Memories You Hold
23 Platônico?
Notas iniciais
Mas um capítulo pra vocês! Minha internet deu pau no PC -.- Estava com esse capítulo pronto, mas né..
E aí tem Syn com Sabine da forma que vocês queriam! Ahahha. Não sei se ficou bom, nunca escrevi esse tipo de cena... Mas espero que esteja a altura do que minhas amadas leitoras esperam!
E graças a Lilith Malfoy as notas iniciais vão ser grandes kkkk Fui ver as atualizações e levei um grande susto ao ver o nome dela repetido tantas vezes. Essa coisa linda comentou TODOS os capítulos, até o de aviso kkkk Ela é minha autora favorita e escreve a fic que eu sou mais vidrada. Cheguei a ficar com dor no maxilar por conta do sorriso que eu não conseguia desmanchar da cara kkkk Eram quase 1h da madrugada quando eu vi, e não durmi antes das 3h, de tão feliz que eu tava! O sono não veio kkkkk Fiquei com uma vontade louca de sair correndo por tudo quanto é lugar, gritando! Mas eu não podia kkk. Contei pra todo mundo que a minha autora favorita tinha comentado TODOS os meus capítulos com as melhores palavras que eu poderia ler. Nunca vi tantos elogios juntos, e vindos dela eles se tornaram trocentas vezes mais poderosos para mim. Enfim, eu to feliz! Muito feliz! Morrendo de felicidade! Chorei de felicidade, ri que nem uma louca. E ainda to com um sorriso enorme estampado no rosto kkkk
Fico boba com os comentários de vocês, de todas vocês! Já falei que vocês são minha vida, né? Mas desculpa, eu tinha que falar da Lilith Malfoy kkkk.
Me deixem mais feliz ainda, me deixem mal acostumada com as reviews e, se eu merecer, espero que me recomendem *---* hahaha.
Enfim... Espero que gostem *-*
Com vocês....
Realmente não gostei do jeito que ele me olhava. Parecia me despir com os olhos. Gostou da pirralhinha, Synyster?
- Estou pronta, vamos? – falei, ao perceber que ele parecia grudado ao chão, enquanto os outros já de dirigiam para seus carros.
- Ah... claro! – falou ele, meio sem jeito.
Caminhamos até o carro em silêncio e assim fomos até uma boa parte do caminho a tal festa.
- Você... ta muito bonita... – Syn falou, e eu corei brutalmente, mas a pouca iluminação da rua não o deixou perceber isso. O analisei durante meio segundo.
- Você também...
- Obrigado... – ele me olhou de canto, com um leve sorriso nos lábios – Ah... e não adianta se animar porque o Jimmy mandou eu ficar de olho em você pra não cair nenhuma gota de álcool acidentalmente em sua boca – ele riu, como se lembrasse de quando Jimmy o pediu isso.
- Como assim? Eu sou obrigada a ir a uma festa e não posso nem me divertir? – fingi desagrado, fazendo um ‘biquinho’ de reprovação.
- Você precisa beber pra se divertir?
- Mas é claaaaaaaaaaro que sim!
- Pinguça.
- E o que sobra pra você? – falei, entrando na brincadeira.
- Eu consigo me divertir sem beber. – ele me olhou de canto e eu segurava uma gargalhada – Ta... eu consigo me divertir sem beber muuito.
- E eu consigo me divertir, bebendo e não ficando embriagada.
- Humm..
- “Hum”, o quê?
- Duvido.
- Você o quê? – perguntei altiva.
- Eu disso que eu duvido! – ele repetiu.
- Duvida que eu possa me controlar na bebida?
- Exatamente.
- E eu duvido que você também o faça!
- Você o quê?
- Duvido! – falei em tom de desafio.
- Duvida?
- Exatamente. – rimos ao repetir a cena anterior.
- Okay. Eu te proponho um desafio.
- Manda! – falei empolgada.
- Nenhum de nós dois pode tomar mais do que... hm... dois copos de bebidas alcoólicas!
- E o que eu ganho com isso?
- Um motorista sóbrio, a sua vida, uma não ida ao hospital e o poder de dizer que eu estava errado. E o mesmo pra mim.
- Hmmm. Só?
- Ta com medo de perder?
