Memórias Esquecidas
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Eai pessoas essa é minha primeira Fic espero que gostem
Leiam&Divirtam-se
É mais um dia como qualquer outro no escritório SPR, o dia estava brilhante sem nenhuma nuvem no céu,as pessoas iam e vinham conversando e rindo umas com as outras, as crianças brincavam no parque com seus pais ou com outras crianças
Ótimo Mai pensou, o dia estava lindo e enquanto outras meninas de sua idade estavam se divertindo indo a encontros, ao cinema ou em qualquer outro lugar, ela estava aqui entendiada sem nada pra fazer no escritório com os dois homem mais estoicos que ela já conheceu em sua vida
Já fazem 3 anos que ela trabalha na SPR, desde o caso que Naru aceitou na sua escola e a contratou pra trabalhar a meio período e fazia 3 anos também que ela ganhou uma nova família
SPR é constituída assim:
Shibuya Kazuya ou Naru (apelido dado pela sua assistente como diminutivo de narcisista) como o chefe
Koujo Lin (tutor de Naru e seu assistente)é um forte onmyoji que possui várias habilidades de exorcismos paranormal juntamente com seus shikis (espíritos que ele conquistou e pode então controlar)
Takigawa Housho um monge budista a meio período e no outro é guitarrista de uma banda, ele é uma espécie de irmão mais velho para Mai
Matsuzaki Ayako uma sacerdotisa, seus poderes de exorcismo são mais fortes quando ela extrai a energia dos espíritos de árvores vivas, ela se parece com uma figura materna sempre se preocupando e cuidando de Mai
John Brown um padre australiano, seu exorcismo é a meio da pulverização de água benta enquanto recita algumas passagens da Bíblia
Hara Masako uma médium , pode sentir espíritos e suas naturezas (além de ser rival de Mai na vida amorosa)
Yasuhara Osamu um estudante universitário que ajuda nos casos por meio de pesquisa e por último
Taniyama Mai assistente a meio período possui ESP que inclui sonhos pós-cognitivos, clarividência e projeção astral
Voltando ao presente..
– Mai chá – com um suspiro saiu de sua mesa e foi para pequena cozinha
Abrindo o armário passou os dedos nos mais variados tipos de de chá e finalmente encontrou o que queria o Earl grey, pegou a chaleira e ligou o fogão, tirou 3 xícaras do armário ao ouvir o som da chaleira apitando desligou o fogo e despejou o liquido e o chá nos copos e um pingo de limão
Colocou uma xícara de chá na própria mesa depois foi ao escritório de Lin bateu na porta para avisar que estaria entrando colocou a xícara em frente ao homem chinês, recebendo um aceno de cabeça (como um obrigado) dando-lhe um sorriso caloroso saiu de lá e foi ao escritório de seu chefe (ao qual ela ainda é apaixonada )
Bateu na porta e quando recebeu um "entre" como resposta, entrou com o mesmo sorriso que saiu do escritório de Lin abaixou o copo na mesa e ficou ali de pé esperando.. esperando...
– O que é Mai? sei que sou bonito mais não precisa ficar ai parada me olhando – Naru disse com um sorriso arrogante
O rosto de sua assistente ficou vermelho de raiva, ele sempre gostou de provoca-lá e ver seu rosto corado a tonalidade vermelha deixa ela muito mais bonita do que ela já é mas ele nunca iria admitir isso em voz alta
– V-Você...bastardo, idiota, narcisista não custa nada dizer obrigado
– Mai você sabe que isso não vai acontecer pare de perder meu tempo e vá fazer algum trabalho
– Não quero e eu não vou sair daqui até receber um agradecimento – Mai ficou ali teimosamente batendo o pé como uma criança
– Acho que devo lembrar-lhe que você é minha assistente e posso reduzir seu salário a qualquer momento
– URG! – sabendo que não vai ganhar essa luta virou-se para deixar o escritório
– Mai – olhou para ele com os olhos cheios de esperança mais ela se foi rapidamente com o que veio a seguir
– Chá
– O qu- – olhou para mesa onde tinha deixado o copo momentos atrás e com certeza ele estava vazio eu nem vi ele tocando no copo sem mais nada a dizer saiu batendo a porta com um estrondo
O material dessa porta é realmente de boa qualidade Naru pensou voltando a olhar para a papelada dos possíveis próximos casos
– Bem vindo ao Shibuya Psychic Research como posso ajuda-lo ? – Mai perguntou em sua voz habitual alegre
– Olá, eu queria fazer um pedido
Um homem aparentemente de meia idade perguntou gentilmente mas dava para notar a preocupação e medo em sua voz ele tinha cabelos vermelhos que estavam brancos nas sua raízes e olhos lilás com pequenas rugas ao redor no seu lado estava um rapaz da altura de Naru com os cabelos louro escuro e olhos castanhos em torno de seus 20 anos muito bonito Mai pensou distraída perdendo o olhar que o garoto estava dando a ela
– Sente-se por favor senhor
– Fujisaki Saito e meu filho Fujisaki Souske – mas eles nem se parecem Mai pensou olhando o pai e o filho
– Ele puxou para minha esposa por isso não parece comigo – Saito disse como se lesse sua mente com a pergunta não formulada, Mai corou envergonhada será que sou tão fácil assim de ler?
