Memories - Romanogers Fanfic

18 Missão Londres - Parte 1


Notas iniciais
Gente, estou chateada que algumas pessoas disseram que escreveram recomendações para a fic e o Nyah reprovou sabe Deus por quê. Mas informei ao Nyah e ele pediu para esses leitores entrarem em contato com eles e informarem sobre o problema. O mesmo vale para quem estava comentando e quando apertou enviar o comentário veio pela metade. Nyah tá bugadão. Mas vamos a fic que é o que interessa:

Natasha dirigiu pra casa irritada, assim que ela chegou no apartamento o danado do gato estava na sala dela de novo. Natasha estava exausta, ela só respirou fundo e passou para o banheiro, ignorando o gato.

N: Quer saber, tanto faz.

Natasha tomou uma ducha e foi dormir, na manhã seguinte, ela passou o dia em casa, comendo sorvete e vendo TV. Na metade da tarde, Natasha lembrou da Sara e James brincando de adivinhar o que o outro tá pensando, e como James adivinhava tudo da Sara porque ela ficava olhando para o objeto que ela pensava e ela ficava super irritada por não descobrir nada do James.

Natasha estava olhando pro nada, rindo e fazendo negativo com a cabeça. Os pensamentos dela foram interrompidos quando o celular tocou. Natasha viu que era Bucky, ela ficou olhando para o celular tocando e depois de um tempo, ela desligou.

Tempo para mim mesma. Natasha pensou. Alguém bateu na porta do apartamento e Natasha franziu a testa, pois ela não estava à espera de nenhuma visita hoje. Ela colocou o pote de sorvete no balcão da cozinha e tudo que ela estava vestindo era uma larga blusa de manga comprida e calcinha. Ela olhou pelo “olho mágico” da porta e viu quem era.

Merda. Natasha pensou. Ela suspirou e soltou o cabelo, o ajeitando o mais rápido possível. Natasha abriu a porta.

N: Hey.

B: Hey. Ignorando minhas chamadas.

N: O que está fazendo aqui?

B: Você disse que não tinha nada pra fazer.

N: E eu disse que ia ver e te avisaria.

B: Foi mal, eu só... Deixa pra lá. Te vejo depois.

Bucky se virou para ir embora, Natasha ficou para o olhando e se sentiu um pouco mal, ela queria ter o dia só pra ela. Ela suspirou.

N: James.

Bucky se virou e a olhou.

N: Você quer almoçar?

B: Sim.

N: É só um almoço, nada mais.

B: Ok.

Natasha deixou a porta aberta e Bucky entrou. Ela ficou olhando em volta, enquanto Natasha foi para o quarto, vestir uma calça. Bucky a observava discretamente. Natasha estava de costas para a porta, ela tirou a blusa e vestiu um sutiã e colocou a blusa novamente. Quando ela se virou para a porta, viu que Bucky estava olhando, mas logo desviou o olhar sem graça. Natasha achou até engraçado a reação dele. Ela voltou na sala.

N: Vamos.

Os dois saíram do apartamento e Natasha decidiu que queria comer algo leve. O apartamento de Natasha é bem mais perto da escola de James e ela resolveu ir na lanchonete que Steve costuma ir. Ela e Bucky se sentaram perto da janela. A garçonete se aproximou.

— Boa tarde. O que vão querer?

N: Um sanduíche natural e suco de laranja.

B: O mesmo pra mim.

— Ok.

A garçonete olhou para fora da janela e viu seu cliente favorito a caminho do restaurante com os filhos, mas ele não entrou, ele olhou para Natasha e Bucky através da janela, abaixou a cabeça e deu meia volta.

J: Pai, não vamos comer?

Sara: Tô com fome.

S: Vamos em outro lugar.

J: Por que? A gente já está aqui.

S: Que tal um McDonalds?

J: Eba!

