Meeting You!

15 Capítulo 15 Meus sentimentos por você parte I: Hospital


Notas iniciais
Feliz Ano Novo suuuuuuuuuuuuper atrasado! Gente, dessa vez não tenho desculpa além do trabalho e da minha dificuldade de começar a escrever. Eu já tenho tudo planejado, mas eu realmente não estava gostando de como o capítulo estava ficando, agora está aceitável. espero que agrade vocês e eu sinto muito por estar demorando tanto, mas eu quero muito fazer meu cosplay ( por isso que eu estou trabalhando xp)! Boa leitura!

Capítulo 15 Meus sentimentos por você parte I: Hospital

Namiko e Kichirou Heiwajima entraram apressadamente no saguão do hospital e se dirigiram a recepcionista que se encontrava lixando as unhas.

– Queremos ver Shizuo Heiwajima – kichirou disse educadamente, preocupação evidente em sua voz.

Sem nem mesmo olha-los a recepcionista respondeu tediosamente:

– O horário de visitas acabou por hoje e vocês ainda precisariam preencher um documento-

Um alto BAM foi ouvido no saguão causado pela mão da Sra. Heiwajima batendo no balcão. O barulho atraiu olhares, também fez com que a recepcionista derrubasse a lixa e, finalmente, olhasse para eles.

– Srta. ... – ela olhou rapidamente para o crachá no uniforme da mulher e voltou seu olhar intenso e irritado para a mesma – Harada, eu estou aqui para ver o MEU filho que foi trazido para cá ESTA noite e foi admitido na EMERGÊNCIA. Agora, por favor, faça o seu trabalho e me diga onde está SHIZUO HEIWAJIMA!

A funcionária Harada engoliu em seco e começou a procurar rapidamente o nome do menino no seu computador, o olhar que a mulher lhe dava a fazia sentir calafrios na espinha.

– Ele foi dirigido para a emergência, no segundo andar. Sigam por aquele corredor, e usem o elevador, quando chegarem virem à esquerda.

– Obrigada pela competência e atenção Srta. Harada. – Namiko disse com um sorriso doce demais.

Enquanto observava o casal se afastar Harada se lembrou de que paciente se tratava. Seria impossível não lembrar depois de ser ameaçada por um adolescente moreno enquanto explicava as regras do hospital. Ela ainda sentia a mão que agarrou seu pescoço e o poder daqueles olhos vermelhos frios a ameaçando. Ela só estava tentando fazer seu trabalho, eles tinham que dar entrada na papelada para o menino ser atendido, mas todos eram menores e não podiam assinar os documentos... Mas isso não impediu o moreno de fazê-la preparar tudo enquanto a loira e a ruiva abordaram um médico pra atender o loiro.

– Só tem gente louca naquela família.

Quando os adultos entraram no local, encontraram o grupo de adolescente sentados nas cadeiras e no chão do corredor em frente a uma sala. O grupo voltou a atenção para co casal assim que perceberam a presença deles.

– Onde ele está?

Shinra andou junto a Celty até o casal e começou a explicar.

– Ao parecer ele escapou quase intacto, fora alguns arranhões e contusões, felizmente não houve fraturas.

– Como assim quase? – Namiko perguntou preocupada.

Ao ouvir a voz cansada e urgente da Sra. Heiwajima, Izaya, que se encontrava sentado no chão em frente a porta, começou a chorar. O choro começou silencioso, apenas algumas lágrima escorriam pelo seu rosto, mas estas logo se transformaram em uma torrente, e soluços altos escapavam cada vez mais do moreno até se tornarem constantes.

– Iza-chan? – a mulher caminhou até o garoto e se agachou em frente a ele. Você está bem?

– M- me desculp-pa Namiko-san. – ele disse colocando as mãos no rosto. – a-a culpa é toda m-minha.

