Notas iniciais
Adorei os comentários! Obrigada mesmo! Espero que gostem. Boa Leitura :)

Assim que disse que Ally estava inconsciente no corredor, a sala ficou eufórica: alguns preocupados, outros surpresos e querendo saber o resto da "fofoca" e outros se aproveitando da movuca para conversar.

– Quietos! — gritou o professor — Austin me explique o que aconteceu.

– Bem... Eu estava subindo as escadas e percebi que alguém havia sido empurrado na escada. Deixei as pessoas passarem e quando vi, ela estava jogada no chão, inconsciente e sangrando pra caralho. — expliquei.

– Ok, v eu vou ver o que aconteceu. E vocês — falou apontando pra turma — calados e ninguém sai sem eu mandar. — ordenou.

Acompanhei o professor até o local onde pus a Ally, levamos ela para a enfermaria e em seguida fomos para a diretoria. Explicamos para a diretora o que aconteceu e ela só disse o seguinte:

– Você fez bem Austin. Creio que terei uma longa conversa com os pais de Kira. Até as coisas amenizarem um pouco, gostaria que você acompanhasse Ally até que ela melhore. — Fudeu.

– S-sim sra.Flynn.

– Podes ir agora querido.

Fui para a aula de história e depois para a de inglês. Assim que chegou o intervalo, fui falar com Kira.

POV Ally

Acordei (novamente) em uma sala branca, reconheci assim que abri os olhos. Era a enfermaria. Olhei para o lado e vi apenas duas criaturas, uma ruiva magricela e outra morena baixinha.

– Você acordou. — disse Trish assim que me viu acordada.

– A cabeça, como tá? — perguntou Dez.

– Dói.Muito. — respondi.

– Não esquenta, eu vi na internet que se você comer uma lasquinha desta pimenta aqui, a dor passa em um segundo. — falou ele comento uma lasquinha da pimenta em sua mão.

Dez começo a suar muito. Mas não muito como quando alguém corre uma maratona. Muito, tipo muito mesmo.

– Anw... acho que essa daqui é a que faz a gente suar em um segundo. Desculpa Ally.

Revirei os olhos, ele é um idiota mas é meu amigo. É isso que eu gosto nele. O sinal bateu e eles saíram. QUando bateu o sinal da saída, perguntei para a enfermeira se eu podia sair:

– Pode sim querida. Mas cuidado, não faça muito esforço.

– Obrigada Meg.

Saí da enfermaria (com uma faixa enrolada na cabeça), e por incrível que pareça, havia uma criatura loira me esperando.

– Oi Ally. — falou ele se aproximando.

– Oi, Austin. — murmurei.

– A minha mãe vai demorar pra chegar em casa, ela tem que resolver umas coisas na loja, então ela me pediu para eu te dar a aula hoje (infelismente).

– Okay.

– Vamos?

Ele estava sendo legal comigo? Mesmo? Realmente? Acho que bati a cabeça forte de mais. Chegamos na casa dele, eu já a conhecia, mas nunca tinha entrado pela porta da frente. Fomos até a sala onde a mãe dele normalmente me da aulas de piano e canto. Mesmo com o meu pânico de palco, a única pessoa que faz com que eu me sinta segura para cantar, é a sra. Moon.

Austin sentou se em um banco ao lado do piano e eu sentei-me no banco em frente ao piano. Tirei meu diário da mochila e pus na minha frente.

– Ok, onde você e a minha mãe pararam?

– Ela estava me ensinando a tocar esta música no piano. — falei apontando para uma música escrita no meu diário.

– Beleza. Toca aí para eu ver como você está indo.

– Ta bem, mas vira de costas.

– Por que?

– Porque eu tenho pânico de palco e não consigo cantar na frente das pessoas, com exceção da sua mãe

Notas finais
Parou por aqui, termino de postar hoje. Olhei no relógio e estou atrasada beijos