McFLY e uma Garota

2 Capítulo 2 -Com 18 anos e apenas com alguns sonhos


Notas iniciais
Segundo capítulo. Finalmente em Londres. Let's go, baby.

- Não, mãe, eu sei me cuidar – respondi minha mãe chorando.

- Ah, então tudo bem, não esquece de me ligar, mandar cartas, e-mails e tudo mais – falou.

- Mãe, eu te amo. Vou me cuidar, já tenho 18 anos, qualquer coisa eu te ligo, te mando um e-mail, uma carta e até um sinal de fogo – falei abraçando a minha mãe.

“Ultima chamada para o vôo 447, portão quatro” avisou a mulher do aeroporto.

- Tenho que ir, mãe, eu te amo muito e se cuida – falei me distanciando de minha mãe em direção ao portão quatro.

- Tchau, filha. Eu também te amo, ok. Liga-me quando chegar lá – gritou de volta.

Passei pelo portão e fui para o avião, procurei minha poltrona e sentei.

“Boa Noite, passageiros. Por favor, coloque os cintos, desligue os aparelhos eletrônicos. Em caso de emergência há suportes para o caso acima de vocês. Chegaremos ao destino às 10 horas, horário de Brasília e 14 horas, horário de Londres. Obrigada e boa viagem” falou a aeromoça.


Londres: 14 horas.

Cheguei a Londres um pouco sonolenta e cansada por causa da viagem, pequei um táxi e fui para o hotel que era no sul de Londres, em um local um pouco residencial.

O hotel era alto e bem bonito, entrei e fui falar com a recepcionista: — Oi, tenho uma reserva, Juliana Mason – a mulher digitou e logo me deu o cartão para o quarto. Subi pelo elevador e logo estava no 8º andar, suíte 1015. Era espaçosa com uma cama de casal no centro, uma TV de plasma e, ao lado, um banheiro e um closet. Coloquei minha mala no closet e fui me deitar. Enquanto o sono não vinha, fiquei olhando pela varado – ainda na cama – a minha sonhada Londres, sim, minha. Desde os 13 anos, eu sempre sonhei em vir para cá, lembro que por dois motivos: 1º por ser linda, aconchegante e do jeito que eu gosto; 2º porque... Bem eu não lembro o 2º, mas agora só quero terminar minha universidade de música e a graduação de psicologia pela internet. Eu fiz psicologia no Brasil e depois não deu tempo de terminar a graduação antes da viagem, então faço pela internet.

Pela justiça, eu consegui ser aceita com psicóloga aqui em Londres e estou fazendo planos para o mesmo de música, mas isso é o de menos.

Trouxe o meu violão, mas infelizmente tive que deixar o meu piano em casa.

Logo adormeci.

Acordei já de noite e morrendo de fome, não tinha comido nada desde o Brasil. Desci e fui a algum restaurante na região.

Fiz meu pedido, comi e paguei a conta. Enquanto saía esbarrei em um homem.

- Oh, me desculpe. Estava distraída – disse. Olhei para o rosto do ta homem, a feição dele não me era estranha. Era alto, tinha cabelo castanho e era musculoso.

- Não, tudo bem – sorriu de um jeito encantador.

Sai do restaurante e fui andando pelas ruas londrinas. Ual, eu conheço aquele homem de algum lugar. Eu já vi em algum local. Devo estar ficando louca, deve ser o fuso horário.

Decidi voltar para o hotel e arrumar minhas coisas para a aula que teria na universidade amanhã.

Peguei o meu violão e comecei a tocar qualquer música.


Notas finais
Ela acabou de chegar em Londres, não tem muito o que fazer. Na verdade tem, mas ela tem aula no próximo dia. Ups... Contei!