Notas iniciais
Minha primeira fanfic aqui neste site!
Espero que gostem ^^
No final coloco o significado de algumas coisas insinuadas no capítulo.
Espero que gostem

Gostaria de lembrar da ultima vez que consegui conversar com outra pessoa...

O sol estava mais forte do que o costume, ficar ali só faria o processo acelerar e ser obrigado a trocar as faixas que cobriam todo o seu corpo. Não tinha outra escolha, olhou para dentro de sua bolsa podendo ver uma maça que estava mostrando sinais de que estava estragando e algumas folhas de papel enrolados a uma caneta. Seus únicos pertences a algum tempo. Com isso em mãos saiu da cabana abandonada que estava e seguiu rumo a floresta, onde tinha certeza de que estaria mais fresco.

Não gostava de andar pela floresta, como não andava muito por ali, não tinha como ter ideia do que poderia encontrar, no mundo onde Deus abandonou a todos, ninguém conseguia ter mais certeza de nada. Mais pelo menos aquele local mostrava estar como da última vez. Arvores diversificadas com nomes que ele não conseguia relembrar, cobriam o local, fazendo com que se pudesse ver apenas pequenos fragmentos do céu, folhas secas cobriam a estrada fazendo com que qualquer pessoa possa ficar perdida se não tomasse cuidado de procurar a tilha que se escondia por ali. As vezes se podia ver algum pássaro passar por ali mais nenhum animal até hoje ele pode ver, muito menos um ser humano.
A última vez que tinha entrado em contato com outra pessoa tinha se perdido em sua cabeça, apenas pequenos fragmentos de sua vida antes de viver ali, habitavam suas memorias, e buscava deixar essas lembranças bem enterradas em sua mente. O que menos queria era lembrar de que ele não devia estar mais neste mundo. O que queria agora era de esquecer tudo e apenas ouvir som do vento carregando as folhas e batendo nas arvores que se sincronizava aos pássaros que cantarolavam quando passavam. Devia ter trazido o instrumento de corda que havia construído a um tempo.
Mais seus pensamentos foram quebrados ao ouvir um barulho diferente, conhecia aquele som mais não conseguia se lembrar de onde ou quando teve a chance de escutá-lo antes, sem pensar duas vezes correu floresta a dentro, esquecendo de verificar seu rastro. Devia ser um animal e pela fraqueza do som, era um filhote ou um animal ferido. Mais ao chegar perto, pode ouvir um outro som que conseguia esconder o outro. Este ele pode reconhecer, não era o som da floresta ou de um animal, era humano, uma canção de ninar. Era impossível haver um humano por aquela área da floresta, a cidade mais próxima era a quilômetros dali mais ao chegar perto pode ver três filhotes de gato completamente negros observarem o quarto de seu grupo sendo carregado no colo por dois braços humanos que balançavam de um lado para o outro enquanto o dono deles mostrou ser o responsável pela melodia.
Ele não conseguia ver direito por causa das árvores ao redor e quando se deu conta, estava chegando mais perto e como era impossível não fazer barulho por causa das folhas, o dono da voz o percebeu e se virou o deixando mais surpreso ainda. Era uma garota que mais parecia uma boneca com seu cabelo loiro ondulado e seus olhos azuis mar que o encaravam assustados e prontos para dar um grito mais que se conteve ao olhar para o gato branco que estava em seu colo e se enrolava em sua blusa enquanto tirava uma bela soneca.
- Por favor não me machuque. Eu não tenho nada. — Ela disse com a voz tremendo e ele só pode olhar para ela confusa.
- O que ? Espere eu!
- Por favor, não abuse de mim. Só tenho 14 anos e
- Eu não sou um ladrão nem um viajante
- Eu sei lutar e... não é um ladrão ? Nem um viajante ? — Ela exclamou quase acordando o gato com o pulo que dera e ele não conseguiu se mover, não conseguia saber como reagir, fazia muito tempo que falara com uma pessoa então ela com um olhar avaliador teve que reagir primeiro. — Mais então, o que um garoto faz no meio da floresta ?
