Acordei muito cedo aquele dia, eu morava em um pequeno apartamento em Nova York, junto com Katarina, em nosso apartamento todos os cômodos eram muito pequenos menos a biblioteca que e cercado de livros, dos mais diveroso tamanho tipos capas e gêneros de conhecimento arcano, deve ser estranho ouvir isso, mas já estou acostumado.

Logo quando me levantei me deparei com Katarina fazendo meu café da manha, ela ainda estava de camisola e eu podia ver sua perna de bode, seus cabelos loiros cacheados combinavam com seu belo rosto e olhos amarelos como os de um gato, estava acostumado com sua perna pois, Katarina é uma empusa , minha mãe Hecate a deixou tomando conta de min como minha tutora legal, já que meu pai falecera a muito tempo, katarina nunca me fez mal mais ao contrario uma vez fui atacado por um bando de Cães espectrais , esse tipo de animal surgiu depois que Tifão apareceu dizem que eles nasceram do sangue que foi derramado mais acho que é mentiria então Katarina me ajudou a me defender dos Cães e sem ela acho que estria morto .

Logo cheguei a mesa e puxei uma cadeira e me sentei Katarina me trouxe um prato com algumas torradas geleia e um copo de suco de laranja.

-Esta animado, com o baile de inverno em marcos? – perguntou katarina enquanto se sentava do outro lado da cadeira.

-Mais o menos, é que me deixaram encarregado de toda a parte elétrica e de som então vou ficar naquele ginásio a manha inteira. Nem sei se eu mesmo vou ir para o baile. –dizia isso enquanto terminava meu suco

-Por que não leva a Nádia? – ignorei Katarina, pois ela cismava que deveria fazer tudo junto com a Nádia, mas por certo lado ela estava certa sempre estávamos juntos, uma vez ela saiu e deixou a porta trancada com nos dois juntos, porta que não foi tão difícil abrir , Katarina na maioria do tempo tentava ser meu cupido com a Nádia, e achava que nenhum de nos dois percebíamos

Fui até o espelho da sala para ajeitar meus cabelos, agora pude ver meu rosto o que não fazia á muito tempo meus meu cabelo preto, estava como sempre bem cortado, meus olhos escuro como a noite, e minha pele clara como a lua, estava usando uma camiseta preta e minha calça jeans e duas luvas de corou sem os dedos o presente de Nádia ela me deu assim que entrei no acampamento.

-até daqui a pouco Katarina. –disse enquanto pegava minha mochila que estava encima do sofá e saia pela porta Katarina nunca reclamava do que fazia podia destruir a casa desde que nunca parasse de estudar.

Sai correndo de casa era muito próximo da minha escola estava quase vazia, pois a maioria dos alunos estava fazendo piqueniques, devido o feriado do dia do trabalho, estudava na mesmo escola que Nádia vivíamos conversando no horário do almoço. Sempre fomos grandes amigos desde que nos conhecemos.

Fui direto para o Ginásio e comecei a instalar as caixas de sons, foi muito rápido fazer, pois usava magias sem restrições já que os mortais não conseguiriam ver, usei varias magias de arrumação e trabalhadores fantasma

depois comecei a arrumar os refletores e luzes estranhamente minhas magias simples não estavam funcionando, isso nunca tinha aconteci antes então tentei algo mais complexo.

-dominus domum, servate facit opus spiritus valent mea opera! – uma rajada de vento simples tomou meu pé e os cabos começaram a se conectar os refletores levantar ao seu local mais logo pararam senti um frio na espinha mais estava com muita presa para prestar atenção, o que erra aquilo, cometi um dos maiores erros para os magos ignorar seus estintos então tentei algo mais eficiente, nunca havia precisado de tal magia com ela conseguiria construir um prédio de quarenta andares em uma semana.

-Hefeto Esperito invocatum faseis libro quae dico non vis!

Um clarão tomou todo o ginásio um campo de luz azul brilhante perto do palco principal ,como um corte em carne viva só que dentro do corte uma luz azul e negra dançavam uma valsa de belas cores, uma garota de aproximadamente dezesseis anos cabelo castanho claro, uma armadura romanas ,com olhos dourados e uma imponência indomável em seu olhar, ela correu em minha direção enquanto levantava uma foice de bronze com uma Haste do tamanho de seu corpo, e gritava, no mesmo instante que ela saiu do local o corte se frechou como se fosse cicatrizado e sem deixar vestígios.

-Morra olimpiano imundo!- Sua doce voz rompeu o silencio.

