Memórias Impagáveis.
8 Capítulo 8 - Não... Não leia a minha mente.
Notas iniciais
Espero que gostem deste novo capítulo.
Ikuto me olhou surpreso, ele não dizia nada e apenas me abraçava com se eu fosse algo muito precioso.
- Eu amo você... – Ele susurrava essa doce frase, fazendo meu corpo estremecer e amolecer. Por que ? Não susurre isto, não me abraçe, não me beije, não quero me entregar...
- Acredite em mim, não vou te machucar. – Suas palavras interromperam os meus pensamentos, como se lesse minha mente.
Como sabe? Como sabe que não pode partir a qualquer momento?
- Não irei partir, nunca. – Suas gentis palavras me atordoaram, por que? Por que me conhecia tão bem? Não leia a minha mente...
- Não preciso ler sua mente para saber o que está pensando, pois sei que te conheço bem. – Ikuto me puxou para se aproximar de meu rosto, seus lábios se juntaram aos meus com um doce beijo.
- Sei que ficarei, eternamente junto a você. – Ele me prometeu, como prometeu no passado...
De fato, ele conseguiria controlar minha mente apenas com um do seus toques. Isso é amor, é realmente amor. Em minha cabeça, ás vezes, sei que Ikuto nunca me deixaria. Mas o coração não se controla...
Suas mãos foram guiadas ao meu rosto e logo seus lábios estavam novamente juntos aos meus, um beijo breve, porém, apaixonado.
De leve, suas mãos me empurraram para cama deitando-me, provavelmente minhas bochechas estavam ruborizadas sem pudor.
Isso era mal, muito mal. Ikuto, como você é cruel.
Suas mãos deslizavam de baixo de minha blusa a procura do feicho do meu sutiãn, por sua incrível sorte o feicho era frontal e não precisaria de tanta habilidade para ser aberto facílmente. Logo minha blusa e sutiãn foram arrancados e jogados no chão com agressividade. Depesespero, desespero para logo estarmos unidos a um só corpo.
Seus lábios se juntaram ao meu de forma agressiva, um beijo quente e selvagem, um beijo que tiraria todo meu fôlego e me deixaria ofegante.
Em desespero, arranquei sua camisa social o mais rápido póssivel e de forma agressiva, quase rasgando os botões. Ikuto beijava meu pescoço e fazia trilhas de chupões até meus seios, já rijos. Tomava-o na sua boca com mordidas, lambidas, chupões e beijos, minha cabeça e corpo já descontrolados apenas gemia de modo diferente, alto, baixo, médio, estadalosamente alto.
Aquilo era injusto, prezo por direitos iguais.
Puxei Ikuto para mais perto de mim, e desta vez por cima, distruibui vários beijos em seu pescoço e logo descendo para o tronco e peitoral. Estranhado com esta atitude repentina, sorriu e me deu longo abraço, provocativa mordi o lóbulo de sua orelha fazendo-o arfar um gemido baixinho.
Ele não se deu por vencer, logo estava sobre mim novamente, beijando meu pescoço e mordendo me arrancando suspiros.
Não satisfeito, voltou a me torturar mordiscando minha orelha e descendo logo para meus seios novamente dando demorados chupões e beijos, ele me deixava louca. Totalmente louca.
Desisti de prezar direitos iguais, ele realmente era petulante.
Não me deixaria estar no controle por nem se quer 1 minuto. Cruel!
Suavemente suas mãos se guiaram aos botões dos meus short, delicadamente ele puxava o short para baixo fazendo que minha calcinha vermelha cheia de rendas, aparecesse.
Com seu costumeiro sorriso pervertido, ele deslizava as mãos sobre minha coxa e beijava-a. Eu arfava gemidos baixinhos, porém, ele resolveu me torturar ainda mais mordiscando-a me arrancando gemidos ainda mais altos.
Mesmo desistindo dos direito iguais, sentia injustiça. Com as mãos trêmulas e bochechas coradas, deslizei minhas maõs até os botões de sua calça abrindo-os com uma grande dificuldade. Eu estava desesperada, desesperada. Quero nossos corpos unidos! Já!
Como se lesse minha mente, novamente. Ikuto deprendeu meus pulsos só com uma mão e deslizou seus lábios até minha coxa. Suspiros baixinhos encendiavam o quarto.
Ao meu ver, o unico pano que me sobrava estava ao chão, junto com seu.
- Eu quero você, Amu. – Pediu Ikuto, com uma doce voz rouca perto de meu ouvido, me fazendo arrepiar.
Fechei os olhos e acenti com a cabeça, suas mãos deslizavam com carinho sobre meu corpo exposto, ao chegar em minha feminilidade, ele massageava de modo carinhoso e excitante. De gemidos baixinhos, foram para gemidos médios e logo para altos, eu segurava seus fios de cabelo azul tentando-me controlar.
Ainda se olhos fechados, não pude perceber o que ele fazia. Surpreendida senti uma língua me penetrar devagarmente, tentava deixar preso na garganta alguns gritos baixos e gemidos escandalosamente altos, mas era impossível.
Não conseguia abrir os olhos, era tão embaraçoso! Eu estava ofegante, completamente excitada e chegando ao clímax.
Um dedo penetrava, logo indo para o segundo e terceiro. A cada dedo eu gemia ainda mais alto, no 3 eu gritei, a sensação era boa, tão boa ao ponto de me fazer gritar com todas as forças.
- Ikuto, possua-me. – Pedi, já não aguentava mais, e ao meu ver, ele também já não.
Ele não retrucou um não, desejos em flor.
Como eu o desejava, desejava-o dentro de mim, o mais rápido possível. Dois corpos transformados em apenas um.
Suas mãos foram ao meu quadril, de modo devagar e carinhoso, ele me penetrava sutilmente. Desejos, desejos e mais desejos.
Ao modo que ele se mexia dentro de mim, mais desejos se criavam e gritos e gemidos arfados saiam de minha garganta, era quente, muito quente.
Para que eu me acalmasse, seus lábios se juntaram ao meu de forma selvagem, ardente, soterrada de desejos.
Mordi o lóbulo da sua orelha e beijei seu pescoço de leve, pude sentir que ele se arrepiou e arfou um leve porém alto gemido. Não satisfeita com apenas um, gemi perto de sua orelha e a lambi. Outro gemido e suspiro ainda mais alto foi exalado no quarto. Para descontar, ele me penetrava mais fundo e mais rápido, me fazendo exalar gritos e gemidos altissísimos. Doía, como doía, porém logo a dor era transformada em puro prazer. Me fazendo gemer não por simples dor, e sim por desejos e prazer.
Não estava mais conseguindo controlar, logo chegaria ao meu clímax... Logo? Juntou com Ikuto, chegamos ao clímax juntos. Exausta, desabei em seu peitoral e dormi tranquilamente enquanto ele acariciava meu rosto e meus cabelos.
Acordei primeiro, totalmente descansada. Porém, lembrando-se da noite passada. Naquele momento, unidos, pude esquecer do mais me aflingia. A dor voltava e o coração não se segurava.
Distante, totalmente distante.
- Distante. – Sua voz ecoou pelo quarto, lendo minha mente.
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