Me and you

9 Festa do pijama


Notas iniciais
Oieee gentee. Bem eu vou colocar o resultado da votação no proximo capitulo. Vou demorar um tempinho para colocar o capitulo, porque tenho que ler 4 livros de literatura, que minha professora mandou para lermos nas ferias, isso mesmo NAS FERIAS, quem manda trabalho para as ferias?!. Mas assim que puder lanço um novo capitulo. Como alguns sabem, eu lanço essa fic no nyah e no social spirit, então eu vou contar os comentarios dos 2.

Pov. Alicia

Depois de ter chegado da casa de Dan, eu vou pro meu quarto e arrumo minhas malas para ir para casa de Marce. E peço para Duda me levar. Entramos no carro e ele acelera.

– Seus amigos até que são legais... – ele fala

– Que bom que você acha isso, eu falei que você ia gostar deles – eu digo – Mas qual foi o que você mais gostou?

– Acho que o Dan, ele me pareceu bem educado... O Jai também parece ser bem legal – ele diz e eu assinto – Eu também achei legal o Paulo. – ele diz e eu o encaro confusa.

– Eu pensei que você não gostava muito dele

– É, mas minha opinião mudou em relação a ele – ele diz – Apesar dele ser bem moleque, ele vai amadurecer com o tempo, eu também era assim na idade dele. – ele diz e eu ri – Mas enfim, vai lá se divertir com suas amigas – ele diz e eu percebo que já estávamos estacionados em frente à casa de Marce.

– Tchau Duda e valeu pela carona – eu falo acenando pra ele, pegando minhas malas e batendo na casa de Marce. Depois de bater, ouço a voz de alguém falando.

– Alguém atende aí, que eu tô jogando – grita uma voz masculina de dentro da casa.

– Atende você Paulo, você tá mais perto – grita uma voz doce, que aparentava ser da Marce, do andar de cima. Ouço múrmuros e passos vindos até a porta. Vejo alguém abrindo e percebo ser Paulo, o mesmo olha pra mim com um sorriso de canto.

– Oi Licita, o que você tá fazendo aqui? – ele pergunta e eu o olho como se não fosse obvio – Ata, você veio pra festa do pijama né?! Esquece! – ele fala e eu ri. – As meninas tão lá em cima – ele diz apontando para as escadas – Você quer que eu te ajude a levar as malas lá pra cima? – ele diz e eu assinto. Ele pega minhas malas e leva até a porta do quarto de Marce, onde ouvimos vários gritos. – Boa sorte... Você vai precisar – ele diz descendo as escadas.

Abro a porta do quarto de Marce, e vejo as meninas sentadas em uma roda conversando, ao me ver elas dão um gritinho ensurdecedor.

– Licita, senta aqui com a gente – diz Marce apontando para um espaço que havia do lado dela, rapidamente fecho a porta e me sento ao seu lado.

– O que vocês estão fazendo? – eu digo e as meninas me encaram – A não... Vocês tão falando de meninos não é?! – eu disse e elas gritaram, nossa elas gritam muito alto.

– Exatamente... – Val diz e eu reviro os olhos e bufo. – Eu e o davizinho estamos mais firmes do que nunca, mas de mim todos já sabem, agora quero saber de vocês, primeiro você Marce – diz Val apontando para Marce

– Er...er.. eu... – Marce tenta falar, mas nada sai.

– Para de enrolar Marce e fala logo. – ordena Majo

– Eu gosto do Mário – ela fala. Nos demos um grito, eu admito que não sou de fazer isso, mas, eu realmente estava impressionada, ela nunca havia demonstrado para ninguém que gostava dele.

– To chocada amiga – diz Val colocando as mãos no rosto

– É, mas vamos admitir, ele não é de se jogar fora – diz Majo e todas rimos e concordamos.

– Então Majo, agora é a sua vez – Val diz apontando de novo, só que dessa vez para Majo.

– Eu não gosto de ninguém – diz Majo perceptivelmente nervosa

– Mente que eu gosto – diz Val irônica.

– Eu sei de quem você gosta – eu disse a Majo, que apenas arregalou os olhos levemente e paralisou.