- Uma “aposta” só pelo gosto da vitória?
- Sua amiga?
- Quê? – falei confusa.
- Vitória!
- AAAAAAARRRG, ESTOU FALANDO DE GANHAR, NÃO DE MULHERES!
- Tem um vínculo nisso tudo, de qualquer forma...
- Você não pode deixar de ser mulherengo, só um pouquinho?
- Não sou mulherengo!
- Ah, não... eu que sou!
- Aí já é com você...
- Arrrrrrg, como você é irritante!
- Você também não é a pessoa mais simpática do mundo... – respirei, pedindo calma ao inferno, já que a uma hora dessas nem os céus me ajudam.
- Feito.
- Feito o quê?
- Aceito o desafio.
Ele sorriu, me encarando com o canto dos olhos. Encarei a estrada. Não havia sentido daquele nosso desafio infantil, mas confesso que foi divertido o nosso bate-boca. Sem falar que eu não sou louca por bebidas, ao contrário de Syn. Aceitei só pra depois poder ficar jogando na cara dele que ele era um bêbado mal-amado, uh.
Chegamos ao local da festa, recepcionados por muitos flash’s, que tentavam captar as figuras que estavam dentro do carro. Isso aconteceu com todos os outros também. Syn entregou as chaves ao manobrista e se dirigiu até Matt, que nos esperava mais ao lado. Esperamos que todos os outros se juntassem a nós e então fomos até a entrada.
Era uma festa ou uma premiação? É só uma dúvida, já que até tapete vermelho tinha. Passando por lá, fomos todos fotografados, até, finalmente, conseguirmos entrar no local. Eu odeio ser fotografada. Ainda mais que seria eu quem explicaria quem era a mulher misteriosa com Synyster.
Era a inauguração no estabelecimento. Estava repleto de pessoas bem vestidas, que já dançavam na pista e bebiam nos bares e mesas. Era aquele tipo de boate que você paga horrores para entrar. Fomos até uma mesa vaga e lá nos sentamos. O fotógrafo contratado tirou uma foto de todos nós sentados em volta da mesa. Tudo tão normal para eles, tão atordoante para mim. Já falei que odeio ser fotografada? É... sim, mas repito: ODEIO SER FOTOGRAFADA!
Tudo muito belo, tudo muito bom... aí começamos a beber. Comecei com algo não alcoólico. O melhor fica pro final, certo?
Sentados à mesa, jogamos conversa fora, fomos obrigados a ouvir piadas idiotas, mas não tinha como não rir. Se não ríamos da idiotice das piadas, ríamos das gargalhadas de Jimmy e Matt.
Eram passadas das 2.00 a.m. quando Val começou a falar sobre ir embora, já que amanhã pegaríamos a estrada para mais um show. Ainda não havia bebido nada alcoólico, e todos são testemunhas disso! Por mais que eu ache que não terei testemunhas: todos bêbados de mais para lembrar. Apenas Syn continua sóbrio. Ele ainda poderia tomar um copo de algo alcoólico. Vi Val levantando e Matt a puxando para se sentar novamente, logo iríamos, se dependesse dela. Fui até o bar.
- O que você tem aí? – perguntei para o barman.
- Indecisa com o que beber? – ele perguntou, abrindo um largo sorriso. Que lindo sorriso.
- Isso aí – falei, largando uma risada baixa.
- O que você já bebeu?
- Nada alcoólico. To no meio de uma aposta – rimos – Agora eu tenho direito a dois copos de alguma coisa que contenha álcool – rimos novamente – Quero aproveitar, então me dê algo bom!
- Hum... – ele pensou durante alguns segundos – La Fée Verte?
- Como?
- Fada verde – ele falou, percebeu que eu ainda não sabia do que se tratava então se corrigiu – Absinto!
- Ah... Dois copos disso vão me deixar em coma alcoólico?
- Acho que não – rimos – É fortinho...
- Hum... Sirva! – o barman me deu o copo.
- Tome em um gole! – ele falou, sorridente, acompanhando meu rosto, provavelmente louco para ver minha reação.
Virei o copo de uma vez só. Senti o líquido queimar minha garganta e provavelmente fiz uma careta, já que o barman riu.
- Wow! Muito bom!
