Meninos sérios são mais disputados.

8 Meninos sérios são safados.


Notas iniciais
Antes de mais nada, quero agradecer primeiramente e dedicar esse capítulo a Biel por recomendar a história. Me elogiou de uma forma que fiquei igual uma pateta lendo não sabendo como agradecer por esse gesto tão legal que me deu bastante ânimo. Obrigada, Biel. Espero que continue se encantando com a história, hahaha :D Pelo menos me esforço. “Kyle, porque você demora muito para postar?” Porque estudo de oito da manhã e saio às sete horas da noite, os professores me enchem de trabalhos todos os dias, me sinto muito cansado, mais na época que fui estagiário. E geralmente alguns caps exige de mim maior concentração. “Kyle, puta que pariu! Olha tamanho nesse cap! É que fiquei escrevendo e reescrevendo todos os dias de pouquinho a pouquinho, aí deu essa somatória. Mas os outros não irão ser tão grandes assim. "Kyle, você é uma autora Susana Vieira e que acha 120 milhoes de brasileiros te-a-ma! Porque não responde os comentários?” Não, não, nada disso. Longe de mim ser isso. Eu não respondo os comentários, porque não gosto de uma resposta de duas palavras, uma coisa mecânica. Eu realmente quero agradecer, ter o meu feed-back com vocês, seus lindos. Okay? Bom, se chegou até aqui boa leitura, agora as minhas olheiras descansam em paz ; )

Ele pegou o meu cabelo e jogou para trás. Não cai do chão, por causa do impulso forte dado por ele em direção ao meu peito. Cai na cama deitado, quando ia me levantar, ele me prendeu ficando em cima de mim, segurando os meus braços, enquanto eu o via de cima os seus olhos irradiarem de raiva sobre mim.

O meu campo de visão restringia só o rosto do Levi me encarando.

– Qual é a sua, moleque? — Ele já havia perguntando isso algumas vezes, mas com tom ameno e arrogante, entretanto, agora aquela pergunta parecia ter sido mais agressiva, como realmente me chamasse para briga. Uma ameaça propriamente dito. Enquanto segurava com mais força os meus pulsos sobre a cama, eu o via a seu mal humor¹ aumentar.

– Eu quero ir embora. — Respondi.

– Ah! Você quer ir embora? — Ele largou os meus braços imediatamente e repetiu a minha resposta como uma pergunta, de tão incrédulo do que havia falado. Ainda permanecia sentado em cima de mim, com meu corpo encaixado no meio entre as suas pernas. Nunca havia visto tão aborrecido como estava agora.

– Tsh! Eu sou tão idiota, Eren. — O tom da sua voz diminuiu, mas a sua ira ainda estava lá, pronto para estourar a qualquer momento, me olhava com certo desprezo, maior do que naquela dia que fui falar com ele pela primeira vez.

– Quando veio até a mim chorando na boate, eu disse para mim mesmo “ Ande! Vai lá! Dê uma chance para essa garotinha.” Olha que deu. O sempre desconfiei que fosse um covarde, por mais que várias vezes diga que não era. Você é sexualmente confuso maluco que me perturba, pelo menos garotinhas sabe que o que são.

– É fácil para você! Porque ninguém irá te julgar! — O seu olhar de menosprezo me enfureceu. Minha raiva fez que o meu sangue subisse no meu rosto e gritar com ele. Era primeira vez que me referia como igual e não como fosse um superior, veterano, ou qualquer merda for.

– Ninguém vai ter perseguir sobre a sua sexualidade, ou zombar do senhor! E eu? Fui em bar gay e um dos seus amiguinhos viado riu de mim, imagina a faculdade inteira? — Realmente estava gritando, estava enfrentando ele, por mais que me olhasse com uma expressão de cara de bunda que sempre teve.

– Eu não tenho a sua patota de riquinhos para me proteger, é só eu sozinho. Não quero transformar a minha vida um inferno mais do que ela já está! Se fiz aquela merda da boate ou no seu show, porque estava bêbado e...

– Então isso todo... — Levi me interrompeu, falou friamente. — E por causa que se importa o que os outros vão pensar...É isso? — Concluiu como tivesse encontrado uma solução muito óbvia para uma equação complicada que havia pensado a dias.

– Bem... — Minha raiva e coragem diminuiu, havia matado a minha charada.

– Está se reprimindo por causa dos outros? É sério mesmo? — O seu desprezo aumentou, mas não havia mais aquela raiva excessiva de antes.

– E... — Senti a minha face corar. Não queria mais ver o homem baixinho ainda permanecendo em cima de mim, estando ainda ajoelhado com as pernas um pouco mais abertas, não me prendendo o meu corpo como antes. — Mas... O que os meus amigos falarão e...

– FODA-SE os outros! Foda-se a sociedade! — Foi tão repentino que quase tomei um susto, depois que me dei conta que aquela calmaria toda de antes era só uma prévia do esporro que haveria receber.

