Me Liga

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Olá! Eu fiz essa one para o segundo tema do desafio dos 100 temas, onde os autores tinham que escrever fics inspiradas em citações de William Shakespeare.

Boa leitura!

Eu só quero saber, me pegou com essas poções querida

Amo as palavras que você diz, você me faz esperar por elas

Quando você me puxa eu não quero desviar o olhar

Me pegou em seu olhar, meus olhos caem para ele

Você é tudo que eu preciso entre meus lençóis

Apenas você e eu

Nunca desacelerar

Suas mãos deveriam estar em cima de mim

Seus lábios, seus dentes

Nunca pare agora

Numa sexta de manhã, eu rolei na cama, não me recusava a acordar, estava me sentindo muito manhosa, "Deus! Só mais cinco minutos", gemi na cama.

Logo, o meu celular começou a tocar. Abri meus olhos lentamente, e olhei na tela. Era a minha amiga Jessica. Cliquei em "aceitar" e atendi a ligação.

—Oi, amiga!

—Oi, Jess! — repliquei ainda com um pouco de sono.

—Bom dia? —Jessica falou com ironia.

—Bom dia — devolvi — Que horas são?

—São...7:30 da manhã, eu acho — a mesma replicou — Você parece que não dormiu bem...

—Eu estou bem, Jess. É só que...eu queria dormir mais um pouco. Só isso.

—Se quiser, eu ligo outra hora...

—Não, Jess. Está tudo bem. Qual o motivo da sua ligação?

—Ah sim! Eu resolvi te ligar porque eu falei com umas amigas minhas e... eu deixei elas fazer uma festa na minha casa, e nós conversamos sobre convidarmuitos caras gostosos, e umas garotas também...e aí fiquei de providenciarum pouco de carne, então eu acho que vou ver isso depois, e...eu queria te pedir para levar cerveja para o pessoal. Você vai nessa festa, né?

—Eu vou pensar a respeito...

—Por favor, amiga, diz que você vai! Quem sabe você arranje uma garota ou um boy...

—Por favor!

Fiquei refletindo sobre o convite da minha amiga.

—Tudo bem, eu vou.

Então eu ouvi a minha amiga berrar de alegria.

—Obrigada. Eu vou falar com as meninas e dizer para elas colocarem o seu nome na lista de convidados.

—Ok. Eu vou passar no supermercado e comprar a cerveja e também algumas camisinhas. Depois eu te ligo de volta.

— Claro. É bom, você não quer pegar nenhuma DST.

—Sim. Ok, até mais!

—Até mais, amiga! Beijo!

Desliguei-me do telefone e fui para o banheiro tomar um banho e trocar de roupa.

[...]

Voltei do chuveiro com o corpo enrolado em uma toalha e fui para o meu quarto me trocar.

Vesti uma camiseta branca e uma calça jeans e calcei minhas botas de cano curto pretas.

Sai do quarto e fui para a cozinha. Olhei no relógio de parede e já era meio dia. Resolvi sair para almoçar fora.

Fui para a rua e entrei no primeiro restaurante que vi.

Sentei na mesa e o garçom veio me atender.

"Você está pronta para pedir ou quer mais algum tempo para pensar?", o mesmo disse enquanto eu folheava o cardápio.

—Não, eu acho que eu estou bem. Eu vou querer, macarrão a la carbonara. E uma taça de vinho tinto — Respondi.

—Sim, senhora. Com licença — Ele disse estendendo a mão para que eu entregasse o cardápio.

Eu entreguei o cardápio para ele e o mesmo agradeceu.

Fiquei ali sentada na mesa olhando ao meu redor. Eu estava sozinha naquela mesa.

[...]

Não demorou muito, e logo o garçom trouxe uma taça e uma garrafa de vinho nas mãos. E então ele colocou a taça na mesa e começou a enchê-la de vinho. Ao ver que a taça havia sido enchida, a mesma a colocou ao lado da taça.

