Medo

18 Capítulo 17: Corra


Notas iniciais
Boa leitura!

O murro me fez cair durinha no chão.

-Quem quer que seja, parabéns, você acabou de quebrar o meu nariz! — Dei um sinal de positivo com o dedo.

-O que você pensa que estava fazendo? — Perguntou alguém. Eu estava tonta.

-Ah? — Perguntei.

-Você é minha! — Agora deu!

-Raul? — Acho que era ele.

-É sua vadia. — Agora ele apanha!

Dei um pulo e fiquei de pé.

-Você me chamou de que? — Perguntei.

-Vadia! — Ninguém me chama de vadia.

Eu pulei com tudo em cima dele, ele caiu e eu comecei a socar ele.

-Chama de novo! — Gritei.

Ele não respondeu.

Eu parei de socar ele e i que ele tinha desmaiado. Eu deixei ele lá no chão e eu fui procurar dona Monica e seu Rafael. Eles são doidos por me deixarem em casa sozinha com esse psicopata.

-Alguém em casa? — Gritei.

-Só nós. — Era o Julio.

Eu me virei e vi os amigos do meu irmão. Posso dizer que ferrou e bonito.

-Oi povo! Eu acho que ta na hora de eu dar no pé. — Falei.

Depois comecei a correr e eles foram atrás.

Era, de certa forma, engraçado. É melhor eu parar de levar pancada na cabeça.

-Ei, você ai. — Falou um cara no carro.

-Eu? — Falei depois de dar uma olhada ao redor. Era noite e não tinha mais ninguém na rua e os meninos estavam um pouco para trás.

-Sim. Você esta com problemas? Quer ajuda? — É errado pegar carona com estranhos, mas nesse caso, é mais errado não pegar.

-To sim e quero. — Falei correndo para dentro do carro — Vamos.

Quando o carro deu partida eu coloquei a cabeça para fora e vi os meninos. Eu dei uma acenadinha para eles e depois mostrei o dedo. Foi engraçada as caras deles.

Depois eu me ajeitei no carro e o cara loiro ficou me olhando como se eu fosse doida.

-Valeu! Você, literalmente salvou a minha vida. — Falei colocando o cinto de seguranças.

-É, deu para perceber. Por que você estava correndo? — Perguntou ele.

-Pois aqueles caras lá atrás são os capangas do meu irmão, que possivelmente é um psicopata, que os pais foram doidos me deixarem sozinha com ele.

-Qual é o seu nome? — Perguntou ele.

-Lidia, e o seu?

-Bruno. Pergunta rápida, você não ficou com medo de eu ser um estuprador ou coisa pior? — Esse cara não tem noção do que eu passo.

-Não, eu sou rilex. — De repente as portas do carros foram travadas e o carro parou.

-Pois deveria ter tido. — Jesus! Eu saiu de um, entro noutro.

-Se chegar perto de mim leva porrada! — Ameacei.

-Eu não tenho medo de você. — Mas eu tenho medo de você!

-Cara, eu to grávida. Deixa eu ir, eu não falo nada para o policia. — É claro que eu ia falar.

-As grávidas são as melhores. — Mais um maníaco.

Eu pegou os meu pulsos e começou a beijar o meu pescoço. Por que os mais lindos e sedutores são os vilões? Pois ele se enquadrava nesse categoria, lindo e gostoso.

Eu tentava me liberar até que o Raul aparece na frente do carro. Posso dizer que nunca fiquei mais feliz em ver ele.

-Raul! — Gritei e o cara tampou a minha boca. Que mão Jesus! Concentra Lidia!

O vidro da minha janela quebrou e Raul destrancou a porta.

-Vamos! — Raul me puxou e o cara ficou desorientado.

-Valeu Raul! — Agradeci.

-Corra! — Falou ele rispidamente. Vá entender os homens.

Eu comecei a correr e só pude ouvir os gritos daquele cara.

Quem sabe meu irmão não volte ao normal. Volte ser aquele cara legal e brincalhão. A esperança é a última que morre.

Eu corri até em casa. Aonde eu corri para o meu quarto e me tranquei no banheiro.

Notas finais
Desculpe por esse cap ruim! Só que eu fui de inventar de escutar Starstrukk enquanto escrevia e saiu isso. Perdõam a autora? (*Fazendo carinha do gatinho do shrek*) Espero que mesmo assim tenhão gostado, foi só pra mostrar que no proximo cap o Raul muda um pouquinho... Ops, contei. Amando todos todos os Reviews! Continuem mandado eles e eu continuo postando! Adoro todos que comentaram! BJS E ATE O PROXIMO CAP Ps.: Esse cap ta pequeno mais no proximo eu deixo maior!