- Garoto ? — Ela repetiu, já devia ter mais de 35, não se olhava no espelho a muitos anos, mais agora recordava que ainda devia ter a aparência de alguém da idade dela. — Não acha que é mais estranho voce está aqui ? A cidade fica a mais de 2 quilômetros daqui.
- 2 quilômetros ? Eu corri tudo isso ? Sério ? — Ela exclamou fazendo o gato no colo dela acordar e a fazer prestar atenção nele. Aquela garota devia estar perdida e pela aparência dela, não estava ali naquela floresta pelos mesmos motivos que ele.
- Sim voce correu, e devia voltar com esses gatos antes que preocupe alguém.
- Ué ? Eles não são seus ? — Ele teve que erguer uma sobrancelha como resposta enquanto ela continuava a prestar atenção apenas ao gato em seu colo enquanto os outros tres começavam a rodear os pés dele, deviam achar aquilo tudo uma brincadeira. — Tadinhos! Foram abandonados aqui...
- Leve-os para casa e vá embora. — Ele falou e ela olhou para os gatos que rodeavam os pés dele e mostrou um olhar de pena.
- Não posso, meu pai vai me matar se eu levasse eles. Tem algo de comer ai ? — A garota falou se agachando e colocou o gatinho branco junto dos outros que se uniram a ele começando a brincar um com o outro enquanto ele só pode a olhar confusa.
- Acha que vou ter comida pra gato ?
- tem nada de comer ai ? Anda logo!
- Voce está falando sério ? — Quando virou o rosto para ele estendendo a mão, mostrou não estar de brincadeira.
- Voce não tem nada nessa bolsa ai ? — Ele tinha esquecido que carregava aquela sacola surrada em seu ombro e soltou um suspiro ao abri-la e pegar a maça que mostrava ja estar perto de estragar e deu na mão dela que fez suas sobrancelhas encolherem quando o pegou.
- Isso é muito duro, são pequenos demais para comer isso. E isso ta quase estragando! Quem comeria isso ? — Disse tacando a maça para bem longe e ele observou o fruto sumir de sua vista, gostava de manter ela dentro da bolsa pois o fazia relembrar seu lado humano, mesmo sabendo que nunca iria come-la.
- Não precisava fazer isso. E voce espera que eu faça o que então ?
- Não posso levá-los. Voce vai largar eles aqui ? — Ao ouvi-la, olhou para baixo vendo os três gatos pretos ficarem se enroscando na perna dele e o branco deitar entre as pernas da garota. — Sabe onde se possa beber água ? — Ela falou, e ele soltou um suspiro, o pouco de humanidade que ainda tinha não o permitiu abandonar aquela cena sem fazer algo.
Há um tempo atrás, estava andando pela floresta tranquilamente, apenas apreciando a natureza como fazia a um bom tempo. Agora estava guiando uma garota e 4 gatos ate uma lagoa que tinha visto a um tempo. Não se importava muito com água, nem com comida, ja que seu corpo não necessitava mais disso.
- Voce vive na floresta ? — Ela disse correndo um pouco para ficar do lado dele e os gatos fizeram o mesmo, a roupa dela, uma blusa branca de manga comprida com babados na parte da cintura e uma saia plissada azul agora, tinham várias manchas de terra por ter ficado se sentando no chão e carregando aqueles gatos. Tinha que tomar cuidado com isso, não queria ter que trocar a roupa e nem as faixas tão cedo. — Não vai responder ?
- Pode se dizer que vivo aqui. Moro numa cabana aqui perto.
- Sozinho ? Legal. Queria poder viver assim, bem longe daquela cidade. — Ela resmungou parando ao ver que o gatinho branco mostrava estar cansado e o pegou e ele parou junto, estavam perto pelo que lembrava mais não era isso que o perturbava. Dentro dele ele sempre teve vontade de voltar a cidade, mais não podia do jeito que estava agora, pessoas como ele não eram bem recebidas na cidade dela.
