Mask

22 Epílogo - Pov Duke


Notas iniciais
eu chorei com os reviews de vocês! SÉRIO MESMO! oun ç.ç cara, eu vou sentir saudades disso. geeeeeente mil desculpas por ainda não ter respondido ninguém mimimi ç.ç to tão apressadinha que dá nisso. Eu prometo que responderei toodinhas. até pq eu amo conversar com vocês. me faz me sentir muito melhor oun EHSUHEUSHEUSHEUSHUEHSUES, estou falando sééério ouviram? ooooooooun. Boa leitura e espero que curtam o último cap de Mask

Música tema/capítulo/casamento I never told you — Colbie Caillat: http://www.youtube.com/watch?v=vt6Yn7p4jgo

E agora,
Sinto falta de tudo sobre você
Eu não posso acreditar que eu ainda te quero
E depois de tudo o que passamos
Sinto falta de tudo sobre você
Sem você

I never told you.

EPÍLOGO – POV DUKE.

4 anos depois.

A marcha nupcial começou a tocar.

E claro, assim como eu, várias pessoas se levantaram para receber a noiva deslumbrante que se encontrava já na entrada junto com o seu tio; o seu pai de criação.

Eu brincava com ela há 4 anos a chamando de criança, mas agora eu mereci engolir tudo que falei. Ela virou diante dos meus olhos uma linda mulher. Uma deusa.

Os seus passos lentos se seguiam até o altar enquanto seus olhos brilhavam de felicidade para o seu noivo. Suas lágrimas eram derramadas de emoção.

Ela virou na direção dos convidados e, percebendo que eu estava ali, sorriu largamente.

Eu fiquei sem reação, porém, retribui com carinho o sorriso que me dera.

Com a convivência que tive com Celly eu criei uma imagem dela como paterna. Claro que ela ainda me atraia, principalmente eu a vendo agora com o seu cabelo preso em um coque folgado e um vestido branco totalmente sexy. Simples e sexy e, felizmente, sem aquelas armações de vestidos de princesa.

Digamos que o Matt terá que segurar a sua esposa... Porque provavelmente muitos homens irão querê-la.

Eu virei e encarei Mathew com admiração: primeiro ele era um vencedor. O que ele passou no hospital era incomparável a qualquer outra coisa. E segundo por ter Celly como sua esposa apesar de todas as dificuldades que eles enfrentaram.

Suspirei ao relembrar a estória deles dois.

Era incrível como o amor deles suportou tudo isso. Principalmente agora com os preconceitos.

Sim. Eles sofriam preconceitos por estarem se amando e serem primos.

É tanto que para não haver mais comentários do que já tinha, eles estão se casando nesse momento em um espaço reservado, próprio para casamentos, e não em uma igreja.

Chegando ao altar, August entregou Celly ao seu filho. Era estranho isso mas... Enfim.

Foi surpreendente todos verem que seria August o acompanhante. Sim, todos sabiam da estória conturbada de Genna camões. Mas diferente do que eu achava, assim como com outras coisas, ela não estava ligando para os que todos falavam. Ela estava feliz por estar ao lado de Celly e também por vê-la feliz.

Observei com um sorriso de lado a mãe da Celly segurando as mãos da sua (ainda) melhor amiga, Loren, na frente do altar e na frente de todos os presentes. Claro que isso era motivo para fofocas. Mas ela estava feliz.

E isso era o que importava.

Olhei para o lado e vi uma mulher da mesma idade que Celly com lindos cabelos dourados e cacheados, chorando de emoção. Devia ser a melhor amiga da Celly... Lembro de a ter ouvido falar dela... Como era mesmo o nome dela? Ah! Melissa!

O juiz de paz começou a falar interrompendo os meus devaneios.

- É com muito orgulho que venho cerimoniar esse casamento.Como todos presentes percebem, há aqui uma rara união que são aquelas de mesmas famílias. Preconceitos são perceptíveis, mas acredito que com a estória que esses dois vivenciaram essas barreiras não farão nem cócegas.

Matt sorriu largamente olhando Celly.

- Eu acredito – Continuou o juiz – que depois que acabar com esse discurso, eu nem terei direito de falar “até que a morte os separe” porque a morte veio sem dar aviso e o amor de vocês deu a volta por cima. Lutou contra isso. – Suspirou – Um amor como o de vocês não é para se jogar fora e sim cultivá-lo como se fosse uma plantinha. Uma linda plantinha adorável.

Matt riu baixinho por causa dessa fala do juiz e sussurrou algo para Celly que agora derramava mais lágrimas de felicidade.

- Fico feliz de ser eu a pessoa a testemunhar isso. Porque o amor é uma coisa do qual não vemos mais na nossa sociedade. O casamento está sendo atualmente usado para ganância e vingança das pessoas. E vocês dois? – Ele sorriu – Vocês são a prova que o casamento é uma prova de amor, de respeito e de cumplicidade. — O juiz sorriu — Matt...?

