Me Perdoa... Eu Te Amo
10 Nacionais
Notas iniciais
Finalmente. Nacionais!
É realmente difícil de explicar como um grupo de pessoas que a dois anos atrás se odiavam, capazes de matar uns aos outros só de cruzarem o olhar pelos corredores. Hoje estão juntos, como uma equipe na Nacionais, coisa que é realmente difícil para um grupo que ainda pode se considerar iniciante, porque nem os Warblers com os talentos que tem, conseguiu isso; ou seja, New Directions é diferente.
Eles haviam chegado à Nova Iorque, e ensaiavam no salão do hotel onde se hospedavam, e ficariam por três dias e duas noites. Todos estavam realmente animados com a cidade que estava do lado de fora, principalmente Rachel e Kurt.
Kurt. Kurt realmente era um ótimo ator, porque mesmo com o coração ainda quebrado com toda aquela coisa dele com Blaine, ele ainda se mantinha forte, como se nada tivesse acontecido; cantando aquela balada com ele. Ele estava com o coração quebrado, mas se fazia de forte em outras ocasiões e na hora do dueto se fazia de vulnerável, apaixonado, mesmo que ele esteja, mas o que ele realmente sentia era muito pior do que ele encenava comparado ao dueto.
Blaine era notável que estava destruído, era pego toda pausa chorando ao fundo do salão. Em onze ensaios, em seis ele tinha chorado, quatro ele quase chorou e no ultimo ele não conseguiu, ele se enrolou com a letra, que descrevia tão bem a situação dele com Kurt, que saiu correndo, causando a pausa. Kurt apenas rolou os olhos mais uma vez fingindo não se importar, quando realmente queria correr atrás de Blaine.
[...]
Depois de alguns minutos, Rachel foi atrás de Blaine e o consolou, assim os dois voltaram e continuaram os ensaios. Até que Kurt protestou:
– Mrs. Schue? – Kurt tinha atenção de Mrs. Schue e dos outros.
– Algum problema, Kurt? – Perguntou o professor se virando para encarar ele com as mãos na cintura.
– Há um problema. Você realmente deseja que sejamos os melhores naquele palco e voltemos com o troféu pra casa, certo? – Perguntou Kurt desafiador.
– Mas é claro. – O professor respondeu aquilo firme, porque aquilo era obvio de se responder.
– Então porque estamos aqui dentro? – “Aonde ele quer chegar?”. Essa pergunta se passava na mente de todos.
– Porque como você mesmo disse, para sermos os melhores, precisamos ensaiar bastante! – Cruzou os braços.
– Nós ensaiamos vinte e cinco vezes, somente hoje e em Ohio eu parei em setenta. Mrs. Schue, não me leve a mal, mas realmente estamos cansados, já sabemos as coreografias de trás pra frente, as letras em latim e chinês. Nós realmente precisamos de uma folga, estamos em Nova Iorque onde-
– Os maiores artistas nasceram. – Completou Rachel se juntando a ele. Eles realmente amavam Nova Iorque e odiariam não ver a Cidade Que Não Dorme.
– Mas-
– Por favor, Mrs. Schue. Kurt está certo, precisamos sentir a energia de Nova Iorque, precisamos viver esse momento. – Completou Santana.
– Para quando subirmos naquele palco, os juízes saibam quem são os verdadeiros astros. – Disse Quinn.
– E quem nós podemos fazer qualquer um em quilômetros nos ouvir e brilharemos mais que o sol. – Kurt finalizou.
No final de tudo, todos os New Directions estavam envolta de Rachel, Santana, Quinn que estavam envolta de Kurt, causando três camadas de alunos liderados por Kurt.
– Ok, tudo bem, vão ver Nova Iorque. – Depois de pensar melhor, o professor pensou que eles tinham razão. – Mas... – Disse causando a felicidade deles fosse focada naquelas próximas palavras. – Tomem cuidado, aqui é uma cidade incrível, mas também perigosa, então preciso que fiquem seguros e amanhã teremos mais ensaios. Todos de acordo?
– Se com o nosso “sim”, nos faça sumir daqui o mais rápido. Sim. – Disse Santana. E os restos deles também concordaram com a cabeça.
[...]
– Então Kurt Hummel, qual vai ser nossa primeira parada? – Perguntou Finn, quando todos haviam saído do hotel.
