McFLY e uma Garota

1 Capítulo 1 - Juliana Mason


Notas iniciais
É a minha primeira fic do McFLY e eu sei muito bem como as galaxy defenders são. Então peguem leve ok?
Divirtam-se.

Juliana Mason, eu tenho 13 anos e moro em um apartamento em Ipanema com minha mãe, Carla Mason.

Meu pai morreu quando eu tinha três anos, não lembro do rosto dele, mas tenho algumas fotos dele que peguei na gaveta da minha mãe. Ele era um homem bonito, alto, musculoso, moreno com olhos verdes. Por pura falta de sorte não puxei os olhos dele, mas puxei os cabelos castanhos avermelhados da minha mãe. Minha mãe fala que eu era o maior motivo de vida dele, até morrer.

Meu pai fumava e bebia. Acabou indo para uma clinica de reabilitação, mas o caso dele já era muito avançado, e não teve jeito, morreu de overdose.

Tem dias que choro por não tê-lo conhecido melhor, mas lembro que ele não ia querer me ver chorando por isso. Tenho que continuar a vida, eu não posso me abalar até a morte, porque afinal eu só tenho 13 anos. Tenho que viver o que meu pai não viveu.

- Pare de sonhar, Juliana – gritou minha mãe – Você ainda tem que ir para escola e depois para a aula de violão.

Minha mãe tem 35 anos, morena, alta e muito bonita. Não estou falando isso porque é minha mãe, mas porque ela é realmente muito bonita. Depois da morte do meu pai, Carla já teve vários namorados, mas nenhum fez com que ela se apaixonasse como ela se apaixonou pelo meu pai.

- Já estou indo – gritei do meu quarto.

Levantei da cama, penteei o cabelo e peguei a minha mochila. Já estava pronta a um bom tempo, mas gostava de enrolar de manhã.

Minha mãe já estava na porta de casa esperando o elevador.

- Por que me chamou se o elevador nem chegou?!

- Quando chegasse ia ter que segurar o elevador até você chegar e eu acabaria atrapalhando as outras pessoas que precisam dele – falou minha mãe, ela me puxou e beijou minha testa.

Apesar das brigas, minha mãe e eu nos dávamos super bem. Ela é minha melhor amiga. O elevador chegou e entramos, apertei o botão e esperamos fechar a porta.

- Não esqueça que depois da escola você tem aula de violão.

- Mas eu odeio ter que aprender aquela “escrita musical” – imitei a voz do professor.

- Olhe pelo lado positivo, depois que aprender a escrita, poderá aprender qualquer instrumento.

Bufei, saímos do elevador e fomos para o carro. Minha mãe sempre me leva de carro para a escola depois vai para o trabalho. Ela trabalhava em uma empresa de publicidade.

O colégio é o tipo de lugar onde eu menos quero ir na vida, e inútil depois do fundamental. Já sei somar 2+2 e sei escrever e ler, não já está ótimo? Cheguei à escola, falei com as minhas amigas e fui para a aula. Aulas e mais aulas, logo terminou a aula e fui para o curso de violão.

Eu amo violão, mas acaba sendo insuportável ter que aprender aquela escrita musical, é como aprender mandarim – eu nunca aprendi mandarim – você desenha e não escreve.

Eu decidi querer aprender a tocar violão de uns dois anos para cá, foi quando comecei a gostar de uma banda, McFLY. Fui a show e tudo mais, acabei me apaixonando pela música, apesar de eu não saber cantar – o que não faço questão de aprender – sei tocar violão e guitarra muito bem e até um pouco de piano. Meu sonho é ir a Londres que é de onde o McFLY é.


Notas finais
Eu sei que ficou pequeno, e acho que as próximas duas também ficarão. Então relaxem. :)