Assim que a garçonete saiu para pegar o pedido de Natasha e Bucky, Natasha deu uma breve olhada pela janela e viu Steve e as crianças caminhando para ir embora. Natasha queria muito falar com os filhos e ela não sabe que Steve a viu com Bucky ali.

N: James, você sabe que eu não posso.

B: Eu sei. Eu só sinto falta de conversar com você.

N: A gente pode conversar quando você quiser, nada impede que sejamos amigos.

B: Você é a única que me conhece bem, sabe do meu passado na KGB, acho que é por isso que sinto essa enorme atração.

N: Eu me sinto do mesmo jeito de certa forma, mas tem muita coisa acontecendo na minha vida agora, e Fury disse que vai tentar me fazer lembrar com os poderes da Feiticeira Escarlate.

B: Mesmo?

N: Sim, eu quero tentar antes de fazer qualquer coisa que eu possa me arrepender.

B: Você está certa. Eu só estava precisando de alguém com a mente parecida com a minha. Steve é um ótimo amigo, mas ele não sabe nem metade das coisas que passei.

N: E você não conta a ele?

B: Nunca me senti à vontade e eu não busco pena de ninguém. Steve é do tipo que cuida de todo mundo, ele se revoltaria e tentaria fazer algum tipo de reparo.

N: Ele é desse jeito?

B: Totalmente.

Bucky e Natasha comeram e almoçaram como bons amigos, eles sequer apertaram as mãos nesse dia, mas para Steve eles estavam tendo um encontro romântico e isso o magoou duplamente. Por ser a mulher dele e o melhor amigo dele. Sentir ódio de Bucky? Não, Steve não consegue, mas desapontado sim, ele está.

No dia seguinte, na base dos vingadores, Tony anunciou que eles teriam uma missão. E a equipe seria Natasha, Clint, Steve, Bucky e Bobbi. A missão seria de dois dias em Londres e eles precisavam partir ainda hoje. Tony entregou um relatório para cada um. Steve ligou para Cindy e pediu que ela ficasse com as crianças na casa dela e que ele pagaria extra pelo serviço.

Os cinco entraram no jatinho, Clint e Bobbi estavam de piloto e co-piloto.

B: Alguém quer um gibizinho pra ler, temos umas 6 horas de vôo pela frente.

O jatinho já estava no ar, quando Natasha se deu conta que esqueceu de trazer os mantimentos para comerem na viagem.

N: Oh droga!

B: O que?

Steve olhou para Natasha, mas era um olhar seco.

N: Esqueci a comida.

C: O que? Abortar missão, abortar missão.

Bobbi empurrou Clint e riu.

C: Eu vou morrer, é sério. Eu não consigo fazer nada sem comida.

S: Não se preocupe, eu tenho umas barras de cereais aqui.

C: Barra de cereal? Eca.

S: É isso, ou fica com fome.

C: Droga.

Steve procurou um lugar para sentar, pegou seu bloco de papel e começou a rabiscar um desenho que ele já havia iniciado antes. Natasha estava ajeitando as armas no corpo e Bucky estava conversando com ela sobre qualquer assunto dos tempos da KBG, mas Natasha não parecia interessada, ela se virou para ajeitar umas facas na bota e ao olhar em volta, percebeu que Steve estava concentrado nos papéis, ela achou que era algo referente a missão.

N: Confere nossas munições, Bucky.

Bucky: Já estou fazendo isso, tá cega?

Natasha ignorou Bucky e se aproximou de Steve, ela ficou de pé, olhando os desenhos e franziu a testa. Ela estava surpresa que ele estava desenhando e não focado na missão.

N: Eu não sabia que desenha.

Steve ergueu a cabeça e olhou Natasha, ele não sorriu, só fez positivo com a cabeça. Natasha sentou ao lado dele.

N: Posso ver?

S: Não terminei ainda.

N: Não tem problema.

Steve entregou o bloco para Natasha e ela demorou vários minutos olhando para o desenho, analisando as linhas e os traços. O silêncio dela era perturbador para Steve.

