Memórias Esquecidas
28 Capítulo 28
Notas iniciais
pensei que ia demorar pra postar o cap mas até que não e estou no prazo certo, pelo menos por enquanto a 1ª ava já vai começar (ainda a 1ª? isso mesmo) e tenho que estudar por tanto o lançamento vai ficar meio maluco e não sei ao certo os dias que eu vou lançar
mas por enquanto...
Leiam&Divirtam-se
– E então Naru, porque não avisou? – Mai perguntou novamente estava começando a ficar irritada com o silêncio de Naru
– Mai sua voz estás me dando dor de cabeça fale mais baixo – Naru disse massageando a testa para diminuir a dor que estava sentindo
– Não era necessário que alguém ficasse sabendo, eles só ficariam fazendo mais barulho e não me deixariam descansar
– Naru, você só pensa em si mesmo, Bou-san e o pessoal nem deveriam ter vindo visitar um egoísta, arrogante que ainda por cima é idiota o bastante para usar algo que não deve, colocando-se no risco de acabar em coma – Mai disse bufando
– O único motivo de ter usado minha PK foi para salvar um certo alguém, isso me lembra que você ainda não me disse como foi parar no carro de um desconhecido – Naru disse friamente olhando para Mai que começou a ficar nervosa inconscientemente
Como vou contá-lo que a Masako se encantou por aquele homem e foi com ele sem se importar com as consequências e eu ainda fui junto..droga Masako..você vai ficar me devendo essa, pensa rápido Mai oque você vai dizer?
– Não preciso responder de qualquer forma conseguimos acabar com o espírito em um local onde não tinha pessoas, então de uma forma ou de outra foi bom ele ter nos levado – Ufa consegui um argumento
– Esse foi o resultado por ser imprudente e sair com um cara que nem conhece – Naru disse pegando no pulso de Mai onde ainda tinha marcas roxas em seguida pegando no seu pescoço onde tinha as mesmas marcas
– Você está bem com isso? – Naru perguntou e Mai puxou sua mão de volta, revoltada por não conseguir ganhar uma discussão uma vez sequer no entanto ele tinha razão se não tivesse saído com aquele cara não tinha ganhado todas essas contusões mas ela não tinha outra opção a não ser ir com ele
– Não posso fazer nada oque está feito, está feito, vou voltar para o meu quarto e não vou mais incomodá-lo – Mai disse já se preparando para sair sendo impedida por Naru que segurou seu pulso novamente
– Onde pensa que vai? ainda temos assuntos inacabados – Naru disse a puxando para sua cama de modo que ele ficasse em cima de Mai a prendendo para não escapar
– Espere Nar-
– Eu disse que você ia me falar quem te mandou dizer aquelas palavras pra mim, por bem ou por Mal – Naru disse sorrindo de forma maliciosa
– N-Não, não, não, me deixa ir embora – Mai reclamou mas na verdade só queria sair daquela situação embaraçosa seu rosto estava extremamente corado
– Essa é a consequência pelos seus atos, vindo me acordar de forma rude me insultou por várias vezes e por último veio com essa roupa – Mai não compreendeu a última parte até que olhou para a própria roupa ou melhor para sua bata de hospital que fazia transparecer seu corpo e como estava deitada a bata ficava mais colada e o pior de tudo não estava com a peça de cima de sua roupa intima
– Não olhe, pervertido – Mai gritou, se cobrindo com um de seus braços não que fizesse muita diferença
– Outro insulto, me chama de pervertido mas você foi a única que veio até mim e dessa forma – Naru disse para provocá-la
– Não entenda errado..eu..eu não queria..não pretendia fazer nada – Mai negava desesperadamente, Naru se divertia com as reações de Mai mas não queria mais brincar
– E então Mai quem disse pra você que eu era um cientista idiota? – Naru perguntou sem nenhuma expressão estava totalmente sério
– Foi..foi..– Mai não queria dizer que foi Gene quem tinha falado aquelas coisas pois não queria dizer que sonhava com alguém que se parece com Naru e o outro motivo era que queria descobrir quem era aquela pessoa
– Se não quer dizer não tenho outra escolha – Naru disse voltando a sua expressão anterior de completa malicia sem o prévio aviso a beijou com intensidade e com agilidade adentrou sua boca e explorou cada centímetro provando o gosto exótico da boca de Mai, era diferente de tudo que conhecia e fazia com que ele desejasse mais e mais daquilo
Mai não sabia oque estava acontecendo com seu corpo, Naru já tinha a beijado outras vezes mas essa era diferente seus beijos eram excitante e faziam ela querer pedir mais deles se aquilo era sua punição então era sua doce tortura
Naru se afastou de sua boca e distribuiu beijos pelo pescoço dando leves mordidas e ouviu um gemido baixo por parte de Mai, sorriu com aquilo significava que ela estava gostando, desceu os beijos pelo colo até os seios de Mai que pela transparência da bata já estavam rígidos, suas mãos viajaram pelo corpo de Mai e foi por dentro da sua bata até chegarem aos seios