– Tsc! Não esperava isso de você, moleque! Sempre teve fama de rebelde e brigão com outros e agora está aí falando que não quer fazer porque fica preocupado o que outros vão falar.

Ele realmente estava com raiva, não era mais aquela irritação profunda do seu cotidiano, era uma fúria. Apesar de a sua personalidade colocar a sua ira no modo bem contido, sabia que ia dar merda se continuasse assim. Era primeira vez que ouvi ele gritando, ele sempre usava o mesmo volume de voz, em todas situações, mas agora...

Então ele parou de falar, levantou a cabeça e fixou o olhar para mim. Os seus olhos estavam no mesmo jeito psicopata naquela cena do banheiro. Parecia que a sua íris diminuía e ficava concentrado em um único ponto em mim, um olhar extremamente sério, do tipo “vou te matar”.

Vou apanhar. Conclui. Vou apanhar de novo. E torce para só apanhar, porque pelo jeito, não era difícil ver ele matando uma pessoa naquele estado. Havia falado algo muito absurdo, algo realmente imperdoável, especialmente para um anarquista. Era melhor ter dito que não queria, porque estava de cu doce, era menos pior ter dito isso.

– Vou embora. — Antes que o pior aconteça, quase falei.

Então ele se movimentou os braços, protegi o meu rosto com meus dois antebraços por reflexo de proteção, formei uma barreira para futuros socos, entretanto senti as suas pernas envolvendo a minha cintura e depois o peso compressar em minha barriga. Levi havia sentado em cima em mim, espiei por fora da abertura da minha barreira de braços e o vi tirando seu cinto. Um pavor cresceu dentro de mim, saberia que ira apanhar, mas não com uma tira de couro com pequenas tarraxinhas pretas como enfeite. Imaginei aquilo batendo na minha pele, remeti ao passado quando o meu pai me batia.

Então Levi enrolou em sua mão, esticando a tira como fosse uma corda, não havia entendido do início, então sinto os meus pulsos mais juntos e grudados. Levi havia enrolado com o cinto as minhas mãos, era só uma volta, com a fivela sendo o fecho. A tira que havia sobrava do cinto ele puxou, os meus braços esticaram involuntariamente. Ele desceu em cima do meu corpo, e continuou a controlar com o cinto como fosse uma coleira, não uma grudada em meu pescoço, mas envolta dos meus pulsos.

Me puxou até chegar o banheiro, metade do tamanho do seu quarto, mas devido a organização bem excessiva do lugar, parecia ser maior. Todo era limpo e tinha cheiro tóxico de alvejante e outros produtos de limpeza… Se não me engano pelo cheiro era cloro. Então ele parou em minha frente, envolveu mais o seu cinto em meus pulsos, forçando bem a minha prisão dali e me jogou no chão, nem precisava de tanta força, a bebida e a gravidade já estava a favor dele. Cai quase quebrando a frágil porta do box. Minha cabeça estava abaixada, minha visão limitou só os coturnos preto do Levi e a sua parte da calça jeans preto... Ah é jeans, achava que era calça social... Mas isso lá era horas de pensar disso?

– Moleque.

Ele puxou o meu cabelo na frente erguendo o meu rosto, a expressão psicótica não havia passado nem um pouco.

– Vou falar única vez. — Levi agachou e pegou o seu cinto de volta, antes envolvida do meu pulso. — Vou te dar uma chance: Ou você sai do meu banheiro e não olha nunca mais para a minha cara, ou fica. — Largou o meu cabelo. A minha cabeça ficou cambaleando, mais pelo efeito ainda da bebida do que da queda. Levantei com a cabeça baixa, por covardia, havia escolhido a primeira opção. Tentei segurar a maçaneta e sair dali, ser piada para o resto da vida dele, mas assim que toquei na maçaneta, Levi me deu uma rasteira e mais uma vez cai.

– Vai embora? Então vá. — Disse calmamente.

Estendi as minhas mãos no chão limpo e estiquei os meus braços, fraquejando em dar o impulso para levantar, quando fiquei de quatro, Levi pisou das minhas costas e empurrou com o pé, deitando todo o meu corpo no chão gélido.

– Não já disse para sair? Hãn?- Ele tirou o pé em cima e deu pequenos chutes com a ponta do coturno no meio da minha bunda.

Então toda vez que eu tentava levantar, ele vinha e me derrubava. Seja em chutes, rasteiras, ou joelhadas, ele pedia para sair, mas não deixava nem encostar na maçaneta. Então desisti. Encostei as minhas costas da porta. Tentei ficar furioso com ele, porém quando via o seu rosto, sabia que ele estava muito mais do que eu, por causa daquilo que eu havia dito.

Quando fiquei quieto, ele agachou ao meu lado.

– Isso foi pelo patético espetáculo que fez hoje, tanto na minha banda e da boate. E por me ter feito papel de idiota. Cresça, pirralho! — Cutucou a minha cabeça.

