Meu Amigo, Meu Irmão, Meu Amor...!
9 Eu te amo....!
Notas iniciais
Dc- Você quer me deixar louco amor? Nós já conversamos.
Mô- mas eu quero você, e você desse jeito, como irei me controlar amor? –Falei olhando para aquele maravilhoso corpo de DEUS GREGO que ele tinha. De uma hora para outra, ele atacou meus quadris, e me jogou abaixo, dele.
Dc- Você não tem jeito amor. – E pôs uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.
Mô- A culpa é minha que meu namorado é gostoso? – Ele sorriu, e beijou meus lábios, com delicadeza, e depois o meu pescoço, dando mordidas, ao longo do caminho, que lábios maravilhosos ele tinha, e que toques perfeitos, ele passou as mãos em minha cintura, apertando ali, descendo vagarosamente para a minha coxa, apertando extremamente forte, enquanto sua mão direita me enlouquecia com apertos, a outra massageava meu coro cabeludo, e seus lábios tocaram nos meus de surpresa, beijando uma duas, três, inúmeras vezes, para depois, com sua língua pedir passagem, ela explorava cada canto de minha boca, não deixando nenhum canto desconhecido, minha mão direita, fez uma trilha de arranhão em seu abdômen até á região do umbigo, de leve, ele gemeu baixo, e o seu desejo já estava ficando insaciável, subiu uma de suas mãos, ao meu seio, massageando devagar, me deixando louca, me contrai em baixo dele, nossas respirações estavam apressadas, então seus lábios se distanciaram dos meus, ele sempre me deixava com desejo de “quero mais”, suas carícias pararam, e ele me olhou nos olhos, sussurrando em meu ouvido..- Você é muito gostosa minha princesa, eu-eu Te amo....muito, mas não estou pronto amor, por favor me entenda.
Lágrimas rolaram em meu rosto, porquê eu chorava? Ele era a voz do meu inconsciente, que toda vez ficava ausente na presença dele, ele acabou de dizer que me amava, mas porquê eu não conseguia entender?
Dc- Você está chorando amor? Porquê está chorando? – Ele passou seu polegar no meu rosto, limpando as lágrimas, que se enchiam novamente, em seguida por outras novas, ele se deitou ao meu lado, e pôs uma perna minha em cima dele, e me aconchegou em seus braços, minha cabeça estava deitada em seu antebraço.
Mô- Eu te amo Dc, muito mesmo, não sentia isso com ninguém além de você, você mexe com meu psicológico, é algo extraordinário o que sinto por você de verdade, só que.....- Respirei fundo- você está certo, eu que não posso te forçar a nada, só.....aff eu sou muito safada.
Ele gargalhou, e passou seus dedos, em meu rosto, limpando as últimas lágrimas jorradas.
Dc- é ótimo te ouvir que me ama, princesa, e não é só você que é safada não, eu também sou e muito, desculpe falar assim, é só que seus toques me eletrizam, seus lábios me viciam, e seu cheiro me hipnotiza, você é perfeita e eu não quero que seja tão cedo sabe? Para você não se arrepender depois.
Ele me beijou carinhosamente, suas mãos me acariciavam, e eu me separei dele.
Mô- Tá vendo você? Isso se chama provocar.!
Dc- Eu te provocar? – Ele sorriu de canto – isso se chama apenas carinho.
Mô- Mas seus carinhos me enlouquecem..!
Dc- E você me enlouquece doidinha....te amo princesa durma com os anjinhos.
Mô- Também te amo amor, e eu já não estou? – Falei me apertando mais, em seus braços.
Dc- é amor está.._ E me deu um beijo em minha testa......Adormecemos juntos. Assim.
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Já estávamos namorando há dois meses, ainda ficávamos, em beijos, carinhos e amassos, pois ele sempre impedíamos dizendo que não estava pronto, e com aqueles meses, percebi o quanto eu ganhei que eu o tinha em meus braços, em cada dia, hora, minutos e segundos, o amava cada vez mais, e esperaria, o quanto ele quisesse, ele sempre fora atencioso, carinhoso, e o dono dos meus pensamentos, e o ladrão de meu coração, estávamos na escola, era intervalo, e eu temia de o cebola fazer algo, ou alguma demonstração de ciúmes. Chegou a turma e nos sentamos, no pátio.
Denise- E aí amiga, já tirou as teias de aranha? – Todos olharam para ela de olhos arregalados.
De- O quê é? – Falou olhando para a turma- eu só estou perguntando, não vejo nenhum mal nisso.
Cê- Tomara que seja um “ Não” para a pergunta, não é mô? – Falou o cebola, irônico, fuzilando o Dc com o olhar.
Dc- Cara fica na tua, porquê ninguém te perguntou nada- Falou o Dc enraivecido.
Cê- Não fico, falo o que quiser você não manda em mim.
Mô- Dá para vocês dois pararem? que saco...! – falei me levantei e puxei o Dc pelo braço comigo, quando vi que estávamos nos distanciando da Turminha, o puxei para uma sala vazia e disse.
Mô- Dá para você parar de retrucar cada coisa que o cebola fala? – Falei.
Dc- Não permitirei que ele fique se intrometendo na nossa vida, amor, sei lá em tudo que é canto ele se encaixa e arranja um jeito de me irritar.
Segurei seu rosto em minhas mãos e disse – Amor, deixe ele, ele que está perdendo, você tem á mim e mais ninguém por favor, não ligue mais para essas bobagens, se preocupe só com a minha felicidade.
Ele respirou fundo e prosseguiu.
