Maybe the Destiny

1 The king and the poor


Notas iniciais
É minha primeira fanfic postada aqui no Nyah, e também minha primeira do ship Bunny...
Sinto muito se houver erros, espero que gostem.
Boa leitura!

The king and the poor.

Era uma vez...

Um garoto que vivia no bairro mais pobre do país de Kingdom Wonderful, de 11 anos, que sempre fazia o que podia para ajudar sua família.

Ele costumava roubar coisas, sempre tentava convencer lugares para tentar trabalhar, mas sempre recusavam por condições financeiras e por sua idade.

O garoto se chamava Kenny McCormick, um garoto loiro de olhos azuis escuros, secos. Na escola, era considerado o mais pobre de todos, mesmo estando ao meio de várias crianças com problemas financeiros, mas isso não importava ao mesmo.

Uma de suas atuais metas era invadir o reino e roubar inúmeras coisas e dar de presente a sua família.

Ah, o reino...

O local mais incrível que havia na época, o sonho de todas as crianças era visitar aquele palácio enorme, com certeza quem vivia lá era um sortudo.

Ou nem tanto...

No enorme reino de Kingdom Wonderful, habitava o pequeno príncipe Leopold Stotch, de nove anos, loiro de incríveis olhos azuis brilhantes. Que era chamado carinhosamente de Butters, com sua inegável personalidade meiga.

Seus pais eram nobres, porém viviam muito tempo fora de casa, apenas viajando e nunca levando seu “tesouro”, o pequeno Butters.

O garoto passava muito tempo sozinho, entre um reino enorme e sem graça, era o que pensava.

O único local que o mesmo passava o dia de seu reino era o enorme jardim, ele era um admirador por plantas, o jardim era o único local que o mesmo conseguia pensar, e escrever.

Escrever, algo que o pequeno vivia fazendo, ele escrevia seus sonhos, e um de seus sonhos era sair do enorme reino e correr pelos bairros e conhecer crianças. Já não agüentava mais a solidão.

Porém seus pais insistiam que o mundo era cruel, iam zombar dele por ser frágil, e isso desanimava muito mesmo o pequenino.

Foi assim até Butters encontrar um buraco entre os muros do jardim, levando ao mundo afora.

O pequeno estava dormindo, quando uma linda borboleta roxa decidiu pousar em seu nariz e fazer o pequeno acordar e então, sair correndo atrás da borboleta.

No meio da correria, então, ele encontrou o buraco. Ficou impressionado, ele se perguntava se era mais um lugar do reino que não conhecia, mas curiosamente, atravessou o buraco e saiu correndo, quando se deu conta que era o lado de fora. Ele ficou emocionado, mesmo vendo tão pouco, já estava maravilhado.

No momento seus pais estavam viajando, e seus empregados viviam apenas dentro do palácio.

Enquanto Butters tentava explorar o pouco que podia, encontrou um cantinho cheio de flores, com um rio, com uma enorme arvore e o mesmo ficou um tanto encantado. Desde então, decidiu começar a habitar este local agradável.

Ele se sentou abaixo da arvore e começou a ficar com medo de seus pais descobrirem, como estavam viajando, havia seus empregados, e depois contariam tudo. Mesmo assim, continuou lá. Abraçou seu caderno, onde possuía seus sonhos... E dormiu.

O garoto Kenny, depois de tanto praticar as ações de roubo, acabou sendo pego, e fizera o máximo para fugir dos policiais que o perseguiam, quando finalmente os policiais perderam o mesmo de vista.

Kenny suspirou, e quando se deu conta, estava em um local agradável, observou melhor o local, e de certa forma, se encantou. Se ajoelhou, e começou a pensar. Quando após um tempo, o mesmo notou o garoto loiro adormecido com o caderno em suas mãos, e ficou fitando.

O loiro adormecido usava roupas caras, tinha um cabelo perfeitamente arrumado, suas bochechas eram levemente rosadas.

Kenny suspirou novamente, e tentou se comparar com o garoto adormecido, Kenny usava um casaco laranja sujo, suas calças eram furadas e ele vivia descalço.

Kenny cansou-se de apenas observar o garotinho adormecido, e sacudiu ele fazendo com que o mesmo acordasse.

