Memories - Romanogers Fanfic

23 Foi um sonho ou uma memória?


Notas iniciais
Então né gente, ia comentar algo, mas deixa pra lá... Aproveitem hohohoho

“Sons de carros e motos distante, seguido de uma sirene de ambulância. Mas o som está muito distante. Há vozes conversando. Conversando? Não. Discutindo. Sim... Eles estão discutindo. O som da sirene aumenta, o meu corpo sacoleja tanto. Por que eles estão discutindo? Estão me deixando nervosa, parem, por favor. Abro os olhos e vejo luzes, sinto minha respiração ficar alterada. Por que estão me sacudindo tanto? Parem! Essa dor na minha barriga. Essa sirene. Estou ferida? Por que dói tanto? Vocês estão discutindo, eu preciso de ajuda, por favor, me ajudem. Dói muito. Fecho meu olhos e sinto minha mão sendo apertada, eu suspiro e abro os olhos. Quem é você que segura a minha mão? Por que seu rosto está borrado? Por que o seu toque me deixa mais calma? Eu consigo aguentar a dor por você. Quem é você? Essa dor... Pode fazer parar? Me ajuda, por favor, me ajuda. Por que vocês estão gritando comigo? Empurrar? Eu não posso empurrar. Dói demais. Sinto muito. Não enxergo mais nada, apenas posso ouvir pessoas correndo em minha volta. Minha mão. Ele ainda está segurando a minha mão. Quem está chorando? Há um bebê chorando? É uma menina? Por que ela está chorando? Por que ela está chorando?”

N: Não deixa ela chorar. Não chora... Não chora.

S: Nat? Natasha?

Steve encostou as mãos nos ombros de Natasha e ela abriu os olhos abruptamente e se sentou. Natasha estava ofegante e suada. Ela tentava recuperar a respiração, enquanto Steve se sentava e a olhava extremamente preocupado.

S: Natasha? Você está bem?

Natasha fechou os olhos por alguns segundos e depois fez positivo com a cabeça.

N: Eu... Foi só... só um sonho.

Natasha abriu os olhos e fitou Steve, mas ela o fitou diferente dessa vez, ela parecia estar confusa.

N: Era você.

S: Eu?

N: Você. Você me deu a mão no meu sonho. Eu estava no hospital e você estava lá. Tinha um bebê chorando.

S: Você acha que pode ser uma memória do parto da Sara?

N: Eu não sei.

Natasha esfregou a testa e Steve colocou o braço na barriga dela a fazendo deitar de novo.

S: Foi só um sonho. Descanse. Eu estou aqui, está tudo bem.

Natasha olhou para Steve e suspirou. Steve deitou de lado, virado para Natasha e passou a noite acariciando o braço de Natasha, que fechou os olhos e tentou dormir novamente.

Natasha conseguiu dormir por uma hora, mas começou a sonhar novamente e fez força até acordar. Ela abriu os olhos e os olhos de Steve brilham mesmo no escuro, olhando diretamente pra ela e acariciando a barriga dela com esse efeito anestésico. Steve sussurrou.

S: Não consegue mais dormir?

Natasha fez negativo com a cabeça.

S: Quer que eu pare?

Natasha fez negativo com a cabeça de novo, olhando para Steve. Steve pousou a mão sobre a barriga de Natasha e usou a outra para acariciar a testa dela.

N: Eu quero tentar me lembrar. Eu realmente quero.

S: Eu sei.

N: Eu gostaria de estar sentindo tudo o que você sente por mim agora, mas...

S: Sh... Você não tem que explicar. Você não tem culpa de ter perdido a memória.

N: Eu só não quero que pense que... É complicado de explicar. Eu achei que era só sexo que me atraía em você, mas não é. Eu gosto de estar perto de você. Eu gosto quando você me toca, quando você me beija e me faz carinho.

S: Mas...?

Natasha puxou o ar para falar, mas não soltou nenhuma palavra.

S: Não é suficiente.

N: Não para estar com você, somente você. Eu sinto atração por outras pessoas.