Dc- Você está certa, não devo nenhuma satisfação a ele, e a questão da Denise, vai mudar logo de resposta. – Ele me puxou para me colar ao seu corpo, e eu abri um sorriso enorme no rosto, seus lábios foram de encontro aos meus, me beijando calmamente, minhas mãos rastejaram seu peito até sua nuca, um beijo calmo, as nossas línguas se encontraram, ele chupou forte a minha, e mordeu meu lábio inferior por último, suas mãos percorreram em minhas pernas subindo a minha perna direita em seu quadril, enlaçando a mesma lá, e a apertando fortemente, separou nossos lábios, e desceu os beijos em meu pescoço, enquanto roçava minha perna em seu corpo, apertando-a freneticamente, seus beijos quentes subiram no meu cangote e cheirou, sussurrou no meu ouvido logo em seguida...-você é muito cheirosa...- e voltou a atenção em meus lábios, minhas mãos, entraram por baixo de sua camisa, arranhando seu abdômen, até chegar na calça onde o puxei mais para mim onde um gemido dele escapou de seus lábios, a sua mão soltou minha perna vagarosamente, me pegou no colo, e me botou, na escrivaninha, se encaixando entre minhas pernas, passava as mão pela minha coxa, e sugava meus lábios com volúpia, nos separei sussurrando em seu ouvido – Amor, alguém pode entrar aqui – Ele sorriu, e caminhou até a porta, a trancou, e fechou as venezianas, caminhou até á mim novamente, que estava com um sorriso bobo, e muito excitada assim como ele, agarrou minha cintura, e mordeu meu lábio inferior com desejo, suas mãos apertavam meus quadris, e as minhas puxavam com força seu cabelo, nossos lábios se juntaram novamente, e ele passou uma de suas mãos por baixo de minha camisa, subiu, até as regiões dos seios, e com seus dedo, abaixo do sutiã, brincavam em círculos com os mesmos, alisava o meu seio direito e depois apertou, eu arfava, ;que delícia; pensei. – Ah! – surgiu de minha garganta, aquilo me deixava louca, ele apertou mais, eu já enlouquecia –Ah-ah. – enquanto suas costas arranhava, joguei minha cabeça para trás, ele aproveitou para beijar meu pescoço, gemia loucamente, mordendo os lábios para fazer menos barulho possível, de repente, ele tira minha camisa, e meu sutiã, fico vermelha, e ele sorri pervesso –sussurra no meu ouvido – gostosa – aquilo me excitou ainda mais, com a boca entreaberta e com a respiração ofegante, não consegui falar nada! Ele abocanhou meus seios rígidos, respondendo ao seu toque, ele lambia, joguei a cabeça para trás e apertando seu cabelo forte, e cravando minhas unhas na escrivaninha, ele chupou com força – Ahh!- soltei de meus lábios.. – Amor- falei e puxei seus cabelo fazendo com que olhasse para meu rosto – é melhor pararmos por aqui..- terminei a frase tentando conter minha respiração, ele me deu um selinho e assentiu com a cabeça, eu pus meu sutiã e ele botou minha camisa.
Me agarrou novamente, e olhou em meus olhos, dizendo.
Dc- Eu te amo demais pequena – e me deu um selinho- prometo que não irei mais te fazer infeliz eu juro.
Infeliz??? Ele jurava que estava me deixando infeliz? Eu era a menina mais sortuda do mundo, amava-o demais, e ele não estava me deixando infeliz de jeito nenhum!
Dei uma risada, e respondi.
Mô- você me fazendo infeliz? Sou a garota mais feliz desse mundo, eu te amo demais Dc, e nunca me senti infeliz ao seu lado, esperarei o tempo que for preciso, sendo com você não necessito.....quer dizer, é claro que eu necessito, eu te desejo muito, só que....- ele me beijou e minhas mãos andaram sozinhas, para o seu rosto.
Dc- Terminou? – Eu apenas assenti com a cabeça, abrimos a porta e saímos, o intervalo já estava acabando, aliás só eram 1 hora de intervalo, e era pouco tempo, (pelo menos, você tem um DC, mal agradecida kkk) para paquerar, digamos assim, voltamos e a turma ainda estava lá, a Denise, dormindo no colo de xaveco que estava lendo um livro, o Cebola estava sentado em uma pedra, a maga, sentada mexendo no celular, a Carmem não estava aposto que agarrando qualquer um por aí.
A maga nos viu e logo falou
Maga- NOSSA! Miga que demora hein? – Falou berrando os dorminhocos acordaram de seu sono e o cebola, só olhava.
De- Amiga, que demora, o que vocês estavam fazendo? –O xaveco logo respondeu a pergunta.
Xaveco- O que é obvio não é de? – Falou olhando para ela.
Eu e o Dc nos sentamos, ele atrás de mim, eu me encaixava em suas pernas, enlaçada por seus braços.
De- Hummm, se for mesmo, me conta tudo depois!
Mô- Tá certo Denise, tá, mas porquê vocês dois estavam agarradinhos ai hein?
- OQUÊ?- Xaveco e a Denise falaram juntos.
Dc- Sim vocês estavam dormindo bem agarradinhos. – Falou Dc me apertando forte.
Xaveco- Nem morto eu dormi agarradinho, com essa daí! – Falou se afastando da ruivinha.
De- Eu hein! Esse pirou, quem não me quer? – Falou ela com as mãos no coração. – aliás eu que não dormiria agarrada com você.
Todos rimos da história, e o sinal tocou entramos em nossa sala.
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A aula terminou e o Dc me deixou em casa, com beijos, amassos, excitações e todas as sensações que ele me dava com seus beijos não faltaram na despedida, entrei em casa e me deparei com minha mãe chorando no sofá, com um papel na mão.
Corri até ela desesperada, me pus na rente dela e perguntei.
Mô- Mãe! O que houve? Porquê choras?
Ele soluçou, enxugando as lágrimas com os dedos respondeu.
Mãe da Mônica – Mônica você...
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