Notas iniciais
Oii Cupcakes ♥! Como vocês estão? Espero que bem. E em nossa contagem regressiva, estamos nos quatro capítulos finais da história. O que vocês estão achando da história. Espero que estejam gostando. Gostaria de agradecer demais a AndreaNeves pelo comentário maravilhoso no capítulo passado. Sinto muito por ontem. Eu estava tão sonolenta que nem mesmo sei como escrevi. Espero que gostem do que está por vir nos capítulos finais de MN. Obrigada pelo carinho, pessoal. Boa leitura...

ROMANCES MENSAIS

LIVRO XI – MEMÓRIAS DE NOVEMBRO

CAPÍTULO XXVI — RECADO

— Está tudo muito quieto. – Comenta Leonard, assim que fechamos a porta de entrada da construção antiga e abandonada. – Talvez seja melhor uma arma mais potente que essa que você está segurando. Não sabemos o que vamos encontrar.

Encaro o agente e o vejo estender sua arma para mim. Assinto e guardo a pequena pistola que ele havia me entregado antes de sairmos de casa e a pego, atento ao silêncio que se fazia. Observo o local e meus instintos me alertavam que havia algo de errado. Leonard tinha razão. Estava quieto demais. E pela minha experiência, isso nunca era um bom um bom sinal.

— Freddie, você está na escuta? – Pergunto, apertando o pequeno comunicador em meu ouvido.

Sim, Steve. Pode falar. — Afirma Freddie do outro lado da linha.

— Quais são as informações que temos sobre o Caveira Vermelha? Algum ponto fraco? – Pergunto, ainda que eu duvidasse que houvesse muitas informações sobre o homem.

Bom, pelo que eu consegui com o sr. Stark, não temos tantas informações assim. Após sua mãe ter morrido durante o parto, seu pai o tentou afogar, mas acabou se suicidando. Johann foi salvo por um médico local, mas acabou crescendo nas ruas, onde se tornou em um criminoso quando ainda era criança para sobreviver. Aos dezessete anos, ele foi adotado por um comerciante judeu e Johann se apaixonou pela filha dele, Esther Roit. Ele era conhecido por ser uma pessoa bastante agressiva e perigosa. E foi em um dos seus surtos violentos que ele tentou estuprar a garota e, envolto em fúria, a espancou até à morte, tornando-a sua primeira vítima que se saiba. — Conta Freddie e Leonard me encara, parecendo furioso com a história. – Depois disso, ele se tornou um assassino de aluguel e pouco tempo depois foi recrutado pela HYDRA para se tornar um assassino oficial deles. Não há registros de fraqueza, mas pelo que se sabe, ele possui força e agilidade sobrehumana, reflexos apurados, é bastante resistente e tem um intelecto genial, sendo um grande estrategista. Ele também possui uma mira impressionante e pelo que parece, ele prefere matar a distância.

— Em outras palavras, ele possui habilidades semelhantes às suas. – Resume Leonard, encarando-me com seriedade. Suspiro e assinto, concordando. – Isso explica ao fato dele ter conseguido te machucar, mesmo você sendo um dos melhores agentes da CIA.

— Certo, Freddie. Obrigado pelas informações. – Agradeço e me viro para Leonard. – Vamos subir e procurar pistas. Schmidt não está, mas deve ter alguma coisa por aqui que nos diga o paradeiro dele.

— Como pode ter tanta certeza de que ele não está aqui? – Pergunta Leonard, pegando uma arma em sua cintura, enquanto andamos em direção a escada que levava ao segundo andar do prédio.

— Porque se ele estivesse aqui, nós já teríamos sido atacados. Schmidt é o tipo de assassino que não perde tempo. Nós estamos em seu território. Ele já teria notado a nossa presença. – Afirmo, ainda que sentisse que não estávamos tão seguros assim.

