Matar e Amar
1 Capítulo I - Divertindo-se
Notas iniciais
Inuyasha e seus respectivos personagens não me pertence, e sim a Rumiko-sensei.
— Com licença, Rin. — Pediu timidamente. — Será que pode me emprestar um vestido? Sabe, os meus estão...— Pega. — Simplesmente ordenou — Eles estão no armário do meio.Possuía três armários: um para roupas de festas, outro para o dia-a-dia e outra quando fosse trabalhar.— Obrigada, Rin-chan! — Sango agradeceu, feliz. Dirigiu-se ao armário, e escolheu com vestido de seda, branco. — Não combina muito com hoje, mas...— Ficará lindo em você — Interrompeu-a novamente.Sango agradeceu novamente e saiu, deixando a amiga refletindo sobre a sua vida e sobre os seus sentimentos.Tão difícil vê-lo sem a compainha de mulheres. O que faria, então, quando, novamente, a visse com uma?Não há nada a fazer.Não há nada a impedir.Mas há uma coisa a fazer:Divertir.Sair.Roubar.Matar.Decidida, trocou a seu kimono simples, por um típico uniforme para fazer o que precisava fazer, ou o que queria fazer.Lembrou-se das duras palavras de seu falecido pai, instantes antes de falecer:Se você escolher este caminho, é capaz de ser morta em uma luta. Se você decidir optar ter uma vida normal, eles te caçarão e a matarão do modo mais cruel possível.Não fora pronunciada, pelo menos, uma vez a palavra: Amor.Talvez ele não sentisse isso.Talvez ele queria esconder isso.Talvez ele não sabia que sentia isso.Eram tantas opções.Mas apenas uma era a certa.Agora, olhando-se novamente pelo mesmo espelho, parecia outra pessoa: mais bonita. Mais forte. Mais sexy.Abriu apenas um pouco a porta e seu coração se apertou ao vê-lo em compainha, novamente, com Kagura. Pareciam se divertir, apesar de sua expressão ser sempre a mesma: fria.Fechou a porta com todo o cuidado, para não ser descoberta. Mas precisa sair. Precisava se divertir. Precisava matar.Colocou duas espadas na cintura e simplesmente abriu a porta. De imediato, todos pararam de conversar e ficaram a encarando. Sabiam que algo muito estranho estava acontecendo, pois nas últimas semanas, Rin ficara trancafiada em seu quarto, saindo apenas para comer e trabalhar.— Vai sair, Rin-chan? — Miroku foi o primeiro a sair do susto. — Aconteceu alguma coisa?— Não — Rin respondeu, simplesmente — Apenas preciso resolver alguns assuntos pendentes.Saiu sob a vista de todos os seus colegas, principalmente do chefe, Sesshoumaru.— Onde será que ela foi? — Miroku perguntou, mais comentando — Nunca a vi tão fria...— Ela deve ter ido apenas se divertir... — Kagura respondeu, tentando provocar Sesshoumaru — Afinal, é o que todas as mulheres da laia dela fazem, não?Ao ouvir isso, Sesshoumaru agarrou Kagura com força, pelo braço.— Limpe a sua boca antes de falar da Rin... Ela é muito melhor que você...Dizendo isso, foi para o seu quarto, trancando-se.— Meu Deus... Nunca vi o Sesshoumaru tão bravo e frio... — Kagome disse, assustada.— Não se preocupe, Kagome. Ele está apenas um pouquinho bravo... — Inuyasha tentou transmitir segurança para a noiva.— Tomara... — Sango falou, ainda olhando para a porta do quarto de Sesshoumaru — Afinal, não podemos correr o risco de sermos mortos... Quando o Sesshoumaru está bravo mesmo, ele estraçalha todos o que tiverem a sua frente...— Não se preocupe, Sangozinha — Miroku também tentou transmitir segurança para Sango, mesmo não tendo tanta certeza assim — Bem, vamos continuar com a festa?— Hai! — Todos concordaram animadamente e logo todos já dançavam, menos uma pessoa.“Sesshy...”, Kagura pensou “Será que você ama tanto ela?”o-o-oEle estava pensando na vida em que levava. Tudo era tão parado. Tudo não fazia a menor importância. Até conhece-la.- Você tem apenas duas escolhas, menina: ou seguir o mesmo caminho que o meu, ou ser livre no mundo, para morrer.Lembrava perfeitamente a reação dela: não ficou assustada. Não ficou feliz. Parecia uma menina sem sentimentos.- Eu já sei o que fazer e querer da minha vida. — Ela o olhava nos olhos dourados dele — E acho que você também sabe.Lembrava-se também, que quando a mandou mostrar a sua habilidade para ele, ficara muito impressionado — embora que não admitisse isso — manejava a espada com facilidade e crueldade. Com certeza, não hesitaria em matar.
