Notas iniciais
Primeiramente, luto eterno pelo Golpe. Segundamente, vamos ao capítulo:

Nem Steve e nem Natasha estavam completamente acordados, o sono estava presente, mas a vontade de se tocarem também. Durante a noite, Steve deslizou a mão do rosto de Natasha até a barriga dela, sem deixar de cheirar o pescoço dela. Natasha fez questão de encostar mais o corpo contra o de Rogers.

Steve encostou os lábios na nuca de Natasha e ela dobrou o pescoço e virou o rosto um pouco na direção de Steve, ele aproveitou e beijou bem abaixo da orelha de Natasha e deu outro beijo mais abaixo, o que fez Natasha virar o corpo gradualmente para Steve, de acordo com a quantidade de beijos que ele dava no rosto e pescoço dela, até chegar o ponto que ambos estavam encarando um ao outro.

Natasha colocou a mão no rosto de Steve e ergueu a cabeça, alcançando os lábios de Steve com o dela, Steve não rejeitou o beijo, pelo contrário, ele encaixou o lábio superior entre os dela e beijou delicadamente o lábio inferior de Natasha, em seguida usou o lábio para erguer o de Natasha e a fazer abrir a boca.

Steve introduziu a língua na boca de Natasha e acariciou a língua de Natasha com vontade. Natasha deslizou as unhas de leve pelo pescoço de Steve até alcançar a nuca dele. Steve cada vez mais afundava a língua, procurando sentir toda extensão da boca de Natasha. Ela era como uma droga, a qual ele é viciado e ficou um tempo privado desse prazer e agora que está tendo acesso de novo, ele não consegue parar, ele precisa de mais, muito mais.

Eles não perceberam a hora passando, sem desgrudarem os lábios um do outro. Foi quando a respiração começou a ficar muito alterada e escassa, que finalmente desgrudaram os lábios, por apenas alguns instantes, pois as bocas deles se atraem como imãs e logo estavam dando selinhos demorados, até começarem a acariciar a língua um do outro novamente e cada vez com mais intensidade.

Steve não percebeu que já estava quase se debruçando sobre Natasha, ela colocou a mão no peito dele e o empurrou de leve, ela descolou os lábios dos dele.

N: Desculpe, não podemos.

S: Eu sei, eu sei. Mas é difícil.

Steve já estava colando os lábios nos dela de novo.

N: Pra mim... também... acredite em mim.

Disse Natasha, enquanto recebia selinhos de Steve. Steve respirou fundo e deitou de barriga pra cima, Natasha notou o estado do “Pequeno Rogers”, ela deitou de lado e acariciou a barriga de Steve, dedilhando o contorno do tanquinho definido dele. Natasha deslizou a mão até a bermuda de Steve.

N: Eu posso ajudar você.

S: Não, está tudo bem.

N: Tem certeza?

Natasha deslizou a mão até o membro de Rogers e dedilhou com os dedos de leve, Steve teve um espasmo pelo corpo e segurou a mão dela.

S: Não, não faça isso.

N: Você quer.

S: Eu quero, mas não quero que se esforce.

Natasha suspirou.

N: Okay.

Steve olhou para o teto e respirou fundo.

S: Eu estava indo bem.

Natasha o olhou, sem entender.

S: Sem você. Eu estava bem, eu achei que não ia sentir mais nada.

N: Está tudo bem.

S: Não está. Não pra mim.

Natasha encostou a mão no rosto de Steve e ele olhou nos olhos dela.

N: Eu repito o que eu disse. Eu quero nós dois juntos.

S: Mas eu não quero.

N: Eu sei. Você está desconfiado, eu também estou. Eu não confio em mim mesma e nem nos meus sentimentos.

S: Sentimentos?

N: Eu os tenho. Eu sinto sua falta e tenho pensado muito em você.

S: Natasha...

N: É sério. Não vejo sentido pra gente ficar separado. Nós nos amamos.

S: Você me ama?

Natasha o olhou e suspirou, ela sabe que sim, mas é tão difícil admitir, ela tem medo de dizer isso hoje e amanhã o sentimento desaparecer como mágica, já aconteceu isso antes com outros caras.

