Notas iniciais
Olá a todos os leitores. Eu só estou passando aqui para fazer um pedido: tenham paciência comigo, ok? Eu geralmente posto os capítulos assim que os termino de escrever. Mas eu sou uma estudante universitária e tenho uma vida social para cuidar. kkkkkkkkkkkkkkk zuera, não tenho vida social ¬¬ Mas eu realmente tenho muitos trabalhos para fazer e muitas provas para estudar, então não vou poder ficar postando caps. da fic todos os dias da semana, ok? Isso é um aviso para o futuro.... bem agora que vocês já leram isso, podem ler o cap. Boa leitura.

Annabeth se sentiu confortável e aquecida quando acordou. Não se lembrava a hora que tinha caído no sono, mas se sentia bem. Se travesseiro estava um pouco duro e nem parecia o mesmo, sentiu o sol passando pela janela, aquecendo sua cama. Então ela abriu os olhos e viu os rosto de Percy, dormindo.

Os braços de Percy estavam envolta do corpo de Annabeth. Eles tinham caído no sono enquanto ouviam musica. Annabeth gostava do cheiro de Percy. Não era o cheiro de nenhum perfume masculino forte ou enjoativo. Era um cheiro diferente, limpo e agradável. Mas ela não tinha tempo para pensar naquilo.

– Percy! Percy, acorda! – disse Annabeth pulando na cama.

– Hã? Mãe? – disse Percy confuso, abrindo os olhos. Quando se sentou na cama e viu Annabeth. – Wow. Eu não... a gente não...?

– Claro que não! Você dormiu aqui! Isso não podia ter acontecido.

– Que horas são? – Percy perguntou.

– São.. quase 10:00 – Annabeth disse olhando no relógio na estante. – Se minha mãe te encontrar aqui, ela vai nos matar! Você primeiro!

Como isso tinha acontecido? Annabeth trouxera um garoto que acabara de conhecer para sua e tinha deixado ele dormir lá!? Ela não era esse tipo de garota, ela não fazia isso! Ela tinha um namorado...

– Você precisa ir embora! – Annabeth disse.

– Ok. Por onde eu saio? – Percy perguntou.

– Acho que consegue sair pela janela? – ela perguntou.

Os dois correram para a janela e avaliaram a altura.

– De jeito nenhum – Percy disse.

– O que? Nem é tão alto assim.

– Claro que é! Vou me arrebentar todo se eu pular!

– Se você não pular, minha mãe vai arrebentar você – Annabeth disse categoricamente.

– Qual é! Tem que ter outra saída!

– Ta bom, ta bom. Vamos ver se eu consigo passar você pela porta da frente.

Aquilo era quase uma missão suicida porque Annabeth sabia que para chegar a porta da frente, Percy teria que passar pela sala de estar, e nos fins de semana, sua mãe sempre assistia televisão na sala.

– Vira de costas e fecha os olhos – Annabeth mandou.

– Por que?

– Eu preciso trocar de roupa, se eu aparecer na sala com a mesma roupa de ontem minha mãe vai desconfiar.

Se dizer nada, Percy apenas virou-se de costas para Annabeth, ficando de frente para a estante.

– Qual é o seu sobrenome?

– Chase – Annabeth disse. – Pronto pode se virar.

– Isso foi... rápido – disse Percy se virando. Annabeth usava apenas uma camisa do Batman, duas vezes maior que ela.

– Que foi? É o meu pijama.

– Eu gostei – Percy disse.

– Percy?

– Sim?

– Você tem que ir embora, lembra?

– Certo. Ir embora.

Annabeth saiu do seu quarto, com Percy a seguindo, andando o mais silenciosamente possível. Annabeth desceu a escada primeiro e verificou a sala. Lá estava sua mãe, como sempre, sentada no sofá assistindo a algum programa.

– O plano é o seguinte – sussurrou Annabeth. – Vou distrair minha mãe, tira-la da sala e você vai para a porta.

– Entendi.

– Outra coisa: quando chegar no jardim, se você ver um cachorro, corra. Corra como nunca correu na sua vida.

– Devo perguntar por que?

– O cachorro do meu vizinho não é normal. Ele ataca estranhos. Nosso ultimo carteiro levou 12 pontos na perna esquerda, sem falar das outras lesões corporais e do trauma psicológico.

– Ok, chegar até a porta e depois fugir do cão endemoniado. Beleza, acho que posso fazer isso.

– Otimo.

Percy esperou no pé da escada enquanto Annabeth entrava na sala.

– Bom dia mãe – ela disse, então foi direto para a cozinha.

Cerca de 3 minutos depois ela voltou para a sala.

– Mãe, você viu minha caneca do Mickey?

– Está no lugar de sempre – Atena respondeu.

– Não, não está. Já revirei a cozinha inteira e não encontrei.

– Olhou dentro do armário?

– Sim.

– Dentro da pia?

– Sim.

Annabeth tinha aquela caneca desde os 5 anos de idade e tomava café-da-manhã dela desde sempre. Tinha comprado ela quando fora a Disney pela primeira vez com os pais e aquela era uma das melhores lembranças que tinha da sua família, ainda reunida.

– Se eu for ai e encontrar, vou esfregar na sua cara – disse Atena levantando-se do sofá.

Assim que Atena passou pela porta da cozinha. Percy entrou na sala, e Annabeth abriu a porta da frente para ele sair.

– Hum... Tchau então – disse Annabeth.

– Pois é, tchau. A gente se encontra por ai. Nos fundos de uma casa, quem sabe.

– Quem sabe – Annabeth respondeu.

– Não, espera, você não meu deu seu número! – disse Percy entregando seu celular a Annabeth.

Annabeth começou a digitar, mas então ouviu sua mãe gritar “Encontrei”, então, meio atrapalhada jogou o celular de volta para Percy.

– Me liga – ela disse antes de fechar a porta na cara dele.

Percy começou a andar, mexendo no celular e percebeu que Annabeth não tinha terminado de digitar seu número, então ela não tinha como ligar para ela. Ele até pensou em voltar, com alguma desculpa, e conseguir o número dela, mas ouviu um som atrás dele. Era um rosnado, nada amigável.

Quando olhou para trás e viu um cachorro. Acho que era um cachorro, nunca tinha visto aquela raça. Então ouviu a voz de Annabeth na sua mente: “...quando chegar no jardim, se você ver um cachorro, corra. Corra como nunca correu na sua vida.”

E foi isso que Percy fez, saiu em disparada, mas o cachorro fez o mesmo.

Annabeth estava na cozinha com sua mãe quando ouviu um grito, perto do seu jardim.

– O que foi isso? – Annabeth perguntou.

– Acho que o cachorro do vizinho está perseguindo alguém... de novo. – respondeu Atena olhando pela janela da cozinha.

Annabeth abaixou a cabeça para esconder o sorriso.

– Que pena, espero que ele seja um bom corredor.