Leonard assente, parecendo entender a minha lógica e sobe as escadas com cuidado. Provavelmente também sentia um certo perigo conforme explorávamos a loja de eletrônicos abandonada em que estávamos. No segundo andar, tudo estava bastante escuro e empoeirado. O lugar fedia a mofo e as carcaças de antigos aparelhos tecnológicos davam a impressão de que foi abandonada ainda no século passado.

E conforme procurávamos por alguma coisa que nos desse pistas dos planos de Schmidt ou que ele ao menos esteve no lugar, Leonard e eu tínhamos de lidar com as instabilidades das carcaças de computadores, impressoras e televisão, além dos insetos e ratos andando pelo local. O piso rangia e ainda haviam goteiras que tornavam o ambiente semelhante a um cenário de filme de terror.

— Esse lugar está me dando arrepios. – Comenta Leonard, assim que uma peça de computador cai de repente.

— A mim também. – Confesso, incomodado com o ambiente macabro que se formava conforme o dia ia chegando ao fim. Tento ligar a luz, mas elas apenas piscam antes de soltarem algumas faíscas, como sinal de curto-circuito. Desligo imediatamente, sabendo do perigo que corríamos de a antiga fiação do lugar acabar iniciando um incêndio.

— Eu não mexeria nisso se fosse você. Esse lugar está bem velho e as coisas podem ficar bem quentes por aqui. Se é que você me entende. – Uma voz misteriosa ecoa, assustando Leonard e a mim. Nós dois nos viramos em direção ao homem parado de frente para nós e apontamos duas armas. – Olá, agente Leonard Snart da unidade especial do FBI, Legends, e agente Steve Rogers da unidade de comando especial da CIA, S.H.I.E.L.D.

— Quem é você? Como sabe quem nós somos? – Questiona Leonard, engatilhando a arma. Ele estava sério. Parecia realmente tentado a atirar no homem, caso ele se aproximasse. O desconhecido ri. Parecia estar se divertindo com a nossa reação.

Por causa da escuridão, não conseguíamos ver o seu rosto. A única certeza de que eu tinha é que aquele não era o assassino Johann Schmidt. Ele era alto e parecia usar uma espécie de máscara. Não dava para ver nenhuma característica especial dele. Até mesmo sua voz parecia estar sendo alterada por algum programa e isso me faz entender quem era aquele homem. Prendo minha respiração por alguns instantes.

— Taskmaster. – Sussurro, sem realmente acreditar que o homem que controla a maior organização criminosa do mundo estava diante de nós.

— Oh, você é realmente tão esperto quanto dizem sobre você, Steve. – Comenta o homem, parecendo realmente impressionado. – Você precisou de apenas alguns segundos para me identificar. Você é realmente um dos pupilos do grande Gavião Arqueiro. Tenho que dar o braço a torcer e dizer que o maldito do Clint sabe mesmo como escolher um prodígio e como treinar alguém.

— Como sabe que eu fui treinado por Clint? – Pergunto e novamente o homem gargalha. Por algum motivo, todos os meus instintos ficam em alerta. Era como se me avisassem que eu deveria manter distância daquela pessoa que não parecia nenhum pouco ameaçada com as armas apontadas para si.

— Ah, Steve, não seja assim. Você é esperto. Clint te treinou para ler o ambiente. Eu esperava que você fosse aquele que me divertiria tanto quanto os outros. – Comenta Taskmaster e novamente fico confuso sobre o que ele dizia.

— Outros? Do que você está falando? – Questiona Leonard, externando a minha dúvida.

Taskmaster suspira e cruza os braços como se estivesse decepcionado. Troco um rápido olhar com Leonard e percebo que compartilhamos do mesmo estranhamento. O homem leva a mão ao rosto coberto pela máscara e balança a cabeça em negação.