– N-Naru..acho que devemos parar..ahh – Mai disse e se amaldiçoou por ter gemido quando Naru apertou um de seus mamilos
– Seu corpo diz outra coisa – Naru disse acariciando seus mamilos novamente arrancando outro gemido de Mai, enquanto sua língua passava pela seu pescoço provando sua pele exposta
– Se lembrou do nome da pessoa agora? – Naru sussurrou no seu ouvido dando uma leve mordida no seu lóbulo
– Ainda..não posso dizer..N-Naru – Naru sorriu ao ouvir seu nome sair da boca de Mai diferente de como ela normalmente o chama, esse tom era sexy e continha o prazer que ela estava sentindo oque só era uma parcela do que ele a daria
Toc, Toc, bateram na porta e Naru amaldiçoou-se mentalmente por não ter fechado a porta contra sua vontade saiu de cima de Mai satisfeito por ter deixado a garota mais do que vermelha sua punição ainda não tinha terminado mas continuaria com aquilo em uma outra hora e em um lugar mais apropriado
Ao sair de cima de Mai, sentou na cama e a puxou para seu colo enquanto escutava suas reclamações
– Não esperava encontrar o chefe acordado, Mai-chan estávamos te procurando mas vejo que está ocupada fazendo..coisas..– Yasuhara disse sorrindo maliciosamente
Assim que todos terminaram de tomar o café se dirigiram para o hospital e foram primeiro no quarto de Mai e quando entraram tiveram a surpresa de não a encontrarem na cama, não criaram confusão apesar de Takigawa ter tido um ataque de surto, se dividiram para procurá-la e por fim o único lugar que faltava era o quarto de Naru
– Eu sabia que você queria corromper a Mai- – Takigawa disse sendo interrompido por um tapa de Ayako
– São namorados deixa eles e vamos embora, Mai eu vou te esperar no seu quarto – Ayako disse arrastando Takigawa e fechando a porta
– Não é nada diss-..Naru olha o que você, agora eles estão pensando que estamos fazendo alguma coisa – Mai disse irritada
– E estávamos antes de sermos interrompidos por eles – Naru disse e Mai corou, ele realmente estava certo
– Onde paramos mesmo? – Naru perguntou olhando para Mai
– N-Nem pense nisso idiota, agora vou incluir o pervertido também – Mai disse, saindo do seu colo, Naru apenas ignorou o insulto
– Você não vai sair desse jeito daqui – Naru disse se referindo a sua bata transparente, pegou uma camisa de manga que estava sobre o criado mudo e deu para ela vestir, não permitiria que outros homens vissem o corpo de Mai
– Está bem – Mai vestiu a camisa afinal ela também não queria andar por aí mostrando-se como se fosse uma vitrine
– Mai esqueci de dizer, seu salário será diminuído assim como o dos outros que saíram sem minha permissão – Naru disse
– Não pode fazer isso eu preciso de todo meu salário – Mai reclamou
– Não só posso como vou – sabendo que a discussão não levará a nada se virou irritada pronta para sair
– Você sabe que a nossa "conversa" anterior ainda não acabou não é? – ouviu Naru dizer e bateu a porta
– Pervertido – Sussurrou baixo com o rosto levemente corado, enquanto caminhava de volta para seu quarto, lembrava-se de alguns minutos atrás quando Naru estava dominando-a, fazendo com que ela se excitasse e fizesse coisas embaraçosas como gemer..também queria continuar mas fomos interrompidos..Não, oque eu estou pensando? até parece que eu gostei daqueles beijos e daquelas mãos pelo meu corpo me acariciando e..aah que vergonha eu também estou virando uma pervertida mas quando foi que Naru começou a agir daquele jeito? desistiu de se fazer perguntas que não poderia responder ao chegar no quarto
– Mai vem cá – Ayako mal deixou ela pisar no quarto e já foi pra cima da garota e fez ela se sentar em uma cadeira
– Conta oque aconteceu com vocês no quarto – Ayako pediu, Masako estava ao seu lado e as duas a olhavam com expectativa
– N-Nada – Mai disse olhando para o lado para esconder sua face rubra ao lembrar do que Naru tinha feito
– Vamos Mai não precisa esconder, estamos entre amigas qual o problema em contar? – Ayako perguntou e Mai suspirou sabendo que não ia conseguir se livrar da mulher insistente
– Bem nós..quase f-f-fizemos..eu acho – Mai disse envergonhada olhando para baixo e Ayako riu
– Isso é normal entre namorados Mai mas lembre-se que se quiser aproveitar sua juventude se proteja corretamente
– M-Mas eu não estou preparada
– Isso é algo que vai acontecer naturalmente, pra você também Masako – Ayako disse se virando para a médium que se assustou e ficou com o rosto completamente vermelho
As duas ficaram conversando com Mai até o horário de visitas acabar e no dia seguinte Mai e Naru receberam alta, a única coisa que faltava fazer era falar com o cliente ou seja, a Karin, que tudo já tinha acabado mas como explicar que era um demônio que viveu por várias décadas que tinha matado todas aquelas pessoas?