- Viver sozinho não é uma coisa tão boa assim. Não tem ninguém que voce deseje...
- Não tem ninguém naquela cidade que eu desenvolva algum tipo de afeto. Nem ao menos encontro uma que mereça isso. Eu odeio aquela cidade e todos que moram nela. — Ela falou e ele pode ver que o mar que brilhava aos olhos dela tinha desaparecido e se tornado um rio sujo. — Mais acima de tudo, eu odeio Deus, aquele covarde. Vem Espoir. — Ela disse fazendo seus olhos voltarem ao normal e pegou o gatinho.
- Espoir ? — Repetiu as palavras dela que agora deu alguns passos a frente dele pois ja tinham avistado o lago a frente.
- Sim, todos precisam de um nome certo ? Nem me apresentei né ? Me chamo Megumi, e voce ? — Ele parou enquanto ela seguiu caminho, seu nome ele havia enterrado no fundo de sua memória a muito tempo, desde que se afastara da humanidade e começou a viver ali, o seu nome era uma das coisas que menos se importara, não se precisa de um nome quando voce esta sozinho. Tentou lembrar, mais nada relacionado a um nome veio a sua cabeça a única coisa que viu foi a si mesmo, uma pessoa coberta de faixas que deixavam a mostra, pequenas partes de sua pele pálida, uma boca, um nariz e apenas um de seus olhos castanhos além do cabelo castanho que agora batiam em seu ombro.
A garota o ignorou em seus pensamentos e correu a frente indo ate o lago onde deixou os gatos e beberem água e soltarem miados mais firmes que antes. O local era cercado por árvores, mais ali perto devia ter um rio que se conectava aquele lago. Ela se levantou indo ate ele e pareceu ficar o observando. Não devia ser uma imagem bonita a que ela via agora, mais com as expressões que tinha no rosto, não pode identificar o que ela sentiu ao vê-lo.
- Voce ainda não me disse seu nome.
- Hanter, meu nome é Hanter. — Ele falou, foi a primeira palavra que veio em sua cabeça que conseguia o descrever de certa forma, mais ela o olhou confusa.
- Hanter ? É um nome bem diferente.
- Vai ficar reclamando do meu nome ? Voce devia voltar pra casa.
- Não gosta de minha companhia ?
- Não gosto, o que vai fazer ? — Megumi o olhou mostrando estar chateada mais nesse instante os quatro gatos começaram a contornar as penas dele ate que os três que eram pretos se viraram para ele o encarando e pode perceber que eles tinham algumas diferenças. O da ponta da direita tinha os olhos dourados, o do meio uma mancha branca em volta do olho enquanto o outro tinha os olhos dourados e a mancha branca junto.
- Passé, Présent e Avenir. — Os três gatos miaram junto e sairão andando.
- Pensei que não ligasse muito para eles mais os esta dando nomes. Qual é o seu problema Hanter ? Sera que tem vergonha ou medo de garotas ? — Falou a garota mostrando estar brincando com ele o que fez ele erguer uma sobrancelha. Aquela garota o estava irritando. — Bom, daqui a pouco, vai anoitecer. Vou para casa ja que não sou bem vinda. Vigie os gatos se não eles podem se afogar. — Ordenou, enquanto procurava a tilha que tinha vindo e foi andando até ela.
- E se eu não quiser os vigiar ?
A garota se virou para ele abrindo um sorriso que ela não havia mostrado ainda naquele dia, algo que ele também não pensava ou lembrava de ter feito desde que fora morar ali, um sorriso amigo e de confiança.
- Voce vai. — Ela falou e saiu correndo pela trilha em silencio e em pouco tempo havia desaparecido.
Ela não havia se despedido deles, não esperava os encontrar de novo provavelmente. Se voltasse a passar por ali, não seria para encontrar ele ou os gatos. Com o sol se pondo, sua vida havia voltado ao que devia ser, mais ao ver os gatos brincarem com a água percebeu que sua vida silenciosa havia se modificado um pouco.