S: Você odiou.

Natasha fez negativo com a cabeça.

N: Não, eu... Na verdade, você desenha muito bem. Seus traços são firmes e bem feitos. É um trabalho bem bonito.

S: Sara gosta de desenhar também.

Natasha devolveu o bloco para Steve e sorriu, mas ele não estava olhando pra ela, ele olhava para o bloco.

N: Eu sei, eu notei. Só não sabia que ela tinha a quem puxar. Você já pensou em publicar seus desenhos?

Steve finalmente olhou nos olhos de Natasha e por ela estar sentada ao lado dele, ele podia olhar ela bem de perto e ela estava tão espontânea que era impossível para Steve manter a frieza que ele gostaria de estar.

S: Não, isso aqui é mais um hobby.

N: Não, eu estou falando sério, você devia exibir isso. É muito bom. Imagine numa galeria. Capitão América Design!

Natasha disse rindo e Steve sorriu automaticamente ao verem os lábios dela se curvarem. Ela fica ainda mais linda e estonteante, sorrindo.

N: Nós iremos tratar disso, quando voltarmos. E eu vou querer 30% do lucro.

S: 30% não é um pouco demais?

N: Eu tive a ideia, acho que é justo.

S: Bem, não posso argumentar contra isso.

N: Bom, vou deixar você terminar. Não quero interromper o seu momento artístico.

Natasha se levantou e caminhou até Clint e Bobbi e foi conversando boa parte da viagem com eles, querendo saber como foi que eles começaram a namorar e etc. Bucky agora estava sentado e irritado, ele sentiu ciúmes da atenção que Natasha deu a Steve, e agora ele lembra o mal que Natasha fazia a ele na época que namoraram, ele odiava que ela desse atenção pra qualquer um que não fosse ele e ela dava atenção para todo mundo, especialmente para os homens e o deixava louco de ciúme. Bucky sabe que tem que segurar a onda, porque Steve é seu melhor amigo e também porque ele não quer ficar de coração partido.

Assim que chegaram em Londres, a polícia local os informou tudo que sabiam a respeito de um grupo terrorista que estavam mantendo um trem inteiro de refém.

Como Steve era o líder, ele deu instruções a todos, o trem se encontrava parado no túnel entre a estação de Hendon e Lenox. Eles estavam com um tablet com a planta baixa do trem e nessa planta, haviam manchas que representavam calor humano, então se alguém se mover, uma mancha vai se deslocar.

Steve se posicionou com a equipe no topo do trem e ele viu que no vagão do meio, haviam menos pessoas, portanto menos guardas. Bucky e Bobbi ficaram responsáveis por chamar atenção em outro vagão, para que os terroristas se concentrassem ali e assim, Steve e os demais poderiam entrar e se misturar com os demais reféns. Todos estavam com roupas comuns para não serem descobertos.

Bucky saltou no vagão do lado, causando um pequeno estrondo no teto do trem, imediatamente os terroristas apontaram as armas para o teto e começaram a metralhar, Bucky correu se movimentando para o final do trem e Bobbi fez o caminho inverso. Os terroristas de dispersaram, um bando para o final do trem e outro para o início.

S: Agora, vamos, vamos.

Steve abriu o alçapão de emergência do trem e fez sinal para os passageiros ficarem em silêncio.

Steve desceu primeiro e estendeu os braços pegando Natasha no colo e a colocando no chão. Clint desceu sozinho. Steve apontou para o outro vagão e Clint o obedeceu indo para o mesmo. Steve olhou para Natasha e a mandou ficar nesse mesmo vagão. Natasha sentou entre dois passageiros, que tremiam bastante. Natasha sussurrou para que ficassem calmos, que ninguém ia se ferir. Steve foi para o vagão ao lado de Natasha, um dos terroristas o viu de pé e voltou correndo e deu uma coronhada na nuca de Steve que o fez ir ao chão. Na verdade a pancada não afetou muito, mas ele precisava fingir ser fraco.