– Iza-chan – a mulher disse suavemente, afastando as mãos do menino para olha-lo diretamente nos olhos e checar por algum ferimento. Nada. Apenas um arranhão na bochecha e olhos inchados de tanto chorarem. A mulher sentiu seu coração se comprimir – estou feliz que esteja bem.

Namiko o abraçou e voltou o olhar para Shinra. Mas foi Celty que respondeu a pergunta no seu olhar.

“Izaya escorregou de uma escadaria, Shizuo chegou a tempo de amortecer a queda e protegê-lo de danos maiores.”

– O que você quis dizer com quase? — Kichirou perguntou a Shinra.

– Ele bateu a lateral da cabeça e teve que levar três pontos, os médicos estão checando para ver se há algum dano interno,caso não encontrem nada ele pode ser liberado ainda hoje.

– Entendo.

– Me desculpa, a culpa é minha por ter desaparecido e depois ter escorregado, ele me protegeu e por isso...

–Iza-chan, acame-se. Nós não estamos e não vamos te culpar pelo que aconteceu. Estamos felizes por estar bem e orgulhosos pelo pensamento rápido de Shizuo. Se não fosse por ele algo mais sério poderia ter acontecido. Namiko soltou um longo suspiro e sorriu carinhosamente enquanto limpava as lágrimas de Izaya com um lenço. — Obrigada Iza-chan, deve ter sido estressante vê-lo daquele jeito e socorrê-lo depois do choque do acidente.

– Ele foi ótimo, vocês tinham que vê-lo ameaçando a recepcionista, ela não queria deixar o Shizuo ser atendido porque não tinha dado entrada na fixa dele e todos nós somos menores, sendo assim ninguém poderia se responsabilizar por ele. — Erika disse com um meio sorriso.

“ Ele pediu para eu e Erika procurarmos um médico enquanto ele resolvia a situação”

– Celty, por resolver você quer dizer ameaçar estrangula-la se ela não se responsabiliza-se. – Kida disse.

– Não se esqueça que não ficou só na ameaça, ele realmente começou a estrangula-la. – Mikado completou.

– No final, a mulher arranjou um jeito de fazer a fixa, o Izaya fez ela buscar as informações de vocês em históricos médicos de outros hospitais. Só está faltando a assinatura de vocês. Ele pode ser assustador quando quer. – Shinra terminou um pouco pálido, ele estava lembrando de como ele, Kadota e Tom tiveram que arrancar um Izaya insano do pescoço da recepcionista.

Ao ouvir isso a Sra. Heiwajima deu uma risadinha, Izaya era muito parecido com sua querida amiga. Ela não duvidava nem um pouco dos fatos.

–Obrigado, Iza-chan. Tenho certeza que deve ter sido estressante lidar com a incompetência da Srta. Harada.

– Você não faz nem ideia – Izaya murmurou, trazendo os joelhos contra o peito e apoiando o queixo neles. – ele estava sangrando, e ela sentada lixando aquelas unhas... Não sabia nem fazer o trabalho dela direito.

– Obrigado por manejar a situação!

– Namiko-san...

– Ne, Namiko-mama Iza-chan! Você é o noivo do meu filho. — a morena disse voltando a se animar um pouco.

O moreno sorriu tristemente e olhou de relance para a loira sentada em uma das cadeiras.

– Talvez não por muito tempo – sussurrou.

– Como? – Namiko disse franzindo a testa.

– Sra. Heiwajima podemos conversar? – uma morena perguntou – eu vou explicar tudo. Celty também virá conosco.

– Claro, Erika. Iza-chan, eu já volto – a morena se levantou e seguiu as duas adolescentes para fora do corredor. – Cuide das assinaturas Kichirou.

– Izaya, eu, Kadota e Tom vamos comer, você quer algo? – Shinra perguntou, mas recebeu apenas um sinal negativo.

Assim que o grupo se afastou, Vorona se levantou e sumiu no corredor, voltando poucos minutos depois com dois copos de café.

