Notas iniciais
olá meninas voltei,gostaria de agradece a todos os comentários eles me inspiram,peço aos fantasminhas que apareçam por favor, quero que saibam que nessa fic tudo é possível por isso não descartem nenhuma possibilidade, outra coisa, eu ainda não consegui uma beta mas estou a procura então tenham um pouco de paciência, eu fiz um grupo no face lá será postados fotos dos personagens que vocês não conhecem dia de postagens roupas dos personagens enfim tudo sobre a fic, quem quiser entrar é só deixar seu face nos comentários que eu adiciono lá,então é isso nos vemos lá embaixo.

Edward acordou com o som estridente de seu celular, estava acabado. A noite como das outros vezes fora horrível, acabara com uma garrafa de whisky 12 anos inteira pra só assim conseguir dormi sem ter pesadelos. Ou melhor dizendo, ele desmaiou.

Sua cabeça latejava, consequência de sua bebedeira. Olhou em volta tentando se situar, percebendo que dormirá no tapete de sua sala que por sinal estava um caos de vidros espelhados pelo chão. Mais uma vez descontara sua raiva nos seus objetos de decoração. Passou a mão pelos cabelos, em sinal de nervosismo. Não suportava mais essa situação, tinha que arranjar um jeito de esquecer de tudo, mas como? Já havia se passado 10 anos e não tinha conseguindo, parecia que esse seria seu tormento eterno.

— Inferno. — Pragueja ao pegar seu telefone que não para de tocar, mas sorriu assim que viu na tela quem estava ligando.

— Oi meu amorzinho. – Falou de forma carinhosa com seu menina.

— Papai, cadê você ? Estou te esperando pra tomar café comigo.

— Desculpe pequena, papai acabou se atrasando mas se você não tiver com muita fome, eu chego em meia hora. – Enquanto falava, tentava dar um jeito na sua aparência

— Tá bem papai eu vou esperar. Beijos, te amo um montão.

— Também te amo muito filha. — Ele se despede da filha com um suspiro.

Era praticamente um ritual que tinha com a filha, todos os dias tomavam café juntos e depois ele a levava até a escola. Quando não conseguia cumprir isso, sua pequena ficava tão triste e por isso fazia o possível pra sempre cumprir com seu ritual. Odiava ver a filha triste, ela já tinha motivos demais pra ser uma criança triste, tinha apenas 6 anos e já carregava uma cruz tão pesada. Isso fazia com que seu maior objetivo na vida fosse fazer de tudo pra ela ser feliz. Depois de tomar um banho rápido e por uma roupa limpa, ele deixa o apartamento e vai para sua casa. Durante todo o caminho sua mente ainda fervilhava com a lembrança de Isabella Swan e da noite do seu aniversário, a última em que estiveram juntos.

FLASHBACK ON

Eles estavam em seu cantinho especial, um pequeno chalé na floresta que os dois descobriram quando eram crianças, os únicos que sabiam do lugar era Alice e Dorinha. Sempre que queriam ficar sozinhos, eles fugiam pra lá.

Naquela noite em especial, Edward tinha caprichado na arrumação do lugar. Queria que a noite fosse especial pra Bella, afinal sua menina estava fazendo 17 anos. Tinha limpado o chalé com afinco, colocado lençóis limpos no colchão que eles colocaram ali, espalhou pétalas de rosas vermelhas por todos os lugares e velas aromatizadas em cima do colchão, desenhou um coração e dentro escreveu parabéns com as mesmas pétalas de rosas vermelhas. No centro tinha uma mesa redonda de madeira com duas cadeiras, onde ele colocou a refeição que fariam aquela noite. Era comida italiana, a preferida de sua amada e ainda tinha posto um balde com gelo onde descansava um champanhe. Não gostava quando sua menina bebia mas aquela noite era especial, ele abriria uma exceção. Tivera um certo trabalho mas valeu muito a pena quando viu o brilho de emoção nos olhos de sua amada.

—Uau amor, que lindo! Não acredito que fez tudo isso pra mim, obrigada, obrigada e obrigada. — Isabella agradecia enquanto enchia o rosto de Edward de beijos e o abraçava forte. — Eu te amo tanto.

— Eu também te amo meu amor, você é minha vida. — Ele falou e logo em seguida tomou seus lábios em um beijo apaixonado. Passou a língua em seu lábio inferior pedindo passagem onde foi atendido prontamente. Então deslizou sua língua pra dentro da boca dela explorando cada cantinho enquanto ela afundava seus dedos em seus cabelos macio e fazia o mesmo. Quando suas línguas se tocaram, os dois gemeram juntos, sentiram a velha corrente elétrica percorrer ambos os corpos e um calor abrasador os atingir, era sempre assim quando estavam juntos, o desejo entre os dois eram palpável e não tinha como resistir.

