Memories Of...

1 Memories Of A Bitch In The Red Dress.


Notas iniciais
Olá a todos.
Os primeiros capitulos da fanfic vão ser narrados por Leon/Ada e apenas no ultimo sabemos o que realmente aconteceu. É uma short-fic, são poucos capitulos e ele são pequenos, mas espero que gostem!
Comentem ♥

Há mais de dez anos venho lutando ao lado do bioterrorismo. Mas uma pessoa me fez mudar meu ponto de vista, e talvez minha vida. Tudo começou em Raccoon City, uma cidade perto das montanhas Arklay, no ano de 1998. Eu trabalhava para Albert Wesker, um ex-pesquisador da Umbrella Corporation — que tanto trouxe felicidade para as pessoas daquele lugar quanto tristeza. Foi durante a missão para resgatar uma amostra do G-Vírus que eu o conheci. O jovem policial de 20 anos que, no seu primeiro dia de trabalho, foi presenteado com uma cidade com criaturas horrendas. Uma coisa que sempre me perguntei foi: o que é amor? E naquele bendito dia eu descobri. De um jeito ou de outro aquele jovem havia deixado sua "marca".

Em 2005 reencontrei o homem que pensava que nunca mais veria na vida. Desta vez estava em uma missão, o policial havia mudado para um agente totalmente diferente. Mas eu também tinha interesses: estava trabalhando novamente com Wesker, desta vez precisava encontrar uma amostra das Las Plagas. Ele estava atrás da filha do presidente dos EUA e obviamente estava conseguindo atrapalhar meus planos, a ponto de eu ter que apontar uma arma para sua cabeça. Aquele poderia ser o ultimo encontro. Mas em 2012 eu o reencontro novamente. Deu para perceber que realmente ele estava com problemas. Mais uma vez, tive que mudar meus planos por sua causa.

Agora, cá estou engolindo meu orgulho. Estou ofegante, meu peito dói por causa do maldito tiro. Em minha volta, cadáveres. Em minhas mãos, encharcada de sangue, minha arma. Se eu fosse morrer, seria com dignidade. Escuto vozes, mas devo estar delirando.

- O rastro de sangue segue até aqui. — um homem fala
— Esta ouvindo? — uma mulher pergunta.
— Está vindo daquela sala. – o homem fala

A porta se abre. Tento levantar e aponto a arma. Um pequeno fio de esperança surge: Leon. Está surpreso, talvez por me encontrar viva e me encara com tristeza. Ele vem ao meu lado e me pega no colo. Sinto-me segura por estar ali. Coloco minha cabeça em seu peito. E ele me leva para o corredor. Helena aparece.

-Precisamos ir e garantir que ela não esta infectada. — Helena fala preocupada.

Eles me levam para um helicóptero. Leon acaricia meus cabelos e sussura: “Tudo vai ficar bem Ada”. Pego sua mão e vou fechando os olhos. Percebo uma lagrima rolar em seu rosto, mas logo não posso mais sentir, ver ou ouvir algo e a escuridão toma conta de minha alma.