Meninos sérios são mais disputados.

1 Prólogo + Meninos disputados precisam ter bom físico


Notas iniciais
Dedico essa história á uma pessoa. Que me mostrou a pior e mais bela mentira do mundo.

A maior mentira do mundo.

Prólogo.

As portas dos quartos sempre ficavam abertas e o movimento de pessoas nos corredores era intensa. Havia lixo em todos os cantos, menos na área do quarto que eu queria entrar.

Me aproximo na zona de perigo e começo escutarum som bem baixo, de um homem berrando junto com o solo de guitarra. Era um estilo musical bem diferente que a maioria dali gostava. Não era música eletrônica, era rock.

Empurro a porta e vejo o meu tormento deitado na cama. Ouvindo no último volume a música no seu Iphone. Não estava vestido de um punk rebelde como das outras vezes. Estava vestido em uma forma confortável, apenas uma blusa azul-clara e um jeans surrado limpo. Para a minha surpresa, ele estava lendo um livro grosso, mesmo com aquele som altíssimo em seus ouvidos, parecia concentrado da sua leitura.

Ele olha para a pessoa que invadira o seu território debaixo dos seus óculos. Tira os fones de ouvidos e senta em sua cama me encarando. Seu olhar autoritário não se abaixa, mas possuía o quê de curiosidade do porquê está ali.

– … — Engulo a minha voz por medo. Planejei essa conversa a dias, e quando me encontro com ele não consigo pronunciar nenhuma palavra.

Ele levanta a sua fina sobrancelha, confuso ainda com a minha presença. Sabia que aquela postura de curiosidade duraria por pouco tempo, dando lugar ao aborrecimento excessivo dele. Então, por impulso falei em frase única:

– Gosto de você! — A frase pronunciada me dar alguns minutos de alívio dentro de mim, entretanto aquele sentimento de agonia volta. Meu plano havia fracassado. Não me livrei nesse sentimento, ele continua dentro de mim.

Ao ouvir isso, ele relaxa os ombros. Quer deitar e dar atenção ao seu livro, mas prefere ficar sentado na cama. — E daí? – Perguntou grosseiramente.

– Era só isso. – Respondi prontamente. Tinha levado um não, mas queria manter a minha dignidade. — Desculpa, se te incomodei.

– Não precisava vir aqui e falar isso. Só o fato de como me olha todos os dias na faculdade, qualquer um deduziria isso. — Falou seriamente, com os dois braços juntos e estendidos entre as suas pernas e a cabeça erguida. — Se apaixonou por mim? Foi isso?

– Bem... — Coloquei a minha mão na nunca, não pensava que ele faria uma perguntas dessas. Você idealiza uma pessoa só pela aparência, mas quando resolve conversar com ela, esta pessoa pode mostrar alguns pontos que não sabia. — Na verdade, eu acho que me apaixonei pela sua áurea misteriosa.

–Não é mistério. — Apoiou a sua mão na bochecha. -É tédio. — Virou para outro lado mantendo seu olhar cheio de indiferença. — Vários meninos e meninas iguais a você, vem até mim, achando que faço algum tipo de joguinho, ou que tento passar algum clima. Sendo que eu não estou nem aí para ninguém. Esses tipos sempre chegam aqui já apaixonados por um “EU” que não existe, só na cabeça deles.

– Então...Não sou o primeiro? – Perguntei. Pelo menos tentava manter uma voz decente.

Ele fixa novamente para mim, sem deixar a superioridade do lado. Parecia cansado de responder essas perguntas. Então, ele levanta. Vai até uma das abas do guarda-roupa. Pega uma sacola de plástico preto. Então a magia acontece. Ele começa a despejar vários pequenos papéis em formato de coração em sua cama, alguns eram tão leves que voa em minha direção como borboletas. Seria uma cena linda, se não tivesse declarações de amor escrito em cada coração não correspondido daquele lugar. Todo aquelas declarações...Só para ele?

Sai dali com olhar vazio, não querendo dar o braço a torcer o que eu estava sentindo. Não falei nada. Apenas abri a porta e sai. Sou um homem, não sou uma menina, aliás, dizia que as mulheres eram mais fortes nesse requisito, porque quando um rapaz ama, ele ama de verdade, já elas...Tentei pelo menos. Pelo menos estou livre nessa dúvida.



Levi

Qual era dele, hein? Coloco de volta os fones do meu ouvido e tento retornar a minha leitura. Até que Hanji entra no meu quarto e se assusta com monte de papelzinhos espalhados por todo canto. — O que é isso? — Ela pergunta realmente assustada, não esperava essa bagunça de mim. — Porque todos os corações que eu cortei está espalhados assim? Foi você? — Perguntou enquanto agachava e juntava cada um deles.

