Mask

15 Capítulo quatorze


Notas iniciais
geeeeeeeente e nun é que recebi outra recomendação? *___* oooun! por isso dedico esse capítulo para a minha linda: sesshy-rin. ooun obg obg meu anjo - Bom gente primeiramente quero dizer que é a primeira vez que mostro um hentai para alguém já que escrevia só para mim e queria que se tiver ruim me avisassem pra eu absolutamente tentar novamente ç.ç e em segundo... miiiiiiiiinha nossa obg pelos reviews minhas lindas *____* oun chorei! AAAAAAAAAAAAAAAAAAH MINHA GENTE! e nun é que por coincidência achei uma música que BATIA DIREITINHO com o que ta acontecendo com Celly e Matt? Por isso to enviando o link dela para vocês escutarem ela lendo esse capítulo. LEIAM OUVINDO! VOCÊS NÃO IRÃO SE ARREPENDER. O capítulo de hoje é o maaaaior que já fiz então aproveitem. Boa leitura amores

MÚSICA TEMA CELLY E MATT — IMBRANATO :http://www.youtube.com/watch?v=hUqbdx6SQGc

Imbranato:

E desculpa se te amo e se nos conhecemos
Há dois meses ou pouco mais
Desculpa se não falo baixo
Mas se não grito morro
Não sei se sabes que te amo...
E desculpe se rio, me entrego ao embaraço.
Olho pra ti fixamente e tremo.
À ideia de te ter do meu lado.
E me sentir somente teu.
E estou aqui e falo emocionado.
E sou um atrapalhado! E sou um atrapalhado!

CAPÍTULO QUARTOZE

- Minha nossa... Como?! Porque Celly? Você simplesmente está desistindo sem haver nenhuma explicação? – Perguntou meu irmão sem entender nada.

Eu não falei nada e só assenti. Não adianta. Aqueles olhos esverdeados me conhecem desde pequena para saber que estou mentindo.

- Eu te conheço Celly. Você está mentindo. Dá para me falar o porquê você está desistindo de lutar por aquele menino? Mas que merda! Depois de tudo que te ajudei?

- Por Deus Matt, eu só não estou mais afim dele. – Falei encarando o meu irmão que me olhava descrente.

- Isso – ele falou incrédulo – não entra na minha cabeça. Ficamos horas planejando de como você deveria seduzir ele.

Mordi o lábio esperando ele terminar de desabafar.

- Você perdeu a confiança no seu taco? É isso?

- Jamais! – Sibilei com raiva — E eu posso provar isso muito bem.

- Provar o quê, dona Louie? Que você não é capaz de seduzir ninguém? – Perguntou Matt sarcástico.

Odiando o seu julgamento, eu não fui capaz de raciocinar direito.

E então eu o beijei.

Sim.

Eu tomei os seus lábios bruscamente.

Nem me perguntem o porquê de eu ter feito isso... Só que eu não resisti. Eu não quis resistir.

Lágrimas se formaram em meus olhos fechados pelo medo da rejeição e assim parei o beijo. Saí dos seus braços rapidamente tampando a minha boca com a mão, surpresa pela minha ousadia de beijá-lo.

Meu irmão me olhava com os olhos arregalados e a respiração acelerada.

Minhas lágrimas agora escorriam livremente pelo meu rosto.

- Eu não devia ter feito isso. Meu Deus! Meu Deus! Desculpa Matt... Eu --

Ele não falou nada, mas fez uma coisa do qual nunca esperava ele fazer: ele me beijou de volta.

Nossos lábios quando se encontraram faziam uma dança lenta, sensual e improvisada. Embora nunca tenhamos nos beijado desse jeito, parecia que nossas línguas conheciam os movimentos certos para se manter sincronizados.

Eu lutei contra todas as forças para que aquele sentimento não me dominasse.

Mas não deu. Pela primeira vez depois de dois meses eu deixei a minha máscara cair.

Eu estava apaixonada, dominada.

Pelo meu próprio irmão.

Meu confidente.

Ele me imprensou na parede e colocou minhas pernas na sua cintura.

Seu membro, agora rígido, batia em meu ventre.

Eu ofeguei.

Agora em vez de lenta e sensual, nossas línguas estavam rápidas e ardentes expressando toda nossa luxúria reprimida, assim como o nosso amor.

Apertei sua cintura para que nossos corpos ficassem mais juntos. Mas mesmo ele estando colado ao meu corpo eu não sentia que estava perto o suficiente.

E aí percebi que o que distanciava a gente era a roupa.

