Memória Perdida

14 Capítulo 13 Feliz ou Com Raiva?


Notas iniciais
Não recebi mais nenhuma recomendação :,(
BOM, ESQUECE!
Babys lindas do meu coração, não tive tempo de reler o capitulo, então me perdoem pelos erros.
Encontro Danatalie meio fraquinho, mas lembrem-se que eles se odeiam na serie! :D
Bjinhos sangrentos....

Amy e Ian, ainda de mãos dadas, andaram até o grande salão onde uma enorme mesa estava posta. Naquela mesa o jantar seria servido e, segundo as informações de Natalie, a comida estaria envenenada – com o quê, eles não sabiam.

Eles tinham avisado Hamilton e Sinead. Amy tivera uma ideia que poderia salvar todos ali. Hamilton tinha dito que eles deveriam contar sobre o taque Vesper para todos os Cahill, mas a ideia foi logo vetada, pois ninguém sabia quantos Vesper estavam na festa e poderia ser pior que destruir “por acidente” os pratos envenenados.

Ian corria os olhos pelo enorme salão. Não fazia ideia de onde estava a sua irmã e seu sumiço começou a preocupá-lo.

A música parou e uma mulher pegou um microfone. Ela já tinha a idade mais avançada e os cabelos grisalhos estavam presos em um coque. Seu vestido reluzia em um tom azul escuro. Ela era a anfitriã da festa.

- Boa noite a todos os Cahill presentes nessa cerimônia. – Ela começou. – Tenho a honra de convidá-los a se dirigirem para a sala de jantar, onde o banquete será servido.

Lentamente, todos os presentes se instalaram em seus lugares marcados na enorme mesa de madeira.

Os garçons começaram a sair da cozinha empurrando carrinhos com os pratos dos convidados.

Amy viu Hamilton e Sinead passarem por perto e piscou o olho para eles. Estava na hora de pôr o plano em prática.

- Pronta? – Perguntou Ian, fixando os seus lindos olhos em Amy.

- Pronta. – Ela respondeu e depois soltou o braço do moreno.

Sinead se aproximou da mesa e, quando estava quase sentando, curvou-se para frente. Hamilton imediatamente começou a falar mais alto para que todos pudessem ouvir.

- Si? Si, você está bem? – Sinead apenas continuou curvada para frente, sem falar nada, apenas gemendo alto. – Chamem a ambulância! Alguém aqui é médico?

As pessoas que já estavam sentadas se levantaram para ver o que estava acontecendo e um homem pediu passagem aos berros:

- Eu sou médico, permitam que eu passe!

Aproveitando a distração que Sinead causara, Amy e Ian se aproximaram dos carrinhos que transportavam a sopa que seria a entrada do jantar. Amy abriu sua bolsinha e tirou de lá um explosivo – não era de grande potência, mas seria o suficiente para impedir que alguém consumisse a comida envenenada.

Ela ligou o dispositivo e depois se afastou correndo. As pessoas, em sua maioria, estavam perto de Sinead e isso as deixava em uma distância segura da explosão.

CABUMMM!

O carrinho explodiu e os pratos quebraram em mil pedaços, encharcando o chão com a sopa quem.

CABUMMM!

O carrinho que Ian tinha colocado o explosivo explodiu alguns segundos depois.

As pessoas começaram a correr gritando alto. Todas buscavam a saída e algumas mulheres tropeçaram em seus longos vestidos e deram com a cara no chão.

- Vamos embora. – Hamilton gritou mais alto que a multidão enlouquecida. – Vamos logo!

Ian segurou com força a mão de Amy.

- Saia daqui. Não sabemos o que os Vesper podem fazer.

- E você? – Ela perguntou quando percebeu que ele não viria junto.

- Tenho que encontrar Natalie. Não espere por mim; vá direto para casa. – Ele segurou o rosto de Amy entre as mãos. Ela tremia e seu olhar era triste e preocupado. Ian a beijou e depois a empurrou na direção da porta. – Vai!

Ele correu na direção contrária.

Amy se virou e tentou correr, mas não tinha muita habilidade com saltos finos e altos como aqueles que ela usava e caiu com um baque forte no chão. Um rapaz veio correndo na direção dela, seguido de Hamilton e Sinead. Ele puxou o braço de Amy e a colocou de pé.

A ruiva se curvou e tirou os saltos, largando-os ali mesmo no chão.

- A saída está trancada. – Hamilton disse entre uma respiração e outra. Ele arfava e sua camisa de linho nobre estava encharcada de suor. – É feita de um material muito resistente e as janelas são blindadas.

- Quer dizer que estamos presos? – Amy berrou.

Hamilton não teve tempo de responder.