"Aqui está. Se precisar de mais alguma coisa, me chame.", o mesmo retrucou.

"Tudo bem. Muito obrigada", agradeci.

"Aproveite o vinho"

Então ele se retirou e eu comecei a beber o vinho.

Algum tempo mais tarde, o garçom veio trazendo o meu prato de macarrão e me serviu.

—Aqui está. Bom apetite.

—Obrigada.

O mesmo então se retirou e eu comecei a comer o meu prato de macarrão. Estava realmente "Al Dente".

[...]

Algumas horas mais tarde, eu havia terminado o meu prato, e o garçom veio retirar o meu prato. Pedi a conta.

— Eu já trago. Com licença.

O mesmo se retirou com o meu prato e os talheres.

O restaurante estava tranquilo.

Não demorou muito e o garçom trouxe a conta. Eu conferi a nota, tirei a minha carteira do bolso da calça, abri e peguei algumas notas de dentro dela e coloquei na pasta. Fechei a pasta com a conta, e o garçom voltou na minha mesa.

—Precisa de troco?

—Não, fique com o troco.

—Obrigado.

—De nada.

Me levantei e saí do restaurante. Fui para a minha casa e fiz uma siesta. O dia estava realmente, e eu me sentia até mal. Parecia que eu iria derreter.

30 minutos depois, eu acordei, e fui para o banheiro tomar banho de novo. Eu não queria ir para a festa vestida com aquelas roupas.

Fui para o chuveiro, me enxuguei e me enrolei em uma toalha, e fui para o meu quarto escolher uma roupa.

Escolhi e vesti, uma blusa cropped branca e vesti com uma saia curta da mesma cor, e sapatos de salto pretos.

O meu celular tocou e eu atendi.

—Alô? Oi Jessica!

—Você está pronta para a Fiesta?

—Sim, eu estou...desculpa, eu fiz uma siesta depois do almoço, mas eu vou passar no supermercado.

—Não tem problema. São 18:00. A festa é as 19:00. Mas, pode chegar um pouco mais tarde, até porque não sei se alguém vai conseguir chegar no horário marcado.

Suspirei.

—Que bom. Eu to saindo já. Te ligo mais tarde. Beijos.

—Beijos, amiga!

Terminei a ligação, peguei o meu celular e a minha bolsa no quarto, pus o celular dentro da mesma e a bolsa sobre um dos meus ombros, e sai.

Fui de carro para o supermercado.

[...]

Chegando no supermercado, peguei um carrinho, e fui para a seção de bebidas. Comprei um engradado com seis garrafas e pus no carrinho.

Depois, fui para a seção de cosméticos e higiene, e peguei várias camisinhas e fui enchendo o carrinho com elas.


As camisinhas ficaram espalhadas pelo carinho.

"Hora de ir", pensei.

Então sai da seção e fui para o caixa. Chegando lá, eu peguei as cervejas e coloquei na esteira. Depois as várias camisinhas e pus na mesma.

A atendente acionou a esteira, e depois passou a cerveja no leitor do caixa e a colocou de lado. Foi a vez das camisinhas. a mulher do cabelo preto e maravilhosos olhos verdes, foi contando e passando as camisinhas uma a uma. No final, depois de contar aquela pilha de camisinhas, ela comentou.

"Pelo visto, vai rolar uma orgia hoje..."

—É uma festa na casa de uma amiga minha. E bom, é melhor prevenir do que remediar.

A atendente do caixa me lançou um olhar cheio de malícia e apenas respondeu com "Aham".

—´Você...quer vir para a festa?

— Obrigada. Eu não sei se vai dar — Notei que a mesma parecia estar se fazendo de difícil.

—Só um minuto.

Então, a atendente do caixa virou a cadeira dela e eu a vi pegar um bloco de notas perto da caixa registradora e uma caneta, e então ela se virou e começou a escrever algo no bloco de papel.

