Mastermind

8 Succumbing to darkness?


Notas iniciais
MDSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS Q felicidadeeeeeeee, uma recomendação amores da minha vidaaaaaa! a primeira da fanfic!!!! OBG Luh Renovata Salvatore!!! EU PROMETO Q VC VAI ADORAR ESSE CAP!! como todos vcs também!!!!!! Succumbing to darkness? - sucumbindo a escuridão?

Eu estava preocupada, tudo estava parado, sem ir a lugar nenhum.

– não entende Ric? Achei que estava avançando com o Joker! Mas não, ele se desmente e isso está me enlouquecendo! Primeiro ele falou que a mãe morreu no parto – falei abrindo a caderneta – que seu pai era britânico e que era filho único, e que quando ele também faleceu ficou assim, que a dor de perder algo que amava muito o destruiu.

– isso é fraco de mais, é uma dor comum – Ric concluiu.

– eu sei! Escuta, no outro dia falou que ele tinha sim mãe.

– ele está mesmo se desmentindo?

– falou que isso não o afetava muito, porque tinha o pai que o ensinou a desenhar, a se divertir, enfim, o mundo das artes.

– parece que ele não vê a figura paterna como algo ruim.

Estendi o meu “presente”.

– uou, é um desenho? Isso é você e um cavalo – segurou o desenho firmemente.

– isso claramente é!! Esse desenho é perfeito.

– digno de um profissional.

– procurei profissionais nos últimos anos, passei as duas últimas noites em claro, mas...

– deixa eu adivinhar, nada.

– exatamente. Mas ele hoje tocou em uma coisa nova. Uma irmã, o olho brilha quando ele fala dela mas...

– tem medo de que seja mais enche linguiça? – concordei com a cabeça – não tenha medo, vá a fundo em tudo, como já tem feito, junte as peças, nem tudo pode ser mentira, pode ser um pedacinho da longa verdade – e saiu, era isso? Ric não era a melhor luz no fim do túnel que eu tinha, então quem saiba eu deva entrar na escuridão.

Fui em direção a sala dele. Entrei sem bater.

– pensei que já tínhamos conversado sobre isso querida, seja educada, sou louco...

– mas mereço educação, bla bla bla, olha J. – as vezes você precisa se aproximar, e eu não queria fazer isso sendo uma puta como Camille, um apelido já estava de bom tamanho – eu preciso, quer dizer, eu quero que colabore entende.

– a polícia quer isso, não você.

– errado! – exclamei me sentando na cadeira ao lado dele – eu que quero que você colabore, sim.

Ele sorriu e finalmente se levantou da cama onde estava lendo um livro.

Fiz uma nota mental.

P.S. lembre-se de descobrir de onde veio essas relíquias.

– finalmente! – com certeza devo ter feito cara de confusa – era isso que eu queria, você se expondo, expondo seu ego, o medo de fracassar.

– está me manipulando?

– claro! Achei que estivesse entendido?

– mas a irmã? Ela é real, transparece seu sentimento nos olhos.

– eu sou um louco Caroline, não tenho sentimentos amor – falou rindo.

– não – cheguei mais perto, e ele se surpreendeu, mas depois sorriu, um sorriso conquistador, não de sarcasmo – você é diferente, sabe controlar sua loucura, porque o que é melhor do que algo pra te fazer forte? sem sentimentos, em momentos ruins? Mas aqui você não tem nada pra te fazer fraco.

– como não? Estou preso!

– porque quer! Fugiu da prisão de Gotham, algo que é feito para pessoas em seus estados normais. Imagine aqui que é feito para loucos!

– porque é interessante, isso não é o bastante?

– não, algo me diz que seu interessante é matar pessoas. Está planejando.

– e se eu estiver? Caroline fugir é difícil de qualquer modo, é um lugar diferente, que não conheço, e a segurança foi quadruplicada com a minha chegada, e esse excesso todo é só pra mim, sem distração com mais ninguém, já que o resto são loucos, melhor dizendo, loucos comuns.

– então precisa de tempo?

– basicamente.

– então porque não se diverte?

E lá estava novamente o belo sorriso malicioso.

– epa, se acalma ai J., não estou falando disso.

– por enquanto.

Revirei os olhos.

– o que quero dizer é que ter alguém para conversar e dar conselhos não é ruim.

– ôôô – fez uma cara de fofura – seus conselhos não me serviriam de nada linda.

Levantei as mãos em puro rendimento.

–prometo que a partir de passar pela aquela porta serei totalmente ante ética – ele revirou os olhos – J. só preciso que você fale, só isso, não que me enrole como vem fazendo. Estou aqui para ajudar a polícia, se te preocupa, fale coisas sem importância, algo que ache que não servira nem pra mim nem pra eles. Só não me deixe sem material de trabalho.