– Vamos lá! Levanta! — O baixinho ficou de pé, esperando a minha reação, mas todo que fiz foi o que um bêbado poderia ter feito: Ficar sentado, com cabeça baixa e ter pensamentos difusos.

O baixinho revirou os olhos e cruzou as os braços. — Vou fazer nada.

Eu permaneci sentado.

– Tsh!- Ele encaixou as duas mãos debaixo no meu ombro, me puxou como fosse um boneco de pano e me elevou sem muito esforço.

– Garoto?

Fiquei de cabeça abaixada ainda com o meu corpo todo mole.

– Eren, pode ir.

Encostei a minha cabeça em seu ombro. Estava cansado, queria voltar daquela cena em que estávamos dançando. Tava tão bom. Achei que por um instante, na minha tola esperança, quando olhou para mim e me chamou, achei que havia conseguido o que queria. Mas vejo que não.

– Você quer, mas tem medo.- Concordei com a cabeça ainda apoiada em seu ombro. Estava triste porque sabia que nunca poderia ter. Por minha insegurança, pela vida dele, pela minha covardia...

– Eren, está chorando?

Neguei com a cabeça, molhando um pouco a camisa dele na parte do ombro com as minhas lágrimas.

– Tsh! Merda! Não consigo. — Sussurrou o seu pensamento, sinto a sua mão deslizar o meu pescoço, adentrando os seus dedos no meu cabelo na parte de trás, afagando a minha nuca. Ergo a minha cabeça e vejo a sua irritação alarmante em querer me ter. Ele me beija, primeiramente um selinho, pequenas intervalos, pequenos ataques do veterano baixinho agarrado a mim na minha cintura. Depois os seus beijos têm intervalos mais duradouros e intensos. O carinho em minha nuca fica mais agressivo, sinto os pêlos da minha pele enriçarem cada puxada que recebo.

– Mulherzinha... — Assim que desliga do beijo, respira e pronuncia esse “xingamento” entre os seus sussurros. Ainda irritado com o meu comportamento e do dele.

Internamente, creio eu, Levi queria ser mais forte e me expulsar do seu quarto. Entretanto, todo que fez foi me agarrar ainda mais, atacar o meu pescoço, beijar a minha bochecha e mordiscar o meu lóbulo. Não necessariamente nessa ordem.

– Garotinha. Minha mulherzinha. Não é, garoto?

Levi deu um pequeno tapa em meu rosto, sua mão era bem pesada. Segurou o meu queixo querendo respostas. Apertou a minha bochecha e balançou um pouco a minha cabeça.

– Não...- A minha resposta saiu baixa e dengosa.

– Não? — Me instigou. Uma onda de excitação invadiu a sua cabeça Abocanhou uma parte do meu pescoço e abriu, digo, quase arrebentou o meu zíper, desabotoo o botão de metal da minha calça e depois enfiou a sua mão dentro do pano jeans, enchendo entre os dedos o bolo de carne que quase desmanchava de tão macio que era. Quanto mais apertava esse punhado, mais forte era as mordidas.

Comprimi os meus lábios para não sair nenhum gemido constrangedor, mas o fato que ele apertava muito forte e masturbava com certa violência. Se os meus gemidos saiam, era mais de dor por causa dos apertos naquele lugar, do que de volúpia.

– Eren...Pode gemer... — Sua voz ficou incrivelmente suave, baixa e manipuladora.

– Geme...- Deu um beijo rápido na minha orelha. — Gosto de ouvir esses gemidos de viadinhos enrustidos. — Ouço os estalos dos seus beijos se espalharem por minha face, minha nuca, minha orelha.. Merda! Como eu odiava por quando lambia essa parte.

– Hunf! Está tenso. Calma, não tem ninguém te vendo. — Sua voz havia voltado normal, com a mesma impaciência e seriedade. — Tira roupa e entra no chuveiro, quero lavar você primeiro antes de rolar algo.

– Sim...- Respondi cabisbaixo. Sem botoar, tirei a blusa por de cima¹, depois a minha calça jeans, o tênis e as meias. Meio desajeitado como tirava a roupa. Fiquei com vergonha na minha cueca: Era folgada, velha e com um furinho atrás. Não era nenhum de marca, não era da Calvin Klein, igual aqueles homens malhados usam.

Levi tirou a blusa e pode perceber que apesar do seu tamanho, qualquer um da faculdade que visse a musculatura do Levi sentiria medo. Era o estilo de “baixinho parrudo” porque o que não compensa na altura, compensava na sua força. Eu não sabia que era tão definido assim. Eu acho que poucos da faculdade sabiam. O terno enganava muito a grossura dos braços, todo dia ele vinha vestido com monte de acessórios, blusa de manga comprida, ou jaqueta de couro. Achava que era só um magrelo como eu.