– Não quer se caminhar um pouco? – Ela perguntou para Izaya, oferecendo um dos copos.

Izaya fuzilou o copo com o olhar. Como ela se atrevia? Será que ela queria jogar na cara dele que além de não satisfazer o loiro, o machucou e colocou sua vida em risco?

– Shizuo é uma ótima pessoa não é? – Ela disse enquanto se sentava no chão ao lado do moreno silencioso. – ele é um excelente amigo – ela continuou com um pequeno sorriso – você pode contar com ele para tudo.

Izaya franziu o cenho e apertou os punhos quando a palavra tudo saiu dos lábios da garota, ele não ia chorar na frente dela, mesmo com as insinuações.

– Ele me ouviu, me ajudou e me aceitou mesmo depois de como agi na frente de alguém importante para ele. Ele me viu pelo que eu sou e- Izaya espera! Não vai embora!

O moreno não estava aguentando. O que ela queria? Por que estava jogando na cara dele aquelas coisas? O quanto ele se importava com ela, como a aceitara... Seus olhos ardiam, ele estava tão cansado de prender o choro, mas ele não podia chorar, não na frente dela.

– Izaya, o que você quis dizer com “talvez”? – ela perguntou enquanto segurava o pulso dele — você vai terminar com Shizuo? — ela perguntou aflita.

Izaya estava vendo vermelho, ele conseguia sentir seu sangue latejando.

– E se eu for? Por que você quer saber? Isso não deveria te fazer feliz? Ou será que você iria preferir se ele terminasse comigo para ficar com você, seria melhor pra sua reputação, não é? Assim a sua vitória vai estar completa e você vai finalmente ter tirado ele de mim, como você sempre quis desde aquele dia na Arcadia! – Izaya se amaldiçoou ao sentir algo molhado e quente descer pelo seu rosto, elas tinham um gosto amargo...

– O que? Izaya NÃO! Você entendeu tudo errado! Shizuo não te disse nada?

– Não! Porque Ele estava ocupado demais contando coisas pra você!

– Ah Meu Deus! Izaya por favor se acalma e me escuta. Você entendeu tudo errado. Por favor não termine com Shizuo, se você fizer isso vocês dois vão ser infelizes, e eu nunca vou com seguir me perdoar se isso acontecer.

– Eu não gosto de compartilhar, Vorona. Se fosse pra ficar com ele, teria que ser só nós dois. Mas se ele não me quer eu não vou conseguir...

– Izaya, por favor deixa eu explicar! Eu e o Shizuo não estamos tendo um caso, eu prometo, ele estava guardando um segredo sim, mas não está te traindo. Ele nunca faria isso!

– Você disse que estava apaixonada e ele disse que você não tinha nada a perder!

– É verdade! Ele estava certo!

– E você ainda quer me dizer que vocês não tem nada? Que não compartilharam nada?

– Nós... Izaya ele estava me ajudando a conquistar a pessoa que eu amo!

– E esse é seu plano para seduzi-lo...

– Não, Izaya! Ele não te disse nada mesmo?

– Ele disse que era um assunto seu e não podia me contar nada.

– As vezes ele é bom e leal demais pro próprio bem – Vorona disse meio revoltada. – escuta, ele estava me ajudando a conquistar o Tom.

Izaya focou em silencio, as palavras proferidas pela loira processando na sua mente. Ela achava que Ele ia cair nessa? Ele começou a rir sem humor.

– Vorona eu vi. Primeiro em frente a casa dele, depois na piscina e então na praia. Eu vi vocês se abraçando e ele beijando você no rosto-

– Izaya, para! Eu vou te explicar tudo. Eu sei que ele deveria, mas se eu não falar nada você talvez nem dê uma chance pra ele falar.

– Vorona eu-

– Izaya, por favor. Só cinco minutos, me escuta. – o moreno a avaliou por alguns segundos e decidiu ceder.