– Não sabe nada, eu não gosto de ninguém – disse Majo dando de ombros, mas ainda nervosa.

– Serio mesmo Majo? – eu digo – Sinceramente não acho isso, eu tenho certeza de que você um menino que eu conheço.

– Fala logo menina, não me deixa curiosa – disse Val me sacolejando.

– O Jai – eu digo e vejo Majo arregalar mais ainda os olhos.

– O JAI? – Val e Marce falam em uníssono

– Isso é verdade Majo? – pergunta Marce ainda assustada com a revelação

– S-sim – diz Majo nervosa

– Eu sabia – eu digo convencida

– MEU DEUS, EU TO PASMA – grita Val nos causando risadas.

– Mas como você sabia? – pergunta Marce

– É que eu sou muito perceptiva, eu vi o jeito que eles ficavam se encarando. – eu digo – Mas relaxa amiga, eu não conto pra ninguém – eu digo sorrindo meigamente para Majo que segundos atrás estava de cabeça abaixada, e ela retribui o sorriso.

– Então amiga só falta você – diz Majo apontando para mim, mais animada do que segundos atrás.

– Eu não gosto de ninguém... – eu digo e elas me olham desconfiadas.

– Será mesmo?! – diz Marce, essas meninas me conhecem mesmo né.

– Sim, eu não ligo para esse negocio de namoro, eu já até namorei quando estava em Nova York, mas isso é passado e hoje não ligo mais para isso. – eu digo

– Ah – lamenta Val – Mas você tem certeza? – ela diz e eu assinto

– Eu ainda tenho minhas duvidas – disse Marce desconfiada e eu balancei a cabeça negativamente – Mas enfim, meninas vamos continuar com a festa... O que acham de assistirmos um filme?

– Pode ser... vamos lá – concorda Majo e todas vamos rumo a sala, onde estava Paulo jogando em seu videogame.

– Paulo, pode ir saindo desse sofá, nós vamos assistir um filme – ordena Marce

– Não!! Eu tô jogando – diz Paulo fechando a cara

– Por favor Paulo, aqui é o único lugar que tem uma televisão grande, além do seu quarto – Marce diz e Paulo a ignora – Então vamos meninas para o quarto do Paulo – diz Marce se virando e começando a subir as escadas, mas logo Paulo a barra.

– Tudo bem vocês podem assistir – diz Paulo cedendo a televisão e todas gritamos – MAAS, não cheguem perto do meu quarto – diz Paulo subindo em direção ao seu quarto

– Então meninas... Que filme? – eu pergunto

– A CULPA É DAS ESTRELAS – gritam todas elas, estourando meus ouvidos.

– Eu faço a pipoca – diz Marce indo até a cozinha e Majo a acompanha.

– Chegamos!! – fala Majo depois de 10 minutos, chegando com 3 baldes de pipoca, 1 panela de brigadeiro e várias latas de refri.

– Eu vou colocar o filme – diz Val pegando o filme e colocando no aparelho.

O filme já estava no fim e lá estávamos nós, sentadas no chão da sala, com os olhos vermelhos de tanto chorar, e lambuzadas de brigadeiro. A sala estava uma verdadeira zona, pipoca e lencinhos espalhados por todo o chão e latas de refri para todo o lado. Depois de tanta choradeira, o filme já havia acabado, e todas nós arrumamos a sala, pois sabíamos que os pais de Marce iriam surtar se vissem a sala daquele jeito.

– E agora meninas, o que vamos fazer? – perguntou Val

– Que tal irmos para o meu quarto? – diz Marce

– Pode ser – diz Majo e fomos para o quarto. Marce se sentou na cama e nós nos colchões que havíamos trazido e que estavam no chão. Marce rapidamente se levantou e pegou alguma coisa dentro de um frigobar que havia no seu quarto.

– Meninas, olha o que eu comprei – diz Marce mostrando vários pacotes de doces, tanto de pirulitos, chocolates, balinhas e até um pote imenso de sorvete de chocolate, com várias colheres. Ela se senta no chão, e começamos a atacar os doces.

– Nossa como eu adoro doce – diz Val atacando o pote de sorvete.