Fraco. Precisa malhar mais

Agora todo faz sentido. Então ele tirou a calça, dobrou a roupa e colocou cuidadosamente em cima do vaso sanitário. Assim fez com todas as peças que tirava. Afe! As pernas deles também são definidas. Puta merda o que ele faz para deixar o seu corpo todo assim? Enrolou as meias colocou em um canto. A sua roupa íntima era uma cueca box preta... Maldito tecido que grudava na pele e deixa essas ondinhas...Na verdade, um pacote no meio.

Ele veio até a mim, enquanto me encolhia todo de frio. Me pegou pelos braços, tirou a minha cueca com uma mão, como se fosse algo muito irritante de sair, depois me puxou para dentro do chuveiro junto com ele. Achava que dali rolaria uma cena romântica, de casalzinho gay se abraçando e descobrindo o amor, um romance puro. Mas todo que levei foi mais puxões no meu cabelo, minha bunda sendo tão apertada como nunca na vida. As minhas nádegas ficaram separadas com duas mãos ao mesmo tempo. O baixinho encaixou a sua cabeça em meu ombro para ver a sua deliciosa cena.

Apalpava. Comprimia a carne, via o rastro vermelho formar na minha pele branca e fazia de novo.

– São poucos rapazes da faculdade que deixa no máximo eu passar a mão...Imagina isso. — Deu um tapa forte, depois recheou a sua mão novamente. Duas vermelhidões que eu tinha agora.

– Oe? O que eu fiz para não merecer esse respeito? — Não gostava nesse tratamento, aquela brincadeira estava me incomodando. — Qual a diferença entre mim e aqueles caras que você pega nas festas?

Não recebi nenhuma resposta, apenas sinto a água percorrer no meu ombro e depois nas minhas costas, Levi havia ligado o chuveiro. Pegou o vidrinho de sabonete líquido neutro perto do pequeno batente dentro do box.

– Abre as mãos. — Ordenou o baixinho com o vidrinho de plástico virado de cabeça para baixo.

– Ei! Você não me res...

– Tá, tá! Junta as duas mãos. — Obedeci o a sua ordem, em seguida ele despeja o líquido transparente preenchendo a concha formada pelas minhas mãos.

– Esfrega, até fica uma grossa camada de espuma. — Ordenou sério, sempre sem expressão nenhuma, não dando para adivinhar o quer. E sempre aquela maldita áurea de fazer você obedecer o que ele manda.

Obedeço com raiva por não ter respondido aquela pergunta, quando abri a boca, ele me vira de costas.

– Se limpa agora. Igual o método de quando você se masturba.

Fiquei parado sem entender o que tinha que fazer, então um relance passou em minha cabeça e corei o rosto.

– Eu não me masturbo assim. — Minha voz saiu baixa, permaneci de costas para ele.

– Tsc! Então eu mesmo faço isso! Já vou logo dizendo que coloco três dedos de uma vez. Anda, abre mais as pernas!

– ok, ok! Eu faço isso! — Falei no desespero, não queria que ele fizesse aquilo por mim, não sabia o estrago que teria depois. Então relaxei as minhas pernas, fechei os meus olhos e deslizei a minha mão no meio nas minhas nádegas. Forcei a minha abertura com o dedo do meio e enfiei por completo. Senti deslizar mais fácil por causa da espuma e ardia um pouco a pele, ia e via limpando bem, abri mais as minhas pernas e empinei mais a minha bunda, senti a minha excitação crescer dentro de mim, em saber que ele estava me vendo aquilo, não aguentei e fiquei de barraca armada ali mesmo. Movimentava tanto atrás como na frente, minha cabeça ficou encostada nos azulejos, minha boca se abriu, enquanto saia um pouco de baba falava alguns palavrões baixinhos.

– Anda, garoto. Mais rápido. — Levi sussurrou no meu ouvido, virei mais a cabeça e busquei a sua boca e comecei a beijar-lo com certa voracidade. Sinto outra mão me ajudando a masturbar por de frente, enquanto pegava na base, ele brincava com a minha glande, ou mexia nas minhas bolas. Quando finalmente cheguei ao gozo, sujei a minha mão com minha porra. Então no auge no meu êxtase, deixei de “limpar” atrás, virei de frente e abracei o meu baixinho ainda beijando ele. Agarrei pela sua cintura e passei a minha mão labuzada em seu bumbum, bem no meio, como se tivesse passando uma pomada de neném, de tão liso e redondo que era... Man¹... Porque fiz aquilo? Porque? Nunca pensei que o meu queixo pudesse subir tão alto.

– Quer me comer, garotinha? — Levi me perguntou me instigando, quando ia dar o segundo soco, me protegi. Nem sei como fiz aquilo, ainda estava recuperando do soco no queixo.

– Não posso? E mesma coisa que você deve fazer com o seu namorado...