Virei a página do meu livro e simplesmente respondi: — Não.

– Tsc! Você não tem noção como foi trabalhoso para mim e Pietra cortar esses corações todos, Levi! Além de escrever todos eles. Tente não fazer mais isso, precisamos deles para o dia 14.

– Adivinha qual foi a garotinha que veio até a mim, me declarando o seu amor?

Hanji estranhou aquela pergunta. — Garota? Eu achava que todos daquela faculdade sabia qual era a sua preferência. Quem foi?

– Eren Jaeger. — Virei outra página do meu livro.

– Hun? Eren? Calouro? No primeiro ano? Mas espera! Ele é homem! Eren Jeager é gay? — Perguntou para mim com mista de surpresa e entusiasmo pela fofoca.

Dei dos ombros. — É o que parece.

– Mentira!? — Riu alto querendo ter qualquer coleguinha perto, para fofocar sobre isso. — Quem diria? Nossa, que desperdício...

Essa citação, me desconcentrou por segundos a minha leitura. Desviei os meus olhos no livro até ela. — Porque desperdiço?

– Eu acho ele um garoto bonito. Apesar de ser um pouco fechado.-

Apoio o livro aberto sobre o meu queixo, pensativo sobre isso. Afinal, não era nenhum gordo, ou algum espinhento que veio até mim. O moleque tinha lá os seus encantos. Fico estáticos por minutos depois volto ler, desinteressado o que acabava de ouvir.







Primeiro capítulo

Meninos disputados precisam ter bom físico



Eren olhava para o seu caderno, querendo dormir. Precisava resolver aqueles cálculos para o dia seguinte, mas a sua cabeça não deixava. Se sentia estúpido, mas, ao mesmo tempo, sentia aliviado por ter feito aquilo. Ou não? Largou o lápis de lado e caiu na sua frágil cama de molas. Se o pessoal iria fofocar sobre isso, se Levi trataria mal toda vez que visse, não podia fazer nada. Quando veio a preguiça do sono, ouviu um barulho do seu celular.

Coçando os olhos, apertou o botão verde do seu aparelho,para abrir a mensagem que havia recebido:

Quero ver o seu físico. Tire uma foto do seu abdômen.

10:00 pm

Hãn? Despertou a sua preguiça ao ler a mensagem. Não parecia nenhum nome da lista de contatos, só um número desconhecido. Sentou na cama, tentando se lembrar de onde tinha visto esse número. Concluiu que era engano. Quando ia jogar o celular de lado, apareceu outra mensagem:



Levi.

10:01 PM



Quase todo o seu sangue sumiu do rosto. Será que era uma brincadeira de mal gosto? Será que ele e os amigos deles estavam me zoando por causa daquilo? A raiva cintilou dos olhos do Eren, Se acha tão superior assim?O que pensa que eu sou? Um fracote?

Imediatamente, Eren tira a blusa, revelando um abdômen levemente definido. Havia, timidamente, os seus gominhos sobressaindo a sua barriga. Procurou a melhor posição e tirou foto da cintura para cima e depois enviou no mesmo número. Cinco minutos depois, recebe outra mensagem:



Fraco. Precisa malhar mais.

10:13 PM



Quase se engasgou de raiva ao ler isso. Depois outra mensagem de texto.



Quero ver as suas costas.

10:15 PM

Não queria mandar mais foto nenhuma. Estava com vergonha. Em algum lugar, seu imaginário, Levi e os seus amigos estavam rindo das suas fotos. Barulho de mensagem interrompeu os seus pensamentos.

Quando for tirar a foto, tire tudo. Quero ver toda parte de trás.

10:20PM



E amanhã toda faculdade inteira verá essa foto. Pensou Eren, enquanto desligava o seu celular. Deitou de volta na cama querendo dormir. Então era isso que acontecia quando se declarava para uma pessoa de outro grupinho? Realmente a faculdade era igual ao ensino médio nesse requisito. A diferença que você deveria possuir maturidade o suficiente para lidar com essas provocações. Mas tirar ele na sua cabeça, que era difícil.