- Sabe, que se escolher este caminho, não pode hesitar nem um segundo em fazer o que deve fazer, não sabe?- Não hesitarei em fazer o que devo fazer e fazer o que eu querer.A sua primeira missão, ele a encarregara de matar o primeiro homem em que aparecesse para interromper seus planos. Naquele dia, fora sozinha com ela. E ela não hesitou nenhum segundo — como havia prometido — em matar friamente e jogar o corpo em algum lugar.- Como posso saber se realmente posso confiar em você?- Faremos um trato: se eu não mostrar total fidelidade e confiança em você, pode me matar à vontade e da pior maneira possível.Tudo estava certo na vida dele, até aquela mulher aparecer: Kagura. Uma das filhas dos senhores feudais, procurara para pedir apoio, falando que o seu pai queria mata-la por estar grávida. Era um dos bandidos mais procurados no Japão, e ninguém o descobrira naquele lugar.- Tenho os meus truques, Sesshoumaru-sama — Simplesmente respondera.Decidira ajuda-la, fazendo com que todos ficassem surpresos.Cinco meses se passaram, e Kagura parecia estar esbanjando saúde. Poderia simplesmente manda-la para fora, mas não conseguia.Foi naquela noite, que ela o beijara. Se entregaram totalmente um para o outro. Mas isso nunca foi descoberto.Pensando em tudo, perguntava-se: como poderia viver com duas mulheres completamente diferentes? Uma, doce e carinhosa. Outra, fria como o gelo.Não que só tivessem elas no bando. Havia muitas mulheres que decidiram seguir esse caminho: mas ela era diferente.Apenas naquele momento, quando ela falou que resolveria alguns assuntos pendentes, sentiu o verdadeiro significado da palavra amor.Sentiu medo.Medo de perde-la.Medo de encontra-la morta.Mas não poderia fazer nada.Apenas esperar.Esperar ela voltar.Esperar que ela voltasse sã e salva/o-o-oCorria pela estrada de terra. Não era necessariamente a palavra correr que explicava.No seu modo de ver estava andando.Poderia correr muito mais.Mas não era preciso.Chegaria lá.Mais cedo.Ou mais tarde.Parou em frente de um sobrado velho.Pode ver uma sombra.Um velho apareceu com a sua espada.— Quem está aí? — Perguntou, receoso. Afinal, fazia tempos que não lutava e deveria existir samurais muito mais fortes que ele, naquela época.— Meu nome é Rin. Nakayoshi Rin.Aquele sobrenome trouxe arrepios no velho senhor.— Nakayoshi? Por acaso é filho de Nakayoshi Naraku?— Oras... Ainda se lembra do meu pai? — perguntou ironicamente.O velho colocou-se em posição de luta.— Seja se for mulher... É ainda filha daquele ser grotesco... E deve ter o mesmo sangue que o pai. A mesma vontade de matar.Rin gargalhou.— É isso aí velho, acertou em cheio: estava mesmo sentindo falta disso... Afinal, faz tempo que eu não sinto sangue... Faz... — Contou nos dedos — Cinco horas.O velho grunhiu.— Se pensa da mesma forma que seu pai... Não sairá daqui viva...— É? E quem vai me matar? Você, seu velho caquético?— Posso até ser velho... Mas ainda não esqueci de lutar.Rin sorriu.— Que bom... Então vai ser uma boa luta.o-o-oN/A — Minhas intenções — sim eram duas — era de fazer um ONESHOT e ficar por algum tempo, sem atualizar meus fics, mas acontece que eu NÃO consegui escrever o fic todo em um só capítulo, e sabe que é, né... Simplesmente NÃO DÁ para enjoar desse casal maravilhoso! D Oh, eu estou com cinco fics em andamento... 4 RinxSesshy e um KagxInu... Well, o fic Kagome e Inu, vai ser uma outra parte de Um Amor Para Recordar: como eu apenas abordei o tema da Rin e do Sesshy, agora é vez de o Inu e a K-chan ter um fic meu só deles, né... TALVEZ — leiam bem essa palavra — eu faça um fic SangoxMiroku... Não sou muito chegada a esse casal e depende do meu humor... D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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