– Espere aqui Fujisaki-san vou chamar meu chefe o Sr.Shibuya – é claro que ela não gostava de chama-lo assim mas tem que manter o profissionalismo com os clientes
Foi ao escritório de Naru e bateu duas vezes na porta antes de abri-la
– Naru temos um cliente, seu nome é Fujisaki Saito e seu filho Fujisaki Souske vou chamar Lin-san – saiu e foi ao escritório de Lin.
– Lin-san temos um cliente – voltou à sala onde Naru já estava com seu caderno de anotações (preto) típico de Naru
– Fujisaki-san você aceitaria um chá?
– Ah me chame de Saito não gosto de formalidades e sim eu gostaria
– E voc-
– Me chame apenas de Souske e sim eu gostaria de chá senhorita
– Me desculpe eu nem me apresentei sou Taniyama Mai
– Mai-chan um lindo nome assim como você – pegou sua mão e beijou-a suavemente não percebendo o brilho de morte enviado em sua direção de um certo narcisista
Naru esta ali aparentemente sem expressão mais por dentro sentido uma súbita vontade de pegar aquele garoto e joga-lo pela janela só por estar beijando a mão de Mai, infelizmente ele não podia pois era um cliente
Isso acontece toda vez que um garoto está em torno de Mai, não entendendo exatamente o porque de estar com essas emoções empurrou os pensamentos de lado e tentou concentrar-se no trabalho, Mai tirou timidamente a mão das dele e foi para cozinha
Lin sorriu discretamente vendo a briga interna que seu amigo estava tendo é claro que ele sabia decifrar todas a expressões de Naru mesmo as mais sutis delas afinal não é a toa que eles se conhecem a tantos anos e Lin sabia que a causa disso era uma certa menina de cabelos castanhos
– Comece – Naru disse friamente deixando o homem nervoso
Nesse momento Mai volto com uma bandeja que tinha 5 copos e deu um copo pra cada
– B-Bem, nos mudamos pra essa casa em okinawa á 1 ano compramos ela porque fica em um lugar pacifico e calmo seria bom o suficiente pra mim e minha família ignoramos os comentários dos moradores da área de que ela seria Mal-assombrada, no começo não aconteceu nada de estranhos mais 6 meses depois de estarmos lá houve essas coisas estranhas
– O que exatamente? – Naru perguntou um pouco impaciente pela demora ele é do tipo que quer ir direto ao ponto
– As portas dos armários e as janelas da casa abrem e fecham sozinhos e eu tenho certeza que não é o vento que faz isso, ouvimos barulhos de passos lá embaixo mas quando vamos ver não há nada lá e escritas de sangue na parede dizendo Eu vou encontra-lá e á 2 meses minha esposa e minha filha foram agredidas, minhas esposa foi empurrada da escada ela torceu o tornozelo e bateu a cabeça tivemos que tê-la em observação no hospital durante uma semana
– Não foi um simples descuido ou algo assim ?
– Tenho certeza que não, pois havia marcas de uma mão na sua costa e minha filha foi puxada pela perna enquanto caminhava pelo corredor e arrastada até ficar inconsciente ganhando ferimentos e contusões por todo o corpo teve que ficar no hospital durante alguns dias para tratar dos ferimentos, por favor Shibuya-san aceite meu pedido – terminou com um sorriso triste no rosto e algumas lágrimas ameaçando a cair
Mai olhou para Naru implorando com os olhos para que ele aceitasse o caso do homem que estava ali, depois de alguns minutos pensando finalmente disse
– Mai ligue para todos e diga para estarem aqui amanhã ás 9:00hrs e arrumar as malas para 1 ou 2 semana – Naru disse e olhou para Saito
– Separe 3 quartos um para as mulheres do meu grupo outro para os homens e o último para montarmos nossa base, estaremos lá amanhã por volta das 11:00hrs deixe seu telefone de contato e endereço com minha assistente – Naru disse se levantando do sofá e apertando a mão de Saito que agora tinha um sorriso no rosto.
– Muito obrigado Shibuya-san estarei esperando-os amanhã então – fez um profunda reverencia como um agradecimento por levar o seu caso
– Então nos veremos amanhã Mai-chan – Souske disse pegando a mão de Mai e estava prestes a beija-la quando Naru ficou na frente de Mai e bateu na mão do garoto os dois ficaram se encarando por o que pareceram horas mais na verdade foram apenas alguns segundos até ouvir o som de alguém limpando a garganta foi Lin
– Vamos embora Souske não quero ocupar mais o tempo de Shibuya-san – percebendo o clima que estava se formando pegou no braço do filho e o arrastou até porta fez outra reverencia dessa vez é de desculpa pela ações de seu filho e saiu
– Obrigado Naru eu estava me sentindo um pouco desconfortável – Mai disse
Naru aproximou-se e ficou na frente de seu rosto ele estava tão perto que ela podia sentir sua respiração e nesse momento ela sabia que o rosto dela era tão vermelho quanto um tomate
– Não tem problema Taniyama-san, eu só não quero meus empregados se envolvendo com pessoas que eu não aprovo – falou com a voz rouca e se afastou indo para seu escritório deixando uma Mai extremamente confusa e desapontada com o comportamento de seu chefe
Recuperando a compostura decidiu ir ligar para avisar a todos sobre o próximo caso
Notas finais
eu sei que o capitulo não foi grande coisa mas prometo que ficará mais interessante nos próximos
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