— Eu acho que superestimei demais eles. Ainda que eles sejam treinados por Clint, é claro que eles não possuem metade do talento dele. Bom, já era de se esperar, afinal, no fim, todos eles precisaram da ajuda de Clint para vencer os meus pupilos. – Taskmaster parecia conversar consigo mesmo, deixando-nos ainda mais confusos.

Eu sabia que deveria aproveitar a oportunidade para atirar no homem. Era por causa dele que meus filhos estão correndo tanto perigo. É por causa dele que meus pais morreram e é por causa das ações dele que o mundo tem se aproximado cada vez mais de uma guerra. Taskmaster está preparando uma espécie de exército para dominar o mundo, trazendo figuras importantes para o seu lado, desenvolvendo drogas que são capazes de transformar pessoas comuns em super-humanos.

Ao mesmo tempo, eu não conseguia. Minhas mãos pareciam congeladas. Taskmaster emanava uma espécie de aura poderosa que me impede de pensar direito. É como se ele pudesse ler mentes, como se soubesse exatamente o que vamos fazer. E quando menos damos por si, estamos envolvidos em seu jogo. É um sentimento assustador. Algo que eu só havia experimentado uma vez e com alguém por quem tenho grande respeito. Um dos meus melhores amigos e um mentor para mim, Clint Barton.

— Não se preocupe, Steve. Ninguém vai te julgar por estar com medo de mim. É normal se sentir assim. Fique calmo também, Leonard. Está tudo bem. Eu não vou matar vocês hoje. – Garante Taskmaster, mas suas palavras não são o bastante para fazer eu me acalmar. Na verdade, ver como ele parecia estar lendo a minha alma através de sua máscara só fazia eu me sentir ainda mais agitado. – Na verdade, eu quero que vocês deixem um recado para Clint. Quero que digam a ele que em breve, nós finalmente teremos a nossa batalha final e que eu estou há espera de um adversário digno desse jogo que iniciamos há vinte anos.

— O quê? – Questiono, confuso. – Quem....

— Agora, eu vou deixar vocês com um de meus presentes e com uma dica valiosa. – Taskmaster me interrompe, dando alguns passos para trás. Leonard e eu engatilhamos nossas armas e esperamos o momento certo para atirar. – Ao invés de se preocupar com quem eu sou e na sua tentativa falha de me prender, deveria primeiro localizar a sua esposa de mentirinha, Steve. Schmidt não é um homem muito paciente e ele está bastante furioso por vocês terem sido as primeiras vítimas dele a escapar com vida, então definitivamente a morte dela será bastante dolorosa.

E sem esperar que eu absorvesse a informação, Taskmaster joga uma espécie de bomba de gás contra nós e desaparece em meio a fumaça que se forma. Leonard e eu tentamos ir atrás do homem depois de finalmente nos livrarmos daquelas peças perigosas de lixo eletrônico, mas assim que chegamos ao térreo, encontramos três homens nos esperando, cada um com uma espécie de arma diferente.

O primeiro homem era alto, musculoso e usava duas facas perigosamente afiadas. O segundo era um pouco mais baixo, mas igualmente forte. O rosto era coberto de piercings e tatuagens. Usava uma arma de choque que só pelo barulho que fazia deixava claro que ela poderia ser mortal. O terceiro homem segurava uma nunchaku de madeira e a mexia entre o corpo de maneira ágil e quase assassina. O quarto homem tinha socos-ingleses em seus punhos e parecia ser o mais brutal de todos os eles.

Leonard e eu começamos a atirar neles no momento em que eles correm em nossa direção, mas eles conseguem se proteger até que nossas munições acabassem. E assim, aproveitando-se de nossa falta de equipamentos, eles voltam a se aproximar com suas armas perigosas. Puxo a adaga escondida em minha cintura e a uso para interceptar o ataque do homem com a arma de choque e em seguida o homem da nunchaku.