Quero ver toda parte de trás. Imaginou essa frase sendo dita por ele. Não! Eren, tira violentamente o cobertor preso por debaixo do seu corpo e se cobre. Fecha o máximo os olhos, e retorna a imagem dele deitado em sua cama quando entrou em seu quarto, porque tinha ter aqueles olhos tão estreitos? Porque haveria aquela presença tão forte? Olha, aquela pilha de livros ao redor dele, ninguém ler tanto assim. Como aquele quarto era limpo, nenhum universitário era tão organizado aquele ponto. Ninguém é tão perfeito... Inferno! Eren, quase soca o travesseiro, mas logo se tranquiliza. Um sorriso se abre em seu rosto, então você quer ver todo? Não admite que quer me ver nu, e apela pela brincadeira… O seu sorriso desmancha ao ver nessa lógica, mesmo que aquilo não fosse sério, ele pediu por isso... Ele não tinha cara que brincava… Desmancha o seu orgulho e começa ficar depressivo. Se lembrou do dia em que viu Levi ficando com um garoto na frente dele em uma festa.Não sabia o porquê, mas aquela cena sempre voltava em sua cabeça. O tal garoto tinha altura muito superior que à dele, mas Levi o dominou de uma forma, que o fato de ele ser baixinho não importava. Lembrou como Levi agarrava com força o pescoço do garoto por trás, como segurava a sua cintura, Parecia que ia comer o garoto, de tanta força que o baixinho pegava, entretanto não tinha nenhuma pressa em devorar ele. Beijava a sua pele, passeava com mãos por toda suas costas, sentia o seu cheiro, apertava a sua bunda como fosse duas bolas macias, um em cada mão, apertando e impressionando para dentro, era primeira vez que Eren via uma expressão diferente do Levi, não aquele olhar vazio que sempre possuía, ele um olhar instigante para o garoto, como quisesse convencer ele a algo. Sua mão pousava no cós da calça do garoto, pelo olhar sabia que queria tirar aquilo, mas o garoto parecia envergonhado, segurava a mão do Levi, querendo que não continuasse, não ali na frente de todo mundo.



Tire tudo. Quero ver toda parte de trás.



Então você realmente queria ver a minha parte de trás? Faria a mesma coisa comigo que fez com aquele garoto. Concluiu Eren, enquanto colocava um pedaço de cobertor entre as suas penas querendo imprensar a sua ereção. Sentiu o seu rosto queimar, imaginando no lugar do garoto, imaginou um braço envolvendo a sua cintura. Quando Eren virou um pouco o seu rosto, ele estava ali, deitado na sua cama, debaixo do seu cobertor, com o mesmo olhar que tinha quando estava com aquele garoto na festa. Eren sentiu a mão dele passando em sua barriga, deslizando por debaixo da camisa, até chegar entre as suas pernas.

– Abre um pouco mais as pernas. — Disse Levi, enquanto se aninhava mais ao corpo do Eren. O mais novo estava praticamente de conchinha com o mais baixo.

Eren obedeceu, e logo sentiu uma mão intrusa entrar em sua calça. Levi, por debaixo da calça, fincou com o dedo na parte de cima já molhado com o líquido pré-gozo, mexia e se movimentava com a ponta do dedo na área mais sensível. Em uma forma de concha com a mão, masturbou só a parte superior, puxando a pele da glande para cima, quanto mais cobria a parte de cima e mais forte se movimentava mais líquido saía.

– Você é uma garotinha, Eren. É por isso que sente atraído por caras como eu. — Disse Levi afundando mais a sua mão debaixo das suas pernas. Eren achava que massagearia em outro lugar, mas ao invés disso, Levi impressionou o seu dedo do meio na pequena abertura. Entrou fácil, devido está lubrificado com o gozo do seu garoto. Assim que sentiu sendo perfurado, Eren soltou um gemido feminino involuntariamente. Quanto mais entrava, mais gemia, entretanto contido. Levi deu um beijo na bochecha do Eren, enquanto esticava o máximo o seu dedo do meio e estocava com violência. Eren recebia uma masturbação simultânea entre os dois lados.

– Vamos lá, garoto. Quero ouvir mais. — Levi tirou o dedo ainda melado. Com raiva e desespero quase arrancou a parte de trás da calça do Eren. — Não te disse para tirar todo? Porque não me obedeceu? — Encheu a sua mão em uma das nádegas, separando uma da outra. — É macio de apertar, Jeager.

Em seguida, enfiou novamente, o dedo no meio na parte de trás, só que devido essa posição, ia mais fundo e tocava em um ponto em que Eren afundava de prazer. Não tinha mais razão, a sua perna direita estava dobrada, com total abertura para ele fazer o que quisesse. Só gemia pelo fato de ter duas mãos trabalhando tanto na frente e atrás. Eren jogou a sua cabeça para trás, quando se cansou, afundou a sua cabeça no travesseiro com a respiração pesada. Sentiu os dois braços envolver a sua cintura e beijar a sua orelha. — Sabe quando você irá me ter de verdade, Eren? — Sussurrou Levi em uma voz séria, mas sem aquele tom de aborrecimento, bem perto do seu ouvido. — Nunca.- Se despediu da sua imaginação, dando um beijo nas suas costas.

Notas finais
Comente, favorite, recomende e acompanhe :) PS: Vai ganhar um doce e ser marcado como melhor quem descobrir qual é a mentira mais bela do mundo.