—Bella, a comida vai esfriar. — Tentou falar mas pareceu mais um gemido.

— Não tem problema, eu gosto de comida fria. — Ela sussurrou sapeca com uma voz rouca próximo a orelha dele. — Mas se você quiser parar... — Ela chupou o lóbulo de sua orelha e se esfregou em sua ereção que já estava a ponto de rasgar sua calça, o fazendo rosnar.

— Que se dane a comida. — Ele fala totalmente rendido a ela a fazendo sorrir e como sempre, ela conseguiu o que queria dele. Ele a levou até o colchão ainda com suas bocas coladas, se separam apenas para deita-la com delicadeza sobre o colchão e se deita por cima dela tomando cuidado para não deixar seu peso todo sobre ela. Foi descendo os beijos por seu pescoço a fazendo suspirar de satisfação e aumentar o aperto em seus cabelos, chegou até seu colo exposto pelo vestido tomara que caia que ela usava, o puxando pra baixo deixando seus seios perfeitos e deliciosos a sua disposição.

— Lindos! — Ele sussurrou e deu um beijo em cada um. Sem conseguir se conter, ele passa a língua pela auréola rosada sugando o bico a fazendo gemer e arquear o corpo em sua direção buscando por mais. Atendendo a intenção dela, abocanhou o seio dela mamando como um bebê faminto.

— Edward. — Ela geme, esfregando suas coxas uma na outra tentando aplacar o calor e a necessidade que consumia sua intimidade. Levou suas mãos pequenas até a barra da camisa dele a puxando pra cima, fazendo ele soltar o seio dela e se afastar pra tirar a camisa e a jogar em um canto qualquer. Ela impaciente o puxa de volta, atacando sua boca em um beijo urgente e levando sua mão até a ereção dele e a apertar.

— Merda Bella, tá me deixando louco. — Ele gemeu voltando a chupar o seio dela enquanto com as mãos explora o corpo pequeno e cheiroso de sua amada.

— Amo seu cheiro minha menina.

— Edward por favor, eu não aguento mais. Preciso de você dentro de mim. — Ela implora com a respiração entrecortada, o fazendo rosnar de desejo e seu membro pulsar em suas calças.

— Porra Bella, eu também não estou aguentado. Eu queria que fosse devagar, mas eu preciso estar dentro de você ou vou enlouquecer. — Ele fala se desfazendo de seus sapatos, meias, calça e cueca. Se colocou de joelhos e terminou de lhe tirar o vestido e a calcinha, gemendo ao ver o sexo de sua menina exposto, lisinho e pequeno brilhando com sua excitação. Isso o fazer salivar.

— Você é linda demais. — Ele falou admirado, ela estendeu a mão pra ele que a segurou e se colocou sobre ela novamente.

— Está pronta pra mim ?

— Sempre. — Então sem demora, ele a penetrou numa única estocada, fazendo ambos gemerem.

— Porra. Tão apertada, quente e molhada. Você é tão gostosa Bella e minha, só minha. — Ele fala enquanto se movia dentro dela, saindo e entrando devagar, apreciando a sensação indescritível que era estar dentro dela, sendo pra ele a melhor coisa do mundo.

— Edward, mais rápido. – Ela implora em um choramingo e enlaça suas pernas na cintura dele, o fazendo ir mais fundo.

— Deus. — Ele geme indo mais rápido e mais forte dentro, sentia seu orgasmo sendo construído.

— Amor, eu não vou durar muito.

— Eu também não. Então vem pra mim pequena, goza comigo. — Ele pediu aumentando o ritmo das estocadas. Vendo que ia gozar logo, ele levou sua mão entre seus corpos e beliscou o clitóris dela, fazendo sua feminilidade esmagar seu membro enquanto ela gozava gemendo o nome dele. Ele deu mais duas estocadas e deixou seu liquido quente a invadir, tomando sua boca em um beijo apaixonado. Deixou seu corpo cair sobre o dela que ainda estava tremulo devido ao recente orgasmo. Assim que conseguiu respirar normalmente, ele rolou pro lado e a puxou pra se deitar em seu peito mas ela se afastou e se sentou. Ele franziu a sobrancelha e fez o mesmo se sentando de frente pra ela.

— Que foi amor, você não gostou ? Ai meu Deus! Eu te machuquei ? Bella me... — Ela não deixa ele termina, o calando com um beijo.

