Medo de Amar - Brutinha - Segunda temporada.
29 A segunda primeira vez.
Notas iniciais
“ – Eu também estou, afinal essa vai ser a nossa segunda primeira vez.”
Após essa frase, voltamos a nos beijar, apaixonadamente. Minhas mãos acariciavam os cabelos do Bruno, e as suas mãos pressionavam nossos corpos, um contra o outro.
Lentamente fomos caminhando até a cama, sem parar o beijo, paramos o beijo, sorrindo meio ofegantes. O Bruno carinhosamente me virou de costas, abrindo o zíper do meu vestido devagar, após o vestido ficar solto no meu corpo, o moreno o desceu lentamente, beijando minhas costas suavemente, me fazendo ficar arrepiar por inteiro.
Após retirar meu vestido, voltamos a nos beijar. Tirei seu blazer e logo depois sua camisa, acariciando suas costas com as pontas das unhas. Ele sorriu, dando fracas mordidas nos meus lábios.
Ele me pegou no colo, me deitando suavemente na cama, e começou a beijar meu pescoço, carinhosamente, descendo, até chegar aos meus seios, que estavam cobertos pelo sutiã. Ele me olhou sorrindo, o virei, ficando por cima, desabotoei sua calça e logo a joguei em algum canto do quarto, suas mãos acariciavam minhas coxas, enquanto eu percorria minhas mãos por sua barriga, o fazendo ficar arrepiado.
– Fatinha... – Ele disse olhando nos meus olhos. – Eu prometo que vou te fazer feliz, você e a nossa filha. – Falou sorrindo.
– Bruno, você sabe que só deve prometer se for capaz de cumprir né? – Eu disse franzindo as sobrancelhas.
– Por que você ta falando isso?
– Por que da última vez que você me prometeu algo, você quebrou a promessa em menos de algumas horas. – Eu disse sentindo meus olhos encherem de lagrimas.
– Eu sinto tanto por isso minha loira, tanto. – Ele se sentou, acariciando meus cabelos.
– Isso não muda o que aconteceu Bruno. – De repente me veio uma vontade incontrolável de chorar. – Você me disse coisas horríveis, você duvidou de mim, do meu amor. – As lagrimas escorreram.
– Shi, não chora. Lembra do que você me disse? Vamos esquecer as lembranças do passado, e criar boas lembranças pro futuro. – Ele disse limpando minhas lagrimas. – Dessa vez eu vou cumprir a minha promessa, eu nunca mais vou duvidar de você, eu vou te fazer feliz minha loira.
– Eu espero que dessa vez você cumpra suas promessas, moreno. – Sorri fraco. – Eu acredito em você.
– E você não vai se arrepender. – Ele sorriu, me beijando intensamente, e logo voltamos ao clima de romance, o Brunito acariciava minhas costas carinhosamente, enquanto eu passava as mãos livremente pelos seus cabelos. Após algum tempo nos beijando, ele parou com o dedo sobre o fecho do meu sutiã, parando o beijo, sorrindo maliciosamente.
– Ta esperando o que? – Falei retribuindo o sorriso malicioso.
Ele nada disse, apenas abriu o sutiã, e sorrindo ao encarar meus seios descobertos, logo sua boca foi de encontro a um dos meus seios, e a sua mão de encontro ao outro, me fazendo delirar. Após alguns minutos ali, estávamos nus, o Brunito foi colocando seu amiguinho lentamente dentro de mim, me fazendo sorrir. Ele foi colocando seu membro em mim cada vez mais rápido, e com mais freqüência, me fazendo chamar pelo teu nome em meio aos gemidos de prazeres. Quanto mais intenso ficavam as penetradas do Brunito mais eu gemia, e logo chegamos ao ápice, deitando exaustos um ao lado do outro, descansei minha cabeça no seu peito, buscando o ar, ofegante.
– Meu Deus, como conseguir ficar tanto tempo sem você? – Ele falou finalmente, com a voz rouca e cansada.
– Acabei de me fazer a mesma pergunta. – Sorri, puxando o ar ainda rapidamente.
– Você me completa. – Acariciou meus cabelos carinhosamente.
– Eu te amo. – Me levantei um pouco, para que pudesse olhar nos seus olhos.
– Eu te amo. – Ele repetiu, colocando uma mecha de cabelo atrás da minha orelha.
Narrando: Bruno.