- Abaixem-se! – Gritou o rapaz que estava com eles. Amy não sabia o nome dele, mas para que Ham permitisse que ele ficasse ouvindo a conversa é que ele devia ser de confiança. Ele empurrou Amy para o chão no mesmo segundo que a bala passava zunindo por sobre suas cabeças.

PAM! PAM! PAM!

Mais tiros foram disparados. Um grupo de Vesper saiu da cozinha, atirando em todos que viam. Hamilton e Sinead se abrigaram atrás de um sofá felpudo e Amy e o rapaz se esconderam embaixo da enorme mesa.

- Sou Vistor Wood. – O garoto disse enquanto engatinhava atrás da ruiva.

- Não acho que seja hora para apresentações. – Berrou Amy para ser ouvida acima dos gritos e tiros. Os seguranças da festa atiravam nos Vesper, mas estes pareciam surgir de todos os lugares.

- Se eu morrer, pelo menos você sabe quem eu sou! – Respondeu Vistor.

O coração de Amy pesava. Ela não fazia a mínima ideia de onde Ian estava. Ele poderia estar machucado ou até... Ela resolveu nem pensar nessa possibilidade!

Amy parou de engatinhar e puxou o longo vestido para cima, mostrando suas longas pernas e o pequeno arsenal que estava preso nelas. Ela puxou uma pistola pequena e depois deu uma para Victor.

Ela puxou a toalha de mesa que cobria a sua visão do que estava acontecendo entorno deles: seu estomago se revirou.

Havia muitas pessoas mortas espalhadas pelo chão e outras estavam com as roupas de gala ensopadas de sangue. Ninguém conseguia sair, pois as portas continuavam trancadas. O coração de Amy deu cambalhotas quando ela viu Ian atirando nos Vesper. Mais ao longe, Sinead abraçava uma menina, protegendo-a enquanto Hamilton atirava nos Vesper.

Uma das velas que iluminavam a mesa caiu e colocou fogo em um tapete perto de onde Amy e Victor estavam escondidos.

A ruiva não aguentou mais. Saiu de seu esconderijo (surpreendendo vários Vesper que não pensaram que podia ter alguém embaixo da mesa) e começou a atirar. Vistor a seguia.

- Amy! – Ian berrou em algum lugar. A confusão era tamanha que era quase impossível decifrar quem era Vesper e quem não era, já que muitos estavam vestidos de garçom.

Amy correu até onde Ian estava. No caminho, um dos Vesper pulou encima dela e a derrubou no chão, mas Victor deu um tiro nele, manchando o rosto de Amy de sangue, mas libertando-a.

Ela se abaixou atrás de um dos sofás ao lado de Ian. Victor a seguira o tempo todo.

- Vocês estão bem? – Ian colocou a frase no plural, mas seus olhos se focavam apenas em Amy. Ela fez que “sim” com a cabeça enquanto recarregava sua pistola. – Temos que sair daqui!

Sinead apareceu ao lado deles, jogando-se no chão enquanto um Vesper gastava suas ultimas balas na direção dela. Má sorte para ele, que não teve tempo de recarregar a arma antes que Hamilton quebrasse uma cadeira em suas costas.

- Preciso de cobertura! – Sinead disse e depois saiu correndo em direção à porta. Victor e Ham a seguiram. A Ekaterina se a colocou de joelhos perto da porta e tirou vários explosivos de sua bolsa e os colocou juntos. Depois ligou todos eles. – SAIAM DE PERTO!

O trio saiu correndo e foram lançados para frente quando a porta explodiu.

As pessoas saíram correndo, pisoteando os escombros da porta destruída. Os poucos Vesper que ainda estavam vivos fugiram para fora também e correram até o enorme carro preto que estava estacionado do lado de fora. Um dos Vesper já esperava os demais dentro do carro, que acelerou e saiu da mansão e desapareceu na escuridão.

Amy saiu correndo de mãos dadas com Ian. Victor Wood saiu logo atrás deles, seguido, por fim, por Hamilton e Sinead.

Eles pararam de correr apenas quando já estavam no meio do belo jardim da mansão. Ao longe era possível ouvir o barulho dos bombeiros se aproximando.

Amy sentou na grama e limpou o sangue do Vesper que Victor matara do rosto. Agora que os Vesper tinham ido embora e a adrenalina começava a passar, ela sentiu os olhos inundarem de lágrimas. Sinead sentou ao lado da prima e a abraçou.

Hamilton ainda estava muito pilhado e corria de um lado para o outro ajudando os feridos.

Dois carros de bombeiros e algumas ambulâncias entraram a toda velocidade pelo portão, destruindo a grama por onde passavam.

Ian andava de um lado para o outro, observando os bombeiros controlarem o fogo que começava a se espalhar.

- Onde está Natalie? – Ele gritou. – Não consigo vê-la!

