Notas iniciais
AHHHHHH VOCÊS NEM SABEM COMO EU ESTOU FELIZ!!!!!
DUAS RECOMENDAÇÕES EM UMA SEMANA!!!!!!
Bárbara Cahill Lightwood
Maria Luiza Cachill
VOCÊS SÃO DEMAIS!!!! AMO VOCÊS!!!
Estou morrendo de vergonha porque, logo quando recebi mais duas recomendações, escrevo um capítulo sem graça como esse!
Prometo que vai melhorar!
Bjinhos sangrentos para as minhas lindas S2...

Nellie girou o rosto e isso a fez gemer de dor.

Seus olhos quase saltaram do rosto: poucos metros dali estava um homem. Devia ter pouco mais de vinte e cinco anos e era muito alto, tinha longos cabelos negros, que desciam até os ombros e balançavam com o vento. O homem estava sem camisa e descalço e segurava um arco com a mão direita, a aljava, cheia de flechas, presa nas costas completava o visual.

Ele correu até Nellie.

- Você está bem? – Ele perguntou. Tinha uma voz rouca e forte que faria qualquer garota se desmanchar, mas Nellie estava assustada demais para responder qualquer coisa que fosse. – Posso? – Ele apontou para o pé de Nellie.

A rockeira não tinha muita escolha e ainda estava em estado de choque. De onde surgira aquele homem? E que homem!

Foi exatamente no mesmo segundo que ela formatou aquele pensamento que ela viu a tatuagem no pulso só homem. Cortes de faca tinham sido feitos sobre ela, mas o desenho ainda era visível: o brasão dos Vesper.

Ela se esquivou do toque do homem e se afastou dele, sob um olhar de dúvida:

- Quem é você? – Nellie berrou, tentando se aproximar de sua mochila e pegar a arma escondida nela, mas a dor em seu pé a impedia de fazer um movimento rápido.

- Não precisa fugir de mim. – Ele disse e depois seguiu o olhar da mulher para o seu pulso. Deslizou a outra mão e cobriu a tatuagem e a pele cortada. – Não sou mais um deles. Meu nome é Rodrick Donam, mas todos me chamam de Rick.

Nellie continuou jogada no chão, observando o belo homem diante de si. Depois de mais alguns movimentos ela conseguiu pegar a sua mochila e a puxou para o seu colo.

- Deixe-me ver o seu tornozelo. – Rodrick disse e deu um passo em direção à Nellie, mas parou quando percebeu o que ela segurava.

- Fique parado ou eu atiro. – Nellie cuspiu, apontando a arma para o homem. – Não dê mais nenhum passo!

- Você está com dor, posso ver em seus olhos. – Ele tentou uma nova abordagem.

- NEM MAIS UM PASSO! – Ela soltou com toda a potência em sua voz.

O homem deu de ombros e se agachou, ficando cara a cara com Nellie.

- Tudo isso só porque você viu a minha tatuagem não foi? – Ele perguntou mesmo já sabendo da resposta. – Como eu já disse não sou mais um Vesper, – Ele virou o rosto para o corpo do homem. A flecha ainda estava cravada em seu coração e seus olhos estavam abertos, focando o nada. Rick esticou o braço e fechou os olhos do Vesper morto. – mas já fui. Também já fui um Cahill. – Ela abriu um sorriso ao ver a surpresa no rosto de Nellie. – Um Lucian.

- E é qual deles agora? – Perguntou Nellie, sem baixar a arma.

- Nenhum dos dois. – O homem respondeu. – Eu era um Lucian de baixo escalão e a proposta dos Vesper me pareceu tentadora. Eles oferecem muito dinheiro e te compram, literalmente, mas as crueldades dos Vesper foi demais para mim. Crueldade demais até para um Lucian, então fugi durante uma missão e me refugiei nessa ilha. Usei meus conhecimentos para trazer desenvolvimento para a minha tribo, a que me acolheu aqui, mas as marcas sempre ficam. – Rick tirou a mão que cobria a cicatriz e mostrou a pele dilacerada do pulso.

Nellie baixou a arma.

Os olhos do belo homem eram sinceros e tudo mostrava que aquela história era verdadeira: do arco e flechas até as pinturas típicas de indígenas na pele.

- Sempre soube que tinha uma base Cahill nessa ilha, mas nunca soube onde. – Ele continuou. – Não precisa ter medo de mim, você precisa de cuidados e eu conheço uma curandeira que vai deixar você boa novamente. – Ele abriu o seu melhor sorriso. – Não sei seu nome ainda, estrangeira...