– Cala boca! Esse banho está demorando demais. — Levi me empurrou contra a parede e ele mesmo deu banho em mim. Esfregava com a esponja minhas costas, minhas coxas, ensaboava o meu pênis, desde das minhas bolas até a parte de cima. Tirou todo o sabão, depois me empurrou para fora, secou o meu corpo com a sua toalha. Enquanto secava o meu cabelo, olhei diretamente para os olhos dele, estava meio corado e estressado por aquela minha ousadia.

– Levi... Porque não fizemos no banheiro? — Perguntei meio receoso por sua irritação.

– Não quero ser comido por uma garota. — Deslizou a toalha secando os meus ombros. — Na cama é mais fácil te dominar.

– O-oe? Que-que – Foi daquele tipo de resposta que não tinha argumentos para debater em seguida. Fiquei balbuciando algumas reclamações.

– Tá, Eren. Vem. — Puxou pelo meu braço e jogou na sua cama. Fiquei meio vulneral, eu deitado estando completamente nu e vendo ele de cima secando o seu corpo com a mesma toalha. Corei ao ver essa cena, percebi que tinha muitas reações femininas perto dele, e seria um golpe do seu orgulho em ser meu passivo, mas como eu queria muito que isso acontecesse.

Levi largou a toalha em um canto, avançou em cima de mim beijando, pequenos estalinhos,

depois desceu a sua boca onde se permitia ir. Contornou com a língua um dos meus mamilos e depois desceu beijando a minha barriga. Só com aquelas carícias foi o suficiente para afirmar mais a minha ereção, queria que dali partisse para sexo oral, mas todo que fez foi desviar e beijar as a parte internas das minhas coxas.

– Senhor... — Minha voz saiu dengosa enquanto via me beijando.

Ele ignorou o meu pedido, enquanto lambia na ponta da língua a minha coxa. Aquilo me enlouquecia, era incrível como algo tão trivial me deixava nas nuvens.

– Senhor? — Só gemia, não aguentei e queria me masturbar. Quando peguei o meu membro, ele tirou a mão perto e prendeu do lado da minha perna. Reclamei com gemidos, enquanto deu uma rápida lambida na parte de cima do meu falo.

– Tsh! Só sabe resmungar, fica quieto! — Criticou enquanto ainda prendia as minhas mãos, voltou a me beijar a minha boca com mais intensidade, até que desistiu de me prender e deitou ao meu lado, a partir dali foi quase devorado.

O baixinho me pegou pela cintura e comprimiu o meu corpo contra o seu. Dava pequenas mordidas na região entre minha orelha e meu ombro, intercalava com os beijos e fazia a minha pele, tanto a dele e o meu ficarem tom rosados. O meu corpo começou ficar leve, especialmente quando me levantou ainda deitado, fazendo ficar em cima de sua perna, dando altura suficiente para a sua mão alcançar no meio da minha bunda. Enquanto era mordido, senti a minha perna sendo levantada, porém ainda dobrada, quase encaixando no ombro dele, começou a penetrar os dedos, sarrando mexendo as minhas bolas e não deixando de me beijar. Senti sendo invadido constantemente por um ou dois dedos, massageando bem no ponto que sentia muito prazer.

– Você não me quer comer, garotinha? Hun? — Sussurrou no meu ouvido, o ritmo ficou mais forte entre as dedadas, puxou mais o meu corpo, apertando as minhas costas. Parecia realmente uma garota a posição em que estava, não tinha nem palavras, só gemia e saia sons da minha respiração abafada. Parecia uma espécie de vingança do que estava recebendo. “ Só eu posso, você não.” Faltava lhe dizer isto.

Me cansei rápido, enquanto ainda Levi me devorava com mordidas, quando ele viu que havia aberto um pouco, parou com a sua mão. Me largou de lado. Fiquei deitado, ao mesmo tempo que Levi se ajoelhou em cima na cama, em seguida pegou as minhas pernas e puxou para si. Fiquei na posição de frango assado, que já tinha visto falar, mas em vez das minhas costas encostar na cama, ele dobrou o meu corpo de modo que ficasse quase de cabeça para baixo, e dali começou a minha deliciosa tortura.

Separou as minhas nádegas e cuspiu do meio. Fiquei constrangido, levantei duas sobrancelhas, não sabendo onde enfiaria a cara.

– Que? — Perguntou ao ver a minha reação.

– Nada não... — Virei o rosto.

Ele deu um sorrisinho torto, o seu máximo que conseguia em se expressar algo alegre. Sinto uma lambida.

– Hum...

– Que foi?- Perguntou me instigando, enquanto mordia um pedaço da carne do meu bumbum.

– Tsh, nada! — Virei o rosto novamente só que nessa vez irritado, ele estava brincando comigo, odiava aquilo.

– Que foi? Está com vergonha, hein garoto? — Permaneceu sorriso ainda tendo paciência comigo.

– Não tem posição melhor do que essa?

– Não. Xiu! Daqui a pouco te tiro nessa. Agora, relaxe, Eren...Aproveita...

– Anou... Minhas costas estão doendo, estou muito exposto e...

