Mentira perfeita

5 Capítulo 4


Notas iniciais
Oiiiiiiiiiiiiiii! Voltei! Gostaria de agradecer a todos que leram, comentaram favoritaram! Vcs são os melhores! Aviso, como a maioria escolheu, entrego a vcs o capítulo para maiores de 18 kkkk Confesso que escrever esse tipo de capítulo é bem dificil para mim, então peço desculpas desde já kkk Enfim, espero que gostem! Boa leitura!

Capítulo 4

Seu corpo queimava!

Estava ofegante, não conseguia respirar direito enquanto os lábios de Kylo Ren devoravam os seus, lascivamente, de uma forma totalmente contraria a de momentos antes, no banco traseiro do taxi.

Quando pensara em como aquela noite terminaria, Rey, em seu intimo desejara ter o rapaz a sua mercê, entregue, assim como todos os outros com o qual lidava; porém, tudo o que estava acontecendo desde o início da noite era totalmente o oposto de todas as suas expectativas.

Estava acostumada a ter o controle, mas o homem que a envolvia não parecia o tipo que seria domado facilmente. Definitivamente, não! Kylo Ren era arredio e, de certa forma, tímido. Contudo, naquele momento, era ele quem comandava a situação, derrubando todas as suas barreiras.

Gemeu.

Sua mente girava e tudo o que ela podia sentir eram os braços do homem a envolvê-la enquanto a porta de seu apartamento era fechada com um baque surdo.

A mão forte de Kylo puxava o cabelo de sua nuca com força, dominando-a de tal forma que Rey não conseguiria resistir a ele mesmo que quisesse e, ah, ela não queria!

— Está certa disso, Rey? — a voz rouca de Ren chegou a seus ouvidos. Podia sentir a respiração pesado do rapaz contra seu pescoço. Ele parecia a beira da insanidade, assim, como ela. — Eu posso ir embora se voc...

— Estou — foi tudo o que Rey conseguiu dizer, afastando-se do rapaz sem desgrudar os olhos dos dele, abaixando a alça do vestido vagarosamente.

Estava em êxtase.

— Me deixe ajudá-la com isso — sussurrou ele contra o ouvido de Rey, descendo vagarosamente o zíper traseiro de seu vestido, beijando a pele branca, que estava sendo exposta.

O sangue pulsava em suas veias, correndo por todo seu corpo e Rey apenas desejava tê-lo ainda mais. Desejava-o de uma forma que nunca havia desejado nenhum homem. Sentia-se a beira da loucura.

Talvez todo aquele descontrole fosse efeito da bebida, mas a moça não estava a fim de pensar muito naquele momento, então sem esperar, dessa vez foi ela quem colou seus lábios aos dele, exigente.

O vestido vermelho escorregou por seu corpo magro, revelando apenas uma fina lingerie de renda preta.

Kylo não pode deixar de admirá-la por alguns segundos.

A mulher era belíssima!

Quase uma obra de arte e ele apenas a desejava mais e mais.

Tomou sua boca vermelha mais uma vez, caminhando juntos até o sofá da sala, onde a deitou delicadamente.

— Acho que isso está um pouco injusto, não?! — indagou Rey, sorrindo maliciosamente, enquanto tocava suavemente a barra da camiseta preta de Kylo, que já estava sobre ela.

O homem não pode deixar retribuir o sorriso cheio de segundas intensões da moça, enquanto tirava a camisa, jogando em qualquer lugar da sala.

Sentia que estava sendo afobado demais, porém, Rey parecia tão afoita por aquele contato quanto ele. então Ren apenas se deixou levar, beijando-a desde os lábios até o vale dos seios, fazendo-a gemer em expectativa.

— O que você quer que eu faça? — Kylo sussurrou, beijando os lábios da moça mais uma vez, olhando-a nos olhos.

Irises verdes nubladas de desejo.

Não precisou de resposta maior, estava ali, explicito, misturado ao verde dos olhos de Rey. Ela o queria!

Atento a todos os movimentos da moça, Ren trilhou um caminho de beijos molhados em direção aos seios de Rey, o qual mordiscou por cima do sutiã, fazendo-a gemer em resposta.

— Você gosta que eu te toque aqui? — indagou o rapaz, livrando-se do sutiã da moça com habilidade, levando seus lábios até o seio esquerdo sem esperar por uma resposta verbal a sua pergunta.

Rey suspirou de prazer mais uma vez. Estava à beira da loucura, precisava tê-lo dentro de si o mais rápido possível, porém, Kylo Ren parecia querer torturá-la, avançando com seus beijos quentes em direção ao sexo latejante da moça, que gemia extasiada.

— Você gosta que eu te toque aqui? — repetiu beijando de leve o ponto de maior prazer da mulher, fazendo-a agarrar seus cabelos negros, tremendo de prazer.