- Vai gastar sua segunda dose com isso também?
- Aham! – falei animada. Ele serviu mais um copo e eu tomei ele novamente em um gole.
- Vai com calma... – senti uma mão grande em meus ombros.
- Tenho que aproveitar minha cota, Syn...
- E ela acaba de estourar – ele ri – Me da uma dose, por favor – Syn se dirigiu ao barman – Vou estourar minha cota também...
Observei Synyster virar o copo de absinto, largando-o no balcão em seguida. Ele pegou em minha mão, me puxando para os outros novamente.
- Tchaaaaau! – falei para o barman, que riu, acenando – Ta me levando pra onde? – perguntei, minha visão estava meio confusa e eu me batia nas pessoas que estavam na pista de dança.
- Nós temos que ir embora... – ele falou, um tanto triste.
- Aaah, não – falei, com cara de emburrada. Ele riu, mas eu só ouvia ecos. – Acho que o absinto não me fez bem...
- Dizem que tem efeitos alucinógenos.
- Agora você me diz isso?
- Quando eu cheguei lá você já tinha bebido!
- Ta... não to tão mal assim, só não sou muito acostumada... – falei, fazendo-o rir.
Tentei manter o equilíbrio quando vi que nos aproximávamos da saída. Eu tropecei no ar e Syn agarrou minha cintura. De primeira não gostei de sua atitude, já que havia muitos fotógrafos pelo corredor que agora passávamos, mas o agradeci internamente ao ver os flash’s atingirem meus olhos, me deixando ainda mais tonta. Estava tudo lento para mim, um tanto imperceptível.
Vou voltar lá dentro e esfaquear o barman.
Se bem que ele não tem culpa, eu pedi algo bom e ele entendeu o meu “bom” por MUITO FORTE. Talvez absinto nem fosse tão forte assim, mas eu nunca havia experimentado o que tornou seus efeitos um tanto mais fortes em meu organismo.
Quando dei por mim, já estávamos no carro novamente. Synyster o conduzia pelas ruas, mas eu nem prestava atenção nelas. Estava mais interessada em cantarolar as músicas que passavam no rádio, encarando o teto do carro.
- Acho que você deveria ter bebido algo mais fraco – ele falou preocupado – Eu deveria ter prestado mais atenção em você... Desculpe!
- Eu to bem... – falei, percebendo minha voz sair enrolada – Eu acho.
Penso que adormeci. Foi rápido de mais para chegarmos ao hotel. Com certeza eu adormeci. Percebi alguém me pegar no colo. Eu me sentia mole. Me mexi um pouco nos braços grandes, me segurando ao corpo do que me carregava. Olhei para cima, tentando encontrar o rosto de alguém, e vi Synyster, com um olhar um tanto preocupado. Estava me sentindo um lixo por fazer ele se preocupar comigo, mas acabei achando bonitinha a cara atordoada dele.
- O que aconteceu com ela? – ela Matthew.
- Bebeu dois copos seguidos de absinto e eu não vi.. droga!
- Calma cara, tu não fez nada!
- Exatamente...
- Ela ta desmaiada?
- Oi Shadz... – falei baixinho, mas a ponto dele me ouvir.
- Oi, pequena... Você tá bem? – ele falou, afagando de leve meus cabelos.
- Me sinto cansada... Onde estamos? – eu encarei as paredes que pareciam se mover.
- No elevador... – Syn respondeu, meio seco.
- Desculpe... – falei, encarando os olhos negros.
- Pelo quê? – ele perguntou, calmo.
- Por te fazer me carregar ao quarto como um bebê?
- Bebê não... Bebês não bebem! – ele falou rindo, assim como Matt. Syn beijou minha testa – Ta tudo bem... eu vou cuidar de você, daqui um pouco você fica melhor. – sorri, quase que involuntariamente.
Vi Matt se despedir, entrando em um dor quartos do corredor. Syn andou mais um pouco, parando em frente a uma porta na qual passou um cartão.
Logo já estávamos dentro do quarto e ele me deitou lentamente na cama. Encarei profundamente seus olhos, tentando descobrir o que se passava em sua cabeça, mas ele estava indecifrável.
- Não se preocupe, semana que vem vou embora e você não vai mais precisar cuidar de mim – ri – Acho que já estou um pouco melhor...