– Quem não gosta?! – diz Majo também atacando o sorvete

– Então meninas e agora? – pergunta Majo

– Que tal assistirmos um filme de terror?

– Não Alicia – fala Marce

– Vai me dizer que tá com medinho?

– Não – afirma Marce, mas ainda com medo

– Então onde estão os filmes?

– Só tem no quarto do Paulo – fala Marce

– Mas garanto que ele não vai querer que mexamos nas coisas dele... – comenta Majo

– E quem disse que ele precisa saber? – eu falo com um sorriso sapeca

– Então quem vai lá? – pergunta Majo e todas apontam para mim

– Tudo bem, eu vou – eu falo e elas comemoram – MAS, eu escolho o filme – eu falo e elas concordam.

Eu saiu do quarto de Marce e caminho lentamente até chegar no final do corredor, onde encontro uma porta cheia de placas. “Fique longe” “Proibido meninas” “Cuidado” e varias outras. Abro a porta vagarosamente, com muito cuidado para não fazer barulho. O quarto era grande, preto com varias caveiras, vários videogames e computadores, varias fotos rasgadas. Havia uma foto onde tinha Paulo e Marce, e atrás havia escrito “Porque essa pirralha tinha que nascer?”, rio da legenda, eu sabia que Paulo gostava de Marce, só não queria admitir. Continuo com a busca pelos filmes, ainda na ponta dos pés, e encontro uma grande cama e Paulo com uma calça moletom e sem camisa, dormindo. Ele tem os músculos bem definidos, e um corpo de um verdadeiro deus grego. Fico lá o observando por alguns segundos, mas me lembro que as meninas estavam me esperando no quarto, então volto a procurar o filme. Depois de muito procurar, acho uma prateleira com vários filmes, admito que Paulo tenha bom gosto para filmes de terror, então pego o filme mais assustador que vi lá, e saio do quarto na ponta dos pés e ouço o “clack” da porta se fechando, e respiro aliviada por ele não ter acordado. Entro no quarto de Marce e vejo elas se assustarem.

– Que susto amiga, pensei que o Paulo tinha acordado – diz Majo.

– Não se preocupa amiga, ele ainda tá dormindo, mas vamos ao que interessa – eu digo mostrando o filme

– Mas Licita, esse filme é o mais assustador de todos – diz Marce arregalando os olhos.

– Por isso mesmo, mas calma amiga nem é tão assustador assim. – eu digo a acalmando.

– Então vamos lá pra baixo? – eu digo e elas concordam. Descemos as escadas e voltamos para a sala. Pego o filme e coloco na televisão. Depois de uma hora de filme, já estava bem tarde e as meninas pediram para eu tirar o filme, pois elas estavam cansadas, e eu aceito. Coloquei o DVD de volta no quarto do Paulo e subi para o quarto, deitamos na cama e dentro de 10 minutos já estavam todas dormindo, menos eu. Olho para o relógio que marcava exatamente 03:12, e tentei dormir novamente. Eu ficava bolando na cama, mas de maneira alguma conseguia dormir. Então resolvi ir beber agua. Levantei rapidamente, caminhei na ponta dos pés até a porta e a abri, saí e logo a fechei. Desci as escadas vagarosamente, ainda na ponta dos pés tomando cuidado para não acordar ninguém, afinal era no meio da madrugada. Fui até a cozinha, liguei a luz, cheguei perto do bebedouro, peguei minha agua e sentei-me à mesa. Quando me assusto, pois vejo uma sombra e ouço som de passos, vindo em direção à cozinha. Rapidamente pego um balde que estava perto da mesa, o encho de agua, e o posiciono em cima da porta, formando um tipo de armadilha simples, para o suposto ladrão. Escondo-me embaixo da mesa, e vejo a porta da cozinha se abrir, e o balde com água cair em cima do sujeito.

– EIII! – grita a pessoa, que agora estava completamente encharcada.

Notas finais
Eu achei o capitulo um pouco grande, mas espero que tenham gostado. Lembrando que quem não comentou no capitulo passado, pode comentar nesse, escolham 1 ou 2 (opções do capitulo passado). Espero muito que tenham gostado e (espero) que até logo. Comentem, isso deixa a escritora aqui muuuuito feliz!