– Um momento... “Nossa”? “Nossa” quem? – Perguntou Kurt com as mãos nos bolos de sua jaqueta de couro.
– Você realmente acha que iriamos perder a oportunidade de sair com você, que parece que tem tantos lugares para ir e conhecer? – Perguntou Tina segurando o braço de Mike.
– Ótimo. Filhos. – Resmungou Kurt.
– E então, qual vai ser Hummel? – Perguntou Puck.
Kurt olhou para o chão e pensou um pouco. Onde todos gostariam e se divertiriam juntos? Kurt se distraiu de seus pensamentos, onde viu um taxi voando ao leste, onde subiu o olhar e viu através dos prédios o grande prédio da Time Square.
– Mostrar o nosso valor. Vamos! – Kurt saiu andando sem que ninguém o entendesse, nem Santana ou Quinn, mas o seguiram.
Depois de seguirem Kurt por calçadas, atravessar as ruas, chegaram até a Time Square. Todos pareciam realmente encantados com o que tinham ao redor.
– Wow! – Sam soltava um suspiro de emoção.
– Realmente incrível, agora venham todos. – Kurt bateu palma e eles fizeram um circulo. – Eu sei que todos conhecem essas músicas, então, Finn você...
[...]
Eles haviam subido na escadaria da Time Square, cada um em um degrau e na forma diagonal. Kurt deu um sinal para um homem com um grande som que iria os ajudar. Kurt tinha feito aquela mash-up na esperança de cantar com Santana e Quinn, mas sabia no fundo que se encaixariam melhor em outras vocês.
Finn:
I don't like cities
But I like New York
Finn havia virado para frente do topo da escada, onde encarava a calçada onde todos olhavam para o que aquele grupo iria fazer.
Santana:
The famous places to visit are so many
Santana que era a segunda, depois de Finn, também se virou.
Finn:
Other places make me feel like a dork
Finn desceu até ficar de frente para Rachel que era a terceira. Agora um grupo maior de pessoas os olhava.
Santana:
I told my grandpa I wouldn't miss on any
Agora Santana também tinha descido, ficou entre Kurt que era o quarto e Quinn que vinha logo depois. Onde ela e Finn viraram os três.
Artie:
Los Angeles is for people who sleep
From Yonkers on down to the Bay
Paris and London
Baby you can keep
Agora Artie tinha se virado na calçada, como não podia subir a escada e Mercedes que era a sexta também havia se virado.
Baby you can keep
Baby you can keep
Depois disso, quem foi descendo, foi virando os outros. Brittany, Blaine, Sam, Puck, Mike e Tina. Kurt como era um dos mais perto, virou Sam, causando ciúmes em Blaine, porque ele sabia da história da atração que Kurt teve por Sam antes de conhecer ele e sobre o que causou a confusão do fim do namoro deles.
Other cities always make me mad
Other places always make me sad
No other city ever made me glad except New York, New York
It's the old New York
I love New York
I love New York (New York, New York)
I love New York (New York, New York)
New York, New York
Eles agora tinham descido todos da escada, onde brincavam e dançavam com todos que estavam lá. Como era tudo improvisado, ninguém conseguiu montar uma coreografia.
If you don't like my attitude
Then you can get lost
Manhattan women are dressed in silk and satin
Just go to Texas
Isn't that where they golf
There's just one thing that's important in Manhattan
Todos estavam brincando e mexendo com todos. Crianças, adultos, até alguns adolescentes entram na dança e na cantoria.
New York is not for little pussies who scream (AAA!)
Gotta pick up a date...
Maybe seven
Or eight
Paris and London
Baby you can keep
Baby you can keep
Baby you can keep!
Mrs. Schue, que voltava escondido da Broadway, passou e viu seus alunos fazendo uma apresentação aberta para toda Nova Iorque. Aquilo sim era motivo de orgulho. Então apenas resolveu ficar e ver o show. Mas Brittany o viu e o puxou para o resto do grupo.
Other cities always make me mad (Make me mad)
Other places always make me sad (Make me sad)
No other city ever made me glad except New York, New York
It's the old New York
I love New York
I love New York (New York, New York)
I love New York (New York, New York)
New York!
Agora eles faziam passos de outras performances até que alguém mudasse.
We've sailed the seas
And we've been the world over
We've been to Mandalay
Santana, Quinn, Kurt, Rachel e Brittany, nessa ordem os cinco pararam na frente da escada e fizeram uma dança meio que sensual, fazendo giros.
