Pelas presas que rasgam a carneTingida esteve a terra de vermelho.Excitando os devoradores de vidaCom seus desejos pelo néctar carmesim.Perversões da noite de nuvens densasDividiram os corações dos povos:Os tementes e fracos "Filhos do Ar"E os poucos astutos que não mais precisaram "Dele".O encanto que os mantiveram de péFizeram com que continuassem a prosseguir.Noite após noite, semeando dor e perdaPrometendo sem cumprir,Corrompendo almas puras.A angústia pelas crianças sem luzEntristeceu o Primogênito.Toda a discórdia que trouxera para o mundoCarregou consigo lágrimas de arrependimento.Um de seus filhos desejou além daquilo:
Quis entender como, quando e porquê.Satisfazer também sua sabedoriaAlém de seu corpo morto e insano.Visitou a seu pai em pensamentoOusando penetrar-lhe em seus sonhos sigilosos.Mas aquilo enfureceu seu progenitorE para sempre amaldiçoou a ele e suas crias.Como uma flecha a profecia se fezAbrindo os braços sobre o véu da eternidadeQue ao cair sobre a terra, trouxe calamidadesMaldizeres nunca antes mencionados.Tudo o que havia de maligno sobre elaFoi multiplicado por mais de mil.Com a verdade cobiçada alcançadaE os segredos de toda a existência.Mas a mente (i)mortal ainda é falhaPois não havia total discernimento.Mantendo, assim, a insanidade verdadeiraHerança para toda a geração do filho mais amado.Incapacidade de real compreensãoO véu da realidade foi rasgado em sua mente.E sua cria carregaria eternamente este fardoNão cabendo este mal apenas a ele.Por pecar junto a muitos sobre esta terraE cobiçar sobre a carne e o sangueO mal maior havia sido causado por eleAnsiar nos próprios ossos a sabedoria infinita.
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