—O que está escrevendo? — Fiquei curiosa.

Assim que ela terminou de escrever, ela arrancou a folha do bloco e me deu. Eu peguei o bilhete e li. Estava escrito um número de telefone, e em baixo: "Me Liga". Ela até deixou o nome dela no papel.

—Melissa? Seu nome é Melissa?

A tal apenas deu uma piscadela de olho para mim e sorrio com um sorriso de propaganda de creme dental mais lindo que eu já vi.

—O meu nome é Rita. Muito prazer.

Olhei fixamente para a mesma. Nós duas suspiramos. Nossos corpos respiraram ofegantes, e nós tentamos descobri uma razão para o que sentíamos naquele momento.

"Assim que se olharam, amaram-se; assim que se amaram, suspiraram; assim que suspiraram, perguntaram-se um ao outro o motivo; assim que descobriram o motivo, procuraram o remédio."

—William Shakespeare

Nós acabamos perdendo a noção do tempo. E eu estava louca para achar uma solução para aquele meu problema chamado, Amor. Nós estávamos apaixonadas e não admitíamos.

—Desculpa, quanto deu a compra?

Ela me falou o total da compra e eu peguei a minha carteira na bolsa, abri e saquei o meu cartão de crédito e então entreguei para a mesma.

—Aqui está. É crédito.

A atendente passou o meu cartão na máquina e pediu que eu digitasse a senha do meu cartão. Digitei.

Depois, ela imprimiu a nota e me deu. E eu a peguei. Coloquei na bolsa junto com o bilhete que ela me deu.

—Obrigada.

Em seguida, ela foi colocando nas sacolas as minhas compras.

Peguei as compras e me despedi de Melissa.

—Tchau, Melissa! — Completei com um acendo para ela.

— Não esquece, gata. Me liga! — a mesma me lembrou.

Levei as compras até o meu carro no estacionamento do supermercado e as guardei. Depois entrei no mesmo e fui embora.

[...]

Mais tarde eu estava em casa, tinha posto a cerveja na geladeira, e guardei a sacola com as camisinhas no meu quarto.

Peguei o meu celular e liguei para Jessica.

—Alô? Jessica?

—Oi, Rita! Os convidados já começaram a chegar aqui. Cadê você?

—Eu estou em casa. Eu comprei a bebida e as camisinhas. Mas...acho que não vai dar para ir na festa. Eu sei que eu disse que eu ia, mas...surgiu um compromisso...

—Que compromisso?

—Digamos que eu encontrei uma pessoa especial já.

—Nossa, amiga! Parabéns! Por que você não a convida para festa? Isso! Traz ela para cá. Eu estou louca para conhecê-la. Me apresenta pra ela quando vier.

—Eu não sei...tenho que ver com ela.

—Tudo bem. Fala com ela.

—Ok. Te vejo depois. Beijo!

—Beijo, miga! Até depois!

Então fui até a minha bolsa e cacei o bilhete da Melissa. Assim que o encontrei, eu peguei meu celular e liguei para ela.

Esperei ela atender a ligação e então escutei ela atender.

—Alô?

—Alô! Melissa?

—Ela mesma. Quem está falando?

—Oi! É a Rita. Do supermercado, lembra?

—Ahhh! Rita! E aí, gata? Ficou curiosa e resolveu me ligar?

—Sim, digo, na verdade, eu estava falando com uma amiga, e aí eu meio que mencionei você, e ela sugeriu que eu te apresentasse para ela na festa. Eu disse que teria que ver com você...

—Sei. Aquela festa da sua amiga? E você vai levar as camisinhas? Porque eu estou com vontade de te chupar.

Eu não sabia o que responder.

—Que legal da sua parte — falei e abri um sorriso.

— Eu estou falando sério, gata.

Fiquei com a respiração ofegante no telefone.

— Rita, você está aí?

Voltei a mim mesma.

—Sim, eu estou aqui.

