Me apaixonei por ela - Perina
4 Capitulo 4
Notas iniciais
Pov Karina.
Depois daquela sessão de fotos longa com Pedro Ramos eu fui para meu novo apartamento. Eu comprei um apartamento perto do trabalho para ficar melhor e ainda por cima tenho um vizinho que parece que não tem o conhecimento da palavras limites, ele fica o tempo todo com som alto.
Vocês devem ta se perguntando como foi ficar no mesmo ambiente que Pedro por 4 horas seguidas, bom , foi a pior coisa da minha vida quer dizer pior não né, mais ficar com ele não me trás boas lembranças.
Assim que cheguei no prédio fui comprimentada pelo porteiro, o Sr. José, ele e um amor de pessoa, mais as vezes e muito bravo e mal humorado. Entrei no elevador e escutei alguém gritar para segurar a porta.
– Segura ai — Grita a pessoa que eu não acreditava que era.
– Oque você faz aqui ? ta me seguindo moleque — Pergunto gritando praticamente.
– Não esquentadinha, eu moro aqui — Diz ele me deixando de boca aberta.
– Não acredito, vou te que te aturar aqui também. Arg! — Falo fechando a cara.
– Não adianta rosnar isso é coisa do destino — Diz ele com aquele sorriso lindo.
Ah foco Karina.
– Eu não acredito em destino — Falo sorrindo forçado.
– Pois eu sim — Diz ele ainda sorriso.
– Da pra parar com isso — Grito o fazendo rir.
– Isso oque ? só estou feliz — Diz ele ainda rindo.
– Feliz por trazer todos os momentos que eu sempre quis esquecer, renascer — Falo saindo do elevador.
– Olha eu era um moleque fazia tudo que o papai mandava — Diz ele.
– Ta me seguindo porque moleque. É eu que não me importo se você era um filhinho de papai, agora faz um favor ME DEIXA EM PAZ — Falo procurando a chave.
– Você gosta de mim eu sei — Diz ele sorrindo.
Depois de tudo que eu falei ele ainda ta sorrindo ? idiota!
– Você se acha muito — Falo batendo a porta na cara dele.
Ta eu sei se passaram 2 anos mais é difícil pra mim, você espera que sua primeira vez seja com alguém que você goste e não forçada. Eu queria viver uma louca paixão mais esse idiota fez tudo que eu acreditava parecer uma mentira.
Mais confesso que ele tem o dom de me deixar nervosa, com coração acelerado, ele me deixa sem ação. Mais você tratou ele mal ? sim mais não quer dizer que não ache ele bonito e atraente, mais não tem nenhuma chance da gente ficar junto.
Pov Pedro.
Não eu não sábia que a esquentadinha morava aqui mais fiquei muito feliz. Quando a gente era mais novo as coisas aconteceram muito errado, eu sei que oque fiz com ela não é certo mais eu tinha apenas 18 anos agora eu tenho 21 e amadureci.
O bom é que moro de frente com o apartamento dela ai posso ver ela todos os dias, também vamos trabalhar junto ai fica bem mais fácil. Se bem que ela é muito estressada, vai que ela me mete um chute nos países baixos ai eu to ferrado; mais na época ela não era violenta, espero que continue assim.
Assim que ela bateu a porta na minha cara eu entrei em casa, está tudo uma bagunça mais eu sou homem e normal. Joguei a carteira, chaves do carro e celular na mesa e fui tomar um banho.
Coloquei uma samba canção e fui colocar em prática a operação reconquistar a esquentadinha, colocar uma música baixa né.
Liguei o som no último e fiquei esperado comendo um salgadinho no sofá, não demorou muito pra mim ouvir a campainha tocar.
– Posso ajudar ? — Pergunto discaradamente.
– Abaixa a porra desse som porque eu to tentando estudar — Gritava ela.
– Olha esquentadinha ninguém reclamou até agora então não vou abaixar nada — Falo.
– Existe um negócio chamado fone de ouvido, acho bom você comprar um — Diz ela com o rosto vermelho de raiva.
– Você fica linda vermelhinha — Falo passando a mão no rosto dela e levando um tapa.
– Não encosta em mim é abaixa essa bosta — Diz ela.
– E se eu não quiser, você vai fazer oque ? — Pergunto desafiador.
– Eu..ai que sabe, foda-se você e esse negócio que chama de música -Diz saindo batendo o pé.
– Uma vez esquentadinha sempre esquentadinha — Falo rindo.
– AAH já falei pra não me chamar assim — Diz a maluca me batendo.
– Da pra parar — Falo segurando o braço dela.
– Me solta seu idiota — Diz ela gritando.
– Sabe do que você precisa — Falo beijando ela.
Um beijo que foi correspondido na mesma hora. Peguei ela no colo e fui em direção ao sofá, deitei ela cuidadosamente e o beijo foi se intensificando. Estava bom até ela sai do transe e me acerta em cheio.
– Sua doida — Falo caindo no chão.
– Isso é pra você nunca mais ousar me beijar ou fazer qualquer outra coisa — Diz ela saindo.
Que maluca uma hora ta toda entregue na outra da uma de louca e me mete a porrada, desse jeito não vou poder te mais filho.
Depois da loucura da loira me restou pedir uma pizza e ir dormi, amanhã será um dia longo e eu vou recomeçar de novo. Anota ai: a esquentadinha ainda vai ser minha!
continua.
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