S: Esse silêncio... Você está em dúvida.

N: Não, eu tenho certeza agora. Eu só tenho medo de como vou me sentir amanhã, ou semana que vem ou na semana depois dessa. Eu me odeio por isso, mas eu realmente quero ficar com você e as crianças.

S: Eles já passaram por muita coisa.

N: Eu sei. Nós podíamos tentar, sem dizer nada pra eles. O que acha?

S: E caso não dê certo, eu vou ser o que vai se magoar mais.

N: Talvez.

Steve desviou o olhar por um breve momento, depois encarou Natasha. Ela está sendo honesta ao dizer das incertezas que ela tem, e ele pode se recusar a tentar algo com ela de novo agora mesmo, mas se ele disser que não quer tentar de novo, ele estaria mentindo.

S: Não seremos um casal, nós podemos tentar nos entender. Com calma. Não devemos sequer beijar na boca.

N: Okay.

S: Okay?

Natasha fez positivo com a cabeça e beijou o rosto de Steve.

N: O que você quiser.

Steve a olhou, suspirou e deu um pequeno sorriso.

S: Vamos dormir.

Natasha deitou a cabeça no ombro de Steve e abraçou a cintura dele. Steve acariciou a barriga de Natasha, até pegarem no sono novamente.

...

Na manhã seguinte, Sara acordou, pensando ainda estar no apartamento, ela saiu do quarto e ficou perdida dentro da casa. Ela começou a resmungar e chamar por Steve. James ouviu e levantou, ele abriu a porta do quarto.

J: Sara. Vai dormir.

Sara: Eu quero meu pai.

J: Ele está dormindo.

Sara: Aonde?

J: Lá em cima. Para de chorar.

Sara: Eu quero ir lá.

J: Vai, ué.

Sara: Tenho medo.

J: Aiii!!!

James ficou irritado, mas segurou na mão de Sara e a levou até a escada. Como a casa é grande e nova, Sara não tem coragem de andar nela sozinha. James a deixou na porta do quarto de Steve. Sara abriu a porta e ela e James viram os pais deitados juntos e abraçados. James ergueu as sobrancelhas e sorriu.

Sara: Pap...

James tapou a boca de Sara, mas Steve e Natasha já ouviram a voz dela, os dois abriram os olhos devagar. Steve ergueu a cabeça.

S: O que houve, Sara?

J: Nada! Nada.

S: James...

Sara: Nada, pai.

S: Por que estão fora da cama? Tiveram um pesadelo?

Sara: Não, não.

J: Não, nós estamos brincando.

S: Não na escada, espero.

J: Não, estamos descendo já.

Steve franziu a testa, James empurrou Sara e fechou a porta.

J: Eles estão juntos!

Sara: Eu quero ficar com eles.

J: Não, Sara. Deixa eles.

Sara: Mas eu não quero ficar sozinha.

J: Você pode ficar comigo. Okay?

Sara concordou em ficar no quarto de James.

Steve olhou para Natasha.

S: O que será que eles estão pensando?

N: Não importa, é só não confirmáramos nada.

Natasha franziu a testa, com o chute que levou dos gêmeos, ela fez uma careta e Steve quase fez acrobacia na cama, ele se sentou e a olhou com preocupação.

N: Eles chutaram, só isso!

S: Deus.

Steve acariciou a barriga de Natasha e suspirou.

S: Eu vou na padaria comprar algo pro nosso café da manhã.

N: Agora não.

S: Hã?

N: Eu quero ficar na cama com você, só um pouquinho mais. E também, porque preciso de uma boa massagem nos meus pés.

Natasha ergueu o pé, Steve sorriu e deitou no sentido contrário de Natasha, ele beijou o pé dela e o massageou.

...

Algumas semanas se passaram, Natasha não sentiu mais os estalos, então não viu necessidade em contar para Steve, ela já estava no sétimo mês e não estava passando mal com os efeitos da gravidez.

Steve, Natasha e as crianças estavam tomando café da manhã. James já estava com seu uniforme de basebol.

S: Lembre-se de correr com o queixo erguido, olhando para onde vai para não perder o foco.