– mas já estou fazendo isso.

– mas são mentiras, não quero mentiras.

– está bem. Conselhos ante éticos, não é?

– claro.

Deixou o livro na pequena estante.

– Caroline Caroline! – o modelo de Apolo moderno e zoado se ajoelhou e abriu as minhas pernas, ficando entre elas, minha cabeça girou e minha única reação foi passar as mãos pelos cabelos com a esperança de manter a calma, respirei fundo – shiii, love se acalme – passou as mãos ásperas pelas minhas pernas a amostra, meus pelos se eriçaram, e foi ai que me dei conta que estava de vestido e que se ele abaixasse o olhar veria minha calcinha.

– tem uma câmera bem ali – olhei para o canto da parede.

– ninguém está vendo, e, digamos que essa vai ser um tipo de prova de que vai me dar, que vai deixar aflorar sua parte má. Você não vai contar – passou a mão pela parte interna das minhas coxas, e quem dera eu não está gostando – não vai contar nada que acontecer fora das regras aqui dentro. Vai?

Olhei no fundo dos olhos dele.

– se estivermos de acordo, não, não contarei.

Ele sorriu.

•••

Meu turno havia acabado e para minha sorte o Joker tinha aderido a minha ideia sem noção. Só esperava que com o tempo ele passasse a confiar mais em mim e, deixasse de provocações.

Atravessei o cais e o medo de passar por aquele local me instalou, máfia, aparentemente isso havia virado uma modinha desde Don Corleone. Caminhei rápido ao estacionamento e fui o mais rápido possível. Não via a hora de chegar em casa, conversar com Bonnie, desabafar.

Era aquilo que eu precisava, desabafar.

Depois de subir três lances de escada entrei no apartamento vendo uma visão que havia se tornado bem comum nos últimos dias.

Era Bonnie, com uma garrafa de Bourbon, e um notebook no colo.

– novo ritual? – falei tomando um gole da garrafa – conseguiu ajudar o Marcel?

– na verdade ele só volta amanhã de NoLa. E você, conseguiu encontrar um jeito de se aproximar no projeto inacabado de deus grego.

– na verdade eu estou começando a avançar, eu acho.

– você esqueceu o celular de novo, e eu estou começando a achar q isso e proposital. Principalmente com as seis chamadas e oito mensagens perdidas do Stefan.

Eu apertei com força os olhos.

– ta tão na cara assim?

– eu pensei que gostasse dele...

– ele é legal mas, eu não sei, honrado de mais quem sabe? – bonnie suspirou – e também eu tenho que me concentrar no Joker, ele é o meu trabalho e prioridade, não posso me meter em um relacionamento, eles precisão de cuidados.

– os relacionamentos?

– é, e o Stefan merece isso, mas também não quero deixa-lo no vácuo.

– liga pra ele, fala que tá mais concentrada na carreira e... que sente muito.

– é, quem saiba eu faça isso amanhã bem cedo – Bonnie se levantou – já vai dormir?

– já, e pelas suas olheiras te recomendaria também.

Segui o conselho, coloquei uma camisola e me deitei.

Com um tempo sentir um calor inumano, levantei e decidi tomar um banho.

Entrei na banheira ficando de pé e ligando o chuveiro, esperei meu cabelo ficar totalmente encharcado e comecei a sentir falta de ar tossi e coloquei a mão me encostando na parede.

Tentei respirar novamente e me levantei, consegui respirar, olhei para o piso da banheira e vi sangue.

Toquei minha garganta e senti um corte, me afastei nervosa. Bati em algo frio e me virei, era ele!

Como!

Estava coberta de sangue enquanto ele estava na sua cueca branca encardida em cor verde.

– como vai sweet – ele falou em seu sotaque britânico e sorriso cafajeste, abocanhando o meu seio esquerdo ele se lambuzou em sangue se igualando a mim.

Me agarrou e me fez passar as pernas ao redor da cintura dele me empurrando contra a parede e lambendo a cicatriz q a segundos atrás era um corte que deveria ter me matado.

Olhei para o espelho e gostei do que vi, estava excitada e meu corpo implorava pelo dele. Ele olhou pra traz junto comigo.

– você gosta do pior love, mas não se preocupe, todos nós somos atraídos pela escuridão.

E me beijou, fortemente. Me acordando do meu sonho de fetiches.

Sim, me acordei no meu mero quarto, com uma calcinha digna de lixo de tão encharcada, e eu com um libido que quase ninguém podia saciar.

Quase ninguém...

Notas finais
acho agora q o titulo deveria ser uma afirmação, não? não respondi os comentários pq ultimamente to de castigo de internet :( maaaaaaaaaaaaaas estou aqui ligando o roteador no meio da noite por vcs! então mesmo eu não respondendo (logo logo isso passa) por favor... podem continuar comentando?