– Tá, Eren. — Disse estressado. Odiava quando contrariava ele, já senti isso no passado. — Quer mudar de posição, virjão? Tenho uma ótima para você.

Saiu perto de mim, tirando o meu apoio. Novamente fiquei deitado de frente, até ver Levi procurando algo no chão.

– Fica de quatro. — Ordenou.

– E..Não quero...

– O quê? — Me ameaçou com sua raiva estampado em sua face.

– Todo bem, todo bem. — Concordei antes que ele fizesse algo de ruim, pelo menos minhas costas não estava dobrada, fiquei na posição que havia pedido, mas perdi total noção o que faria comigo por detrás. Até que sinto uma mão dele empurrar as minhas costas, perdendo força nos meus braços, fazendo encostar o meu peito na cama e a minha bunda ficar mais empinada. O baixinho deita em cima de mim e coloca um objeto na minha frente, me deparo com o cinto dele dobrado. Ele encosta a sua cabeça na minha e diz bem baixinho:

– Se me desobedecer, apanha. Fui claro? — Perguntou querendo minha confirmação. O terror daquilo me batendo invadiu em minha mente. Como bom submisso, acenei que havia entendido com a cabeça.

– Bom garoto. — Ele deu um beijo da minha bochecha e saiu em cima de mim. Cuspiu com mais força no meio na minha abertura, senti uma gota de saliva percorrer na minha perna, queria protestar aquele comportamento, mas depois vi o cinto e fiquei quieto, só aceitando a minha condição.

Sinceramente, achei que não fosse perder a minha virgindade daquele jeito. Nunca pensei disso na realidade. Nunca pensei que fosse com um homem, quanto mais um que tem menos de dez centímetros de diferença de tamanho. Se um dia passou isso em minha cabeça, achei que seria no modo careta, uma posição do máximo. Não sabia que haveria joguinhos, que pareceria com uma cena de filme pornô gay. Achei que seria no mínimo...Normal. Como todas as outras pessoas.

Meu desvaneio acaba, assim que sinto a sua língua penetrar no meu ânus, foi a maior coisa que já entrara ali. Sinto algo molhado, morno, que enfia, depois tira. E quero mais, estou gemendo, estou com o meu corpo contorcendo, não pensava em como aquela área podia ser tão prazerosa quando tocada daquele jeito. Agora entendia o motivo de querer me masturbar naquele jeito. Porque é bom. Como a sociedade julga tanto esse prazer? Ai...De novo, ele toca bem no ponto agora, mexe na ponta da língua, meus olhos se fecham no máximo, minha boca fica aberta, quero morder o travesseiro, não quero gemer tão alto.

– Nada disso, moleque. — Levi adivinha os meus pensamentos por experiência própria, tira o travesseiro no alcance na minha boca e fico sem nada para morder.- Já disse que quero ouvir esses gemidinhos de menininha.

Com dois dedões na mão, ele fixa mais o afastamento do meio da minha bunda, sinto a sua língua percorrer em uma distância maior, agora não só no único ponto, mas na minha ereção, sinto sendo tocado na minha base, depois recebo uma pequena sucção na parte de cima do no meu membro. Parecia um pedaço de mashmallow na boca dele.

O que me constrangia era o modo como ele fazia com certo gosto todo aquilo, não estava fazendo no modo automático, ou porque tinha uma cartilha, ele faria mesmo se não pedisse. Parecia que estava com fome nessa carne. Como um delicioso pirulito que derrete em sua língua.

Ele gemia, de modo mais viril, não como uma menininha como eu. Parecia que dependia em qual posição se é passivo ou ativo, mudava a forma o seu tom. Comecei a sonhar em como seria o tom feminino no meu veterano se eu tivesse fazendo todo isso com ele. Tive um sonho que ele parecia mais vulnerável, por mais que aquela áurea de homenzinho marrento tivesse em sua volta, eu tinha ele nos meus braços.

Pá!

– Tá dormindo? — Perguntou Levi ao me ver um pouco mais quieto e silencioso.

Aquilo doeu. A mão dele era pesada, agora imagina em uma área tão fofa e sensível como o bumbum? Aquele tapa despertou de qualquer possibilidade de pensamento que estava tendo. O baixinho de atrás deu um chupão forte na minha glande, pressionou os lábios e largou.

Esticou o seu corpo até uma gaveta mais próxima, pegou uma camisinha e vestiu com dificuldade por causa do excessivo líquido escorregadio.

Percorreu as minhas costas com os seus beijos até chegar na altura do ombro, me mordeu, cobrindo os seus dentes com lábios. Me encaixou por detrás entre as suas pernas, levou mais o meu corpo com o seu braço apoiada do meu peito, comecei a sentir a ponta molhada da sua ereção, passando no meio, me instigando...Lubrificando, até que ele perde a paciência, força a entrada e começa a doer.

Parecia que estava me rasgando, engatinhei na direção contrária na penetração, fugindo dele, até que me dei conta que não sou tão menininha assim.