– Sabemos qual a causa das mortes e felizmente elas irão cessar – Naru disse deixando o resto para que Unyu explicasse, Karin se alegrou ao ouvir a noticia
– Ao que parece um parasita se proliferou no lago, os parasitas se multiplicaram e entraram em contato com as pessoas que andavam próximo ao lago ou faziam aquelas trilhas que também ficam perto, ele penetra a pele humana e entope as artérias em questão de minutos ou algumas horas causa um colapso e mata o seu hospedeiro –Unyu e suas mentiras todos pensavam, observando calados a arte de enganar as pessoas
– Como pode um inseto tão pequeno e insignificante causar tanto estrago? – Karin perguntou-se em voz alta – Se é tão perigoso a ponto de matar alguém como vão lidar com isso?
– Não se preocupe que as medidas já estão sendo tomadas, chamamos uma empresa competente para fazer o processão de limpeza no lago, peço que não diga nada as pessoas não queremos que elas fiqem agitadas muito menos que os turistas vão embora não é mesmo? – Unyu perguntou
– Eu compreendo oque diz, muito obrigado pelo seu trabalho Unyu e Shibuya-san
– A empresa que mencionei virá daqui a alguns dias e até lá ficarei por aqui e Shibuya-san terá que ir embora já que precisa resolver algumas coisas importantes relacionados ao seu trabalho – Unyu tinha ligado para um amigo que tem uma empresa de dedetização e o informou sobre tudo que tinha acontecido e ele aceitou ajudá-la, afinal tudo tinha que sair como Unyu conforme ela disse
– Unyu-san, oque aconteceu com o Yasamada Hajime? – Mai perguntou depois que a conversa com Karin tinha acabado e no momento as duas estavam sozinhas
– Shibuya-san esqueceu de te falar? é uma pena mais ele está morto, na verdade morreu a muito tempo atrás, só estava servindo de recipiente para aquele demônio
– Entendo..e oque acontecerá com esse hotel?
– Talvez seja vendido para algum outro empresário afinal tem funcionários que trabalham lá e não podem ficar desempregados – Unyu disse
– Ah, Taniyama-san cuide bem de seu chefe, vi que ele se preocupa com você então não esqueça de cuidar bem dele também ok?
– Nem precisa me lembrar – Mai disse sorrindo, após se despedir de Unyu foi para o carro que já estava com os equipamentos e com a malas
– Madoka, não vai no carro com Lin-san? – Mai perguntou ao ver Madoka indo para o carro de Takigawa
– Não, o Naru disse que eu falo muito dá pra acreditar? – disse bufando e entrou no banco do passageiro e Mai se dirigiu para a van da SPR
Depois de algumas horas de viajem estavam quase chegando mas para o desgosto de Naru a estrada principal estava congestionada
– Lin, dê o retorno e pegue a estrada que acabamos de passar o caminho será um pouco mais longo no entanto não terá tantos carros como aqui – Naru disse, o barulho das businas fez com que Mai acordasse mal humorada já que não conseguiu voltar a dormir
– Aéroporto a esquerda, praia de Shibuya a direita – Mai leu a placa na estrada, imaginando como seria bom tirar umas férias, se depender desse workaholic, trabalho até depois da minha morte pensou
– Que lindo – Mai disse ao ver a imensidão azul do mar a sua frente e ficou emburrada quando o carro dobrou em uma curva e se afastou da praia
Lin a deixou em sua casa e tudo que ela queria fazer era se jogar em sua cama e acordar somente no dia seguinte, entrou em sua casa jogou as malas em um canto qualquer e foi direto para o quarto sem se importar em tirar as roupas que estava e colocar as de dormir apenas se deitou na cama feliz por estar de volta a sua casa
Notas finais
Como eu disse pessoinhas não sei a data que vou lançar o próximo cap mas acho que não vou demorar muito para postar a única solução pra vocês é ficar atualizando o site ¬¬ (tá de brincadeira?)
Kissus♥
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