— Não é nada disso, eu amei. Foi incrível como sempre.

— Então por que tá estranha ?

— É que tenho uma coisa pra te contar mas estou com medo. — Ela falou mordendo o lábio inferior em um claro sinal de nervosismo que ele conhecia bem.

— Amor, você sabe que pode me falar qualquer coisa. Eu sempre vou estar do seu lado. — Ele fala colocando uma mecha do cabelo dela atrás da orelha e ela puxa a respiração tomando coragem.

— Eu estou gravida!

FLASHBACK OFF

Aquele foi o momento mais feliz da vida dele. Teria um filho com a mulher que amava, não podia se conter de tanta felicidade. Porém, no dia seguinte, ele teve aquela felicidade arrancada de suas mãos. Como pôde se enganar tanto ? Como pôde confiar tanto nela ? Ele a amou enquanto ela só queria brincar com ele, só queria a vida boa que ele podia dar a ela.

— Maldita seja! — Grita socando o volante do carro. Saiu de suas lembranças e percebeu que já adentrava pelos portões de sua casa. Estaciona em frente à casa mesmo, já que teria que sair logo. Ao adentrar, da logo de cara com a esposa que o olha com uma cara de deboche.

— Você está horrível. — Fala o olhando de cima a baixo. — E ai, como foi a sua noite ? Chorou muito pelo chifre que sua amada Isabella lhe colocou ?

— Cale a boca sua vadia, não ouse tocar no nome dela. -Ele dispara entre dentes, se segurando para não voar no pescoço da esposa. Desde o nascimento da filha, as coisas entre eles que já não eram muito boas, só pioraram.

Tânia e Edward se conheceram quando tinham 5 anos, foi quando os pais dela se mudaram pra Forks. Carmem e Elizabeth se tornaram grandes amigas, uma sempre estava na casa da outra. Quando Carmem ficou doente, Liz foi de grande ajuda pra família. Infelizmente, quando Tânia fez 7 anos, sua mãe faleceu deixando a pobre criança sem chão. Por sorte, Liz estava lá pra apoia-la com seu enorme coração, praticamente adotou a menina. Estava sempre por perto quando ela precisava, a enchendo de carinho e mimos pra que ela não sentisse tanto a falta da mãe. Nessa época seu casamento com Carlisle já estava bastante abalado, o que resultou em uma aproximação com Eleazar Denalli, pai de Tânia. Foi nessa época que ela se apaixonou por Edward e morria de raiva por não conseguir nem ao menos sua amizade, já que ele vivia agarrado com Bella.

Então quando Liz e Eleazar resolveram se casar após a separação da mesma, Tânia realmente achou que com isso teria mais chances com Edward. Mas isso não aconteceu, o coração dele já tinha dona. E depois do rompimento trágico dos dois, ela fez de tudo pra ficar com ele e conseguiu mas era só ficadas e sexo, até que ela engravidou e ele se viu obrigado a se casar com ela. Foi um casamento luxuoso e extravagante, Tânia estava em estado de êxtase pois finalmente seria a Senhora Cullen. Elizabeth não cabia em si de tanta felicidade, ela amava Tânia como uma filha e o fato de seu filho estar seguindo em frente depois de tanto sofrimento, era a realização de um sonho. Já Carlisle não concordava, sabia que o filho estava se casando por obrigação. Tentou faze-lo desistir daquela loucura varias vezes mas Edward estava decidido, se casaria pra dar uma família ao filho. O casamento não foi bem como Tânia imaginava, ela tinha esperanças que com o tempo Edward a amaria e esqueceria Isabella, mas isso não aconteceu. Ele era um bom marido, estava sempre presente quando ela precisava, se preocupava bastante com a gravidez. Até tinham relação sexual mas Edward estava sempre distante, era como se ele não estivesse lá. Varias vezes ela acordou com os gritos dele chamando por Bella. A pequena Quim, filha deles, nasceu de 7 meses com problemas respiratórios devido a má formação de seus pulmões e o pior, cega. Tânia ficou horrorizada, não queria uma filha com defeito. Como iria apresentar uma filha cega a suas amigas da alta sociedade Londrina ? Seria vergonhoso e humilhante. A pouca atenção que era dirigida a ela agora era toda da criança, o que fez com que ela a odiasse. Como se já não bastasse o fantasma de Isabella pra atrapalhar sua vida, agora tinha também aquele pequeno ser defeituoso.

— Tem certeza que eu é que sou a vadia? Não fui eu que fez você de trouxa.

— Já chega. — Ele grita perdendo o controle e indo pra cima dela, o que a fez arregalar os olhos.