— Eu disse para todos ficarem abaixados. Quer dar uma de espertão? Quer ser o primeiro a morrer?

Steve se encolheu no chão, fingindo medo e o terrorista se afastou e começou a falar em outra língua com os demais.

Natasha olhou para uma mulher que estava sentada de frente pra ela e a olhava totalmente assustada. Natasha olhou para a barriga da mulher e ela respirava fundo. Ela parecia estar grávida de 8 meses ou mais.

Deus. Natasha pensou.

Os terroristas pareciam estar brigando entre si, um deles era particularmente violento, o que deu uma pancada em Steve, ele estava louco para matar alguém, mas o líder mandava ele se acalmar e tomar conta dos reféns. O nervosinho ficou frustrado e saiu do vagão do líder, entrou de volta no vagão de Steve e olhava com marra para todos, a sensação de poder sobre os reféns, o fazia se sentir mais poderoso. Ele olhou para Steve que olhava para baixo e se agachou.

— Você será o primeiro que irei matar.

O nervosinho levantou e mudou para o vagão de Natasha, ele se encostou na porta do trem de frente para o banco de Natasha e ficou olhando em volta e começou a cantarolar uma música e mandou que a velhinha ao lado dele começasse a cantar e ela cantou chorando, temendo pela vida dela. Ele começou a rir e depois gritou com a velhinha a fazendo se tremer toda.

Natasha o ignorou o tempo todo e ele não tinha notado a presença dela até agora. Ele a ficou olhando por alguns minutos, Natasha olhou brevemente nos olhos dele e desviou. Ele se aproximou de Natasha.

— Olha, como é que eu não vi uma beleza dessas aqui antes?

Natasha continuava evitando contato visual com o terrorista. Ele segurou no cabelo dela e a fez se levantar.

— Se acha boa demais pra mim? Eu vou te mostrar, vadia.

Steve estava observando do outro vagão, quando o homem a puxou pelo cabelo, ele fechou o punho com raiva. O homem agora pôs Natasha na frente dele e começou a passar a mão pela barriga e deslizou para tentar alcançar o seio de Natasha.

N: Eu não faria isso se fosse você.

— O que?

O terrorista só pôde dizer “o que”, Steve o agarrou por trás e o arremessou contra a parede. O terrorista se virou e apontou a arma para a cabeça de Steve.

— Você é maluco? Quer morrer? Você vai morrer por isso.

O outro terrorista se aproximou dele e o mandou abaixar a arma, como ele não o fez, ele tentou tomar a arma dele, mas o nervosinho socou a cara do outro terrorista. A mulher grávida soltou um grito e Natasha a olhou assustada.

— A bolsa estourou.

N: Aguente firme.

S: Eu preciso ajudar aquela moça.

— Você não vai ajudar ninguém!

O homem estava prestes a puxar o gatilho, mas o líder do grupo estava assistindo tudo do outro vagão e disparou um único tiro contra a cabeça do nervosinho, que caiu no chão e fez as pessoas entrarem em pânico.

Steve se aproximou da mulher grávida e segurou na mão dela. Os terroristas vieram para o vagão e o líder ficou extremamente nervoso por ela ter entrado em trabalho de parto, ele começou a xingar em outra língua, que Natasha compreendeu e tentou se comunicar com ele. Ela pediu para que deixassem Steve levar a mulher para fora do trem, mas ele disse que estava fora de cogitação, ele parecia extremamente nervoso e com medo. Natasha pediu permissão para ela e Steve ajudarem a mulher e o terrorista permitiu.

Natasha se aproximou e Steve estava conversando com a mulher.

S: Como é seu nome?

— Patrícia.

S: Muito bem Patrícia, eu sou Steve Rogers, eu prometo que vai dar tudo certo.

— Está doendo muito.

N: Eu sei, mas você precisa ser forte por você e pelo bebê.

S: É menino ou menina?