“– Você dorme, hein?” – Kenny disse.

“– Uhn...” – O loiro finalmente acordará, esfregando seus olhos. – “Eh... Quem é você?” – O mesmo ficou assustado.

“– Ah, eu? Eu não sou ninguém. Ninguém... importante. Apenas um garoto que é má presença para um arrumadinho como você.” – Kenny disse, bufando.

“– Eu me chamo Leopold Stotch! Por favor, me chame de Butters! Adoraria ser seu amigo!” – Butters disse, sorrindo de orelha a orelha, o que deixou Kenny meio assustado.

“– Eh... Meu nome é Kenneth McCormick. Por favor, só Kenny.” – Kenny disse secamente. “– O que um nobre está fazendo aqui perto da vila de pobres?”

“– Eu não tenho amigos onde vivo, aqui parece ser bem mais legal! Todos devem ser amigos...” – O pequenino disse, brincando com seus polegares. Ele soava tão inocente.

“– Você é estranho, pivete. Quantos anos você tem?” – O maior fazia cara emburrada, como sempre fazia quando via nobres, ricos.

“– 9 anos! Irei fazer 10 no mês que vem! E você?” –

“– 11 anos. Farei 12... Bem... Eu não sei a data de meu aniversário, só sei que sempre depois de janeiro, passo de idade.” – Kenny disse virando a cabeça e olhando para o rio.

“– Hum... Podemos criar uma data para seu aniversário juntos, que tal?”

“– Você é agitado até demais... Como consegue ser tão feliz assim? Seus pais são amorosos e te dão tudo, certo?” – Kenny riu.

“– Meus pais nunca ficam perto de mim... Eles passam dias viajando! Meus empregados são pessoas sérias e bravas! Eu não gosto de receber tudo, eu só queria sair de lá e correr pelo mundo e fazer amigos!” – Butters disse sorrindo. O pequeno nunca tirava aquele enorme sorriso de seu rosto.

“– Bem...” – Kenny ia terminar a frase quando uma ave enorme ia atacar Butters, como o pequeno nunca virá uma ave tão enorme, o mesmo começou a gritar, quando Kenny bufou e puxou Butters para seus braços, e com um graveto, expulsou a ave.

“– Medo de um animalzinho? Você é mesmo sem vida...” – Kenny disse rindo sarcasticamente.

“– N-Não zombe de mim! Eu nunca vi um parecido... E ele voou tão alto!” – Butters, novamente abriu um enorme sorriso.

“– Sim, sim.”

O céu estava começando escuro, eram cerca de 8h30 da noite, Butters começou a ficar assustado caso seus empregados estejam preocupados, sendo assim se levantou, pegou seu caderno, e disse sorrindo:

“– Kenneth... Kenny! Foi um prazer te conhecer, eu espero te encontrar novamente esses dias!” – Butters disse, quando repentinamente abraçou Kenny o deixando surpreso, e saiu correndo.

Kenny ficou parado, pensando. Quando começou a chover, repentinamente.

“Que garoto estranho, provavelmente tem de tudo, e reclama...? Mas ele é completamente gentil. Sinto que se eu desaparecer ele vai ficar destruído por dentro, bem... Vou tentar conviver com essa coisa.” Kenny pensava, abaixo a chuva que estava cada vez mais forte.

Quanto a Butters, ao chegar em casa, recebeu empregados desesperados perguntando onde o mesmo estava, ele disse que estava com um amigo, seus empregados pensarão que era imaginário então não se preocupavam. Butters foi correndo ao seu quarto, próximo à janela para escrever o ocorrido em seu caderninho.

“Eu fiz minha primeira amizade fora daqui! Estou tão feliz, tão feliz! Talvez eu deva fazer um desenho e entregar para ele amanhã, ele me parecia meio sombrio, porém legal.

09/09/1909”

Butters então, ao fechar seu pequeno caderno, decidiu olhar a janela, quando viu que conseguia ver uma parte do local que começará a habitar, e então viu Kenny indo embora do local, o garotinho sorriu de canto, e se preparou para dormir.

Amanhã poderá ser um longo dia para ele...

Notas finais
Bem, espero que tenham gostado, caso haja alguém ai e queira criticar sinta-se a vontade!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.