- Mas eu gosto de cuidar de você... – corei e pude ver seus rosto avermelhar levemente, ele sorria, mas logo seu sorriso se desfez – Eu não quero que você vá embora... – ele falou, acariciando meu rosto. Sentei-me na cama, aproximando-me dele.
- É o contrato...
- É só renovar!
- Eu não sou boa o bastante, Valary não falou em renovação...
- Você é melhor do que ela no que faz – ele sorriu, ternamente – Eu realmente não quero que você vá embora...
- Eu também não quero ficar longe de vocês... – falei e o vi franzir o cenho.
- É... Você vai sentir saudades do Jimmy, né?
- Vou sentir falta de todos... Dos conselhos do Jimmy, dos tapas do Matt, dos abraços do Zacky e do Jojo e... E das suas cortadas mortais e grande capacidade de me ignorar. – falei, abrindo um leve sorriso.
- Eu te ignorando? – ele falou, com um sorriso confuso.
- Você é campeão nisso...
- Desculpa, eu... eu só tinha medo de me aproximar.
- Medo? Porquê?
- Medo de me encantar com você. Mas já é tarde de mais.
- Como assim?
- Você é diferente, sei lá... Eu me sinto completamente desarmado quando estou perto de você. É estranho, e da medo.
- Pergunta idiota: você gosta de mim? – perguntei, olhando em seus olhos.
- Eu não sei... – ele falou, baixando o olhar.
- Ei... eu gosto de você. Gosto muito de você. E não é como uma fã maníaca e sua paixão platônica. Gosto de verdade.
- Eu... sinto alguma coisa por você, só não sei explicar o quê. Eu não queria demonstrar, porque eu não queria sentir. Até porque eu nem sei o que é. Desculpe... – ele falou, acariciando meu rosto de leve, colocando uma mexa de meu cabelo atrás da orelha. Tremi ao seu toque.
Ouvi uma risada baixa de Synyster. Eu estava com olhos fechados, com medo de encará-lo. Senti sua respiração contra meu pescoço. Ele me abraçou, beijando-me o ombro. Ele se afastou e minhas mãos ficaram apoiadas em seu peito. Senti seu coração bater forte. Ele roçou o seu nariz no meu, e eu desejei contato imediato com seus lábios. Ele roçou sua boca na minha, descendo a mão lentamente em minhas costas, até parar em minha cintura. Ele a apertou de leve e eu ofeguei. Seus lábios se uniram aos meus e ele logo invadiu minha boca. Eu estava vulnerável.
Passei as mãos em volta de sua nuca e ele aprofundou o beijo, enquanto eu afundava os dedos em seus cabelos. Ele se afastou um pouco de minha boca. Mesmo de olhos fechados percebi que ele sorria e não pude conter sorrir também.
- Desde aquele dia, na praia de HB, que eu to louco pra te beijar...
- Eu também – falei, com uma voz que denunciava que eu queria mais.
Ele voltou a me beijar, mas agora com menos calma. Mais agoniado. Ele desceu as mãos até minhas coxas, colocando as mãos por baixo de meu vestido apertado, e subindo com ele. Ergui os braços para que ele pudesse terminar de tirá-lo, e então o jogou longe. Eu já não era racional, eu só queria aquele homem, sem pensar em conseqüências.
Desci minhas mãos pelo seu abdômen, chegando a barra de sua camiseta. A puxei calmamente, enquanto aproveitava para passear as mãos pelo seu abdômen definido. Joguei sua camiseta em qualquer canto do quarto, que parecia extremamente abafado. Encarei os olhos cheios de desejo de Synyster, que olhava no fundo dos meus.
Arranhei sua nuca e ouvi um pequeno gemido escapar de seus lábios. Ele correu a boca para meu pescoço, distribuindo mordidas, selinhos e chupões. Minha pele queimava ao seu toque. Eu não era acostumada com isso, perdi a virgindade em um estupro e quando transei pela primeira vez, realmente, estava tão bêbada que nem me lembrava direito. Um gemido escapou de minha boca e eu mordi meus lábios, ao sentir sua mão abrindo meu sutiã. Logo me vi livre dele e corei, morrendo de vergonha. Syn sorriu bobo, beijando meus lábios com calma. Percorria minhas curvas com as mãos firmes, chegando em meus seios, massageando-os. Me agarrei aos seus cabelos, ao sentir sua boca brincar em meu colo. Ele distribui beijos em minha barriga, me fazendo arrepiar.
