Notas iniciais
Heey olha eu aquii trazendo mais um capítulo para vocês junto com uma ótima noticia tem um Pc aqui em casa que é uma porcaria sério é tudo podre mesmo MAS...é bem melhor do que nada então os cap's voltarão a ser postados aos fins de semana
E mais uma coisa Rata de Livros e dicht3realistischer sejam BEM VINDAS MENINAS adoroo quando ganho novas leitoras
e adorei seu review ratinha
enfim..
Leiam&Divirtam-se

– Só queria ter uma rápida conversa com você Professor Oliver Davis – Unyu disse sentando em uma poltrona de frente para Naru

– O que você quer e como sabe meu nome? – Naru perguntou friamente

– Antes de tudo fique sabendo que não vim para prejudicá-lo

– Não é o que está parecendo, então o que você veio fazer aqui – Naru disse

– Trabalho para seu Pai ele me enviou para saber como anda a investigação pelo corpo de seu irmão e em relação a eu estar trabalhando neste caso realmente fui contratada para fazê-lo – Unyu disse

– Não posso dar esse tipo de informação sem saber se você está falando ou não a verdade

– Dr. Martim me avisou que você era cauteloso – Unyu disse e tirou da sua bolsa um cartão que somente as pessoas que trabalham para seu Pai e são confiáveis tem e entregou a Naru, depois de analisá-lo ele se convenceu

– Lin tem me ajudado mas já fazem três anos e mesmos assim não progredimos em quase nada não sabemos sua localização, não sabemos quem o atropelou e não sabemos se essa pessoa ainda está no Japão só sei da sua morte por causa daquele infeliz dia em que eu toquei em suas roupas – Naru respondeu sem nenhuma expressão mas só quem o conhece poderia ver a dor em seus olhos

– E você Dra. Steimbek porque uma cientista está fazendo o trabalho de um detetive? – Naru perguntou e Unyu ficou surpresa

– O fato é que Martim me mandou porque eu já estava no Japão pesquisando algumas coisas do meu interesse mas como descobriu?

– Se você trabalha para o Martim detetive você não é pois ele só trabalha com cientistas paranormais

– Você está certo, tenho que ir agora obrigado pelo seu tempo e não se preocupe que essa conversa não vai sair daqui – Unyu disse e foi embora

Naru pegou um livro que estava em cima da sua mesa e começou a folheado quando ouviu vozes vindo do corredor e sua equipe barulhenta entrou na sala, infelizmente para Naru tudo que é bom (no seu caso o silêncio) dura pouco

– Ei garoto não faça mais isso se algo como aquilo acontecer de novo eu prometo que quebro todos os seus dentes – Takigawa ameaçou Yasuhara

– Huum.. vai dizer que não gostou além disso você mesmo disse que eu sou melhor do que essa mulherzinha ruiva – Yasuhara disse afinando a voz

– Seu..eu te mato – Takigawa disse sendo segurado por Ayako e Mai, querendo avançar em Yasuhara enquanto este apenas sorria

– Pare com isso não está vendo que ele só está te provocando? – Ayako disse

– Bou-san afinal de contas o que aconteceu eu só ouvi o grito de Ayako mas não sei o que houve – Mai disse

– Eu e Yasuhara estávamos organizando nossas coisas no quarto as malas estavam em cima da cama não sei como mas ele deu um jeito de cair e me levo junto, acabamos caindo em cima da cama foi quando Ayako abriu a porta e como se não bastasse ele ficou fingindo que estávamos fazendo coisas estranhas e ainda levantou minha blusa – Takigawa disse e ficou ainda com mais raiva quando lembrou

Mai e Ayako não aguentaram e explodiram em gargalhadas

– Ayako até você? – Takigawa disse incrédulo

– Desculpe *risos* eu não queria – Ela disse e depois de alguns minutos se acalmou

– Yasu que maldade – Mai disse chegando perto dele e falando baixo

– Foi o único jeito que eu achei de ganhar nossa aposta

– Eu não achei que você estava falando sério e a aposta era surpreender Bou-san e Ayako mas não achei que fosse dessa forma

– Seja como for matei dois coelhos com uma cajada e eu ganhei ingressos para esquiar com um acompanhante – Yasuhara disse sorrindo vitorioso

– Sim..sim.. eu te dou quando voltarmos

John, Masako, Madoka e Lin estavam só olhando não querendo participar da confusão e Naru estava observando tudo com uma enorme dor de cabeça

– Se já acabaram com as brincadeiras infantis podem começar a fazer algo de útil – Naru disse e a atenção foi voltada para ele

– vamos nos separar em 3 grupos Hara-san, Brown-san e Matsuzak andem pela cidade e veja se Hara-san pode sentir alguma coisa principalmente na área onde as pessoas foram encontradas, Mai, Takigawa e Yasuhara irão falar com os parentes e amigos próximos para ver se as pessoas que morreram tem algo em comum, Eu, Lin e Madoka vamos instalar as câmeras em alguns pontos da cidade – Naru disse

Que sensação foi essa de repente? é como se eu estivesse sendo vigiada por algo agora nesse momento Mai estava absorta em seus pensamentos que não ouviu que todos estavam a chamando cerca de 5 minutos

– MAI ACORDA – Takigawa disse pegando ela pelos ombros e balançando a garota feito uma boneca

