava é o grito do silencio, ele segurou minha nuca com as duas mão e eu fiquei com as mão paradas, seu rosto foi se aproximando lentamente do meu, e eu seguia o compasso, não, aquilo não poderia estar acontecendo ele era meu melhor amigo, o menininho pequeno que sempre era contra tudo, que sempre me ouvia e me aconselhava, mas não era a hora certa daquilo, eu ainda estava indignada com os garotos, não podia ser fácil desse jeito com um garoto. Ele foi se aproximando ainda mais de meus lábios eu sentia sua respiração meio que ofegante com tantas risadas e com a nossa mini corrida, quando nos separei com as mãos nas suas as pondo para baixo.
Mô- ér-e-e....eu preciso entrar, está tarde e minha mãe pode ficar preocupada comigo, é nos vemos amanhã na escola.
Dc- é-e.... está tarde si-im, bom mô amanhã é sábado, esqueceu até disso é doidinha?
Mô- Vai ficar me chamando de doidinha toda “horinha” é? – Falei com um (“) na última palavra.
Dc- Sim, você é doidinha, sim, uma doidinha muito linda. – Ele me deu um beijo na testa, e se despediu com um breve abraço, andei meio boba até a porta e entrei, me deparei com todas as luzes apagadas, liguei a da cozinha e a da sala, encontrei um bilhetinho que dizia:
‘Filhinha, eu tentei ficar acordada até a hora que você chegasse, mas como você já sabe sou de dormir cedo e não consegui, seu prato está na geladeira, tem arroz, frango, e um molho especialmente feito para você, e esquente não deixe de comer para não ficar magrinha, viu? Bjs mamãe te ama’
Droga! Pensei, eu tinha acabado de comer, um enorme X-BACON, comerei no café de amanhã, mas que horas são essas para ela ir dormir tão cedo? Olhei para o relógio da sala, eram quase MEIA NOITE, meu DEUS eu fiquei tanto tempo assim com o Dc é? Foi tão bom passar o tempo com ele que eu nem vejo a hora passar, eu levei meu corpo preguiçoso em direção ao meu quarto pensei em tirar a roupa suja e tomar um banho, ou até tirar a maquiagem e escovar os dentes, mas não me importei naquela hora e adormeci assim mesmo, derreoente eu sinto o toque do meu célular, que tinha como música, “Sweet Dreams” De Marilyn Manson eu acho?!?, enfim, o tirei do meu bolso com certa dificuldade, e atendi.
Mô- Alô-ô.
.....- Oi te acordei.?
Mô- Primeiramente, com quem estou falando? – Falei ficando sentada e também com um pouco de raiva.
Dc- Á desculpa, sou eu o Dc, eu só queria saber se amanhã de manhã eu posso passar aí para sei lá virmos um filme que eu acabei de comprar. – Ele falou com certo entusiasmo.
Mô- Dc eu to morrendo de sono, eu vou te matar, e em segunda qual é o filme mesmo?
Dc- [eu ouvi uma risadinha dele], Sim o filme é premonição 3, é legal é de terror.
Mô- UaUu, como sabia que eu estava louca para assistir esse filme?, você é vidente é garoto?
Dc- Não eu só leio os pensamentos, que nem o “Edward”. – Dou uma risada, e retruco.
Mô- Se você é o Edward eu sou quem?
Dc- Não sei você poderia ser a Bella NE? – Fiquei pasma, com o que ele disse, mas respondi com certa ironia.
Mô- Jura?, enfim você vem que horas aqui?
Dc- Umas 8hrs tudo bem? E-e, quer dizer se está tudo bem para seus pais também.
Mô- Não, está tudo bem sim, meu pai está viajando, e só volta daqui uns meses, e minha mãe sai para trabalhar umas 7hrs, e está ótimo para mim, pode vir sim.
Dc- Ok! Tá marcado, boa noite princesinha, beijos, durma com os anjinhos.
Mô- Ok! Ok, esse “nhenhenhem”, agonia, mas durma com DEUS voc~e também, beijos.
Dc- Beijos louquinha, xau!
Mô- Xau! – E ele desligou, ele era tão fofinho, e tão melosinho também, que chega dá uma agonia, não suporto essas meiguices confesso, que sou feio fria, ou se bem que fiquei meio fria por causa deles, os meninos, uma raça ainda misteriosa para nós mulheres, e que muito imaturos com certeza, enfim já que estou acordadíssima, vou cuidar de minha higiene e ir dormir....