Steve desviou o olhar, demonstrando uma ponta de ciúme. Natasha levou a mão até a blusa de Steve e pousou a mão no peito dele.

N: Me escute. Steve?

Steve a olhou, um tanto sem paciência.

N: Eu só penso que você merece alguém melhor que eu.

Steve riu num tom de deboche.

S: Melhor que você? Você não entende, Natasha. Eu sempre tenho que te lembrar a pessoa maravilhosa que você é. Você não tem que pensar que não é boa suficiente para alguém.

N: É que eu não sou uma boa pessoa.

S: Sim, você é. E eu não admito que diga o contrário. Eu jamais me apaixonaria por você, senão fosse. Você pode não se lembrar, mas a sua essência não mudou por causa do acidente. Você entrou no trem e até tentou me salvar. Tem muita bondade em você, Natasha Romanoff.

N: Não tanto quanto em você.

Natasha sorriu e Steve sorriu de volta. Natasha mordeu o lábio inferior e o umedeceu com a língua. Ela levou a mão do peito de Steve até o rosto dele e acariciou a maçã do rosto dele com a palma da mão. Steve a olhava diretamente nos olhos. Natasha ergueu a cabeça do travesseiro e aproximou o rosto de Steve, que não estava nem se movendo. Natasha beijou a bochecha de Steve e fechou os olhos. Ela abriu os olhos lentamente, fitando os olhos dele e em seguida beijou o canto da boca de Steve, tornando a fechar os olhos e abrir novamente.

Natasha deixou os lábios um pouco entreabertos e roçou eles de leve pelo lábio inferior de Steve, que automaticamente abriu a boca, mas não conseguia deixar de olhar nos olhos de Natasha.

Steve podia sentir a respiração de Natasha a acariciar seus lábios e Natasha igualmente. Ela encaixou o lábio inferior entre os lábios de Steve e encostou a ponta do nariz no nariz de Steve. A respiração deles agora era uma só, e podia se jurar que as batidas do coração também estavam no mesmo ritmo.

Steve esperou o máximo que pôde, até não resistir mais e prender o lábio da Natasha entre os deles. Ele chupou o lábio dela de levinho e passou a ponta da língua por ele. Steve fez pressão contra a boca de Natasha, a fazendo repousar a cabeça novamente no travesseiro, assim ele fica mais à vontade para explorar a boca dela.

Steve pôs ambas as mão no rosto de Natasha e inclinou o rosto dela de lado só para poder mergulhar a língua dentro da boca dela e explorar a fundo a extensão da língua de Natasha. Natasha acariciou o braço de Steve, enquanto retribuía as carícias que a língua de Steve faziam na dela. Ele a beijou por tanto tempo, que Natasha já estava sem ar, ela puxava o ar pelo nariz com certa força, assim como Steve e era inevitável de sentir o ar um do outro e não se arrepiar em decorrer disso.

Steve desceu a mão pelo pescoço de Natasha e ela ainda acariciava o braço dele. Steve moveu o corpo mais para cima de Natasha, deixando espaço apenas para movimentar a mão pela silhueta do corpo dela. Natasha levou a outra mão para as costas de Steve e deslizou ela por dentro da blusa dele acariciando e apertando as costas de Steve, o fazendo pesar mais sobre o corpo dela.

Natasha ergueu um pouco a coxa, a deixando entre as pernas de Steve. Ela ergueu até encostar no membro dele e movimentou a perna para cima e para baixo, se roçando contra ele. Automaticamente o beijo começou a se misturar com gemidos involuntários e respiração descompassada.

Natasha soltou os lábios de Steve e encostou no pescoço dele, mordiscando a extensão e distribuindo beijos.

S: Não podemos fazer barulho.

N: Então não me faça gritar.

S: Isto é um pouco difícil.

N: Não é. Eu vou te mostrar.

Natasha desencostou a boca dos pescoço de Steve e o empurrou o fazendo deitar ao lado dela de barriga pra cima. Steve ficou olhando para Natasha sem saber o que ela ia fazer.