– Tá.

– É verdade que eu estava dando em cima do Shizuo, mas isso foi antes da visita que eu fiz na casa dele. Naquele dia eu fui lá para pedir a ajuda dele. Eu nunca tinha sido rejeitada por homem nenhum, Izaya. O ego pode subir a cabeça e te transformar em um monstro. Eu fiquei muito irritada e desolada como ele podia me dispensar sem nem mesmo olhar pra mim? – ela sorriu envergonhada para Izaya – Eu não tenho muito orgulho da pessoa que eu era, mas ele viu algo mais em mim, ele e o Tom. – Izaya reparou quando o olhar triste se tornou mais afetuoso, e distante com um toque nostálgico.

– Eu encontrei o Tom no mesmo dia. Depois de ser rejeitada parecia que tudo estava conspirando contra mim, eu fui roubada, levaram minha bolsa com tudo, um carro passou por uma poça enlameada e me sujou toda! Eu mereci, sei disso. — ela falou seriamente – O Tom estava saindo de um restaurante fast food com um copo de refrigerante grande na mão quando meu salto quebrou. – ela sorriu de canto — Eu me apoiei na primeira coisa que vi, a mão que segurava o copo, o que não ajudou muito. Ele largou o objeto para tentar me pegar, mas nós dois fomos parar no chão. O copo foi parar na minha cabeça, o líquido molhou meu rosto e minha blusa, que já não estava nada limpa. – ela deu uma risadinha e Izaya se perguntou como alguém conseguia rir de tais acontecimentos.

– Ele agiu como um perfeito cavalheiro, me levantando, me oferecendo guardanapos para me secar e... Izaya fazia muito tempo que um homem não me tratava assim, geralmente eles só querem um tempo para se divertir. Ele me ajudou muito naquele dia, comprou algumas roupas para mim e me levou pra casa. Eu não consegui tira-lo da minha cabeça depois disso. Eu descobri que ele era amigo do Shizuo naquele dia em que você me viu na casa de vocês. Eu esbarrei com o Tom e ele estava esperando para falar com o Shizuo. – ela olhou diretamente nos olhos de Izaya – Me desculpa, eu realmente sinto vergonha de como me comportei antes. Eu fui lá pedir o Shizuo me ajudar com o Tom, eu deveria ter falado antes... Hoje na praia eu pulei em cima dele, porque estava feliz demais. – um tom avermelhado surgiu no rosto da loira – eu confessei meus sentimentos enquanto caminhava com o Tom e ele os retribuiu. Eu estava agradecendo Shizuo por tudo. Ele convidou o Tom e a mim para poder me dar uma chance. Me desculpa Izaya, eu realmente não queria ter causado tanto problema para você.

– Mas então ele...

– Ele só tem olhos para você.

– Eu... Eu não sei o que dizer. — Izaya disse honestamente. A loira sorriu calorosamente para ele.

– Claro que não, porque pra mim você não tem nada a dizer, mas para ele... Vocês precisam de uma boa conversa.

– Não parece algo que você diria.

– Shizuo disse isso pra mim antes.

– Você realmente não teve nada com ele?

– Nada. — ela disse seriamente olhando nos olhos dele – eu posso ter agido daquela forma, mas eu não gosto de mentir.

Izaya desabou em uma das cadeiras, ele sentiu como se algo pesado tivesse sido tirado dos seus ombros, ele respirava melhor, seu coração estava mais leve, batia com mais força e facilidade, era como se sua corrente sanguínea tivesse se livrado de algum tipo de veneno.

– Obrigada por me contar.

Eu tenho que pedir desculpas por não contar antes.

– Antes tarde do que nunca.

– Tem razão. — ela disse enquanto via os meninos voltarem, ao avistar Tom seus lábios formaram um sorriso. Ela e Izaya ainda não eram amigos, mas um entendimento mutuo foi estabelecido. – Eu fiz minha parte, agora é sua vez. Você tem que reivindicar o seu loiro. — Ela disse antes de ir em direção ao amado e abraça-lo, entrelaçando suas mãos.