P: É menino. Theodore.

S: É um nome bem bonito.

Natasha prestou atenção na calma que Steve usava para falar com a mulher, ela mesma podia sentir nas palavras dele algum conforto. Ele é bom. Natasha pensou. A mulher gritou com a contração que veio.

N: Precisamos tirar ela daqui.

S: Se eu tentar sair, ele vai perceber e matar a todos.

N: Ele não sabe o que está fazendo. Posso ver dúvida nos olhos dele. Ele já podia ter começado a matar, mas não o fez. Ele não quer machucar essas pessoas.

S: O que ele quer?

N: Eu não sei, eu vou tentar falar com ele.

S: Não, é muito arriscado.

N: Eu sei me cuidar

Natasha saiu e a mulher continuava a gritar desesperadamente. Natasha pediu para conversar com o líder e explicou quem ela era e quem era Steve Rogers e que não haveria um jeito dele conseguir sair dessa impune e o homem disse que não importava, porque se ele não tiver o que quer, podem matar ele, mas ele vai garantir que mais gente morra junto com ele.

Uns sete minutos depois, Natasha retornou com alguns terroristas, trazendo uma manta e água.

N: Vamos coloca-la deitada.

S: Eles estão ajudando?

N: Sim. Eu disse que ele estava em dúvida, ele não quer machucar ninguém. O filho do líder está condenado a cadeira elétrica aqui em Londres. Segundo ele, o filho é inocente e foi julgado por ser árabe e que não houve investigação que provasse a culpa dele.

S: Você acredita nele?

N: Nele sim, mas não conversei com o filho para saber.

S: Então ele quer que o filho seja solto?

Natasha consentiu com a cabeça. A mulher agora não parava mais de gritar. Natasha sentou no chão e apoiou a cabeça da mulher sobre as pernas dela e Steve se encarregou de fazer o parto. Eles conseguiram realizar o parto com sucesso, mas tanto a mãe quanto o bebê precisavam de cuidados médicos.

Steve pediu para Natasha ficar com a moça e o bebê e foi até a cabine do líder. Steve propôs uma troca com o líder, ele liberava os reféns e ficava com ele em troca. Steve disse que haviam mais 4 agentes com ele, ele mandou Bobbi entrar na cabine e ela desceu do teto e se apresentou. O líder aceitou a proposta, mas eles já haviam matado o maquinista, Bobbi assumiu a direção e conduziu o trem até a próxima estação.

Natasha notou que o trem começou a se mover novamente e olhou em volta, procurando por Steve. Clint apareceu no vagão de Natasha e a olhou confuso.

Quando eles pararam na estação as portas se abriram, mas ninguém teve coragem de sair. Haviam muitos policiais na estação com armas apontadas. Bobbi apareceu no vagão e anunciou que os reféns estavam livres para sair. Natasha não entendeu como Steve conseguiu a liberdade de todos tão rápido. Bucky e Clint ajudaram a mover os reféns para fora do trem. Natasha olhou em volta e não havia sinal de Steve, ela foi até Bobbi.

N: Você viu Steve?

Bobbi: Steve... Ele ficou.

N: Ficou? Como assim ficou?

Bobbi ergueu os ombros, olhando Natasha.

N: Ele se ofereceu em troca dos reféns?

Bobbi fez positivo com a cabeça. Natasha olhou para as portas do trem se fechando novamente. Ela sabia que a polícia iria metralhar o trem assim que partisse. Ela correu o máximo que pôde.

Bucky: Natasha, não!

C: Natasha espera!

Natasha não deu ouvidos, ela correu o máximo que pôde, ela se virou de lado para conseguir entrar a tempo, antes das portas fecharem por completo.

Notas finais
Vou mandar um beijo para as leitoras do twitter, que não comentam aqui de preguiça, mas costumem comentar por lá. Adoro vocês também. Quem quiser me seguir e dar sugestão para temas de fic romanogers meu user é @Daredevilosa