- Voce realmente tomou conta deles. — Disse uma voz feminina que ele pode perceber que era da garota. Abriu os olhos com dificuldade, já era de manhã e ele estava encostado em uma árvore com os quatro gatos cochilando ao redor dele e Megumi que estava na frente dele se segurou para não rir.
- Mais que cena fofa. Pena que não dá para guardar. — Ele a encarou de forma seria mais ao invés de responder, soltou um bocejo, não se lembrava direito do que tinha feito na noite anterior depois daquela garota ir embora e que agora estava ali querendo rir da situação.
- O que está fazendo aqui ?
- Não existe nenhuma lei que me proíba de passear pela floresta. Me diz Passé, o tio Ghost cuidou bem de voces ?
- Tio ? — Ele exclamou e a viu acariciar a cabeça do gato de olhos dourados que respondeu com um bocejo e voltou a dormir ali.
- Que horror! Estão com um comportamento similar ao seu.
- Qual é o problema com o meu comportamento ?
Não houve resposta, Megumi apenas se sentou e colocou no chão uma bolsa que carregava e tirou dela duas garrafas com um liquido branco dentro e uma tigela onde colocou um pouco e num pulo, os quatro gatos acordaram e foram a tigela.
- Tadinhos, estavam com fome. — Disse acariciando a cabeça do branquinho enquanto tomava leite.
- O que é isso ?
- Agua suja. O que parece pra voce ? É leite. Filhotes necessitam disso. — Ele sabia o que era mais não se recordava do nome, fazia anos que não colocava nada em sua boca pois o sentimento de ter fome também havia desaparecido junto. — Isso deve bastar por hoje. Amanhã trago algo mais gostoso. Podem esperar.
- E como voce pretende... — Antes que terminasse ela tirou da sacola um pedaço de algo marrom por fora e branco por dentro e o estendeu para ele.
- Só deu pra pegar isso, mais amanhã te trago algo melhor. Na floresta não deve ter pão né ? — Ela falou mantendo o pão estendido para ele que ficou encarando aquele alimento confuso, ela havia trago algo para ele também. Ela esperava encontrar a ele e os gatos juntos ali quando voltasse. — Eu sei que é pouco mais pega. Ou voce não quer aceitar por não gostar de mim ?
- Eu nunca disse que não gostava de voce. — Ele respondeu sem pensar e pegou o pão da mão dela ficando a olhá-lo em sua mão, era macio e se quisesse o esmagaria em sua mão mais apenas o guardou em sua bolsa surrada. — Só acho voce estranha.
- Isso todo mundo pensa de mim — Disse com a cara emburrada — Não vai comer ?
- Vou guardar para quando sentir fome. — O que seria nunca, mais preferiu não comentar sobre isso, ela não devia saber diferenciar pessoas normais de pessoas como ele, o que era estranho para pessoas que viviam naquela cidade. — Voce disse que vai trazer mais amanhã, voce trabalha ?
- Bom, trabalhar não trabalho. Mais tenho algo que posso utilizar para ganhar dinheiro.
- Não seria seu corpo certo ?
- Claro que não! Seu tarado! O que ta pensando em fazer ?
- Foi apenas uma brincadeira. Calma. — Ele falou irritado e ela se levantou.
- Voce tem que aprender a brincar então. — Resmungou e começou a respirar de forma lenta e ao abrir a boca novamente começou a cantar algo parecido com a melodia que ela ressoou para os gatos no dia anterior.
- Por muito tempo, a luz da aurora, a escuridão, vem me tomar, silenciosamente, segurando, Nas profundezas de um mundo silencioso, há muito tempo, tudo o que permaneceu, um coração partido. Adeus.
Memórias de dias melhores, trancado dentro da esperança de que vamos lembrar, algum dia poderemos acordar para encontrar, o nascer do sol...
A voz dela o paralisou, tinha certeza que em sua vida, não tinha escutado uma voz tão bonita, se tivesse ouvido alguma vez, se lembraria. Mesmo sendo uma lembrança de sua época quando ainda era uma pessoa normal e vivia na mesma cidade que ela.