— Pensei que você não queria mais falar comigo. Mas então, eu acho que pode ser interessante essa festa.

— Isso foi um sim?

—O que você acha?

—Eu vou interpretar como um sim. Obrigada. É muita gentileza da sua parte.

—De nada. Então...eu passo aí, você passa aqui?

—Eu acho que...prefiro que você passe aqui.

—Tá bom, gata.

—E Melissa, para de me chamar de "gata". Me chama de Julie, por favor.

—Tudo bem, gata. Digo, Rita.

—Melhor.

—Que horas eu passo aí?

—Não sei...19:20 tá bom para você?

—São 19:15 aqui. Mas, acho que consigo me aprontar bem rápido.

— Tudo bem.

[...]

Alguns minutos depois, a campainha do meu apartamento tocou e eu fui atender a porta. Olhei no olho mágico para ver quem era, e... para a minha surpresa era Melissa. Ela estava toda produzida, o cabelo estava preso em um rabo de cavalo, e ela vestia uma camisa rosa com as suas curvas e o pneuzinho acentuados na roupa, fazendo muitas dobras no tecido. E os seios dela que eu não tinha reparado antes, eram enormes. Ela era muito fofinha. Continuando. Ela usava uma saia enorme e grafite, e calçava sapatos de salto da mesma cor da saia. A mesma tinha pés pequenos em relação as pernas.

Abri a porta e me surpreendi com Melissa, que logo foi me abraçando. Senti os seios dela colidirem com os meus seios médios. Eles chacoalharam e se espremeram como se fossem balões cheios de água.

— E aí, Rita? Pronta para a festa? — a mesma disse após se afastar de mim.

— Sim. Eu estou pronta. Digo, eu acho que vou com a mesma roupa que eu estava no supermercado—comentei com ela.

—Sem problemas. Por mim, você pode ir até pelada, mas como é uma festa...—ela censurou o próprio comentário.

—Você está linda, Melissa!

—Obrigada, Rita! Você também!

—E então, vamos?

— Vamos! Deixa eu só pegar as minhas coisas e trancar o apartamento.

[...]

Mais tarde, chegamos na porta da casa onde aconteceria a festa e batemos. A porta se abriu e Jessica nos recebeu.

—Oi, Rita! Que bom que você veio!

Jessica e eu nos abraçamos e depois nos separamos.

—Você está bem? Você está muito bonita.

—Obrigada. Você também.

Jessica estava usando um vestido de renda preta com a região da clavícula transparente.

—Obrigada, amiga.

Então eu apresentei a Melissa para ela.

—Essa daqui é a Melissa. Nós, nos conhecemos no supermercado.

—Oi, tudo bem? Meu nome é Jessica. Prazer.

—O prazer é o meu. Desculpa não apertar a mão, mas é que elas estão ocupadas.

Melissa estava segurando o engradado das cervejas e eu a sacola com as camisinhas.

—Bem, podem entrar. Você pode deixar a bebida no balcão da cozinha, e...as camisinhas, Rita, podem deixar que eu levo para o meu quarto — Jessica retrucou.

—Tudo bem. Obrigada.

Entramos na casa. Os rapazes e as garotas estavam realmente se divertindo naquela noite.

—Eu vou guardar as camisinhas no meu quarto, mas podem ir levando a cerveja pro balcão —Jessica disse para nós.

—Ok —Assenti.

Jessica subiu a escada para o quarto. Eu e Melissa fomos para cozinha. Chegando lá, havia alguns casais se beijando, e outros apenas conversando.

Melissa deixou o engradado no balcão e nós esperamos por Jessica.

Logo ela apareceu na cozinha e veio falar com a gente.

— Garotas, vocês querem beber alguma coisa?

—Ahn...nós deixamos a cerveja aqui no balcão— Melissa lembrou.

—Gente, tem refrigerante, suco, água..., mas, se vocês quiserem pegar a cerveja que trouxeram, fiquem à vontade — Jessica disse solícita.