Parei o beijo para tomar fôlego, mas Matt nunca abandonou a minha pele e desceu os seus lábios para a curvatura do meu pescoço. Arqueei minhas costas dando mais vulneridade ao meu pescoço.

Eu estava quente. Não, quente não, fervendo.

As lágrimas ainda caiam pelo meu rosto, mas não de tristeza. Longe disso. Eu estava chorando de felicidade, por finalmente ter o homem que eu mais amo ao meu lado.

Naquele momento eu não queria ser sua irmã. Naquele momento eu queria ser sua mulher.

Levantei o seu queixo para que seus lábios se encontrassem novamente com os meus.

E assim voltamos a nos beijar com mais ferocidade.

Engolindo em seco e com a mão tremendo, delineei o seu corpo e parei na barra de sua camisa. Me ajudando, ele começa a levantar sua camisa tirando-a rapidamente e jogando no chão.

Eu estava ofegante e trêmula.

Olhei seu corpo forte agora descoberto e lambi meus lábios secos. Desci minhas mãos ao seu abdômen e o arranhei com a minha unha. Fui descendo mais e mais até que cheguei aonde queria e apertei forte.

Ele gemeu.

Mas antes que eu pensasse em desabotoar a calça, ele agarra a minha mão e a tira de lá.

- Agora não – Falou respirando com dificuldade.

E assim, com uma mão, enquanto a outra se encontrava ainda segurando o meu corpo, Matt foi abrindo os botões da minha blusa.

De um a um os botões foram saindo e sua excitação assim como a minha foram se apossando dos nossos corpos.

Eu não queria calma. Eu o queria naquele instante.

Com as mãos ainda tremendo e com a camisa social agora aberta revelando o meu sutiã preto rendado, me pus no chão e fui tomando a mão de Matt levando – o em direção a escada.

Ele deu uma parada brusca no quarto degrau e ficou me encarando ainda com os seus olhos verdes enegrecidos.

- Tem certeza que é isso o que você quer, Celly? – Ele perguntou com uma voz enrouquecida. – Porque se você me puxar mais um degrau, só Deus sabe o que eu irei fazer contigo entre quatro paredes.

Meu coração deu saltos querendo sair do meu peito, mas em nenhum momento demonstrei fraqueza. Desci mais um degrau ficando na altura dele.

- Matt, cale a boca. – Falei fitando os seus olhos e com a voz falhando por causa do desejo que sentia – Você não vê? Você não sente? – Perguntei enquanto colocava sua mão sobre meu seio para ele sentir a velocidade que o meu coração fazia dentro dele. – Eu já sou sua há muito tempo.

E falando isso, o calei com um beijo desesperado e urgente.

Perdendo o resto de seu controle, Matt me levantou e me arrastou até o meu quarto.

Me pondo deitada delicadamente na cama, Matt se ajoelha sobre mim e retira a blusa que já estava desabotoada.

Levando seus lábios até o meu pescoço, ele começa a mordiscar e beijar.

- Deus... – Falei enrouquecida pela excitação que esse homem estava fazendo em mim.

- Não chame por ele, quando tudo o que você precisa está bem aqui. Nessa cama. – Sussurrou e depois lambeu o meu lóbulo.

Eu arfei.

- Se você acha que estará no comando, está muito enganado – Falei agora invertendo as posições, ficando por cima dele.

- Selvagem e bonita... Você é adorável, maninha – Sussurrou ele enquanto se levantava para ficar sentando debaixo de mim, entre minhas pernas.

Eu sorri por perceber que ele citou o primeiro elogio que fez a mim há 2 meses atrás. 2 meses em que não sonhava estar apaixonada pelo meu irmão.

Mesmo com o vento forte da chuva, minha pele queimava. Uma prova disso era o suor que já escorria entre o meu decote.

Como uma dança frenética, nossos corpos se esfregavam em busca de um maior contato.

O ar já estava me faltando e enquanto sua boca já se encontrava entre o vão dos meus seios me fazendo gemer baixinho em seu ouvido, eu ia em busca do zíper da sua calça.

Tirando sua calça eu vi o seu membro latejante já querendo se sobressair da cueca.

Com minha boca fui contornando o seu pescoço, seu abdômen, até parar na parte de baixo e dando um beijinho sobre seu membro ainda coberto.

Ele rosnou.

- Pare.De.Me.Torturar. – Sibilou me puxando para cima e dando um beijo em cima do meu ombro.

- Todos esses dois meses você me torturou, agora você vem falar para mim que não está agüentando uma tortura de apenas 30 segundos? – Falei irônica.

- Acredite, a sua tortura foi pior.

Matt foi beijando meu ombro e subindo pelo meu pescoço até parar no meu ouvido.