Chuto o homem com a arma de choque e desvio do ataque da nunchaku, deslizando no instante em que ela vem em minha direção. Passo a usar os móveis abandonados da antiga construção para atrapalhar os movimentos deles. Em algum momento, ferir a mão do homem da arma de choque, fazendo com que o objeto fosse ao chão. Uso-o como um escudo humano e ele acaba recebendo os golpes da nunchaku dos diversos ângulos em que o outro capanga tentava me acertar.

Aproveitando a distração do homem que lutava com a nunchaku, ao ver que o homem de piercings e tatuagens no rosto já havia sido nocauteado com os seus ataques, jogo o corpo inconsciente de seu companheiro contra ele e dou cravo minha adaga em seu pescoço, fazendo-o cair sem vida. Deixo os corpos no chão e me viro para ir em direção a Leonard no momento em que eu o vejo desferir diversos golpes contra o rosto do homem com os socos ingleses em mãos até que ele para de reagir. Com o capanga das adagas já nocauteado, Leonard se levanta e vejo seu colete do FBI completamente manchado de sangue.

— Freddie! Você está na escuta? – Chamo o rapaz novamente pelo comunicador em meu ouvido, mas não havia sinal algum dele. – Droga!

Sem esperar por Leonard, corro para o lado de fora da construção antiga e procuro por Peggy, mas não há sinal algum dela. O carro que usamos está com todos os pneus furados e a neve começava a cair com intensidade pela cidade. Chuto o carro e olho em volta em busca de pistas, mas tudo o que eu encontro é a touca que ela usava quando nos vimos pela última vez, jogada no chão e completamente suja de lama.

— Eu não consigo retomar o contato com Freddie. Vou ligar para Sara para ver se ela tem alguma notícia de Peggy e se as crianças estão bem. – Avisa Leonard e eu nem mesmo consigo o responder de tanta raiva, preocupação e desespero que eu sentia ao mesmo tempo naquele momento. – Sara! Por favor, me diga que você tem notícias de Peggy. Não. Ela não está com a gente. Ela tinha ficado do lado de fora para nos informar caso Schmidt aparecesse ou tentasse fugir da loja de eletrônicos abandonada. Não. Nós não sabemos o que aconteceu. Taskmaster apareceu. Sim. O líder da HYDRA. Eu não faço ideia. Ele queria que déssemos um recado a Clint. Acho que ele apenas queria nos distrair, enquanto levavam Peggy. E as crianças? Onde elas estão? Está bem. Não sei. Perdemos o contato com o Freddie. Vamos retornar para casa e ver o que nós podemos fazer para encontrar Peggy. Certo. Até mais.

Levanto-me do chão ao ver que Leonard havia encerrado a ligação. Respiro fundo algumas vezes, buscando manter a cama. Não era o momento certo de entrar em desespero. Se Taskmaster estiver dizendo a verdade, Peggy está em perigo. Então preciso ser cauteloso e preciso. Viro-me para Leonard e ele me encara com preocupação.

— E então? As crianças estão bem? – Pergunto e ele assente, concordando.

— Sim. Eles já estão em casa junto com Peter e dos agentes Jarvis e May. Sara também já pegou a pequena Liz na casa da babá. Eles estão bem e seguros. Acho que Schmidt está planejando primeiro acabar com você e Peggy antes de pegar as crianças. – Responde Leonard e eu assinto, apertando a toca de Peggy contra meu peito.

Nesse momento, o celular de Leonard passa a tocar. Ele encara a tela e consigo ver o nome de Freddie brilhando. O agente do FBI me encara surpreso e atende a ligação, colocando-a no viva-voz para que eu pudesse ouvir a conversa.

— Freddie! Por que você...? – Antes que Leonard continuasse, ele é interrompido pelo hacker do outro lado da linha.

Finalmente! O que aconteceu? Eu estou tentando falar com vocês tem trinta minutos, mas eu perdi completamente o sinal de vocês no momento em que Peggy foi levada. – Freddie parecia desesperado. – Eu tentei falar com todos vocês em Beaufort, mas ninguém me atendia!