— Kylo... — Rey sussurrou em deleite, enquanto o rapaz sugava seu sexo inchado, degustando toda a essência de seu desejo.

Gemidos ecoaram pelo ambiente e ela já não conseguia pensar em mais nada a não ser em Kylo, que permanecia concentrado em faze-la chegar ao ápice do prazer, saboreando-a.

— Kylo... — a moça gemeu, mais uma vez, puxando os cabelos negros do rapaz, obrigando-o a olhá-la. Estava a ponto de ter um orgasmo daqueles e queria que ele vesse o que estava fazendo com ela. — Kylo... — suspirou, deixando-se alcançar o ponto máximo do prazer e ele não podia estar mais orgulhoso e excitado.

— Me deixe cuidar de você agora — Rey falou beijando os lábios de Kylo, ajudando-o a se livrar da calça e da cueca box preta, para variar. — Você gosta mesmo de preto, hein?! — riu, jogando para longe a última peça de roupa do rapaz, que sorriu desdenho, enquanto ela se ajoelhava a sua frente, obrigando-o a se sentar no sofá, masturbando-se sem desgrudar os olhos escuros do corpo da mulher a sua frente.

Rey ficou a observá-lo por alguns instantes, observando o membro proporcionalmente grande que ele tinha ali. Tocou de leve a mão do rapaz, que logo deu lugar a sua, que o acariciava com movimentos lentos de sobe e desce. Foi a vez de Kylo gemer, incentivando-a a tomar todo aquele volume nos lábios, sugando-o como se quisesse tirar tudo dele e, de fato, ela queria. Desejava levá-lo a loucura, assim como, ele havia feito com ela momento antes.

Queria vê-lo alcançar o ápice, porém, aqueles, mais uma vez, não eram os planos do moreno, que a tomou nos braços, beijando-a

Kylo sentiu o quanto Rey gostara de tê-lo a sua mercê. Pode ver o quanto ela amava o controle que estava exercendo sobre ele, enquanto o chupava, contudo, naquela noite, ele desejava se sentir no comando, como nunca se sentiu em toda sua vida.

A deitou mais uma vez sobre o sofá, excitando-a com os dedos, ela estava completamente molhada para ele. Kylo não conseguiria mais se conter.

— Posso...? — perguntou ele, vendo-a concordar com um aceno rápido de cabeça. pegou um preservativo que sempre deixava em sua carteira. Era um rapaz prevenido afinal de contas.

Tão logo que colocou a camisinha, Kylo a beijo, penetrando-a lentamente, gemendo em sincronia com a moça, que apertou suas pernas envolta dele, buscando intensificar o contato.

Seus corpos se moviam em conjunto e nada mais parecia existir além daquelas paredes, apenas eles, um homem e uma mulher tomados pelo desejo mais primitivo do ser humano, que logo daria lugar a algo mais sem que eles pudessem perceber.

***

Estava deitada sobre o peitoral forte de Kylo Ren, enquanto o observava dormir tranquilamente.

Já haviam transando pela segunda vez naquela noite e ele adormecera com ela nos braços, quando foram para o quarto. Normalmente, a moça o teria mandado embora assim que terminassem, porém algo dentro dela parecia não querer vê-lo partir. Compaixão talvez, afinal, Rey não seria má o suficiente para mandar uma pessoa exausta para casa aquela hora da noite, não é mesmo?! Já havia feito isso com outros parceiros, mas... aquilo não era nada demais.

Suspirou. Tinha feito o certo o deixando ficar ali. Kylo era um bom rapaz. Estava sendo gentil como ele fora com ela.

— Você poderia parar de me encarar, por favor? — perguntou o rapaz com os olhos fechados, assustando Rey, que desviou os olhos sentindo seu rosto esquentar, corada. — Estranha...

— Não estava te encarando, idiota — resmungou voltando seus olhos verdes para ele. — Pensava apenas em uma maneira de te fazer parar de roncar — mentiu.

— Ah sim! Sei, sua mentirosa — rebateu, sorrindo da expressão mal-humorado no rosto da mulher. Estava se divertindo com a situação. — Pois saiba que eu não ronco...

— Ronca sim!

— Não ronco, mas okay — cedeu, pegando seu celular, que estava no chão, junto de sua calça. — Três e dezenove da manhã — suspirou. Precisaria esperar até as quatro para pegar o metrô. O apartamento de Hux era do outro lado da cidade e pagar um taxi estava fora de cogitação. — Se importa de eu ficar aqui até às quatro? O metrô só começa a funcionar nesse horário...

— Sem problemas. É só parar de roncar, que está tudo certo — resmungou virando na cama, para dar as costas a Kylo, que sorriu, abraçando-a pela cintura. Criando uma aproximação perigosa para a moça, que sentia seu corpo esquentar com o contato.