J: Eu nem sei se vão me deixar jogar.

S: Claro que vão.

J: Sempre fico no banco.

Sara: Eu não quero ir, é muito chato.

S: Então você fica com a sua mãe e a Laura que deve estar chegando já.

N: Comigo não, eu irei ao jogo.

S: Natasha...

J: Ela prometeu.

N: Prometi e é o último jogo da temporada, antes das férias, claro que estarei lá.

Steve não podia argumentar, ele sabe que não ia adiantar. Após terminarem o café, esperaram Laura chegar para ficar com Sara e foram com James para o estádio onde o jogo ia ocorrer.

Ao chegarem, Natasha abaixou um pouco para olhar para James.

N: Faz um ponto pra mim?

James sorriu e fez positivo com a cabeça.

J: Se eu entrar no jogo, né.

N: Você vai.

O treinador de James apitou e ele correu para se juntar ao time. Steve assobiou e bateu palmes.

S: Vai, James!

James bateu na cara, se sentindo envergonhado. Steve segurou a mão de Natasha e a ajudou a subir na arquibancada.

N: Você pode pegar pipoca pra mim?

S: Sim.

N: E um cachorro quente?

S: Okay.

Natasha se sentou e Steve foi até as barracas de comida. Sam chegou na arquibancada, usando uma camisa com a foto de James estampada. Natasha fez negativo com a cabeça, enquanto Sam acenava e se aproximava.

Sam: Time James! Vaaaaiii James!!!

Sam ficou em pé ao lado de Natasha, gritando sozinho.

Sam: Aquele garoto ali é meu afilhado! O melhor do time!

N: Meu Deus Sam, não faça isso, ele mal joga.

Steve notou a presença de Sam lá da barraca, ele começou a rir e após pegar o lanche de Natasha, voltou para a arquibancada. Steve entregou o lanche para Natasha e cumprimentou Sam.

Sam: Vai, James! Vai James! Vai James!

Natasha estava morrendo de vergonha e o pior foi que Steve ficou em pé, junto com o Sam, fazendo a mesma coisa. Natasha não entende como Steve muda de comportamento fora de serviço e quando está junto de Sam, se ela estivesse armada, ela atiraria nos dois. Bem, ela está armada, mas ela prefere comer.

O jogo começou, mas James ficou no banco. Steve e Sam foram obrigados a se sentar quando os outros pais reclamaram que precisavam assistir.

James só entrou no jogo, quando um dos jogadores se machucou e ele entrou para substituir. Sam, Steve e até Natasha se levantaram, batendo palmas, comemorando a entrada dele no jogo. James olhou para os pais e dessa vez parecia nervoso. Natasha notou e sorriu para ele, que sorriu de volta.

O jogo deu continuidade, o time de James estava perdendo com uma enorme diferença, e perto de acabar o jogo, James finalmente teve a chance de marcar um ponto.

N: OH Deus. É agora!

S: Você consegue, James.

Sam: Vocês dois, calem a boca, eu tô nervoso.

Sam estava com o boné na boca.

S: É só correr, James, é só correr.

N: Ele não pode te ouvir, Steve.

James ficou relembrando o que o treinador disse a ele, e o que Steve disse na hora do café, ele manteve o olhar fixo para onde deveria correr, ele respirou fundo e começou a correr, dando tudo de si. James conseguiu chegar no ponto definido e marcou o ponto para o time.

Natasha, Steve e Sam estavam pulando e comemorando como se o time tivesse ganhado o jogo, quando na verdade tinha perdido. Mas não importava para eles, o que importa é o filho deles que finalmente conseguiu marcar um ponto e Natasha sabe o quanto ele queria fazer isso, já que ela estava levando ele aos treinos. James olhou para os pais e Sam e começou a rir, ele correu até o alambrado e ninguém entendia porque eles estavam tão felizes assim.

Sam: Esse é meu garoto. Meu garoto!

S: Estamos tão orgulhosos de você, James.

J: Obrigado. Eu fiz pra você, mãe. Mãe? Mãe?