- Sim? — Perguntou Matt desviando os olhos de Celly para olhar o juiz.

- Você aceita Marcelly Camões como sua legítima esposa?

- Sim – Sussurrou Matt rouco, olhando os olhos de Celly – Seria louco se não aceitasse.

Risinhos foram arrancados dos convidados.

- Marcelly você –

- Sim! – Gritou Celly indignada.

O juiz revirou os olhos.

- Posso continuar?

Eu ri baixinho por ver que a natureza selvagem de Celly ainda permanecia nela.

Nesse momento escutei uma zoada de choro e virei para me deparar com um rapaz de cabelos castanhos chorando enquanto olhava o casamento ocorrendo.

- É eu sei que é muita emoção... Mas...Você não acha que pega mal um homem como você chorar em um casamento? – Brinquei com o menino.

Ele me olhou fulminando.

- Você com certeza choraria ao ver uma menina que você ama há 4 anos se casando com outro... E principalmente ver que você poderia estar com essa menina se não tivesse feito uma merda para estragar tudo!

O olhei com simpatia.

- Fala por experiência própria?

- Tire suas próprias conclusões seu filho da –

- Kurt – Alguém sussurra baixinho para o menino que estava me insultando.

Ele sem falar mais nada se levanta e acompanha a mulher desconhecida para fora do casamento.

- Eu os declaro marido e mulher.

E assim o casal se beija deixando todos os convidados emocionados e eufóricos.

***

Depois da cerimônia fomos todos para o salão para jantarmos.

Estava eu no bar, perdido em pensamentos, quando uma voz feminina me tira dos meus devaneios.

- Você deve ser o delegado não?

Me virei para ver a dona dessa belíssima voz e minha boca se abriu.

- Wow! – Exclamei sem intenção.

Ela deu um sorriso tímido.

- Devo levar como um elogio?

E que elogio! Pensei.

Uma garota linda com os cabelos castanhos longos e lisos, e olhos cor de mel, me encarava com uma certa hesitação.

Eu sorri torto.

- Depende.

- Depende do que? – Perguntou confusa.

- Do que você quer comigo. Aceita um drinque? – Respondi sorrindo malicioso.

Ela me olhou incrédula.

- Eu só vim falar que estava curiosa para conhecer você. Meu namorado fala muito do chefe dele.

Eu arquei uma sobrancelha.

- E quem é o corno?

Ela ficou vermelha.

Quando ela ia retrucar, a voz do estrupício do Steven surge.

- Amor!

Amor?!

- Oi amor – Respondeu a moça envergonhada e acenando de volta.

ERA ELE O NAMORADO DELA? MINHA NOSSA AONDE ESSE MUNDO VAI PARAR?

Enquanto ele andava até a gente, eu sussurro baixinho no ouvido dela.

- Você não acha que merecia coisa melhor não?

Ela riu.

- Tipo quem?

- Eu.

Ela revirou os olhos e ia de encontro com o seu namorado quando, simplesmente, a impedi pegando em seu pulso.

- O que...

- Me ligue quando precisar. – Falei dando o meu cartão para ela.

Ela engoliu em seco, puxou o seu pulso, e foi direto para o seu namorado.

Eu sorri internamente.

Enquanto os meus olhos seguiam com fome o corpo da mulher que acabara de conversar comigo, eu fiz uma promessa para mim mesmo.

- Você ainda me verá mais por aqui, mocinha. Me aguarde.

-

Narração 3ª pessoa.

Reformatório de Flits.

Uma moça loira de olhos parcialmente azuis assistia infeliz o homem, que já participara de sua vida, bater em todos os enfermeiros.

- ME SOLTE! – Gritava o rapaz enquanto os enfermeiros colocavam, contra a sua vontade, uma camisa de força.

A loira derramou mais lágrimas com o que estava vendo.

Ela sentia que ele estava assim por causa dela. Só por sua causa.

Com certeza se não fosse por ela... Ele não estaria internado em uma solitária.

Muito menos seria psicopata com todas as outras meninas.

Ela viu o enfermeiro, com apenas um golpe, injetar uma injeção que o deixou impossibilitado.

A moça cobre sua boca com as mãos, com uma agonia muda.

- Fique calminho... Isso. Assim mesmo rapaz.

Ela engoliu em seco vendo o homem perder todas as suas forças para a droga que o consumia.

Antes de perceberem sua presença, ela se vira para saída para sair daquele lugar cheio de desespero.

Mas, antes de sair, ela sussurra baixinho uma coisa do qual ninguém iria tomar conhecimento depois.

- Ah, Benjamim, como você pôde ser tão fraco por causa de um fora?

Deixou aquele lugar sem falar nada e vestiu a sua máscara de indiferença novamente.

Ninguém sabe quem era essa mulher.

A máscara dela estava bem colocada.

E não tinha caído em presença de ninguém.

Notas finais
corram para o próximo capítulo AGORA!