Ele avançava mais. Eu engatinhava se distanciando.

Ele vinha. Eu saía.

Ele deu um passo ajoelhado na cama. Eu recuava.

– Tsc! Fica quieto.- Pegou a minha bunda e afirmou perto dele.

– Está doendo!

– Daqui pouco passa.

– Ei! Como sabe disso?

– Cala boca, moleque!

Então ele penetra em mim, coloca e fica parado, tentando acomodar melhor, meu anel de músculo contrai, eu não sei se aquilo machuca, ou o atrai mais. Toda vez que tentava se movimentar, apertava mais envolta no seu membro. Pelos gemidos do Levi e sentir um pequeno líquido dentro, fez ter certeza que estava gostando de está apertado daquele jeito. Porém, depois mudou de ideia quando tentou fazer mais algum movimento.

– Relaxa... — Pediu Levi, aquela aperto todo estava começando a machucar ele. Então ele tira, lubrifica mais ainda com a ponta do seu pênis a minha entrada.

Ele entra novamente, deita em cima de mim, fazendo as minhas costas da sua cama, começa a retirar e sair com movimentos lentos. Levi beija a minha testa e me abraça. Enquanto ele tentava me confortar, eu sentia a dor crescer.

– Tente ficar calmo.

– Está doendo, tira! Tira! — Pedi desesperadamente.

O veterano me obedece e tira, mas aquilo só fez aumentar a minha dor, estava muito aterrado, e um pedaço de carne com a grossura daquilo sair de repente não foi uma boa ideia. Então pedi para parar com qualquer movimento.

– Está muito tenso, calma, garoto. — Ele beija na minha nuca, relaxa o seu corpo, deitando totalmente no meu. Com a mão livre, ele começa a me masturbar, não demora muito conseguir o gozo, juntamente em ouvir a voz do Levi sendo gentil comigo e ter ele inteiramente só meu.

Essa carícia me deixa mais tranquilo e relaxado, então Levi se aproveita da brecha e começa a me bombardear por detrás. Movimentos leves, junto com os gemidos abafados, depois ouço as suas bolas baterem fortemente entre no meu bumbum.

Sinto como tivesse me partindo no meio, não saia som nenhum em minha boca, só a minha expressão de agonia em meu rosto. Cadê o prazer que tanto o pessoal fala? Estou sendo torturado praticamente, porque os gays gostam tanto daquilo?

Ele não diminui o ritmo, sinto o seu gozo preencher dentro de mim. Então ele tira e enrola a camisinha estourada e coloca em algum canto.

– Você não tem nenhuma DST, né moleque?- Disse Levi limpando as pontas dos dedos com um lencinho em cima da mesa.

– N-não! Não! E a minha primeira vez...

– Hunf! Então pode ser pele a pele. Melhor ainda.

Penetra novamente, apesar de agora sair mais fácil e rápido. Então a partir dali a dor desaparece os poucos. A entrada que tanto rejeitei no início, agora quero mais, por atingir em um ponto de mim que afundava de prazer. Puta merda, muito bom.

Involuntariamente abro mais as minhas pernas e empino mais a minha bunda. Ouço o som do sorriso dele de vitória em minha orelha.

– Hum... Agora quer, não é? — Ele deu um sorrisinho sarcástico, sua respiração estava pesada, tentava falar entre os seus gemidos. — Está se empinando nesse jeito.

As estocadas dele aumentou, e gostei daquilo. Gostei do barulho das suas bolas me batendo, da grossura da sua carne indo e entrando, das suas mordidas das minhas costas e ouvir os gemidos dele bem de perto

– Naquela hora que.. Que ficamos na boate, você mexeu os seus quadris, de um jeito que me deixou louco, tenta fazer isso agora...

Aquilo era um pedido impossível, fiquei quieto.

– Que foi? Não se lembra, moleque? Deixa eu refrescar a sua memória. — Ele juntou mais o meu corpo e começou dar uma leve rebolada, depois o movimento ficou mais frenético, parecia que a sua rola girava dentro de mim, massageando mais forte na minha próstata, foi tão bom, que gozei sem auxílio só com a fricção entre minha ereção e o colchão da cama. Esporrei o meu gozo, sujando os lençóis branco, sei que isso vai dar uma dor de cabeça depois.

Ele parou e quase desmaiei de tão cansado. Ele sai de cima de mim, sinto a minha cabeça sendo acariciada, quase durmo pelo cafuné.

– É bom, não é? Pervertido. — Ele me instiga, ainda ligado a mim. Por mim acabava por ali. Mas ao julgar pela rigidez ainda dentro de mim, sabia que haveria mais. Não sabia se tinha ânimo para aquilo... Poxa, ele parecia ser um menino tão sério, mas estou vendo que é mais safado do que muitos homens da faculdade.

– Agora retribui o favor, moleque.

– … E... Como... — Fiquei sem entender

– Rebola um pouco.