James desmanchou o sorriso no rosto, Steve e Sam olharam para Natasha, com a mão na barriga e fazendo expressão de dor. James correu para dar a volta e alcançar os pais. Steve e Sam estavam amparando Natasha, que mal conseguia se mexer.

Os outros pais que estavam presentes, também se aproximaram para ajudar.

— Tem uma equipe de enfermeiros bem ali na entrada.

S: Vamos.

Steve e Sam carregaram Natasha, seguidos de James. A enfermeira notou eles se aproximando e logo abriu as portas da ambulância.

— Olá. Quantos meses ela está?

S: Sete.

— Olá, como se chama?

N: Na-Natasha.

— Olá, Natasha, meu nome é Claire, eu vou te ajudar. As dores começaram agora?

S: Sim.

N: Eu senti algo parecido umas semanas atrás.

S: O que?

N: Não era forte assim.

Claire: Okay, Okay. Vai dar tudo certo, isso parece uma contração. Quem vai nos acompanhar?

S: Eu.

J: Mãe?

S: James, fique com o Sam. Comporte-se, por favor.

Steve entrou na ambulância e pediu para Claire ir para o hospital que Natasha tem feito acompanhamento. Claire passou as instruções ao motorista e checou a dilatação de Natasha.

Claire: Ela não está nem um pouco dilatada. Está cedo um pouco cedo para esse bebê sair.

S: São gêmeos.

Claire: Deus!

Claire apressou o motorista da ambulância, sendo gêmeos ela não conseguiria realizar o parto sozinha, ainda mais que Natasha não tinha nenhuma dilatação.

S: O que está acontecendo?

Claire: Eu não tenho certeza.

Quinze minutos depois, eles chegaram no hospital, e estava parecendo cena de filme, muitos pacientes e pessoas esperando atendimento. Parece que houve um grave acidente num prédio próximo ao hospital e todos foram encaminhados para lá.

Cho se aproximou de Steve.

Cho: Steve, você tem que ir para outro hospital, aqui está muito cheio.

S: Cho, você sabe que só você pode cuidar dela.

Cho: Eu sei, mas eu precisava de pelo menos uma enfermeira para me ajudar, estão todos ocupados, eu vou com você até outro hospital.

N: Não há tempo. Tira de mim, por favor, está doendo tanto.

Disse Natasha com a voz fraca e gritando de dor em seguida.

Claire: Eu sou enfermeira. Eu posso ajudar.

Cho: Tem experiência com partos prematuros?

Claire deu um sorriso.

Claire: Tenho experiência com tudo que puder imaginar e também com o que não puder imaginar.

Cho: Ótimo. Vamos pro elevador.

Cho ajudou Claire a empurrar a maca até o elevador, ao chegarem no pavimento do centro cirúrgico, Cho parou e fez Steve parar.

Cho: Espere aqui.

S: O que? Não.

Cho: Steve, isso não era pra estar acontecendo agora, faremos um parto de emergência, você está com roupas da rua, o risco de contaminação é alto. Espere aqui, assim que possível o chamaremos.

Steve respirou fundo e esfregou o rosto, ele concordou com a cabeça e Cho entrou no centro cirúrgico com Claire e Natasha. Steve não conseguia se sentar, ele ficou andando no corredor de um lado para o outro, ele estava tão preocupado que quase invadiu o centro cirúrgico, pelo menos umas 4 vezes.

O tempo passava e ninguém saía para dar nenhuma notícia. Três horas depois, Maria Hill estava saindo do elevador.

H: Rogers.

S: Hill.

H: Alguma novidade?

S: Não. Estou ficando maluco aqui.

Hill tirou da bolsa, um frasco cheio de calmantes, ela tirou dois e estendeu para Steve.

S: Não, não tem efeito em mim.

Hill deu de ombros e tomou ela mesma os comprimidos. Hill cruzou os braços e sentou no banco, ela cruzou as pernas e parecia bem calma.

S: Por que você está calma assim?

H: Por que está nervoso assim? Você já passou por isso, duas vezes. Eu estive lá, lembra? Ela ficará bem.

S: Mas são dois dessa vez.

H: Ela vai sofrer um pouquinho mais, então.