- Lindo... Voce sempre foi da cidade ?
Ela parou de cantar e soltou um suspiro ao voltar a se sentar colocando um pouco mais de leite para os gatos.
- Deveria ser mais fácil se eu sempre vivesse naquele lugar. Meu pai era construtor, mais no vilarejo em que vivíamos antes as pessoas ja tinham vivido o suficiente ao ponto de não desejarem construir mais nada. Viajamos em busca de algo melhor e encontramos essa droga de cidade. A nossa vida está melhor mais as pessoas daqui são iguais a da antiga cidade. As pessoas hoje e dia parecem tão...
- Desumanas ? Tristes ? — Ele falou sem pensar e ela parecia não ter percebido, apenas ficou olhando para os gatos bebendo o leite.
- Deve ser esta a palavra. Este mundo é uma droga. Queria morrer logo e ser enterrada por um hakamori.
- Não fale isso!
Ele gritou assustando a ela e aos gatos e colocou a mão no cabelo tentando esconder a cara, demonstrando que estava nervoso. Hakamoris, o último milagre de Deus, criaturas nascidas para fazer as almas desse mundo descansarem em paz, e que ele fugia deles desde que se tornara o ser que era.
- O que voce quer que eu faça então ? — Ela falou parecendo que ia chorar mais nenhuma lágrima saia de seus olhos. — Como posso viver nesse mundo podre, onde ninguém acredita em nada ou deseja e sonha coisas para o seu próprio futuro ? Se não quer que eu deseje minha morte. Me diz!
- Seja diferente — Seja o que eu nunca tive coragem de ser quando ainda era uma pessoa normal, ele pensou e olhou para os quatro gatos que o encaravam de forma curiosa. — Sorria, grite, chore, cante, sonhe, deseje, sinta. Viva e quando o dia sua morte chegar, chore mais continue a viver ate o último momento.
- Morrer mais viver ? — Ela falou interrompendo o pensamento dele e antes que ele reagisse ela começou a rir alto, se não estivessem a quilômetro de outra pessoa, elas poderiam escutar as gargalhadas daquela garota. — Só nesse mundo para alguém dizer algo assim e ter sentido. Pois bem Hanter, voce me convenceu. Viverei — Ela falou recuperando o folego e quando conseguiu pegou a mão dele, a pele dela era quente mais suave, o fez perguntar quando foi a última vez que pode tocar alguém daquela forma. — Mais voce vai me ajudar.
Ela interrompeu os pensamentos dele novamente e dessa vez fez ele recuar assustado.
- Te ajudar ?
- Claro! Naquela cidade nunca que poderei viver da forma que voce disse. Voce, é o único que poderá me ajudar a ter uma vida sem arrependimento.
As últimas palavras dela ecoaram em sua cabeça, uma vida sem arrependimentos, o fez pensar no porque ele estava ali, mais o seu medo de lembrar do passado o impediu de seguir adiante com seus pensamentos. Ela Continuou a segurar a mão dele com força e percebeu que ela estava com os olhos brilhando de esperança. Ele abriu um pequeno sorriso em sua face que surpreendeu a garota.
- Que sorriso é esse ? vai me ajudar ou não ?
Ela exclamou o olhando com uma sobrancelha erguida, aquela garota, ela poderia o fazer morrer em paz.
- Está certo.
Gostaria que o tempo pudesse ter parado nessa semana...

Notas finais
Melodie de la mort significa Melodia dos mortos em francês
Hanter significa fantasma em francês
Passé, Présent e Avenir significam passado presente e futuro em francês respectivamente
Espoir significa esperança em francês.
Uma coisa interessante a comentar é que no francês o acento agudo tem um som parecido com o acento circunflexo para nós.

Me desculpem por qualquer erro de digitação ou acentuação mais espero que estejam gostando.
A historia vai se dividir em três capítulos que talvez eu poste hoje mesmo ou amanhã.
Merece um comentário ??? *-*