Natasha ficou de joelhos e abriu a calça de Steve, ele estava sem cueca e o membro dele já estava um tanto ereto. Natasha abaixou um pouco a calça de Steve, com a ajuda dele. E segurou no membro de Steve e olhou para ver a reação dele.

Natasha deu um sorriso porque Steve estava completamente vermelho. Ele nem estava olhando mais pra ela, ele deitou a cabeça no travesseiro e olhou pra cima, como se estivesse tentando se controlar o máximo possível. Natasha mordeu o lábio inferior, ainda sorrindo e começou a alisar o membro de Steve para cima e para baixo lentamente. Steve levou os braços cima da cabeça e mordeu o braço, respirando ofegante a cada movimento de Natasha.

Natasha continuou o movimento e foi aumentando a força e velocidade com a qual alisava o membro de Steve. Ele estava completamente ereto, ele olhou para Natasha com faísca no olhar.

S: Nat... Eu quero você.

N: Shhh... Eu não posso.

S: Por que?

N: Porque você vai me fazer gritar.

S: Oh... Eu realmente preciso que... você...

N: Sh...

S: Eu vou devagar.

N: Mas eu não. Fica quieto, eu não quero acordar as crianças.

Steve teve que ficar quieto, porque seu corpo ficou todo rígido ao gozar. Natasha diminuiu a velocidade, quando Steve começou a gozar. Ela só massageou enquanto Steve voltava a relaxar na cama. Natasha deitou ao lado de Steve, sorrindo. Ele só conseguiu mover a cabeça pro lado para olhar ela.

S: Você é boa.

N: Eu sei.

Natasha riu.

N: Você precisa tomar um banho...

S: Eu sei...

N: Agora. Já está amanhecendo. E se as crianças acordarem...

S: Oh... Okay. Só um minuto. Eu mal consigo me mexer.

N: Deixa de ser exagerado.

S: Você viu a quantidade...

N: Sim, estou impressionada. Provavelmente por isso, você conseguiu me engravidar tão fácil.

Os dois riram. Steve se levantou e removeu a calça dos pés. Natasha jogou um travesseiro para ele pôr na frente do membro dele, Steve correu pro banheiro e tomou um banho. Ele voltou no quarto e vestiu a roupa que veio.

S: Já são quase 8 horas e Sara não acordou de novo, é um recorde.

N: Ela costuma acordar direto?

S: Não, só quando dorme fora. Porque ela não está acostumada. Eu devo ir embora.

Natasha olhou para Steve sem entender.

S: Já está de dia, eles não vão chorar.

N: Você sequer vai me pagar um café da manhã depois de eu te fazer gozar daquele jeito?

Natasha disse brincando, enquanto se levantava.

S: Eles não me viram aqui, não quero que eles se acostumem comigo vindo toda vez que eles dormirem aqui. Eles tem que pensar que a mãe deles não é uma mãe medrosa.

Natasha estava arrumando a cama, enquanto Steve falava, ela pegou outro travesseiro e arremessou nele. Steve riu agarrando o travesseiro.

N: Você está certo. Eu o acompanho até a porta.

Natasha caminhou para a sala com Steve e eles se despediram formalmente, sem drama, sem ressentimentos de ambas as partes. Natasha viu Steve descer de escadas.

N: O elevador está funcionando.

S: Prefiro as escadas.

Steve desceu correndo e Natasha fechou a porta, sorrindo consigo mesma. Ela olhou para as crianças dormindo e estava prestes a voltar pro quarto, quando a campainha tocou. Natasha franziu a testa. Steve esqueceu alguma coisa. Natasha pensou.

Natasha abriu a porta e não era Steve. Haviam dois homens na frente dela. Um obviamente era cego e o outro um loiro, com um grande sorriso no rosto.

N: Pois não?

— Boa tarde, Sra. Romanoff?

N: Sim.

— Me chamo Foggy e esse é meu sócio Murdock. Somos advogados e estamos representando Steve Rogers.

Natasha ainda os olhava confusa.

N: Steve? Representando em quê?

Matt: No processo do divórcio.

N: O que?

Notas finais
Sorry, gente.