We've seen the Sphinx
And seen the Cliffs of Dover
But we can safely say
Agora Kurt havia reparado que um homem de alto, de cabelos pretos, olhos verdes, forte, bem vestido com um terno azul marinho e com uma pasta marrom; tinha parado para ver os jovens e o professor improvisando. Ele olhava com desejo para Kurt, como se quisesse algo dele ou ele. Como Kurt também encarou o homem, Blaine que olhava parado esperando a deixa para voltar a cantar, seguiu o olhar de Kurt e viu o homem, que logo em seguida mandou uma piscada para Kurt. Blaine abaixou a cabeça frustrado.
New York!
Other cities always make me mad (Ooow!)
Other places always make me sad (New York!)
No other city ever made me glad except New York, New York
It's the old New York
I love New York (New York, New York)
I love New York (New York, New York)
I love New York (New York, New York)
Agora todos haviam voltado a cantar e dançar junto da escada. Onde se preparavam para o grande final, que pelo menos esse havia sido combinado para dar um grande final.
New York, New York!
Nós somos o New Directions!
New Directions fizeram um circulo grande pela quantidade de pessoas, todos com os braços e a cabeça erguidas para cima e de costas uns pros outros. Quando a Time Square explodiu em aplausos, eles abaixaram as cabeças, se ajuntaram e fizeram uma fileira, deram as mãos e agradeceram, fazendo reverencia, depois se abraçaram.
– Com licença. – Disse uma voz vinda fora do circulo.
– Em que posso ajudar? – Perguntou o professor. Era o homem que encarava Kurt.
– É que eu realmente fiquei encantado com um de seus alunos e queria conversar com ele. Seria o de jaqueta de couro. – Disse sem tirar os olhos de Kurt.
– Kurt, esse homem deseja conversar com você.
Kurt foi até o homem e eles começaram a conversar. Todos olhavam para o que poderia acontecer, Santana e Quinn estava um pouco afrente para qualquer coisa que vier a acontecer. Blaine não desviava o olhar por um segundo, muito menos piscava, mas se mantinha longe, com a cabeça abaixado e com uma cara inegável de bravo. Depois de um tempo, o homem entrou o cartão para Kurt e foi embora.
– E então Kurt? – Perguntou Quinn quando o amigo voltou para o encontro dos amigos sem reação.
– E-eu... E-eu... – Kurt parecia chocado.
– O que aconteceu Kurt? – Perguntou o professor chegando perto do jovem.
– Aquele homem... Joseph, ele... Ele acaba de me dar uma oportunidade de uma tal de “Pré-NYADA”. – Disse Kurt ainda olhando pro cartão.
– E que merda é isso? – Perguntou Santana.
– Eu teria que me mudar para Nova Iorque nas férias, onde teria algumas aulas nesse tempo e quando as aulas voltassem em Novembro, poderia entrar em uma escola daqui, onde eles são muito avançados e valorizam as artes e continuariam com as aulas extras da "Pré-NYADA" e no fim do ano que vem... Quando estiver perto de me formar... Farei o teste para entrar para a NYADA e assim... Assim terei trinta porcento de chance de entrar na NYADA...
– O que é NYADA? – Rachel perguntou meio recuada, por estar com um pouco de inveja de Kurt.
– É a escola de alguns dos maiores atores da Broadway... – Kurt estava chocado. Todos estavam e o encaravam como se tivessem visto um fantasma. Quinn e Santana foram as primeiras a pular nos braços dele, pulando de alegria, depois todos os outros, menos Blaine.
Agora sim teria sido o fim.
[...]
Depois todos saíram da Time Square. Foram para outros lugares por Nova Iorque. Todos pareciam muito animados, menos Blaine.
Blaine ainda estava devastado, como se tivessem arrancado o coração dele, porque mesmo que ele e Kurt estivessem separados, ele daria um jeito de tentar voltar com o mais velho, mas agora... Com o Kurt em Nova Iorque e ele em Ohio, isso não seria capaz.
Depois de fazer um grande Tour pelo resto de Nova Iorque, voltaram para o hotel onde brincaram até caírem no sono.
[...]
– Kurt? – Rachel acordava meio sonolenta ainda. Ela olhou pra cima e viu Kurt todo arrumado e quase saindo quarto. – Aonde vai?