Ela deu um golpe horizontal com sua foice não sabia o que fazer mais queria saber o que aconteceu precisaria parar ela sem a machucar, todos os meus músculos me falavam que não deveria a matar.

Seu semblante estava cansado , dei um salto para trás e desviei de seu golpe, a garota deu giro no ar e me desferiu outro golpe horizontal , nesse momento fiz um movimento com minha mãos, para ativar minha arma bearcraw juntei minhas mãos e broquei o golpe dela, e a garota deu um giro para trás, sabia que sempre poderia contar com bearcraw que a muito tempo não precisava usar as duas luvas criavam três garras de puro bronze celestial de quase trinta centimetros nas costas da minha mão , fiquei impressionado com tamanha habilidade da bela jovem

-Pelo jeito você não e tão fraca assim mocinha! –eu disse, pude ver uma feição estranha em sua face enquanto ela corria em minha direção com sua enorme foice, um misto de confiança e preocupação.

-Apenas morra! — todo o local a minha volta começou a ficar mais lento depois dessas palavras, como se todo o tempo se dobrasse a vontade dela seus olhos amarelos ficaram um uma tonalidade viva como ouro derretido.

Ela vinha em minha direção rapidamente enquanto me movia em câmera lenta pensei que seria meu fim, pois com toda sua habilidade não seria nada difícil se ela me decapitasse com um único golpe, logo mas não hesitei podia estar me movendo mas lentamente mas porem podia pensar muito bem ainda .

-spiritus aeris gaudere bellum... dizia lentamente enquanto ela girava sua foice em um golpe mortal, mas a sorte estava ao meu lado não consegui terminar a magia mais foi o suficiente um esfera de ar nos arremessar cada um para um lado ela levantou e logo sorriu.

-A muito tempo não lutava com um inimigo tão valoroso quanto tu, olimpiano como se chamas? Perguntou ela.

-Não sou um olimpiano , afinal não morro no monte olimpo sou apenas um meio sangue — Respondi rapidamente

-Se não queres me falar teu nome morra em silencio olimpiano mentiroso como tu não podes ser Olimpiano, sendo que pode dobrar a natureza ao seu bel prazer, já basta! De mentiras – não sabia o por que , mas ela insistia em me chamar de olimpiano estava ficando preocupado ate onde esse confronto ira chegar, não queria machucar a jovem.

Ela partiu para meu encontro novamente com sua foice ela me desferiu um golpe girando o corpo , eu levantei minha mão direita para broquear e consegui mas logo ela puxou sua arma e senti um corte em minha costa, feito pela ponta da arma curvada, me surpreendi pois nunca tinha visto um golpe tão bem calculado.

naquele momento sabia que não a conseguiria vencer sem meus feitiços , ela girou o corpo para trás deixando uma distancia media entre nos enquanto me encarava a ponta de sua foice ainda manchada de sangue, não apenas na ponta mais por toda a extensão, se meus cálculos não me falharam ela estava lutando contra algo antes de começar a me desafiar, afinal o sangue na lamina já estava começando a secar enquanto o meu ainda escorria.

Corri para frente dela com tudo que tinha não podia perder não naquele momento, curvei meu tronco para frente e mostrei minhas garras para ela enquanto corria em sua direção ela deu um giro e levou sua foice até meus pés , eu saltei por cima da lamina e estoquei com a minha mão esquerda com a Bearcraw ela desviou e revidou com o cabo da foice veio na minha direção e acertou meu estomago, cai no chão com um estrondo oco ela prosseguiu com o giro e a lamina de sua arma veio para um golpe na minha cabeça eu rolei para o lado e a lamina passou muito próxima ao chão, nunca pensei que essa simples garota iria possuir tamanha habilidade para o combate me levantei com a mão sobre meu estomago.

-Pelo jeito vou ter que parar de brincar com você! – resmunguei – Agora vou atacar com tudo!

-então te rendas logo lacaio, pois com tua falta de habilidade nunca me derrotara! – disse a garota com enorme arrogância.

Logo a garota partiu para me atacar com sua arma letal, ela deu um golpe superior logo me abaixei para desviar ela girou a foice sobre seu corpo e tentou um golpe superior me joguei para o lado e logo comecei a rodar pelo chão, então olhei para minha volta e vi que haviam vários fios pelo chão cortado fiquei com estrema raiva pois já estava trabalhando a sete dias no baile.

