Mestre Vers.2
1 One Shot
Notas iniciais
Bom é minha primeira historia hentai, e eu não sei se escrevo isso la bem, sei que fiquei bem empolgado quando escrevi. Essa One-Shot é tbm é basiada no presente pra LuuMartS, minha linda coelhinha,fez pra mim.È minha retribuição a ela. espero que gostem ♥
Eu, á um tempo atrás era nada mais que um jovem comum que adorava aproveitar a vida, zoar festas e coisas da mesma espécie. Em uma dessas saídas acabei por sem querer acordar na casa de uma de minhas amigas e no mês seguinte um ultimato dizendo que eu era papai de uma criança que da mesma sairia.
Qualquer um no meu lugar se sentiria como se fosse o fim do mundo, mas por sorte (ou não) meu avô morreu naquela época e como ele odiava meu pai restou apenas a mim para herdar tudo que, era muita coisa. Com eu no comando da mansão e empresa de meu falecido avô, as coisas iam ir bem, até que minha esposa acaba por perder nosso filho, também assim ficando sem possibilidades de ter outro. Alguns meses se passaram e ela não andava bem ainda, resolvi então adotar uma criança, achei que seria bom para ela alem de fazer-la esquecer do filho que perdeu. No orfanato nenhuma criança se enquadrará no perfil de minha esposa, que era tão branca como papel, tão loira quanto ouro e olhos mais azuis que os céus. Mas ao chegar alem de ser mal recebido pela dona por eu ser “uma criança” ao ver dela, uma menina já veio e me abraçou pela perna não soltando e me olhava com a cabeça erguida ao Maximo por conta de ser muito pequena. Ela tinha olhos que me deixavam tímida, pareciam penetrar em minha alma como falassem “eu sou perfeita pra você”, alem de ter os dentes da frente maiores que os outros, parecia uma coelhinha. Eu falei com minha esposa que parecia bem animada e ela olhou com pouca simpatia a menina. Passará anos a menina crescia e a ela eu dava todo o carinho de pai que daria ao meu original filho, chamava a de “minha coelhinha” porem seus dentes que de leite ainda eram haviam caído, dando lugar a outros mais belos e bem formados, os mesmos que a aquela não menina, agora adolescente, davam um sorriso lindo. O apelido de coelhinha ficou e ela e ele fazia jus, usava tiaras com orelhinhas, das quais uma particularmente tinha aprecio, umas que eram brancas com pretas e de um lado tinha um laço rosa preso na ponta. Ela também cresceu fisicamente, seu corpo aos poucos se definiu dando a seios e curvas das quais pirariam qualquer homem em sã consciência. Minha esposa, já não comparecia mais a mim na cama, eu dormia na sala desde que minha coelhinha entrará em casa, por conta disso, minha paixão por ela caia, enquanto pela minha coelhinha já estava deixando de ser paterna para algo a mais, do qual eu já não controlava mais. Ver-la nadar todas tardes quentes me deixava louco, seu maio branco com rabinho, do qual balançava quanto via me espiar por cima do jornal, parecia conspirar para que eu estivesse lá com ela. Suas fantasias de Maids me deixam mais endoidecido, adorava vê La enquanto comia, enquanto adormecia, enquanto andava, ou quando observava me sentada na escada com as mãos tampando a boca dentro de seu pijama gigante, com aqueles mesmos olhos. Aos poucos os abraços que paternos e inocentes eram , convertiam-se em abraços amoroso, beijos dos quais desejavam a boca ao invés o rosto. Eu já não era mais o pai dela, já não era mais alguém que a amava, eu era alguém que a desejará como ninguém, que a queria por todo custo na minha cama, era seu espectador em seus momentos íntimos. Um dia fui procurar-la em seu quarto, porem não havia ninguém, apenas ouvia-se bem baixo um canto de menina, água caindo e uma porta