Quando foi que Kylo Ren ficara tão falante? Gostava mais dele quando estava com os lábios nos seus, com a boca calada.

— Certo, senhorita Rey... — sussurro ele em seu ouvido, fazendo-a arrepiar.

Seria difícil dormir aquela noite!

***

Um som agudo o fez acordar atordoado. Seus olhos ardiam como se não tivesse dormido o suficiente. Tentou se mover para pegar seu celular, que tocava, mas desistiu quando viu Rey aninhada em seus braços.

Ela dormia tão tranquila, um sono pesado, que Kylo não desejou acordá-la

Suspirou passando a mão livre sobre os cabelos bagunçados, ainda não conseguia entender como tudo acontecera tão rápido entre eles, mas não iria reclamar. O que tivera com Rey superara todas as suas expectativas, porém, agora precisava ir.

Puxou seu braço de baixo dela o mais delicadamente possível, quando seu celular voltou a tocar, contudo, dessa vez, a moça abriu os olhos.

— Que horas são? — ela perguntou, esfregando os olhos e Kylo não pode deixar de admirar a graciosidade que a moça era de manhã, toda despenteada e com as marcas da noite passada.

— Eu ia ver isso agora — confessou, pegando o celular. — Nove e dez da manhã — falou olhando o visor do celular, onde seis ligações de Hux mais duas de sua mãe deixavam um lembrete, havia ficado tempo demais ali.

— Nove e dez?! — ela exclamou pulando da cama, como se tivesse tomado um choque. — Nove e dez da manhã?! Meu vô vai me matar! — seguindo para uma porta que, Kylo supôs ser a do banheiro.

Aquele era sua deixa também, precisava saber se Hux havia conseguido o emprego que prometera ou ele mesmo teria que fazer isso. Seu dinheiro estava no fim.

Se vestiu com pressa, recolhendo suas roupas pela sala do apartamento, voltando para o quarto, onde encontrou Rey de toalha, quase dentro do guarda-roupa.

— Onde deixei essa merda?! — ela resmungava, enquanto jogava algumas roupas pelo chão. Parecia realmente preocupada, tanto que Kylo quase desistiu de se despedir, mas ponderou que aquilo seria o errado a se fazer.

— Huhum — pigarreou, chamando a atenção da moça, que o encarou com uma expressão indecifrável. — Eu já vou indo... — falou incerto, evitando encarar os olhos de Rey. Tinha medo de a ofender de alguma maneira.

— Certo — ela concordou após alguns segundos em silêncio.

Um sentimento estranho tomava conta de ambos, mas sendo quem eram, disfarçar era o que sabiam fazer de melhor.

— Certo — Kylo repetiu incerto sobre como deveria se despedir.

— Me desculpe por não o acompanhar até a porta, senhor Ren, mas como pode ver, estou travando uma guerra com minhas roupas — riu sem graça, enquanto cruzava os braços sobre os seios, uma timidez estranha crescia entre eles.

— Ah sim. Sem problema — o rapaz rebateu, seguindo até ela, enfim, beijando-a no rosto, rapidamente. — Tchau!

Rey o encarrou timidamente:

— Tchau — sorriu, vendo-o se afastar. — Me liga — murmurou, mas ele já tinha partido.

Suspiro, precisava se apressar ou Obi-Wan Kenobi acabaria com sua raça.

***

Já era quase onze da manhã quando Kylo Ren, ou melhor, Ben Solo passou pela porta do apartamento de Hux, encontrando o amigo estirado no sofá com os olhos presos em seu aparelho celular, sorrindo como se tivesse ganhado na loteria.

— Alguém acordou com o pé direito hoje — Ben soldou atraindo a atenção do amigo, que o encarou desconfiado.

— Parece que não foi só eu... — rebateu deixando o aparelho de lado. — Pensei que estivesse morto.

— Não. Não estou para sua tristeza — respondeu em tom desdenhoso vendo o ruivo revirar os olhos.

— Eu estava preocupado, mas sei que deve ter passado a noite com a moça do celular...

— É — Ben concordou evasivo. — E o emprego? Conseguiu?

— Ahh! Você não vai acreditar! — Hux exclamou com os olhos brilhando e Ben soube que não iria gostar do que iria ouvir. — Consegui! Começamos hoje a noite.

— Onde? — Ben insistiu sentindo seu coração acelerar.

— Na Starkiller — falou com empolgação e Ben quis morrer ou matar o amigo, afinal, o que eles fariam no clube de striptease para mulheres?! Coisa boa é que não seria....

Notas finais
E ai? O que acharam? Muito ruim, bom, médio? Comentem para eu saber o que devo melhorar! Beijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.