- Nellie... – Ela sussurrou. – Nellie Gomez.

- Então, Nellie Gomez, pronta para confiar em um ex Lucian e ex Vesper? – Ele abriu um sorriso maravilhoso que fez toda a preocupação da mulher sumir e as borboletas acordarem em seu estomago.

Nellie assentiu com a cabeça e deixou que ele se aproximasse, sem largar a arma que estava em sua mão.

Rodrick passou os braços por baixo do corpo dela e a pressionou contra o seu peito musculoso e depois começou a correr, carregando uma Nellie machucada no colo.

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- Acorde, Amy. – Amy ouviu um leve sussurro e percebeu que alguém a sacudia devagar. Ian. – Chegamos.

A ruiva abriu seus lindos olhos verdes e focou o garoto na sua frente.

Depois da conversa com ele, ela tinha conseguido enfim dormir. Amy ficou de repente vermelha ao lembrar que dormiu nos braços de Ian.

De novo!

- Estamos quase pousando. – Ian disse e apontou para a luz que piscava acima de suas cabeças avisando que era necessário apertar os cintos.

Amy se colocou ereta e apertou seu cinto.

Ela olhou para o lado e pegou Ian com um sorriso bobo nos lábios. Amy ficou vermelha de novo e sorriu de volta.

O pouso foi tranquilo. O avião pousou sem nenhuma dificuldade na pista e a Primeira Classe foi a primeira a desembarcar.

Amy tirou sua pequena mochila do bagageiro e colocou nas costas.

- Você está precisando fazer compras. – Disse Natalie, puxando sua bagagem de mão pelo corredor do avião. – Eu posso ir com você a algumas lojas e vamos fazer a festa! – Natalie riu quando o irmão revirou os olhos e ele e Amy se entreolharam e sorriram, como se compartilhassem uma piada só deles. Por fora Natalie sorria, mas seu coração estava apertado. Não sabia muito bem o motivo de uma viagem de ultima hora como aquela e esperava que não resultasse em mais problemas.

Natalie, Amy e Ian seguiram até um guichê e, um a um, entregaram seus passaportes.

- Bem vinda à Suíça. – Disse a moça que atendeu Amy.

Amy sorriu amigavelmente para a atendente, mas seu coração estava disparado. Ela saíra da Inglaterra sem nenhum problema, mas não sabia como era o controle suíço dos passaportes.

E se eles me prenderem?

Mas a atendente sorriu e devolveu o passaporte para Amy.

- Bom passeio, senhorita Isabelle.

Amy sorriu de volta, o coração aliviado. Isabelle Munoz. O passaporte falso tinha sido feito em poucas horas por agentes Lucian e era impecável, ninguém nunca diria que ele não o verdadeiro passaporte americano.

- Vamos. – Disse Ian e prendeu o braço de Amy no seu braço direito, já que o esquerdo estava ocupado com a mala.

Eles saíram pelo portão de desembarque.

Uma multidão se acumulava à espera de parentes e amigos.

Todos sorriam e acenavam. Procuravam com os olhos a tão esperada pessoa.

Foi nessa multidão que Amy identificou uma cabeleira loira presa em um garoto alto e muito musculoso...

- Eu não quero entrar na piscina agora. – Resmungou Amy.

O Sol brilhava potente no céu e Sinead nadava e jogava gotinhas de água em Amy, mas esta estava muito preocupada com o seu livro novo.

De repente o livro é tomado das mãos de Amy e jogado sobre o espreguiçadeira ao lado da que ela estava deitada.

Hamilton ergueu a ruiva e a colocou sobre seu ombro, como se fosse um saco de farinha.

- Hamilton Holt, me põe no chão agora! – Berrou Amy, debatendo, inutilmente, as pernas.

- Você ouviu o que a Si disse. – O loiro falou. – Todo mundo tem que entrar na piscina. Ninguém lendo livros fora da piscina! É a regra!

Ele correu e pulou, caindo com toda a força na água, com Amy berrando em seus braços.

Ela explodiu na superfície, os cachos vermelhos cobrindo seu rosto quase por completo.

Sinead caiu na gargalhada ao ver o biquinho de Amy.

- Hamilton, eu vou afogar você! – Amy gritou e pulou encima do primo...

- O que foi, Amy? – Ian perguntou, preocupado. Amy não piscava e tinha parado de andar de repente.