— Papai. — A pequena Quim entra na sala acompanhada de sua babá Ângela. A menininha de 6 anos é linda, com seus cabelos loiros como os da mãe e pele branquinha. Edward sorri ao ver a filha e se abaixa a pegando no colo e beijando sua bochecha, cumprimenta Ângela com um aceno de cabeça.

— Oi amor, eu não disse que vinha logo ? Então, aqui estou pra tomar café com a minha princesa. — Ele fala seguindo pra sala de jantar, deixando uma Tânia emburrada pra trás.

— Que bom que você chegou papai, eu tô morrendo de fome. — A pequena fala abraçando o pai pelo pescoço, o fazendo sorrir. Era sempre assim quando estava com sua pequena, não tirava o sorriso do rosto. Mas é claro, só quando estava com ela.

— Então vamos alimentar essa barriguinha logo. — Falou fazendo cócegas na barriga da menina, lhe arrancando boas gargalhadas.

— Papai, a mamãe não vai tomar café com a gente ? — Quim pergunta esperançosa fazendo Edward soltar um suspiro de indignação. Tânia estava sempre ocupada demais pra fazer qualquer coisa que envolvia sua filha, alias, era como se a pequena não tivesse mãe.

— Não amor, sua mãe teve que sair. – Viu o rostinho de anjo de sua filha entristecer. Já estava acostumada com a falta de carinho da mãe mas sempre tinha uma esperança que ela mudasse.

— Minha mãe não gosta de mim, né papai ? – O coração já destruído de Edward se aperta ao escutar aquilo.

— Claro que gosta meu amor, sua mãe te ama. É só que ela é muito ocupada, mas ela prometeu que a partir de amanhã fará todas as refeições com a gente. – Assim que terminou de falar, viu um sorriso se espalhar pelo rosto de sua pequena. Teria uma conversa com Tânia mais tarde e a obrigaria a dar mais atenção a filha, afinal se casou pra filha ter uma família.

Depois do café, Edward levou Quimberlly na escolinha. E como fazia sempre, levou a filha até a porta e se despediu dela dando um beijo em sua testa.

— Até logo anjinho, nos vemos na hora do almoço. Eu te amo.

— Também te amo papai, muitão. — A menininha diz ao abraçar o pai e em seguida entra acompanhada de sua professora.

Mesmo com sua deficiência, Edward fazia de tudo pra filha ter uma vida o mais normal possível. Quando ela fez 6 anos e disse que queria estudar, ele mesmo relutante em deixa-la sozinha sem nenhum conhecido por perto, mas fez questão de realizar a vontade da filha. Procurou a melhor escola para crianças especiais, onde sua filha teria toda assistência necessária para sua condição e ficou imensamente feliz com a alegria que proporcionou a filha ao contar que ela iria para escola. Dinheiro nenhum no mundo podia pagar a sensação que aquele sorriso genuíno e puro lhe causou.

Por isso não entrava na cabeça dele como tinha gente que fazia de tudo por dinheiro. Como ela pôde o enganar daquela forma, fingindo ama-lo apenas pra ter uma vida melhor ? E como ele não percebeu todo aquele fingimento ? Ele não conseguia entender. Ele a amava de verdade, pra ele foi real mas isso não aconteceria de novo, nunca mais uma mulher o enganaria dessa forma.

Foi tirado de seus pensamentos com uma imagem que ele esperava não ver nunca mais, o fazendo arfar e freiar o carro bruscamente, quase causando um acidente. Ali a poucos metros de distância, entrando em um Mercedes Guardian, ainda mais linda do que ele se lembrava, estava Isabella Swan.

— Não pode ser. — Ele observa o carro dar partida e se distanciar. Sentiu o peito queimando devido aos vários sentimentos que o atingiram. Susto, incredulidade, saudade, amor e por fim ódio. Não, aquela maldita não podia estar de volta. Não era ela, afinal foi tão rápido. Ele podia estar enganado, era só a sua mente perversa lhe pregando mais uma peça. Ela não ousaria voltar, não podia ser Isabella Swan. Ou será que podia ?

O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas tal como elas não são.

Friedrich Nietzsche


Notas finais
Bom gente, por hoje é isso, conta pra mim o que vocês acharam,será que era bella? e o que me dizem sobre a vaca da Tania? a Quim não é uma fofa? já tem foto dela lá no grupo quem quiser entrar é só deixar o face nos comentários,se houver pelo menos 20 comentários nesse capítulo, eu volto rapidinho, vamos lá sei que vocês conseguem 1 minutinho que seja pode ser apenas um oi. Bjs e até o próximo capitulo.