Menudamente Cavaleiros de Athena?
11 Capitulo XI: No Hay Reflexión
Notas iniciais
Enquanto isso, eu alguma da França:
–SAORI-SAN! – despertou Seiya, ofegante, depois de um cochilo de apenas 5 minutos na van do The Guardians.
–Você teve outro pesadelo? – falou Shiryu.
–Sim...
–Seiya acalme-se! Desde que saímos de Paris você não dormiu nada. Precisa descansar...
–Você fala como se fosse fácil, Shiryu! Por que isso tinha que acontecer agora? Por que Afrodite tinha que atacar o mundo quando tudo estava bem? POR QUÊ? POR QUÊÊÊÊÊ??!
–A única coisa que podemos fazer é rezar agora, Seiya. Afrodite não é tão poderosa... Você não sentiu o cosmo dela?
–Senti... Naquele momento, ele era só um pouco mais poderoso que o de Saga, quando ele estava dominado pelo mal.
–Então Seiya... Não se preocupe! Shina, Marin e June os ajudarão... Eles não irão sozinhos...
–Não me preocupo com Afrodite... Ela pode ser fraca... Mas deve ter um exercito poderoso ao seu lado...
–Seiya... – interrompeu Shun. – Será que você poderia acreditar nas palavras de sua mestra? A Marin não é de confiar em qualquer um... Se ela disse que eles são capazes, é porque realmente são...
–É Shun, você tem razão... Mas não sei se conseguirei dormir...
–Eu tenho uma solução para sua insônia, Seiya. – intrometeu-se Hyoga, virando-se para o motorista e falando – Será que você pode parar na próxima lanchonete e trazer cinco sucos de maracujá?
–Claro senhor. – respondeu o motorista.
–Suco de maracujá, Hyoga? – riu Seiya – até parece coisa da Seika.
–Pois foi ela que me ensinou... Disse que quando você está muito agitado, a única coisa que te acalma é um copo de suco de maracujá beeeeem doce.
Enquanto o The Guardians seguia em sua turnê pela Europa, na Ilha de Creta, Afrodite era informada por um soldado que os Cavaleiros de Athena tinha acabado de desembarcar de um navio:
–Ótimo! – sorriu a deusa, pegando seu espelho – Athena... A sua última esperança acaba de chegar. Mas será que eles conseguirão te salvar?
–Se eu fosse você, controlava suas palavras... Elas podem se voltar contra você!
–Ora sua...!
Afrodite ficou tão nervosa, que quase atirou seu espelho no chão, só não o fez por que foi interrompida por Bianca:
–Alteza! Não faça isso! Além de dar azar, Athena iria escapar! – interrompeu a Cárite, ajoelhando-se aos pés da deusa. – Não quer que eu vá recepcionar nossos visitantes?
–Aiii! Obrigada por impedir que cometesse tal loucura, Bianca. E sim, traga-os até minha presença, mas vivos! Algo me diz que eles vão tentar alguma forma de negociação.
–Sim, Alteza. – respondeu a Cárite, saindo.
O Templo de Afrodite era muito belo, repleto de flores e estatuas da deusa por toda parte. Os Cavaleiros estranharam que nenhum soldado tentava impedi-los de avançar, até que, em frente a uma porta de madeira decorada com flores douradas, encontrava-se Bianca, aguardando-os:
–Parece que esse é nosso primeiro empecilho... – concluiu Sergio, assumindo posição de batalha.
–Saudações, Cavaleiros e Amazonas de Athena. – cumprimentou-os suavemente a Cárite. – Sua Alteza, Afrodite, deseja vê-los antes de qualquer coisa. Por favor, sigam-me e jurem que não tentarão nenhuma forma de ataque, caso contrário, tenho ordens para executá-los...
Sem entender nada, eles seguem a jovem, por um imenso corredor, até que, ao cruzar uma segunda porta, se deparam com um grande salão, decorado com cortinas de seda rosa, muitos espelhos e flores por todos os lados. Ao fundo dele, encontrava-se Afrodite em seu trono, que mais parecia um divã, segurando seu espelho e rodeada por seus Cárites:
–Alteza, eis aqui os Cavaleiros de Athena. – anunciou Bianca, reverenciando a deusa.
–Pois bem... Aproximem-se, cavaleiros... – indagou a deusa suavemente, sem recompor sua postura. – Digam-me o que desejam vindo até meu Templo...
–Acho que é meio óbvio o que queremos aqui... – respondeu Shina
–Acalme-se Shina... – repreendeu-a Marin. – Afrodite, nós viemos aqui lhe ofertar um presente...
–Um presente? Uhuhuhahahaha... As coisas estão tomando o rumo que eu tinha previsto. Acredito que em troca, querem que eu liberte Athena, não é mesmo?
–Exatamente...
–Pois bem... Veremos se o tal presente vale o que anseiam...
Kiki se aproximou de Afrodite, ajoelhando em forma de reverência, erguendo-lhe o presente. Ele e Angelo tinham confeccionando também uma caixa do mesmo material que o espelho e a escova para guardá-los. Para embelezar mais ainda, amarraram com uma fita de cetim vermelha com detalhes dourados. Afrodite ordenou a Anteros que pegasse a caixa e certificasse que não tinha nenhuma ameaça. O Cárite analisou-a minunciosamente e a entregou a deusa:
–Não há nada com o que se preocupar, Alteza... – falou-lhe o rapaz – Pode abrir seu presente.
Afrodite abriu a caixa e solto um leve gritinho:
–Adorei! Um belo trabalho e muito bem feito... Foi você que confeccionou isso, baixinho? – perguntou a deusa a Kiki
–Sim. São simples acessórios para ressaltar a vossa beleza. – respondeu Kiki, tentando confundir a deusa com seu ego.
–Palavras proferidas da boca de uma criança sempre são sinceras – interrompeu Angelo. – Mas, mesmo não se fazendo necessário, eu quero afirmar as palavras de Kiki, princesa Afrodite.
–Ah, vocês dois são muito graciosos... Mas, infelizmente, isso não é o suficiente para que eu liberte Athena...
–Como é? – revoltaram-se os Cavaleiros.
–Narcisus, devolva os rostos que eu ordenei que você roubasse inclusive o de Athena.
–Sim, Alteza.
–Quanto ao resgate... Vocês terão que enfrentar meus Cárites nas dependências de meu Santuário. Quando o ultimo deles forem derrotados, venham até meu templo e eu pensarei se devolverei Athena, Mechanic Saints.
Os Cárites se espalham pelo Santuário da deusa do Amor. Em seguida, as duplas já formadas se separam, em busca de seus oponentes. Kiki permaneceu no Templo, elogiando exaustivamente Afrodite, tentando faze-la mudar de ideia. Foi então que ele percebe que a primeira luta teve inicio.
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