—Eba! Cerveja de graça! —Melissa exclamou.

Pegamos duas cervejas do engradado no balcão, e seguramos.

—Eu... vou pegar o abridor.

Jessica foi até uma gaveta da pia da cozinha e procurou um abridor de garrafas. Ao encontrá-lo, ela fechou a gaveta e veio até nós com o mesmo. Em seguida, abriu as duas garrafas para nós e então eu e Melissa nos olhamos uma para a outra com as cervejas na mão.

Bebemos as nossas cervejas sem tirar os olhos uma da outra.

Mais quatro cervejas depois e nós havíamos ficado tão bêbadas que começamos a gargalhar só de olhar uma para a outra.

Tentamos nos conter.

—Desculpa. Eu estou tão bêbada — Eu balbuciei.

—Eu também — Melissa comentou — Você quer ir para a minha casa?

—Vamos! Eu estou tão afim de trepar! — retruquei.

—PUTA QUE PARIU! Quantas cervejas vocês beberam? — Jessica nos cortou. Ela estava absurdada com nós naquele estado.

Gargalhamos.

—Cara, eu não consigo ficar em pé.

— Nem eu...

— Ok, eu acho que isso já é o suficiente. Eu quero vocês duas fora da minha casa agora! — Jessica nos expulsou.

— Tudo bem, eu já estava achando essa festa uma droga. Valeu mesmo por nos expulsar.

—Eu estou fora daqui, mas...onde você pôs as camisinhas?

—Estão na penteadeira do meu quarto.

— Valeu.

Nós deixamos as garrafas que segurávamos no balcão da cozinha e fomos nos despedir.

Peguei na mão de Melissa e nós saímos da cozinha. Saindo da cozinha, nós subimos a escada e fomos para o quarto de Jessica.

[...]

No quarto de Jessica revistamos o quarto até achar o saco com as camisinhas. Por sorte, ele ainda estava intocado.

Pegamos o saco e fomos embora dali.

Saímos da festa em meu carro e voltamos para o meu apartamento. Ao chegar lá, eu fui de mãos dadas com Melissa até o meu quarto que tinha uma cama King Size, e deixei o saco das camisinhas no chão.

Eu e Melissa ficamos de frente uma para a outra nos olhando e de repente uma chama se acendeu dentro de nós.

Nós nos aproximamos uma da outra e começamos a nos beijar intensamente. Enquanto isso nós começamos a nos pegar. Melissa tocou em mim, eu toquei nela e logo estava deslizando a minha mão até os seios dela. Eu comecei a apalpá-los e ela fazia o mesmo com os meus.

Nos incendiamos e fomos nos despindo bem rápido até ficarmos completamente nuas.

Eu então levei uma das minhas mãos até o clitoris de Melissa e comecei a massageá-lo enquanto ainda trocava beijos intensos com ela.

Depois de um tempo nós nos afastamos e fomos pegar as camisinhas. Nós nos ajudamos a colocá-las e então fomos para a cama.

Melissa deitou na cama e eu montei nela. Me inclinei sobre a mesma e comecei a chupar um dos seios dela. A mesma fechou os olhos e sentiu aquele prazer dominá-la.

Depois comecei a sentir que instintivamente ela colocou as mãos nas minhas costas e começou a esfregá-las.

Então eu me perdi, no meio daquelas dunas do peito dela.

Finalmente descobri que eu não conseguia resistir a beleza daquela criatura tão fofa como marshmallow.

[...]

No dia seguinte, eu e ela estávamos dormindo peladas sobre a cama de casal. Eu virei de lado e coloquei uma de minhas mãos sobre um dos seios dela.

Melissa ronronava enquanto dormia e eu também.

Depois disso tudo, eu tinha achado alguém com quem eu me importava e desejava. Melissa.

Notas finais
Espero que tenham gostado^^

Até mais!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!