Steve olhou para Hill. Hill revirou os olhos.

H: Estou brincando, ela não vai sofrer, estamos num hospital. Vão anestesiar ela. Está mais aliviado agora?

Hill e Steve repararam numa equipe de médicos e enfermeiros entrando no centro cirúrgico.

H: Steve, fique calmo, ok? Talvez nem seja para Natasha, o hospital está lotado.

S: Ninguém mais entrou aqui.

H: Mas já podiam estar antes de vocês chegarem.

Steve respirou fundo e finalmente se sentou ao lado de Hill. Clint e Fury passaram no hospital para saber notícias uma hora depois, mas Steve não tinha o que dizer. Eles foram embora e Hill permaneceu com Steve na área de espera por horas.

Depois de longas 8 horas de espera, Cho apareceu na área de espera. Hill já estava cochilando no banco, ela despertou quando Steve levantou bruscamente. Os dois se aproximaram de Cho.

S: Então?

Cho suspirou.

Cho: Ela está bem.

S: Os bebês?

Cho: Bem... Eu preciso falar com você em privado, Steve.

S: Algo errado?

Cho: Venha comigo.

S: Você pode dizer na frente da Hill.

Cho: É um pouco complicado, eles nasceram antes do tempo.

H: Eles estão...?

Cho: Estão vivos, sim.

Steve e Hill finalmente voltaram a respirar. Ambos aliviados.

Cho: Mas não é tão simples.

S: O que quer dizer?

Cho: Nós fizemos o parto, o cordão umbilical estava em volta do pescoço de um dos bebês, ele estava roxo, eu achei que estava morto, nós fizemos o possível e conseguimos reanimar ele.

S: Isso é bom, não é?

Cho: Sim, mas eles estão muito frágeis e se eu disser que estão fora de risco, estarei mentindo.

S: Eu não entendo.

Cho: Por hora, Steve, você deve se acalmar. Natasha vai precisar de você.

S: Eu quero ver os meus filhos.

Cho: Não é possível ainda.

H: Por que não?

Cho: Eles estão na incubadora, no UTI, são bem pequenos e frágeis, eu creio que não possuem o soro, eles estão por um fio, Steve. Sinto muito.

Steve colocou a mão na boca e respirou fundo.

S: Quais as chances deles?

Cho: Eu não posso dizer nada agora, vamos ter que esperar e ver se eles reagem com o tempo. Eu posso garantir que estão sendo bem cuidados.

S: Posso ver Natasha?

Cho: Sim, daqui a uma hora ela estará no quarto 103 do segundo pavimento.

S: Obrigado, Cho.

Steve e Hill desceram até o segundo pavimento, quando Natasha chegou, eles já estavam no quarto. Natasha ainda estava anestesiada.

H: Eu preciso ir, mas estarei de volta amanhã.

S: Okay, obrigado.

H: Vai dar tudo certo.

Hill tocou no ombro de Steve, ele a olhou agradecido, mas não tinha forças para sorrir. Hill foi embora.

Steve suspirou, olhando para Natasha e ligou para o celular de Sam, ele avisou que deixou James em casa com Laura e que eles estavam bem. Sam se ofereceu para ir ao hospital, mas Steve recusou.

Steve não pregou os olhos a noite toda. Ele se sentou no sofá e só conseguia rezar para que os gêmeos ficassem bem.

De manhã, bem cedo, Natasha abriu os olhos e suspirou. Steve estava só cochilando, mas ouviu o barulho dela se mexendo e logo se levantou, ele se aproximou da maca e segurou a mão de Natasha, ela o olhou.

S: Hey.

N: Hei.

S: Como está se sentindo?

Natasha olhou para Steve e o analisou, ela franziu a testa.

N: Você está triste.

S: Não...

N: Você está! Por que?

Natasha olhou em volta e não viu os bebês.

N: Steve? O que aconteceu?

Steve suspirou e desviou o olhar, o coração de Natasha nunca bateu tão rápido.

N: Steve, onde estão os bebês? Eles estão bem?

Notas finais
Não tem pegadinha nisso, ok? Eu parei, de verdade.