Eu precisava de seus lábios, o puxei de leve, e ele me entendeu. Veio até minha boca, prendeu meu lábio inferior em seus dentes e então me beijou com o desejo transparecendo e cada toque que desferia em meu corpo. Desci minhas mãos até suas calças, a procura do zíper, que abri lentamente. Recebi sua ajuda, que a jogou ao lado da cama.
Syn beijou minhas coxas, subindo as caricias até chegar aos meus seios. Dava leves mordidas e chupões, me fazendo ofegar e gemidos metidos fugirem por entre meus lábios.
- Tem certeza? – Syn sussurrou em meu ouvido, mordendo o lóbulo de minha orelha.
- Tenho... sempre tive – falei, com a respiração pesada.
Synyster tomou meus lábios e desceu as mãos até as laterais de minha calcinha. Brincou com os dedos por ali, até largar meus lábios e retirar minha calcinha.
Senti ele se afastar, e quando abri os olhos o vi voltando a deitar-se sobr mim, sem sua boxer. Tremi ao ver o que me esperava e pensei se suportaria. Sua mão tocou minha intimidade, me fazendo soltar um longo e involuntário gemido. Ele inseriu um de seus dedos em minha entrada, e eu gemi alto. Alto de mais. Meu corpo se contorceu, sentindo o prazer habitar nele.
- Você é minha – ele sussurrou em meu ouvido, me causando arrepios. Sua voz estava rouca. Seus olhos escuros se afundaram nos meus – Só minha.
- Só sua – falei e vi um sorriso maroto brotar em seus lábios.
- Só eu te faço se sentir assim – ele tirou seu dedo dentro de mim e eu grunhi em protesto – E ninguém mais.
Ele insinuou a ponta de seu membro contra minha intimidade, arfei. Queria o sentir logo dentro de mim, eu já não agüentava apenas aquele contado. Ansiava por senti-lo por inteiro.
- Syn... – foi uma súplica. E bastou.
Synyster me penetrou, gritei de dor e prazer em um só momento, tive meu grito abafado por um beijo urgente. Ele começou a se movimentar dentro de mim, lentamente. Sua respiração estava descompassada.
A velocidade e força de seus movimentos aumentavam.
A partir daí, apenas frases desconexas, gemidos e nossa respiração pesada. Ele olhava no fundo de meus olhos e nosso contato só era quebrado em meio a rápidos beijos. Synyster apertava cada centímetro de meu corpo e eu castigava suas costas com minhas unhas.
Eu gemia baixo no ouvido de Syn, e ele também fazia o mesmo. Seu corpo estava fervendo e seu toque me era torturante. Meus gemidos aumentaram de intensidade, assim como os dele. Mordi seu ombro, o ouvindo grunhir. Chegamos ao ápice juntos e eu senti Synyster se despejar dentro de mim.
Ele continuava com movimentos um pouco mais lentos. Enquanto meu corpo se contorcia. Meus músculos estavam tensos.
Senti Synyster sair de dentro de mim e não gostei da sensação. Era ótimo tê-lo dentro de mim e sua ausência me parecia estranha. Ele tremia, até cair exausto ao meu lado. Deitei-me em seu peito, enquanto ele afagava os meus cabelos, distribuindo beijos em minha cabeça. Eu estava extremamente cansada.
- E agora? – perguntei, já sonolenta.
- Nós?
- É...
- Pensamos nisso depois... O que importa é o agora.
- Mas vai existir um “nós”? – falei, com os olhos já fechados. Lutava contra o cansaço, com medo de adormecer antes de ouvir sua resposta.
- Sempre existiu um “nós”, pois não existe um “eu” sem um “você”.
Sorri com sua resposta. Pelo jeito que ele se comportava, não parecia que ele tinha algum sentimento por mim, ouvi-lo me dizer aquilo foi a coisa mais perfeita que meus ouvidos fizeram. Adormeci exausta em seus braços.
Notas finais
BEEEIJOS ♥
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