Após a nossa noite incrível de amor, a Fatinha dormiu feito anjo deitada sobre meu peito, enquanto eu acariciava seus cabelos. Como pode uma pessoa fazer tanto bem para outra? Naquele momento eu tive certeza do que eu queria, eu tive certeza de que a Fatinha era a mulher que eu queria passar o resto da minha vida junto.
Ela me faz o cara mais feliz do mundo, me deu um dos maiores presentes que eu poderia receber, a minha filha. Ela me ama, e me faz me sentir o cara mais feliz do mundo por a ter ao meu lado.
Sentir ela ali, nos meus braços, era a melhor sensação do mundo.
Eu adormeci um tempo depois que ela, e acordei primeiro que ela também, que dormia com um anjo, com um sorriso disfarçado nos lábios.
Me levantei com o maior cuidado do mundo para não lhe acordar, peguei minha calça, e minha camisa e fui até o carro buscar uma mala com algumas roupas nossas que eu havia pegado sem ela perceber. Já que iríamos passar o dia aqui, precisávamos de roupas. Antes de voltar pro quarto pedir que eles levassem um café da manhã caprichado pra gente.
Voltando pro quarto tomei banho e coloquei uma bermuda, sem camisa.
Logo o café da manhã chegou, após arrumar a pequena mesa que tinha na varanda de frente para praia, eu fui a acordar.
– Acorda meu amor. – Falei afagando seus lindos fios de cabelos loiros.
– Hum... – Ela se moveu lentamente, com um sorriso inocente nos lábios.
– Nossa, que preguiça boa. – Ri, e ela abriu os olhos lentamente, sorrindo.
– Bom dia Brunito. – Falou sonolenta, sorrindo.
– Bom dia, loira. – Lhe dei um beijo na testa, e logo depois um selinho. – Dormiu bem?
– Muito bem. – Sorriu, coçando os olhos.
– Ta com sono ainda?
– Não amor.
– Vamos tomar café? – A ajudei a levantar, lhe envolvendo nos meus braços.
– Eu preciso me vesti antes. – Ela disse rindo, só então notei que ela só estava usando uma calçinha.
– Claro. – Dei risada, admirando seu corpo semi-nu. – Mas eu prefiro assim. – Dei de ombros, e ela me deu um tapa fraco no braço.
– Seu safado. – Ela disse rindo. Eu lhe entreguei minha camisa que estava em cima da poltrona perto da cama.
– Você fica tão sexy quando vesti minhas camisa, sabia? – Disse a observando se vestir.
– É? – Ela me lançou um olhar sexy. – Cê acha mesmo? – Sorriu maliciosamente, me provocando.
– Uhum, eu acho. – Caminhei lentamente em sua direção. – Eu acho também que você fica mais sexy sem ela. – Me aproximei mais um pouco, rindo.
– Não, para Bruno, vamos tomar café. – Ela disse se esquivando, porem a prendi em meus braços.
– Perdi a vontade. – Sorri, a mantendo presa.
– Me solta moreno. – Ela disse rindo.
– Só solto se você me der um beijo.
– Só um? – Ela franziu as sobrancelhas. – Só unzinho?
– Claro que não né. – Ri, logo depois a beijando intensamente, minhas mãos seguravam firmemente na sua cintura, e ela entrelaçava seus dedos no meus cabelos. Paramos de nos beijar quando o ar foi realmente necessário.
– Café da manhã? – Ela falou ainda ofegante.
– Certeza? – Sorri, e ela me abraçou, me dando varias mordidas suaves na orelha. – Num faz isso loira. – Falei fraquejando a voz, aquelas mordidas estavam me causando prazer até demais.
– É pra eu parar? – Ela sussurrou no meu ouvido.
– Não. – Sorri, a pegando no colo pelas coxas, e a coloquei deitada na cama, ficando entre suas penas. – Você me deixa louco, sabia?
– Não... – Sorriu cínica. – É mesmo?
– Magina Fatinha. – Sorri, apertando sua coxa. – Você continua muito gostosa sabia? Ainda mais.
– É? – Ela disse sorrindo de uma maneira sexy, e logo me beijou, virando-se na cama e ficando por cima de mim. – É tudo seu moreno. – Ela sorriu e se levantou. – Mais agora eu to realmente com fome.
– É, eu também. – Me levantei, lhe abraçando e a levando até a varanda.
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