Foi engraçado ele ter dito isso, porque sempre tinha a sua expressão muito séria e sóbria, só algumas vezes que soltava os seus sorrisos tontos sarcásticos. Ter dito aquilo tão banal conhecendo a personalidade dele foi no mínimo estranho. Seria engraçado, se aquilo não tivesse referindo, eu dar uma rebolada com o seu membro dentro de mim.

– Oe? Acabei de perder a minha virgindade...- Corei um pouco com o pedido. Deitei exausto na cama. Não faria aquilo.

– Eren...Esqueceu que odeio ser contrariado? — Disse pausadamente querendo que as suas palavras entrasse na minha cabeça. Aquilo me assustou um pouco, abri mais os meus olhos, todo o sono desapareceu na hora quando olhei novamente para o cinto. Não é possível, será que ele vai me bater? Gostaria de fazer um teste até onde a minha ousadia permitia, entretanto ele já estava começando ficar impaciente e sabia que não poderia deixar assim.

Então dobrei os meus braços, permaneci de costas e deitado na cama. Sentia todo ele dentro de mim. Empinei e comecei remexer os meus quadris, na verdade, mais mexer um pouco o bumbum do que rebolar em si.

– O que você está fazendo? — Perguntou Levi.

– Estou tentando fazer aquilo que me pediu.

– Eu estava zoando contigo, seu lerdo.

Fiquei puto de raiva, como ele tinha aquela manta de seriedade o tempo todo, eu nunca sabia o que era de brincadeira ou era sério. Afe! Podia me dar pistas quando estava sendo irônico. Queria tirar aquilo de mim, quando ele me encaixou de volta, pousou a sua mão na dobra no final das minhas costas.

– Não pare. Gostei. Não sabia que iria me obedecer desse jeito. Continua. — Ele coloca mais fundo. Parecia empolgado com a brincadeira.- Anda. Faz. — Alisa a minha bunda, enchendo a sua mão depois.

Merda! Me senti um idiota, remexendo a minha bunda batendo um do outro. Fiquei com muita vergonha de está fazendo aquilo, mas pelo julgar dos sons de êxtase saído do Levi atrás de mim, sabia que estava agradando.

– Isso...Ah... Continua... — Ele ficou parado, recebendo aquele tratamento vip que não era obrigado a dar ele. Sacudi mais os quadris, senti seu membro mexendo dentro de mim, rodando, uma massagem interna. Meu rosto ficou vermelho por desaprovação e vergonha, e o baixinho atrás só sussurra algo que não conseguia decifrar.

– Mais forte, mulherzinha....Isso...- Quanto mais se aproximava do gozo, mais fortes eram as suas batidas. Até que novamente ele atinge o seu gozo, e começo a esporrar dentro de mim, me enchendo com líquido denso e branco. Não tinha interesse de tirar, até enfiou mais para colocar todo o seu gozo dentro de mim. Não fiquei com nojo, até gostei ter aquilo. Depois, caio na cama dele, quase desmaiado de sono.

Quero desesperadamente dormir, pego o seu travesseiro e agarro confortando a minha cabeça, enquanto sua mão percorre as minhas costas me acariciando.

Vai por mim garoto, se fosse na cama comigo era isso que você se tornaria”

A frase ecoou na minha cabeça dita daquele dia por ele.

É. Me tornei uma moça perto dele e o desgraçado gostou disso. Apesar de não ter nenhum sorriso em seu rosto, ou resquício de felicidade, a sua postura de superioridade aumentou e o seu ego só se enalteceu depois daquilo.

O meu veterano parou de alisar a minha parte de atrás, encostou na parede e pegou um cigarro. Assim que acende, traga segurando entre os dois dedos, bem de um estilo de cara marrento. Começa a me olhar deitado em sua cama, como tivesse pensando “Finalmente, tracei um menino novo e mais alto que tanto queria. Hunf! Que otário. Que delícia de otário para meter a minha rola.”

Tentei decifrar os seus pensamentos, enquanto ele fumava malbollo, jogando a fumaça para o alto.

– Se dormir sujo de porra em cima do meu lençol limpo, te chuto para fora da minha cama. Agora se quiser romance, dormir de conchinha comigo, essas baboseiras, vai ter que tomar banho, moleque.

Suspirei, obedeci me arrastando de cansaço da sua cama para o banheiro... Mal sabia que sujei os seus tão perfumados lençóis.

Notas finais
Finalmente, escrevi limão com esses dois e espero escrever muito mais deles. Eles são muito hot, molho a minha calcinha por eles, mas então, favorite, comente, recomende, mostra para a sua mãe...Não, não mostra. Escreva o que gostou, se achou algum erro ortográfico, ou que poderia melhorar. comente e seja visado qual é o próximo cap :) Beijos, gente. Ah! Leiam a fic: 15 e 36. Uma linguagem simples e gostosa de ler, valeu? Até a próxima.