Notas iniciais
Obrigada por terem favoritado AusllyForever e Thatinha Fufet, obrigada a todos que comentaram e que estão acompanhando, por favor pessoal comentem assim vocês me incentivam a continuar. Boa leitura galera, fiquem com Deus, beijos da May.

Pov´s Maxon

Tento manter meus olhos fechados, mas a luz que passa pela janela me obriga a abri-los, percebo que o acidente não foi fruto da minha imaginação, infelizmente ele realmente aconteceu, pois estou em um hospital e ao meu lado está uma enfermeira preparando medicamentos que daqui a alguns minutos tomarei. Minha cabeça parecia que ia explodir de tanta dor, isso de ser consequência da pancada que levei na cabeça, quando voei para fora do carro, o carro, meu Deus o que aconteceu com a Kriss? Esse pensamento me faz levantar e minha dor de cabeça piora ainda mais.

– Senhor Schreave não pode se levantar ainda, o senhor está se recuperando do acidente de carro- diz a enfermeira me ajudando a deitar novamente.

– Kriss. Quero noticias da minha esposa Kriss Ambers- elevo um pouco meu tom de voz.

– Não sei por onde começar.

– Que tal pelo começo.

– É algo muito delicado- ela ajeita o avental.

– Não quero ser rude com a senhorita, mas preciso urgentemente saber noticias da minha esposa, por favor me diga o que houve com ela- não consigo disfarçar o desespero em minha voz.

– Ela ficou presa nas ferragens, o carro pegou fogo, Kriss teve 70% do corpo queimado.

– A Kriss está viva? pegunto, tento manter a fé de que Kriss mesmo derformada ainda estava viva, cinfio em Deus, sei que Ele não a levaria assim, ela é nova, tem muito o que viver e temos uma filha que precisa dela aqui, não, Deus nunca faria isso comigo.

– Ela morreu no local.

Recebo essa noticia, como um golpe de espada direto no coração, esse golpe não destruíu só meu coração, destruíu ou melhor acabou com minhas esperanças e a fé que tinha em Deus. Kriss morreu e uma parte de mim foi com ela.

Pov´s America

Os médicos levam Elena para a sala de cirurgia, começo a me preocupar com a demora de Maxon, suspeito que algo de errado aconteceu e logo minhas suspeitas são confirmadas pela senhora Anne.

– Os pais da Elena sofrerão um acidente de carro, o senhor Schreave está sendo atendido pelos médicos, parece que está muito ferido.

– E a esposa como está?

– Infelizmente morreu no local.

– Acho que preciso me sentar- digo tontacom tanta informação, assumo que estava chatiada com Maxon, mas nunca desejei que nada de ruim para ele e muito menos para sua esposa, meu coração aperta só de pensar na reação da pequena Elena ao saber que sua mãe morreu.

– Em que quarto o senhor Schreave está?

– No 13, eu acho, Por que? Você o conhece?

– Sim, eramos melhores amigos quando crianças. Respondo e vou em direção a recepção para saber sobre o estado de saúde de Maxon.

– Por favor quero saber sobre o quadro clínico do paciente Maxon Schreave?

– O que a senhora é dele?

– Amiga.

– Ele melhorou, só está sob observação.

– Posso vê-lo hoje.

– Só amanhã, os horários de visitas são ás 11:00, 14:50 e 19:00, as visitas duram 25 minutos.

– Obrigada.

Volto para a sala de espera, oro pela melhora do Maxon, da Elena e que Deus conforte o coração dos familiares da Kriss, principalmente o coração da filha dela, acabo de orar e adormeço naquela cadeira dura, vou me arrepender eternamente por ter dormido ali, depois que acordei estava com uma dor no bumbum.

– America.

– Que horas são?-pergunto confusa, devido ao sono.

– 10:30, te acordei para contar que ocorreu tudo bem na cirurgia da Elena, ela já está no quarto se recuperando.

– Graças a Deus, por ter dado tudo certo na cirurgia dela- me levanto- Vou até a lanchonete tomar café.

– Vai lá minha flor.

Termino o café , vejo o relógio que marca 10:50 e me lembro que daqui a dez minutos poderei ver o Maxon, ando até a recepção, mostro meus documentos e a recepcionista me autoriza a entrar no quarto de Maxon, antes de abrir a porta, respiro fundo, tentando acalmar as borboletas em minha barriga, o que não adiantou em nada, pois a anciedade em vê-lo dominava todo o meu ser, conto até três e abro a porta com um movimento brusco, quando a porta se abre me deparo com um belo homem que possui uma expressão tão triste que era de partir o coração, parece que alguém tinha levado sua alma, ele me encarava, reparava em cada traço do meu rosto, percebi que Maxon tentava se lembrar de mim.

– America?-me encara confuso.

– Maxon, sou eu, America- essas foram as únicas palavra que consegui pronunciar.

Notas finais
Resolvi postar antes, pois os comentários do capítulo anterior me motivaram, por favor leitores fantasmas comentem. Beijos fiquem com Deus.