— Freddie, você viu quando e por quem a Peggy foi levada? – Questiono, tomado pelo desespero e a ansiedade por respostas.

Sim! Eu tentei avisar vocês, mas era como se eu tivesse perdido a conexão com vocês. — Conta o rapaz, parecendo ansioso.

— E como isso aconteceu? Quando aconteceu? Quem a levou? O que fizeram com ela? – Indago incessantemente, apavorado com a possibilidade de Peggy estar correndo perigo.

Schmidt apareceu junto com outros dois homens, que a imobilizaram e a doparam, usando um líquido e um pano contra o nariz e a boca dela. Depois disso, eles a colocaram em uma van preta e fugiram com ela em direção a Bay Street, depois pegaram a Adventure Street e acabei os perdendo de vista na Boundary Street. Eu chamei Felicity para me ajudar, já que Glenn teve que retornar para o FBI para uma emergência. Ela deve estar chegando e deve me ajudar a encontrar a localização exata de Peggy. – Explica Freddie, mas suas palavras ainda não faziam eu me sentir melhor.

— Nós precisamos ser rápidos, Freddie. Se Taskmaster estiver correto, Schmidt vai matá-la sem qualquer piedade. – Apresso o rapaz, mesmo sabendo que ele provavelmente já entendia a gravidade da situação.

Eu sei. E é por isso que eu chamei reforços. Sam e Beth também já entraram em contato com o restante da família Barton. Todos nós estamos seguindo para a mansão do tio Clint. Iremos usar a tecnologia dele para localizar com agilidade. Eu prometo. Então mesmo sabendo que é difícil, mantenha a calma e tenha um pouco mais de paciência. — Responde Freddie com seriedade. Suspiro e me afasto do celular, bagunçando meus cabelos. Eu realmente estava frustrado.

— Steve. – Leonard me chama, mas eu estava irritado demais para encará-lo. – Steve, olha para cá. Eu tive uma ideia que talvez torne nos faça ter respostas mais rápidas.

Nesse momento, viro-me para Leonard e ele aponta para a entrada da loja. Não demora muito para que o capanga das adagas aparecesse cambaleando, provavelmente procurando um jeito de fugir. Pelo sorriso de Leonard, não demoro a entender o que se passava em sua mente. Ele estava planejando usar os métodos antigos e proibidos da CIA para conseguir informações. Sorrio de volta e me viro para o celular.

— Está bem, Freddie. Faça o que estiver ao seu alcance. Leonard e eu também tentaremos conseguir algumas informações a moda antiga. –Respondo, sentindo a adrenalina percorrer pelas minhas veias.

Alongo meu corpo antes de ir em direção ao homem que fugia da loja de eletrônicos, completamente consumido pela raiva e o desejo por respostas. Eu faria o que fosse preciso para garantir que Schmidt sinta o que é o desespero e o farei conhecer o inferno mais cedo por mexer com a minha família.

Notas finais
Facas: https://ae01.alicdn.com/kf/Hf473fd3faa9a48d49821b73088f59949e/irmao-f006-lamina-fixa-faca-afiada-duravel-01.jpg_480x480.jpg Arma de choque: https://cdn.awsli.com.br/600x450/429/429265/produto/41663540/b97a335b72.jpg Nunchaku: https://images.tcdn.com.br/img/img_prod/450883/nunchaku_de_madeira_com_rolamento_dragao_talhado_skw_1054_1_20180716103743.jpg Soco inglês: https://i.pinimg.com/564x/70/d7/e2/70d7e254e262c56146efb989e5e92af6.jpg oOo Família Cupcake 2.0: https://chat.whatsapp.com/BbOG6KJnuHy2dQIs1sC9Ss Cupcakes da Lara: https://www.facebook.com/groups/677328449023646 Instagram: @_cupcakesdalara