A ruiva soltou seu braço do de Ian e saiu correndo.

- Ham!

Hamilton abriu os braços e Amy se jogou encima dele. Ele a ergueu acima da cabeça e depois a colocou no chão.

Sinead olhou para a outra ruiva, preocupada:

- Amy, se lembra de mim?

Amy se soltou do aperto de Hamilton e olhou para a prima, fez uma careta e depois abriu um sorriso:

- É claro que eu lembro, Si!

Ela se abraçaram e Sinead viu Ian e Natalie se aproximando. Ian piscou para a prima e depois focou os olhos em Hamilton. Eles trocaram um civilizado aperto de mão, mas a formalidade logo foi embora quando Natalie tentou ignorar Ham e ele, somente para irritar a prima chique, a ergueu do chão.

Amy se afastou do abraço de Sinead e elas sorriram uma para a outra.

Amy podia não se lembrar, mas Sinead morou na casa dela por quase um ano devido a uma bolsa de estudos que ganhou para fazer uma faculdade em Boston, mas a garota desistiu: com toda a certeza os professores tinham mais a aprender com Sinead do que o contrário!

- Trouxe o que eu pedi? – Ian perguntou para Hamilton. Este ultimo apontou para a mochila que estava pendurada no ombro de Sinead. – Ótimo!

- É melhor irmos embora. – Disse Natalie, enquanto ainda desamassava o seu lindo vestido.

Amy concordou e permitiu que Ham pegasse sua mochila.

Eles caminharam em direção a saída e se deparam com a neve e o frio do inverno suíço.

Amy começou a tremer enquanto as malas eram colocadas na mala do carro alugado e Ian tirou o próprio casaco e colocou nas costas da garota. Ela sorriu de volta, envolta no suave perfume do moreno.

O que nenhum dos Cahill percebeu foi o homem que os seguia...

... E os fotografava.

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Dan abriu os olhos cor de jade.

Sua cabeça parecia querer explodir a cada batida de seu coração.

Ele ergueu devagar a cabeça e tentou focar os olhos em alguma coisa. Algo se mexeu e acabou virando o alvo do olhar de Dan.

Ele berrou e se levantou em um pulo.

O rato fugiu a toda velocidade e entrou em um pequeno buraco na parede.

Dan colocou a mão no peito para se recuperar do susto. Não tinha medo de ratos, mas agradeceu ao bicho pelo susto, já que aquele pulo o ajudara a recobrar por completo a cabeça.

Dan observou o local onde estava.

Sai de uma caverna para ser jogado em um lixeiro. Esse foi seu único pensamento. A sala era pequena e suja. Uma janela de vidro permitia que alguns raios de Sol entrassem. Uma luz estava pendurada precariamente e fornecia um luminosidade fraca. O piso era de cimento duro e um velho colchão estava jogado no canto da sala.

Com toda a certeza os Vesper não sabiam como cuidar de seus prisioneiros!

Dan ouviu passos vindo do lado de fora da sala e a pesada porta de madeira se abriu com um rangido.

- Um verdadeiro hotel cinco estrelas, não é mesmo? – Damien Vesper disse, o sorriso mostrava dentes perfeitamente brancos.

Dan rugiu e saltou encima do Vesper, mas não chegara nem perto de um fio de cabelo daquele mostro antes que outro agente Vesper o pegasse pelo colarinho da camisa e o levantasse alguns centímetros do chão.

Damien sorriu ainda mais:

- Não adianta ser briguento. Daqui você não sai. – Ele fez um pequeno gesto com a cabeça e Dan foi jogado no chão.

O menino tossiu um pouco e depois levantou a cabeça para encarar o Vesper. Seu olhar era de puro ódio.

- O que fizeram com a minha irmã?

- Nada... – Damien deu mais alguns passos e entrou por completo no pequeno cômodo, seu segurança logo atrás. — ...por enquanto!

- Eu vou matar você! – Berrou Dan. – Se você tiver tocado em um único fio de cabelo da minha irmã.

O Vesper bufou.

- Não acredita em mim? Tudo bem, então. – Ele estendeu a mão e o outro agente Vesper o entregou um envelope. Damien jogou o envelope no chão, na frente de Dan. – Ai está a prova.

Dan abriu o envelope e tirou as fotos.

Em uma, Amy saia com o braço preso no de Ian Kabra, do desembarque de um aeroporto. Na outra ela aparecia correndo. Na próxima ela abraçava Hamilton Holt; Natalie e Sinead também apareciam nessa foto. Na ultima foto Amy estava perto de um carro, coberta com um casaco masculino, esperando Hamilton terminar de colocar as malas no porta-malas do carro.