rangendo, olhei de mancinho e era a porta do banheiro que estava entreaberta. Minha ética não permitia que fizera tal insulto a minha coelhinha, mas entre ética e desejo não se deve nem pensar, o desejo vence. Abri vagarosamente a porta, que de velha rangia, e olhei, no Box embaçado pela fumaça da água evaporada estava o corpo de tão bela coelha jovem, de seios perfeitos dos quais a água deslizava, curvando-se na barriga da qual também era bem definida que por ali a água fazia caminho a algum lugar do qual a perna tampava, tudo isso fazendo-me um convite. ela olhou para o lado e me viu, apavorado tentei fechar a porta, mas antes ela me deixará um sorriso do qual havia malicia. No dia seguinte passei por uma loja do qual vi uma coleira rosa com laços que me seduziu, imaginei minha coelha nela dentre mil e uma coisas das quais nunca pensara antes nem com minha esposa. Ao chegar em casa perguntei por Sophia, a empregada respondeu que ela havia ido passar o fim de semana na casa de sua mãe, eu vi como uma nova oportunidade. Sai atrás de minha Coelhinha, e a vi em seu quarto lendo um livro deitada e me sentei ao lado dela na cama e a perguntei: — Minha linda coelhinha, o que acha de fazermos uma nova brincadeira? — Serio? Brincadeira? Qual? – Seus olhos novamente penetravam em mim, ajoelhou-se sobre a cama – Vamos diga e pare de me olhar! — Bom é o seguinte, eu serei seu mestre e você terá que me respeitar. — Mas isso eu sempre fiz... — Dessa vez será igual mas eu tenho algo a acrescentar. — E o que é? – escorou a cabeça em seu próprio ombro me questionando, eu tirei a coleira do bolso e a mostrei – AHH!! QUE COISA MAIS LINDAAAA!- pulava ao ver a coleira.
Coloquei a coleira no pescoço dela e enquanto colocava o desejo de beijar-la aumentou até que ao voltar ao meu lugar puxei a coleira fazendo que sem querer os dois caíssem da cama. Ela caiu em cima de mim e seu nariz estava ao meu e ambos não resistiram, nos atacamos como leões em suas presas, foi como libertássemos algo que estava querendo sair a décadas e mais décadas. Minhas mãos já pouco santas estavam ao seu quadril e nossas roupas em toques de segundos saíram como se já não estivem lá, eu a puxava a parte de trás do cabelo com desejo de tela em mim, de mesma forma que as unhas dela arranhavam me com tanto prazer de momento, meus braços em suas costas a puxavam cada vez mais pra perto de mim, como se eu quisera tornar o corpo dela meu também, em nosso ritmo variado suas pernas se entrelaçavam nas minhas, enquanto seus seios deslizavam em meu corpo. Apertávamos nos com força, com o desejo um do corpo do outro, o suor fazia com que os corpos que já estavam em onda de prazer infinito deslizassem entre si mais ainda, ouvia-se gemidos de mancinho em meu ouvido, com tom de prazer e dor, eu estava nela e ela e mim e, creio que, para sempre. Depois disso deitados permanecemos e nus, eu abraçado a ela que estava pra mim de costas, nisso uma duvida lhe surgiu: — Mestre, me promete uma coisa? — Prometo-lhe qualquer coisa, apenas diga-me o que. — Promete que para sempre e sempre e sempre irá me amar? — Se seu sempre for o infinito, considere que sim, que amar-te-ei de forma incalculável para sempre. — E quanto a sua esposa? — Deixe, resolver isso irei, por ora, gostaria apenas de acariciar-te e sentir seu perfume. A Partir daí, todos os momentos sozinhos com ela tornaram-se mais felizes.
Notas finais
é isso ai, se gostou deixa um review, se não gostou ahh deixa eu ver... deixa um review tbm, se vc ta comendo sopa tbm deixa review,sl se comunica ae vlw?! Bj na bunda negads ^^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
Fale com o autor