Notas iniciais
Um texto que saiu do nada e não chega a nada. Enfim, um simples devaneio...

Como encontrar a paz que tanto nos foge, que se amedronta dentro das preocupações infindas do mundo.

Ser humano, que tanto precisa de teus sentimentos, engula tuas lágrimas

A dor é passageira, o ódio deveria ser

Mas e o amor?

Se este deveria ser eterno, o contrário dele nunca deveria sequer existir

Seria o ódio uma necessidade ou um devaneio?

Alguns dizem que o ódio é tão irracional quanto o amor

Mas seria o amor irracional?

Podemos amar qualquer um racionalmente, mas porque odiar alguém da mesma

forma, já que isso é pura perda de tempo?

Os sete mares gritam por marujos sedentos por sangue. Deveriam também gritar por piratas cheios de amor

Por que sentir? Onde encontrar a verdadeira paz?

Se a paz for subjetiva, porque simplesmente não podemos encontrá-la tão facilmente?

Respire fundo, olhe dentro de si mesmo

Onde está o ódio do qual estávamos falando mesmo?

Vês que de tanta loucura que falamos, acabou o ódio se perdendo?

Seriam os loucos desprovidos de ódio?

Que qualidade teria a loucura se algo assim pudesse ser comprovado

Mas e o amor? Não seria também uma longa amostra de amor?

Afinal aqueles que mais enlouquecem, são os doentes de amor

Logo conclui-se que os loucos amam, mas não odeiam

Onde estão os vários “normais” de terno e gravata que rondam o mundo

Com suas pronúncias bonitas, seus discursos coerentes

Com seus ódios prontos a explodir, mas com o aplauso daqueles que julgam os mesmos como celestiais

Quanta loucura escrita em um texto sem fundamento, além de não possuir o mínimo respaldo daqueles que julgam o português correto

Mas afinal, quem pode dizer o que está correto neste mundo?

E quem pode dizer que não está?

No final, tudo é devaneio

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.