A Demonesa

Ao chegar proximo ao corrego vi uma menina sendo ameaçada por uma espécie de demônio o problema é que este possuia traços humanos, um dos poucos demônios que assumem aparência humana são os Incubus, não podia deixar aquele monstro incostar naquela pobre menina ergui meu arco coloquei uma flecha na corda, retesei, disparei, acertei? Não passou a metros nenhum dos dois havia percebido, a menina estava ficando desesperada, coloquei outra flecha, retesei, ajustei a mira não havia contado com o vento um erro idiota, disparei, desta vez acertei no ombro do demônio, ele virou com um urro de dor me procurando o que não demorou muito ele começou a correr em minha direção muito rapidamente ele cobria dezenas de metros em menos de um minuto preparei minha espada pois sabia que não haveria tempo para outro disparo.

Ele parecia não se incomodar com a flecha fincada até a metade em seu ombro e parecia gostar daquilo provavelmente era a primeira “vitima” que o machucara em algum tempo ou simplesmente a sensação de uma caça o animava, ergui minha em posição para corta-lo ao meio mas no meio do golpe ele já não estava mais lá, de repente sinto um golpe nas minhas costas ao me virar já o vejo preparando o próximo golpe e gargalhando de puro extâse e disse :

– Daywalkers são tão fracos assim? Não entendo porque respeitam essa escória parecem até humanos! – e voltou a gargalhar como um maniaco.

Esse maldito deve ter me confundido com um Daywalker espécie de vampiro que tem a habilidade de andar de dia, por causa da aparência de minha familia em que todos tem uma marca de nascença, todos temos cabelos e olhos vermelhos como sangue e em maioria somos pálidos, ja não conseguia me controlar sentia que a Luz ainda estava comigo porém sentia que o demônio possuia uma aura muito forte tambem, quando ele começou a descer as garras em minha direção puxei minha espada rapidamente para aparar o golpe, consegui impedir uma das mãos rasgando-a no meio girei a espada e decepei-a, a outra mão no entanto entrou no meio do meu ombro fazendo um ferimento profundo, ele urrou novamente agora mais assustadoramente segurando o pedaço do braço onde deveria ser sua mão

– Desgraçado, filho de uma puta eu vou matar você e jogar ao lobos o que sobrar

– Então terá de me matar primeiro, se não conseguiu usando duas mãos imagina o que consegue com uma – lhe respondi sarcasticamente.

– Seu merdinha voce vai ver o verdadeiro poder de um...

Ele começou a estender suas asas e alçar voo quando uma rajada de flechas de pura mana demoniaca simplesmente o alvejou fazendo com que caisse com sangue escorrendo de suas feridas com um movimento de mão da pequena garota as flechas de mana simplesmente sumiram, ela devia ter apenas oito anos como alguem podia ter um poder assim e ser abandonado em uma floresta?

Ela veio correndo até o corpo do Incubus suas mãos se tornaram garras e ela agarou a cabeça do demônio e a puxou, escutei ossos quebrando e um som horrivel de carne rasgando sangue jorrou na cara e nas roupas dela, um sorriso demoniaco estava em seu rosto eu ainda caído no chão de surpresa das flechas terem surgido no corpo do maldito demônio, a menina olhou-me e disse com uma voz de criança :

– Você esta bem? Obrigada por me salvar – estendeu-me a mão para eu levantar.

Peguei na mão da menina e senti que a Luz a queimava porem ela nem se importava com o fato seria ela um demônio tambem, uma simples garota não era, deva ser uma bruxa.

– Meu nome é Archiri Adramelech, qual o se nome? – perguntou a garotinha.

– Você disse Adramelech? Você é filha de Hellior? – perguntei com medo de que meu fim ia ser pior do que simplesmente ser morto por aquele incubus.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.