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19 Capítulo dezoito


Notas iniciais
peessoinhas lindas do meu core Quase tive infarto novamente pelo fato de conseguir mais DUAS RECOMENDAÇÕES ouuuun Obrigada PahArantes e AndrielleBella pelas recomendações txotxo aaaaaaaamo vocês. Ooooun! E esse capítulo lógico que está dedicado para vocês duas. Ah e pessoinhas lindas obrigada pelos reviiiews! *--* Geeeente antes desse cap começar quero dizer que ele é chatinho (porque é a parte da explicação da estória) e para verem que tudo foi planejado desde o início. Bom, para aqueles que leram atentamente o cap 7 sabem do que estou falando. Sim é a parte em que digo que a mãe dela não se parece com naada dela e o povo até achar que elas são amigas. Ah e ela chamou a mãe de Catherine leeeeembrem-se quando lerem esse cap. KKKKKKKKKKKKKKKKK, o resto nem conto. Só acho que irão se impressionar com o cap mesmo achando ele MUITO chato ooooooooun ç.ç Mil desculpas mas é a verdade :/ Eu já disse que amo vocês? UEHSUHESUHEUSHEUSHEUS. Beeijos e boa leitura

CAPÍTULO DEZOITO.

Estava petrificada.

Uma lágrima solitária rolou pelo meu rosto, ao ainda estar escutando a conversa através da porta.

- Minha nossa Genna! – Diz o meu pai elevando o tom – Você é louca? Quer realmente que a Celly nos odeie?

A minha respiração ficou descompassada ao finalmente ter a certeza de que a protagonista daquela conversa era eu.

- Era o que você merecia desgraçado! Você a tirou de mim quando ela ainda era um bebê! – Gritou uma voz feminina.

Aquela voz me era familiar...

- Eu já disse que não foi por mal – Minha mãe sussurrou chorosa.

- Ah não, Loren? E porque quando dei a luz a minha menina, disseram que ela sumiu? E porque vocês sumiram do nada depois disso? Porque não deram notícias se não foi por mal?! — Gritou a tal de Genna.

Eu tremi.

Quem era Louren? Minha nossa o nome da minha mãe era Catherine!

Não isso não pode estar acontecendo!

Isso significa que a minha vida toda foi uma mentira?

Não. Reprimi a mim mesma.

O meu amor por Matt não fora uma mentira.

E nem o dele por mim, percebo. Porque se não, para quê ele levaria aquelas, sei lá quantas, vadias para a casa justo quando eu estava ficando com o Kurt?

Percebi tarde o porquê de ele ter feito isso: Me esquecer.

E porque ele choraria ou me protegeria ou estaria em cima da cama em coma agora se não me amasse?

Deslizei encostada pela porta até atingir o chão e enterrei minha cabeça entre os meus braços.

A conversa dentro do quarto ainda continuava.

- Me responda Loren! – Gritou a mulher para a minha “mãe”

- Porque... Ah meu Deus Genna! Você sempre soube que eu queria ter uma menina! – Gritou minha mãe com raiva.

Mãe? Meu deus não sabia nem quem mais é quem nessa estória.

- E a culpa é minha se você só conseguiu ter o Matt?!

Congelei quando escutei o nome dele.

Espera aí! Isso significa que não somos irmãos?!

- Claro que não! Mas você estava tão ocupada com o seu consultório para cuidar da pequena Celly e o Adrian morreu! Como você iria cuidar de –

- CALA A BOCA LOREN! NÃO OUSE A FALAR DO MEU MARIDO AQUI!

- Genna se acalme! – Gritou o meu pai.

- August, por Deus! Como me acalmar se você ao menos nem me respeita? Se ao menos também nem respeita o seu irmão depois de morto, ou até mesmo a Celly ou o Matt... – Escutei um suspiro vindo dela – Vocês acham que essa mentira toda não machucou as crianças?

Toda essa mentira?

- Porque eles se machucariam? Eles se adoram! – Rosnou meu pai.