-Você estragou todo o meu trabalho levei uma semana inteira para arrumar esse ginásio! – ela sorriu e apenas concordou com a cabeça

-I puppeteer invisibilis inimicus vinculorum voce invoco order! – logo todos os cabos no local começaram a se movimentar e começaram a tentar aprisionar a garota que rodava e girava era como uma dança com a foice as vezes parecia que ela voava no ar enquanto se defendia, mas quanto mais ela lutava mais cabos diferentes apareciam mas sua habilidade era muito superior a minha, não conseguiria sobreviver em combate físico contra ela por muito tempo isso por que a garota deveria estar exausta.

Logo tudo envolta dela começou a ficar mais lento novamente, um medo repentino tomou meu peito não sabia como ela poderia controlar o tempo tão livremente nem mesmo os mais poderosos magos conseguiam fazer aquilo daquele jeito logo tentei minha ultima cartada para a garota se não desse certo teria que atacar para matar.

- Sagittarius vento duce excipe hostium! – um enorme arco de energia surgiu na minha mão ainda aberta levantei o arco e coloquei a mão esquerda sobre o fio de energia verde cintilante puxei a corda uma enorme seta de energia branca disforme se criava enquanto eu puxava, olhei para frente e vi a garota que se aproximava correndo enquanto contava um cabo de som, disparei contra ela mirando no seu peito ela girou sua foice no ar cortou a flecha de energia que se dividiu não pude evitar e mostrei um sorriso vitorioso, pude ver a cara de espanto dela enquanto as duas partes da flecha rodavam e cresciam então terminei a conjuração.

-Andromeda gurgite captum.

A energia começou a se transformar em correntes e a prender no chão aprisionando a garota, pude ver enorme insatisfação no rosto da garota enquanto eu mostrava meu sorriso.

-Então quem e você? – ela virou seu rosto sem me responder, pequei com minha mão de maneira doce e virei seu rosto agora pude notar o quanto era bela seus olhos dourados ainda demonstravam tamanho ódio e rispidez enquanto me olhava, aproximei meu rosto do dela e percebi um leve tremor vindo dela.

-Melhor deixar de ser grosso, Meu nome e Marcos Tid Master, mago de quarto circulo, e você? – ela mordeu os lábios de baixo e continuou sem me responder, vai demorar fazer ela falar pensei comigo.

-Contra o que estava lutando? Você pode responder isso? – perguntei sarcasticamente ainda olhando em seus olhos.

-Contra tu seu tolo! –ela respondeu com aspereza

-Ante de lutar contra min não pode me enganar tão facilmente sua foice esta toda manchada de sangue e ainda e fresco e você apenas me desferiu um golpe e não é tão profundo assim para sua foice estar banhada em sangue.- ela virou o rosto – não vou lhe fazer mal pode me contar.

-Nunca olimpiano maldito! — ela respondeu

Naquele momento tive uma enorme vontade de deixa ai, ou melhor conjurar uma maldição para a deixar louca de pedra, mas uma estraha lembraça me veio a cabeça apenas uma boca e as palavras ocoaram pela minha cabeça.

“prometa que vai proteger a minha filha prometa , ela e meio cabeça dura e esquentada mas a proteja”

Depois dessa lembranças foi como se todo o furor da batalha sumisse de min peguei bearcraw e cortei minha mão até ela começar a pingar sangue pelo chão.

-Eu juro em nome do rio estige que não a farei mal desde de que não faça o mesmo comigo! — meu sangue que começou a cair no chão começava a pegar fogo um fogo de vermelho mais puro e profundo como nunca eu vi antes sabia que juramentos em nome de rio estige se tornavam os mais sagrados de todos até mesmo os deuses nunca o fariam sem poder cumprir, pude ver enorme pavor no rosto dela.

-Contra um Centimão – ela respondeu acanhadamente.

-Pare de brincar! Mas eles estão quase extintos somente sobreviveu um deles que esta na forja dos ciclopes no palácio de Poseidon. -Respondi

-Aquele maldito ainda nem ganhaste a guerra e já se consideras soberano dos mares – gritou a garota rapidamente

-Mas Poseidon e o deus dos mares a muito tempo desde que Cronos foi banido para o Tártaro.

-Meu pai banido! Como? — desde que a conheci nunca vi tamanha mudança no comportamento dela e também recebi um choque uma filha de Cronos na minha frente como pode ser verdade? Ele foi banido a muito tempo eu sabia que a partir daquele momento o mundo estava prestes a mudar algo em meu interior me dizia isso como se todo o mundo começasse a converge naquele momento e eu estivesse no olho do furação.