Amy sentiu o desespero tomar conta do moreno. Ele estava impaciente e não sabia ao certo que emoção estava sentindo. Dor, medo, preocupação, raiva...

- Não posso ficar aqui! – Ele falou e depois se virou para Sinead, apontando o dedo para Amy. – Não deixe que ela entre na mansão!

Amy ficou com raiva por ele ter falado na terceira pessoa como se ela não estivesse ali, mas sua raiva passou quando ela viu o que ele pretendia fazer. Ela tentou ir atrás dele, mas Sinead impediu.

Ian Kabra correu em direção à mansão e passou pela porta destroçada.

- Natalie! – Ele gritou em plenos pulmões. Alguns bombeiros tentaram impedir que ele continuasse sua busca, mas o garoto não deu ouvidos.

Ela estava perto da cozinha quando enviou a mensagem!

Ian correu até a cozinha. No caminho, passou diante de algo rosa. Ele parou de correr e pegou a bolsa rosa do chão.

Era a bolsa de Natalie!

- Ian! – Ele ouviu a voz de Amy. Ian se virou, segurando a bolsa entre as mãos. Amy entendeu imediatamente.

Foi nesse momento que Ian viu a porta.

Ele entrou na cozinha e viu a porta lateral aberta. Era a porta que dava para a área de serviço e também era por onde os carregamentos para a festa entraram. O moreno passou pela porta e seu coração gelou: da porta para o local onde o carro dos Vesper estivera estacionado era mínima.

- Ian. – Amy colocou a mão no ombro dele, sentindo os músculos duros de tensão.

- Levaram a Natalie. – Ele sussurrou e abraçou Amy. Ele não precisava ter dito nada; a ruiva já sabia.

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Natalie piscou os olhos.

A escuridão era tamanha que parecia sufocar. Ela tentou se mexer, mas suas mãos estavam amarradas.

- Mas que porcaria é essa... – Ela começou a falar, mas depois se lembrou de tudo o que tinha acontecido.

Ela saíra do banheiro e sentira alguém pressionando um pano molhado em seu rosto. Segundos depois ela perdeu a consciência.

Ela tentou levantar a perna, mas ela bateu com força em algo metálico.

- Ai!

Natalie estava presa na mala de um carro, aquilo era óbvio. Outra coisa óbvia era: o carro estava parando.

Natalie não sabia quanto tempo havia se passado desde que desmaiara, mas, pela sua experiências com sedativos, pelo menos duas horas eram necessárias para uma pessoas recobrar a consciência – ou até mais tempo. Se os Vesper estivesse dirigindo durante todo esse tempo, ela estava bem longe da Suíça.

O carro parou de uma vez por todas e Natalie ouviu portas serem batidas com força. Segundos depois a mala do carro foi aberta.

- Fez uma boa viagem, garotinha? – Disse o Vesper com quem ela conversara antes de entrar no banheiro.

“Garotinha” de novo não!

- Onde estou? – Natalie reclamou, debatendo-se. Ela estava certa quanto ao tempo que passou desmaiada: ela podia ver os primeiros raios do Sol por trás do corpo do homem.

Ele a agarrou pelo braço e passou um saco negro pela sua cabeça.

- Você veio visitar um amigo. – O homem sussurrou perto da orelha dela, fazendo Natalie quase vomitar.

Ela foi obrigada a andar. O salto alto que ela ainda usava desde a festa era péssimo para andar onde eles estavam. O tempo todo Natalie se desequilibrava, até que um dos Vesper não aguentou mais.

- Tirem esses saltos dela!

Natalie sentiu seu corpo ser levantado e depois os seus preciosos sapatos serem arrancados de seus pés. Quando ela foi colocada no chão novamente, pode sentir a areia úmida.

O cheiro de mato e o barulho de pássaros indicavam que eles estavam em uma floresta. O lugar era frio e os pés de Natalie estavam gelados. Ela rezava para que aquela caminhada forçada acabasse logo para que ela pudesse se esquentar.

O tecido fino do vestido não ajudava em nada. Logo os dentes da Kabra estavam batendo.

- E-estou c-c-com f-frio! – Ela falou.

- Estamos chegando, garotinha. – E o Vesper estava certo. Minutos depois, Natalie ouviu uma porta ser aberta e os seus pés tocaram uma superfície fria e lisa – provavelmente mármore.

Natalie estava sendo uma prisioneira tranquila. Não gritava ou se debatia. O medo a consumia. Que lugar era aquele? Será que Dan estava ali?

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Nellie já estava melhor.

Ao que parecia, seu tornozelo não tinha quebrado realmente. Estava dolorido ainda, mas parece que as rezas do nativos e as flores funcionavam mesmo como cura.

Rick entrou na tenda onde ela arrumava sua mochila.