– Bou-san o que você está fazendo? – Mai perguntou depois dele ter parado

– Desculpe Mai mas você não acordava de seus pensamentos não importa o quanto agente te chamasse

– É eu já estava começando a me preocupar – Ayako disse

– Eu estava apenas lembrando de algumas coisas não é nada de mais

– Se é assim vamos logo porque não quero entrar pela noite indo de porta em porta – Takigawa disse puxando Mai antes deles saírem da Base Mai percebeu que Naru estava olhando para ela É claro que ele não vai deixar essa passar Mai pensou

– Mai você pode me lembrar mais uma vez o porque de eu estar na mesma equipe QUE ELE – Takigawa disse apontando para Yasuhara que fingia não estar ouvindo

– Bou-san sei que ainda está com raiva mas tem que se acalmar e agir profissionalmente por ora – Mai disse quando chegaram na porta de uma casa, bateu na porta e esperou para abrirem

– Olá eu poderia falar com a senhora um minuto? – Mai perguntou quando uma senhora abriu a porta

– Do que se trata?

– da morte de seu filho – Mai disse calmamente

– Por favor entrem

– Sei que esse é um assunto delicado mas acho que você sendo uma mãe queira saber o que causou a morte de seu filho – Mai começou

– Você está certa eu ainda não acredito como um menino tão saudável poderia ter falecido de uma hora para outra – A senhora falava com um leve sorriso ao lembrar de seu filho

– Você pode nos falar um pouco do seu filho? – Yasuhara perguntou

– Ele tinha 17 anos se alimentava bem, não tinha qualquer tipo de doenças era muito raro até mesmo pegar uma gripe tinha amigos e eles saíam muito um dia ele saiu e disse pra mim que voltaria em poucas horas mas.. anoiteceu e o dia veio junto com a noticia de que ele tinha sido encontrado morto próximo a uma rua que é um pouco deserta – Ela disse com as lágrimas escorrendo pelo seu rosto

– Muito obrigada por deixar agente entrar e ter nos contado sobre seu filho – Mai disse segurando a mão da senhora

– Eu que agradeço por ter escutado

Eles saíram dali e foram em direção a próxima casa

– Masako você ainda não sentiu nada? – Ayako perguntou impaciente faziam quase uma hora que elas estavam andando

– Não e isso é que é estranho pois deveria pelo menos haver almas vagando por aqui pois é normal

– O que você quer dizer? – Ayako perguntou

– aqui simplesmente não tem nenhuma alma a cidade está completamente vazia de espíritos vagantes

– Isso realmente é estranho – John concordou

Naru, Lin e Madoka colocaram as câmeras em pontos estratégicos em lugares altos para ter uma visão melhor do local, as câmeras não estavam muito longe de onde estavam hospedados pois ela perderia o sinal

As 18:30 todos já haviam chegado na Base a equipe que demorou mais foi a de Mai pois eles tinham que ir de casa em casa falar com cada família o que não era poucas

– De acordo com as informações que temos nenhuma das pessoas que morreram tem muitas características em comum elas eram crianças, jovens ou adultos mas o que chama a atenção é que eles tinham de 14 á 35 anos – Yasuhara disse

– E você Hara-san?

– Eu não tive nenhuma sorte, essa cidade é estranha nós andamos muito mesmo assim não achei sequer um espírito – Masako disse

– Mai e você tem sentido algo? – Naru perguntou

– Agora que você falou..espera ai só um minuto – Mai disse indo até um canto que tinha uma caixa com papéis e tinta dentro

– O que você está fazendo ?

– Shh...não me interrompa – Mai tirou um papel todo branco e uma tinta preta de dentro da caixa junto com um pincel e fez um simbolo no papel, se levantou e o colou na porta enquanto todos a observavam com curiosidade

– Ayako assim está certo? – Mai perguntou apontando para o papel na porta e Ayako confirmou com a cabeça, Mai fez mais três e os colou um em cada parede

– Pronto assim me sinto bem melhor – Mai disse sentando no sofá

– Antes que perguntem o que é isso eu vou logo dizer, hoje mais cedo quando estávamos aqui senti um desconforto como se alguém ou alguma coisa estivesse nos observando enquanto conversávamos então eu fiz esse feitiços de proteção que Ayako me ensinou na semana passada o meu não é tão eficiente quanto o dela mas por ora isso vai servir

– Masako você sentiu alguma coisa? – Ayako perguntou

– Não mas parando para pensar eu sentir algo estranho também mas achei que fosse coisa da minha cabeça

– Matsuzaki-san você pode fazer mais desses feitiços alguns para a Base e outros para ficarem com cada um de nós é melhor prevenir do que remediar enquanto não sabemos o que se passa – Naru disse

– Não tem problema posso fazer

Na escuridão profunda onde ninguém pode o ver ele observava a equipe SPR até não conseguir enxergar mais nada

– Esses pirralhos são interessantes talvez eu possa me divertir de verdade pela primeira vez em décadas

Notas finais
Reviews????
Agradeço a todas vocês que estão acompanhando a Fic mesmo eu tendo demorado a postar
mas seus problemas acabaram chegou o pc e agora eu posso postar =D
#Próximo cap 19/1 #
outro noticia boa ainda não to de férias mas assim que eu ficar terei mas tempo de escrever e postar os cap's