- Não, August, eles não se adoram. Eles se amam.

August?

- Claro que eles se amam – A voz da minha mãe soou amarga — Eles estão convivendo juntos desde criança!

Meu coração parou de bater. Sim, eu sabia de que tipo de amor a mulher, que se dizia a minha mãe, estava falando.

Como ela sabe disso?!

- Não, August. Estou falando que eles realmente se amam. Eles estão apaixonados.

- O QUÊ?! – Gritou os meus supostos pais com uma máxima descrença na voz.

- Celly é só uma criança! Ela com certeza não sabe do que se trata o amor! – Sibilou o meu pai.

Eu não agüentei e me levantei para em seguida abrir a porta e me deparar com os meus pais me olhando com os olhos esbugalhados.

Junto com a médica.

Engoli em seco. Eu simplesmente não acreditava no que estava vendo ou ouvindo.

A ficha ainda não tinha caído.

Respirei fundo e aproveitei que eles ainda se encontravam calados e assustados.

- E eu também sou criança para saber a verdade?

- Celly... I- isso é verdade? O que Genna disse? Porque... Caramba Celly! Matt é seu irmão e --

- Calada! Eu sei que ele não é meu irmão – Sibilei com raiva interrompendo minha mãe – e por favor, só se pronuncie se for para falar a estória verdadeira.

Lágrimas caíram dos seus olhos.

Mas dessa vez eu não senti pena. Ela mentiu para mim.

Oh e acreditem, estou sofrendo muito.

Meu pai baixou a cabeça e se sentou na cadeira para enterrar as mãos em seu cabelo.

Olhei para a médica Genna para que conseguisse todas as respostas.

- Me conte tudo e não pense que sou criança o suficiente para não poder ouvir toda a verdade.

Ela assentiu com compaixão e me contou. Tudo.

***

Meu nome é Marcelly Louie Camões.

O Louie é da família do meu pai e o Camões é da minha verdadeira mãe. Mas diferente do que pensava, eu não tenho um pai. O meu pai está morto.

Os que eu pensava serem os meus pais, não são os meus pais e sim meus tios.

Eles não se chamavam Catherine e Lucious como imaginei.

Não.

Eles se chamavam August e Loren.

E Genna, a médica, me contou tudo.

Contou que era a minha mãe. E descreveu momento por momento do quanto ela sofreu sem mim nesses últimos anos.

Flashback on – Genna Camões.

Eu e a Loren éramos boas amigas. Ela contava todos os seus segredos e eu contava os meus para ela. Oh querida, nós éramos inseparáveis!

Em uma de nossas conversas habituais, recebemos um convite para irmos a uma festa na casa dos Louie. E nós fomos.

Estava tudo muito belo. O cenário, os convidados...

Tudo era muito admirável. Estava me encantando com tudo, mas pensei que esse encantamento ia acabar. Fiquei com esse pensamento até que os vi: os irmãos Louie.

Eles tinham uma beleza indomável: cabelos negros ébanos assim com olhos verdes contrastando com as suas peles claras.

Uma beleza tanto natural assim como assustadora. E bela.

Eu conheci assim o Adrian, o único homem que conseguiu participação em minha vida.

O único homem que me conquistou.

E era engraçado porque a Loren estava passando pela mesma coisa que eu. Estava apaixonada por August.

Eu e seu pai nos casamos junto com a Loren e o August. Anos se passaram e a Loren não conseguia engravidar até ter o Matt. Ela ficou desapontada por querer uma menina e não um menino, e por azar dela, 4 anos depois do nascimento do seu filho, você nasce, meu anjo. Minha menina. Eu mesma dei o seu nome. Parecia que ele foi feito especialmente para ti.

Tudo estava indo bem até que acontece uma das piores coisas da minha vida um dia depois do seu nascimento: o meu amor morreu de acidente de carro.