Kurt respirou fundo e murmurou algo pra si.
– Uh... Tomar café...? – Ele se virou e encarou-a.
– Então chame todos. – Rachel já estava indo mexer em Mercedes.
– Não! – Kurt não chegou a gritar, mas conseguiu cochichar e Rachel parou o que ia fazer e olhou para ele. – Vou tomar café no Tiffany’s. – Disse Kurt respirando fundo contando a verdade.
– Mas isso está errado, você não pode-
– Te dou dez minutos pra você se arrumar e fechar o bico. Ninguém irá perceber e sei que você também quer ir. – Kurt disse e esperou Rachel se arrumar.
[...]
Os dois estavam em frente ao “Tiffany’s”, tomando seus cafés e comendo rosquinhas.
– Essa rosquinha é realmente muito boa. – Disse Kurt.
– É a água. – Disse Rachel se garantindo. – E então, vai mesmo vir pra cá nas férias? – Perguntou à morena.
Ele respirou fundo.
– Eu não sei... Eu amo Ohio, não sei se estou tão preparado...
– Só temos um jeito de descobrir... – Rachel saiu andando, deixando Kurt confuso.
– Aonde vai nariguda? – Perguntou Kurt correndo atrás dela.
[...]
– Isso é emocionante. – Disse Kurt quando entrava no teatro de “Wicked”.
– Sim-
– Quem são vocês? – Perguntou o segurança com uma lanterna apontada para de trás da cabeça dos dois.
– Uhu... Somos os novos bailarinos, viemos experimentar as nossas fantasias... – Disse Kurt. Eles suavam frio.
– Você dois são de uma cidade pequena, com um sonho de cantar em um grande palco da Broadway, certo? Quinze minutos. – Disse antes de sair.
Os dois correram felizes para o palco.
– O que você quis dizer com aquilo, antes de me trazer aqui... – Kurt tirava a jaqueta e jogava na primeira fileira.
– Para escolher um dos dois mundos, você tem que viver os dois. Apenas imagine a casa cheia, o ultimo número somente seu, você no centro, o holofote te cegando...
[...]
No outro dia, todos os adolescentes estavam no camarim se preparando para o show. As meninas vestiam um vestido, onde a parte do colo era revestida com pedras e com um fundo preto e a saia de chiffon vermelha com muitas camadas, com sapatos peep toe preto e com os cabelos soltos, com franjas de lado e as pontas dos cabelos com cachos. Os meninos vestiam uma camisa social preta, um cardigã vermelho, com uma gravata vermelha, usavam calças brancas de sarja e oxfords pretos.
– Ok pessoal, vocês são os próximos. – Disse Mrs. Schue ao entrar no camarim. – Todos no centro. Hoje eu quero que vocês façam a parte do nosso acordo. De subir naquele palco, serem os astros da noite, treze sois brilhantes e com as melhores e mais potentes vozes, capazes de fazer qualquer, em qualquer lugar de Nova Iorque escutarem vocês e assim, fazendo com nós, voltemos para Ohio com aquela taça. – Todos sorriam e concordavam com a cabeça. – No três.
Um
Dois
Três
New Directions...
[...]
Right from the start
You were a thief, you stole my heart
And I, your willing victim
I let you see the parts of me
That weren't all that pretty
And with every touch
You fixed them
Kurt havia entrado no palco, conforme a música tinha sido solta e as cortinas abertas. Ele olhava para frente, onde se encontrava Blaine, mas ele não olhava para o menino, porque se aquilo acontecesse, Nova Iorque veria Kurt Hummel chorar.
Now you've been talking in your sleep oh oh
Things you never say to me oh oh
Tell me that you've had enough
Of our love
Our love
Kurt agora se mantinha no centro do palco, virado para todos. Kurt olhava para o fundo do teatro, se concentrando para que não chorasse, porque depois do que aconteceu na Time Square, as pessoas, a música, era emoção demais para não receber a mensagem da letra.
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again
Blaine era quem cantava essa parte. Sozinho. Kurt teve a ideia de mudar como a música deveria ser cantada, por simplesmente querer passar a mensagem de que ele não sentia falta de Blaine, nem do que tiveram. Então mudou a música para mostrar o que realmente sentia, para que o publico sentisse. Mesmo que seja mentira.