- Você gosta disso? – Perguntou em meu ouvido, agora colocando suas fortes mãos em cima do meu seio e o apertando.

Eu gemi.

- Dá para pararmos de falar por um só momento? – Falei agora derrubando ele deitado na cama.

- Ah é? E o que você quer fazer?

Dei um sorriso malicioso e desci minhas mãos até sua cueca e tirei-a com força.

- Você é rápida não? – Perguntou agora engolindo em seco e ofegante.

Eu dei um risinho e com as mãos menos trêmulas, por estar ficando confiante, me ajoelhei bem em sua frente e fui abrindo o meu sutiã tirando ele com uma calma que eu mesma nem reconheci.

Meu irmão observava cada movimento que fazia até que quando expus meus seios totalmente, ele me atacou sem nenhum pudor e retirou a única peça que me faltava.

Os olhos de Matt se encheram de desejo ao me ver sem nada em meu corpo. De fome.

Com uma velocidade incrível, ele pega da carteira um preservativo, colocando a proteção nele, e começa a sugar calidamente os meus seios.

Segurei seu membro, que já se encontrava excitado há muito tempo, e fui fazendo os movimentos de vai e vem. Senti-o se contorcendo cada vez mais e sorri por estar conseguindo dar esse efeito nele. Fiquei satisfeita por finalmente estar dando prazer a ele.

Matt já não agüentava e gemia descontroladamente.

Com um rosnado alto, ele me empurrou para que eu caísse deitada na cama e adentrou em mim.

Gritei alto pelo prazer imenso que me foi atingido.

- Celly você está bem, meu amor? – Perguntou Matt tirando o meu cabelo suado de cima do meu rosto.

Não falei nada só empurrei meu quadril mais para frente, para ele perceber que aquele grito foi de prazer, e não de dor.

- Matt... – Gemi o seu nome o fazendo perceber que é para não parar.

Matt não me desapontou e compreendeu imediatamente do que eu queria.

Ele começou a se movimentar rápido sobre mim. Suas estocadas foram ficando mais fortes.

Nossos gemidos e juras de amor foram abafados pelos trovões que trovejavam ao céu escurecido.

Fechei meus olhos sentindo que meu clímax já estava chegando.

- Celly, não feche os olhos. – Falou Matt sussurrando em meu ouvido – Eu quero ver a expressão do seu rosto quando chegarmos lá. Juntos. – Falou entre as estocadas que agora ficavam cada vez mais frenéticas.

Eu não estava mais segurando.

- Celly... Olhe para mim! – Implorou Matt enrouquecido.

Fitei seus olhos verdes que se encontravam mais enegrecidos do que jamais esteve.

Quando viu meus olhos abertos, ele sussurrou aquelas 3 palavras que poderiam mudar tudo nas nossas vidas:

- Eu te amo.

Não agüentei. Cheguei ao ápice gritando de prazer.

O senti estremecendo e percebi que ele também tinha chegado.

Minha respiração estava descontrolada e frenética. Eu aposto que se me visse naquele momento, eu não me reconheceria. Em vez disso, eu veria uma garota com um cabelo selvagem, com o corpo suando e com os olhos brilhando de satisfação e felicidade.

Saindo de mim e se levantando da cama, ele deu um beijo na minha testa e retirou a proteção jogando-a no lixo.

Depois de ter feito isso, Matt voltou a se deitar ao meu lado, me puxando para ele para eu poder finalmente descansar em seu peito.

Sentir seu coração batendo em sincronia com o meu, e suas mãos fortes passando sobre o meu braço o arrepiando logo em seguida, foi a sensação mais calmante que eu já tive em toda a minha vida.

Ficamos encarando a chuva que ainda estava forte e os relâmpagos que faziam um show incrível no céu.

Sentia meu sono chegando e um sorriso bobo apareceu em meu rosto.

- Matt? – Falei depois de um tempo.

- Sim? – Perguntou meio ronronando.

Me virei para fitar seus olhos e sussurrei:

- Eu também te amo.

E com isso me deitei sobre o seu peito de novo e tive o melhor sono que alguém jamais teve.

Eu dormi ao lado do meu homem e não do meu irmão.

Eu dormi ao lado do meu Matt.

Notas finais
meeeus anjos o que vocês acharaam? oun ta ruim? decepcionei vocês? ç.ç eu juuuuro tentei de tudo. mas enfim.o próximo cap talvez só saia na quinta então quem sabe os reviews não me inspirem a postar antes? UHEUSHEUSHUSHEUSHEUSHUES beeijos meus anjos e séérissimo me avisem se ta ruim ou querem mais rábeeijos