- Como pode ver, sua querida irmã está sã e salva com os seus parentes. – Damien falou. – Ela é mais útil a nós solta do que presa e, — Ele saiu da sala. – Porque me dar ao trabalho de pegá-la se ela virá até nós? Afinal, ela tem que salvar o irmãozinho...

Dan rugiu e se levantou, estava quase pulando encima do homem, mas o brutamonte que o protegia se colocou entre eles com um prato nas mãos.

- Bon appetit! – Riu Damien enquanto o seu agente colocava no chão o prato com o jantar de Dan.

Logo depois a porta foi fechada.

Dan berrou e chutou com força o prato. A comida se espalhou pelo chão.

O barulho do prato de metal batendo na parede fez a ideia surgir em sua cabeça como um relâmpago...

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Nellie aceitou da velha mulher mais uma caneca de chá. Com uma careta, a rockeira engoliu o líquido amargo.

- Garota ficar boa logo. – A simpática velhinha falou. Alguém bateu na porta do lado de fora e a velha se levantou para abrir a porta, mesmo que esta fosse apenas uma tábua de madeira encostada na parede. – Estrangeira tem visita. – Ela falou para Nellie e depois saiu da casa/tenda.

Rodrick entrou e caminhou até a rede onde Nellie estava deitada e com o pé enfaixado. O belo homem vestia apenas uma calça e o seu peito nu estava completamente pintado.

- Está melhor? – Ele perguntou à Nellie.

- Bem melhor. – Ela respondeu com um leve sorriso. – Na verdade Rodrick...

- Rick...

- Rick! Bom, na verdade, eu queria te agradecer por te me salvado. – Ela terminou.

Rick sorriu.

- Tudo fica mais interessante quando um caçador salva uma linda mulher. – Ele riu e piscou para Nellie.

Ela riu também.

- Desculpa por eu apontar uma arma para você, mas sua tatuagem...

- Tudo bem. – Ele a cortou. – Eu era Cahill, esqueceu? E então, está gostando da aldeia nativa no meio da Ilha da Páscoa?

- Nunca recebi tanta atenção! – Nellie bateu palmas. – Sete pessoas vieram me visitar e todos queria saber o meu nome e como era onde eu morava e tudo sobre mim. – Ela apontou para os vários buquês de flores sob sua rede. – Eles me disseram que receber flores ajuda na cura!

Rodrick riu, mas depois parou, como se tivesse se lembrado de algo triste.

- Eu cheguei aqui por acaso. – Ele começou a contar e puxou um pequeno banco e se sentou. – Estava sem rumo e sozinho e esse povo me acolheu de braços abertos. Quase ninguém de fora vem aqui. Essas matas são traiçoeiras e a ilha sempre foi muito protegida, você bem sabe por que! – O homem sorriu. – Queria que você assistisse a festa de hoje, por isso vim te buscar!

Nellie olhou para a própria perna.

- Não sei se posso sair daqui.

- Você tem que sair. – Rodrick se levantou. – A festa é em sua homenagem e vamos pedir aos Deuses que te abençoes e que te curem!

A ex au pair arregalou os olhos:

- Essa eu não perco por nada!

Rick sorriu e se aproximou dela. Abaixou-se e enfiou as mão por baixo do corpo dela. Suas mãos quente fizeram a pele de Nellie se arrepiar.

Ele fez um esforço para levanta-la da rede e teve que se abaixar ainda mais um pouco. Seus lábios carnudos ficaram muito perto dos da mulher.

Nellie sentiu seu coração acelerar... Os lábios daquele homem eram tão parecidos com os de Jonah! Ela sentiu de repente uma enorme saudade das péssimas músicas do hip-hop.

- Vamos? – A voz de Rick a tirou dos pensamentos.

- Vamos! – E Nellie foi carregada para fora da tenda e em poucos segundo seria motivo de rezas de uma tribo inteira!

Notas finais
Eu sei que ficou sem graça, mas pelo menos Ham, Sinead, os Kabra e Amy se reencontraram!
Tomara que tenham gostado assim mesmo...
As coisas vão ficar mais graves daqui em diante...
E ai, mais alguém curioso para saber a grande ideia que Dan teve? ;)
BJINHOS COM CALDA DE CHOCOLATE E AMO VOCÊS!!!!