Izaya se perguntou como ele não havia visto isso antes, Tom sempre estava por perto quando Shizuo insinuava algo. Parece que era mesmo verdade quando dizem que “o amor é cego” ele te deixa atordoado, era uma emoção tão turbulenta... Izaya não via a hora de fazer as pazes com seu amado, dessa vez ele faria tudo certo, ele seria honesto e diria tudo o que sentia, tudo o que pensava, mas antes ele precisava saber como ele estava. Não fazia muito tempo que eles estavam afastados, mal fazia 2 dias e ele já estava morrendo de saudade. Ele queria ser abraçado novamente pelo loiro, dessa vez sem adrenalina no sangue, sem medo, só os dois perdidos nos sentimentos que sentem um pelo outro.

“Shizuo eu quero te ver”

– Acompanhantes de Shizuo Heiwajima. – um homem com jaleco branco se pronunciou, ao lado dele se encontrava um loiro alto, com alguns arranhões pelo corpo, e um novo curativo em cima da sobrancelha direita, onde os pontos deviam estar.

– Sim, somos nós – Namiko se apressou até o médico, Kichirou seguindo sua esposa. Izaya nem tinha percebido que eles tinham voltado.

– Ele está bem, nós fizemos um raio x e uma tomografia, mas não encontramos nada, tirando os pontos e os arranhões ele está perfeitamente bem. Não sofreu nenhuma concussão e as leves contusões logo irão sumir, assim como os pontos que sairão naturalmente conforme a cicatrização. Ele já está liberado. Ele tem ótimos amigos, ferimentos na cabeça são mais perigosos pela rápida perda de sangue, o rapaz moreno agiu bem em mandar alguém me procurar.

– Obrigada doutor.

– É só o meu trabalho.

Izaya estava tremendo de felicidade, Shizuo estava bem. Não sofreu nada sério. Ele estava tão aliviado que não percebeu o loiro parando a sua frente até que duas mãos foram depositadas em seu rosto e o forçaram a levantar a cabeça. Vermelhos marejados encontraram chocolates intensos e preocupados.

– Eles não me diziam nada sobre você, Iz. Fico feliz eu esteja bem. — ele acariciou a parte onde havia um curativo pequeno – me desculpe por não ter te protegido direito.

– Você me protegeu perfeitamente, superman – Izaya disse aceitando a caricia.

Shizuo sorriu de canto e se sentou ao lado do moreno, o envolvendo pela cintura do com um dos braços e acariciando os cabelos com o outro. Ele afundou o rosto no pescoço do amado e inalou o perfume que lhe dava tanta saudade.

– Iz, a gente realmente precisa conversar.

– Eu sei.

Shizuo voltou a olhar para ele, a vontade de beija-lo aumentando.

– Eu não aguento mais essa tensão.

–Eu também.

Ao saírem do hospital, os adolescentes pegaram uma carona com Namiko e Kichirou, prometendo cuidar bem do filho deles. Antes de entrarem na casa, porém, foram parados pela Sra. Heiwajima que estendia uma mão com um convite branco.

– O Hotel em que estamos vai realizar uma festa, um tipo de luau, daqui a dois dias. Peguem o convite, apareçam por lá. Tenho certeza que muitas coisas interessantes vão acontecer. – ela disse trocando olhares com, Erika e Celty. Ambas com sorrisos misteriosos.

Notas finais
Eu sei que eu prometi, Shizaya, mas eu decidi separar em duas partes: Meus sentimentos por você parte I: Hospital e Meus sentimentos por você parte II: Luau. É na parte II que Shizaya está, eu já estou terminando de escrever provavelmente vou postar essa semana ainda! Como vocês estão? Suas aulas já voltaram? Kissus~