Medo de Amar - Brutinha - Segunda temporada.
47 Chegada da vovó.
Notas iniciais
Os dias foram passando sem que eu pudesse dar conta, e faltava apenas 1 semana para meu casamento com minha loira, estava muito ansioso, e feliz por que essas data estava chegando, mal via a hora de virar oficialmente o marido da Fatinha, com certeza seria um dos dias mais felizes da minha vida.
Hoje a avó dela chegaria de viagem, ela fez questão de vir alguns dias antes para aproveitar a companhia da neta, junto com ela viria sua filha, a tia da Fatinha, a Carol.
Quando nós fomos para SP, eu fiquei muito amigo dela, era um amor de pessoa, tanto a dona Dulce,quanto a dona Carol, junto com elas também viria o Miguel, só que segundo a Fatinha agora ele estava casado, e tinha um filhinho de 2 anos. Pelo menos assim ele não vai causar mais confusão e nem dar em cima da minha namorada.
– Moreno, acorda. – Fatinha me chamava, havia a prometido que iria com ela buscar a avó. Eles ficariam hospedados no hostel do Michel, que havia sido ampliado, estava bem maior e a qualidade havia sido melhorada, ele fez um baita desconto para os familiares da Fatinha, tinha um carinho enorme por ela.
– Bom dia minha noiva, quase mulher. – Abri os olhos sorrindo.
– Mais é um bobo mesmo esse meu futuro marido. – Ela me selou. – Vamos? Daqui a pouco a vovó ta chegando, você tem que ir se arrumar. – Disse se levantando da cama, já estava arrumada. Usava um vestido florido na altura dos joelhos, e os cabelos trançados, uma trança embutida. Com a gravidez a Fatinha estava mais linda que nunca.
– Ta bom patroa. – Me levantei olhando para cama da Mel. – Cadê a moleca?
– Ta tomando café amor. – Ela sentou novamente na cama. – Amor, há quanto tempo não temos um tempinho pra nós dois? – Disse se aproximando de mim.
– Tem bastante tempo, á meses que nós não... – Disse a puxando para perto de mim. – To louco de saudade de você.
– E eu de você. – Ela sentou entre minhas pernas e acariciou meus cabelos. Começamos a nos beijar com fervor, as suas mãos acariciava minha nuca me deixando arrepiado, enquanto eu acariciava suas coxas.
– Mamãe, você ainda ta aqui! – Ouvimos a voz da Mel, e a Fatinha deu um pulo. Ela ainda não havia entrado no quarto, vinha gritando do corredor.
– Seu pai filhota, até agora não levantou. – Ela disse rindo da situação.
– Me aguarde Fatinha. – Disse me levantando. – Me aguarde. – Lhe dei um beijo no pescoço e fui pro banho.
Após sair do banho, vesti uma bermuda jeans azul escuro, e uma camiseta bolo branca e fui para sala, encontrei Fatinha e Mel ainda tomando café na companhia dos meus pais.
– Bom dia mãe, bom dia pai. – Os cumprimentei, sentando ao lado da Fatinha.
– Até que fim pai! – Mel disse. – Nós vamos chegar atrasados, e a bisa já vai estar lá.
– Calma filha, vai dar tempo do seu pai tomar café. – Fatinha lhe deu um beijo na testa se levantando da mesa. – Vou escovar os dentes.
Saímos de casa em direção ao aeroporto, estava um pouco engarrafado, por isso demoramos mais tempo que o normal, ao chegarmos lá o avião onde a dona Dulce viria estava pousando.
– Chegamos a tempo. – Mel sorriu feliz.
– É, agora vamos sentar para esperar eles. – A peguei no colo sentando em um dos acentos da sala de espera.
Ficamos alguns minutos conversando e logo a dona Dulce apareceu, junto com a dona Carol.
– Vovó! – Fatinha foi de encontro a avó, e lhe abraçou. – Que saudade.
– Eu também estava com saudade meu anjo, e cadê a minha princesa? – Pelo que a Fatinha havia me contado, dona Dulce tinha um carinho imenso pela Mel, um amor tão imenso quanto o que ela tinha pela Fatinha.
– Bisa! – Mel pulou do meu colo e foi abraçar a bisavó. – Saudade da senhora.
– Nossa Melzinha, como você cresceu, ta ainda mais parecida com sua mãe. – Ela afagou os cabelos da Mel. – Bruno, como é bom lhe ver depois de tanto tempo.
– Oi dona Dulce. – Me levantei lhe abraçando. – É, nos encontramos apenas umas vezes, a última vez que a senhora mim viu eu nem me despedir. – Disse envergonhando, lembrando da situação, eu havia ido embora sem nem lhe dar tchau.
– Tudo bem meu filho, o importante agora é que você ta bem, e ta fazendo minha neta feliz, e me deu esse presente aqui. – Ela estava abraçada com a Mel novamente.
Após alguns minutos de conversa fomos pro carro e seguimos em direção ao hostel do Michel para elas deixarem suas bagagens, a dona Carol disse que o seu filho só viria para o casamento por conta do trabalho, eu confesso que fiquei aliviado, não gostava nem um pouco daquele cara.
Após a deixarmos no hostel para guardarem suas malas fomos para o misturama tomar um suco, e lá encontramos Lia, Ju, Gil e Morgana conversando, nos juntamos a eles e passamos o resto da tarde ali, com os amigos.
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