- Quer mesmo fazer isso? – Ele perguntou.

- Quero. – Nellie disse, fechando a sua mochila. – Tenho que falar com uma pessoa e só voltando para a civilização é que vou conseguir isso. – Ela se virou e encarou o belo homem. – Se não quiser, não precisa ir. Consigo voltar até a cidade e de lá eu pego um barco e...

- Você acha mesmo que eu vou te deixar voltar sozinha? – Ele a cortou. Rick avançou alguns passou e parou diante da rockeira. – Você é importante para mim.

Ele segurou o rosto de Nellie com uma mão e a beijou. Nellie retribuiu o beijo com ardor. Fazia dias que ela desejava aquilo!

Seu coração estava pesado. Ela estava beijando Rodrick, mas na noite anterior passou um bom tempo chorando sozinha com saudade de Jonah.

Nellie se afastou.

- Vai com calma – Ela advertiu, mesmo tendo gostado do beijo. – Tenho outra vida fora daqui.

- Você quer dizer outro homem fora daqui, não é?

Nellie abaixou a cabeça sem responder e ouviu Rick puxar o ar com força.

Ele vestia uma roupa normal e era a primeira vez que Nellie o via com um sapato no pé e uma camisa cobrindo o peito musculoso. Ele andou até o banquinho onde a mochila da mulher estava pousada e a colocou nas costas.

- Ninguém sabe o futuro. – Rick quebrou o silêncio. – Vamos?

Nellie se apoiou nele e saiu da tenda. Depois de ganhar alguns colares de flores e se despedir de todos que cuidaram tão bem dela, Nellie e Rick entraram na mata.

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Natalie sentiu alguém cortar as cordas que prendiam suas mãos. O saco negro que cobria a sua cabeça foi arrancado, mas ela não teve tempo de ver nada antes de ser lançada dentro de um quartinho.

O cômodo foi trancado pela pesada porta de madeira. Estava tudo escuro.

Ela se levantou com um pouco de dificuldade e encostou as costas na porta. Ela conseguia ouvir a respiração de outra pessoa dentro daquele lugar.

- Quem está ai? – Ela falou para a respiração.

Alguém deu uma risadinha.

- Natalie?

O coração da morena quase saltou pela boca quando a luz se acendeu. O garoto estava com as roupas destruídas e com um olho roxo coberto pelo cabelo castanho-claro. Seus olhos cor de jade – enfim, um olho e meio – focaram o olhar.

- Dan? – Ela sussurrou.

Dan poderia esperar qualquer coisa de um Kabra, menos uma crise de choro.

Natalie não teve vergonha de deixar as lágrimas escorrerem. As imagem de seu sonho mais recente com Dan voltaram com força e, antes que ela conseguisse impedir, já estava nos braços dele.

Ela enrolou os braços no pescoço de Dan e afundou a cabeça no peito dele. O garoto estava fedorento depois de todos aqueles dias de cativeiro, mas ela não ligava, apenas não queria acordar de seu sonho.

Pego de surpreso com uma reação tão intensa, Dan demorou alguns segundos para compreender o que estava acontecendo.

Natalie Kabra está me abraçando? Pensou consigo mesmo e apertou os braços em torno dela, desfrutando de seu perfume maravilhoso. Sim, ela estava ali de verdade!

NATALIE ESTÁ ME ABRAÇANDO!

- Achei que estivesse morto! – Ela o empurrou para longe. A expressão triste se transformou em uma expressão de raiva. Sua voz saiu forte: – Porque você não fugiu também?

Dan piscou, sem entender uma mudança tão rápida de humor.

Natalie avançou e deu uma tapa no braço de Dan

- Você... – mais uma tapa. –... é um... – mais tapas –... completo idiota!

Depois disso ela parou. Natalie arfava e olhava para Dan. Aos poucos sua expressão se suavizou.

Ela deu um passo para frente e abraçou Dan novamente.

O garoto riu. Ela estava com raiva ou feliz em revê-lo?

Mulheres!

Mas ele se deixou levar pela emoção de ter a Kabra em seus braços e a apertou com força.

Bem lá no fundo, Dan agradeceu por ter sido sequestrado

Notas finais
GOSTARAM?
ODIARAM?
Pois é, Jonah Wizard (cadê ele por sinal??) acho que voce está perto de morrer do coração porque Nellie vai voltar!!!!
Quero chegar a 135 comentários, ok! :D
Estou empolgada para fazer o encontro de Jellie (Obrigada Potteread Jackson Horan Swift por criar o nome), mas tenho que fazer uma viagem no passado de novo e você vão ver porque.
Bom, o que vier veio!
Espero que gostem,
Bjinhos sangrentos e deixem nos comentários: Jellie ou visão do passado que vai ser super importante???
S2 Amo vocês