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Já eram umas 7:30 da manhã, e eu já estava arrumada para ele vir aqui, não que eu estivesse TODA arrumada, mas eu não estava com cara de quem acabou de acordar, pus uma regada decotada e colada, mas que porém era muito confortável, e um short, que também era confortável, escovei os dentes, e fiz uma pipoquinha no micro, e pus um refri para gelar mais, já eram 7:50, quando ouvi a campainha , tocar, oras como ele era apressadinho, e corri até a porta, abri a porta e ele estava com uma bermuda jeans preta com corrente do lado esquerdo, uma blusa de mangas, larga e azul-marinho, com um par de chinelos, e com certeza com aquele camaleão na sua cabeça que por sinal dava um toque de charme para ele, o olhei de cima para baixo, e pensei ‘Sim tá gatinho sim’, ele me tirou de meus pensamentos e falou.
Dc- Não me convidar para entrar ou vai ficar aí parada eu doidinha/??!?
Mô- ah-ah....sim, pode entrar Dc. – Falei dando espaço para aquele garoto alto, entrar.
Dc- Bom ali está a TV a pipoca está no micro e.....cadê o refri? – Ele falou com um tom de que estava curtindo com minha cara.
Mô- HAha, engraçadinho, senta aí que eu pego o refri – Ele encaminhou para o aparelho de DVD, e pôs o disco e ligou a TV, sentou e gritou.
DC- Vem mô tá começando.
Mô- Tõ indo.- Respondi enquanto corria com tantas coisas na mão, que acabaram caindo no sofá. – É-eé, desculpa dc.
Dc- Nada não senta aê- Ele falou batendo no sofá, logo o filme começou, e eu fui direto com a mão na pipoca, e o DC foi servir o refri, já estava na metade do filme quando eu disse.
Mô- Dc..!
Dc- Oii..?
Mô- E se isso realmente existir, tipo assim a turma toda em uma montanha russa, e acontessese que eu tivesse uma premonição?
DC- Mô linda, acho que isso seria meio impossível não acha?
Mô- Nada, absolutamente NADA, é impossível se quer saber.
DC- Nada mesmo?
Mô- Sim nada porque?
Dc- Não nada não, vamos ver o filme depois conversamos. –Ele falou se esticando e cruzando as pernas, claro que não como nós mulherzinhas e sim como “homens”, quando o filme realmente acabou, ele disse.
Dc- Noossa, puta merda que massa, mermão, sifu tudinho de Novo.
Mô- “sifu tudinho de novo” ?, você é resenha Dc. – Eu falei negando com a cabeça.
DC- Mas admite não foi irado?
Mô- Não acho muito detesto esses filmes de terror que eles acabam “sifu” de novo.
Dc- Eu acho legal. – Ele falou com certo entusiasmo.
Mô- Bom já vimos o filme que tal a gente brincar de Twister??
Dc- Nossa você tem aí?
Mô- Tenho sim, pera que eu vou pegar. – Ele assentiu com a cabeça e eu fui correndo pegar, chegando lá embaixo, ela já tinha posto os pratos para a pia, e tirando o centro do lugar, nós então montamos o jogo, e começamos a jogar, fui posta com a perna direita em cima do braço dele, e a outra embaixo da perna dele, o seu braço direito estava do lado da minha barriga, e eu estava tremula já não aguentando mais, mas percebi que ele também no momento que eu desabei ele desabou por cima de mim.
Mô- Haha eu ganhei. – Eu falei ainda caída no chão.
Dc- Nada disso os dois ganharam os dois soltaram.
Mô- Humm sei os dois voc~e que caiu em cima de mim. – Foi quando nos tocamos que estávamos em uma posição tipo, hum papai e mamãe, naquela hora, eu segurei seu rosto por impulso, e ele segurou meus quadris, ele ia se aproximando devagar do meu rosto, e com outra mão se apoiava para não fazer peso em mim, fomos nos aproximando mais ainda, não vi mais nada e suponho de que ele também não pois estávamos fechando os olhos vagarosamente, nossos lábios estavam quase se tocando, quando ouço o barulho da campainha tocando, nos separamos, ele se levanta e me dá a mão para eu levantar. Eu olho meio envergonhada para ele e digo.
Mô- ér-er-e....licença eu vou ver quem é e eu já volto. E me distanciei dele, fui até a porta e abri, e adivinha quem era? O CE mas o que ele estava fazendo ali?
Cê- Oi-i Mônica!
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