I'm sorry I don't understand
Where all of this is coming from
I thought that we were fine (oh we had everything)
Your head is running wild again
Kurt voltava a cantar.
My dear we still have everythin'
Kurt também se negava a cantar essa parte. Então, era Blaine, que por sinal, deixava algumas poucas lágrimas saírem.
And it's all in your mind (yeah, but this is happenin')
You've been havin' real bad dreams oh oh
Kurt voltava a cantar, fazendo com que entendessem que Blaine estava se iludindo.
You used to lie so close to me oh oh
There's nothing more than empty sheets
Between our love, our love
Oh, our love, our love...
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
I never stopped
You're still written in the scars on my heart
You're not broken just bent
And we can learn to love again
Blaine cantava novamente sozinho. Enquanto Blaine cantava, Kurt trocava às vezes de lugar com ele, mas não havia troca de olhares, Kurt fingia que olhava para ele, mas estava na verdade olhando para o nariz ou sobrancelhas. Kurt não queria encontrar aquele olhar. Não agora.
Oh tear ducts and rust
Kurt se virou e deu o primeiro passo rumo ao centro.
I'll fix it for us
Blaine também se virava.
I collecting dust
Kurt tinha mudado a letra na hora.
But our love's enough
Blaine procurava o olhar de Kurt, ficando cada vez mais frustrado.
You're holding I in
Kurt olhava para o chão enquanto caminhava. Ele estava sendo franco com a letra e estava se rendendo.
You're pouring a drink
No nothing is as bad as it seems
Blaine chegava mais perto, procurando desesperadamente o azul que tanto desejava.
We'll come clean
E finalmente se olharam.
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
Pela primeira vez, depois de milhões de ensaios, depois de ter brigado inúmeras vezes com o professor. Kurt acompanhou Blaine na música.
Kurt não sabia como explicar, aquela troca de olhares tinha tomado ele de uma forma inexplicável, parecia que ele não tinha controle de sua boca, de sua voz, ou do que fazia.
And we can learn to love again
O final foi com um abraço. Começado por Kurt. Kurt colocou o braço envolto do pescoço de Blaine. Aquilo não tinha sido planejado. Blaine podia ouvir Kurt chorar de leve, então colocou os braços envolta da cintura dele.
O teatro explodia em aplausos, mesmo que parece que só havia os dois ali. Mesmo com o som, Blaine escutou algo, em meio ao choro dele e de Kurt e aos aplausos.
– Eu também te amo...
Blaine tirou a cabeça do pescoço de Kurt, e olhou para frente. Ele estava em choque. Ele finalmente tinha escutado o que tanto queria, depois de tantos pedidos de desculpas, depois de todo desprezo, depois tudo. Ele tinha o amor recíproco de Kurt.
As luzes se apagavam até ficar um escuro, onde Kurt soltou Blaine e saiu correndo. Blaine depois de uns segundos também correu.
Na parte de trás do palco eles se encontraram antes que a nova apresentação começasse.
– O que foi aquilo que você disse pra mim? – Perguntou Blaine com os olhos tristes.
– Eu não disse nada, você escutou demais. – Kurt disse limpando as lágrimas e respirando fundo. Depois correu novamente, quando a nova música havia sido solta. Blaine viu Kurt correndo e só o encarou e não disse mais nada. Então depois foi puxado por Puck para a sua posição.
[...]
“Just Give Me a Reason” tinha sido cantada por Kurt e Blaine. “Party In The U.S.A.” tinha sido cantada por Rachel, Quinn, Santana, Tina, Mercedes e Brittany. “Fame” tinha sido cantada por todos e com uma coreografia incrível.
E os vencedores das Nacionais desse ano são... Os New Directions.
Era difícil de acreditar. Depois de dois anos de tantos autos e baixos. Depois de ensaios cansativos e longos. Depois de tudo o passavam pelos corredores daquela escola, o New Directions havia ganhado sua sonhada taça de Campões das Nacionais. Eles não podiam estar mais felizes. Todos se abraçaram, alguns se beijavam. Kurt e Blaine se esbarravam e se abraçaram, mas logo depois Kurt se soltou ao perceber quem estava abraçando.
Kurt não parava de pensar o que aconteceria quando voltasse para Ohio. Nos corredores depois da taça com os outros alunos. No coral com a nova vitória. Com Blaine, depois do dueto. Com suas palavras...
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