Uma morte precoce e que me deixou bastante abalada. Como se não bastasse, quando as enfermeiras foram buscá-la para te trazer até a mim para irmos para casa, elas avisam que você desapareceu.

Liguei para Loren.

Liguei para August.

E nada.

Eles sumiram do mapa, assim como você.

Eu procurava por algum Loren ou August Louie dos milhões existentes na lista telefônica.

Mas aí percebi que poderiam ter mudado de nome. Logo perdi minhas esperanças e chorei desolada por muito tempo.

E assim nunca mais soube de notícias suas.

Só depois de 10 anos quis ter forças e acabei me mudando para essa cidade e comecei a trabalhar nesse hospital para ter algum recomeço.

Flashback off

Esses olhos verdes e cabelos que eu tenho são devido à família Louie. A parte da família do meu pai.

Eu devia ver que eu e o Matt não éramos irmãos... Como irmãos tem uma paixão arrebatadora desse jeito? Como?

E principalmente porque nossas feições não eram parecidas de forma alguma.

Eu parecia com minha verdadeira mãe e meu verdadeiro pai.

Eu parecia com Genna e Adrian.

***

Saí do hospital desolada.

O Matt ainda estava naquele quarto deitado. E eu aqui vendo que sempre existiu esperança para o nosso amor. Ele pode até ser da minha família... Mas não é a mesma coisa.

Não.

Ele era meu primo, porém o homem que eu amo e que, se tudo der certo, o homem com quem passarei o resto da minha vida.

O Matt tem mais um motivo para se levantar daquela cama.

Cheguei em casa ligando todas as luzes que podia acender.

Os meus tios (antigos pais) e minha mãe, ficaram no hospital para acertarem as contas. Só conversei com eles e resolvi vir para cá para passar um tempo sozinha e pensar na vida.

A minha mãe era gentil. Claro que não posso falar ainda que amo a Genna. Minha nossa, só soube da existência dela hoje! E eu tampouco estava com ódio dos meus tios... De August e Loren.

Não. Eu estava magoada e decepcionada.

Eu suspirei.

Coloquei um baby doll e fui direto para a cozinha beber algo bem gelado e que acalmasse meus ânimos.

Quando estava bebendo minha água, sinto uma mão segurar minha cintura fortemente, com jeito de posse, e sinto uma leve pressão nas minhas nádegas mostrando que o invasor estava um tanto feliz em me ver com essas roupas.

Me viro rapidamente para me deparar com um par de olhos cinza.

Derrubei o copo de vidro fazendo- o espatifar no chão todo.

- O que diabos você está fazendo aqui? – Pergunto descrente.

O delegado não diz nada e foi me empurrando até a parede, me fazendo encostá-la.

- Delegado...

- Me chame de Duke, Celly. Não precisamos ser formais. – Falou com um sorriso torto.

- Certo... Duke. O quê você está fazendo na minha casa? Como é que pode um delegado, como você, não ter idéia de que invasão de propriedade é crime?

Ele gargalhou.

- Tecnicamente não invadi já que a porta de trás estava aberta.

- Que seja – Revirei os olhos e me retirei dos braços dele.

Ele segura o meu pulso da mesma forma que fez na delegacia.

- Hm. Está sozinha? – Murmura falando no meu ouvido.

- Pelo que pode perceber, eu não gritei em nenhum momento pedindo ajuda dos meus tios.

- Seus tios? – Perguntou sem entender.

Eu soltei o ar.

- Esqueça.Longa estória.- Falei puxando o meu pulso para sair do aperto da mão dele — Mas eu sei que você não veio aqui só para me assediar, então o que foi? – Perguntei grossa.

Ele riu.

- Minha garotinha é selvagem.

Estremeci com certas lembranças. Lembranças de Matt.

- Dá para me falar o que veio fazer aqui?

Ele suspirou como se estivesse cansado.

- Não está claro? Eu vim fazer uma armadilha para Benjamim.

- E eu serei...

- Isso aí – Ele sorriu torto – Você será a isca.

Okey... Quando estiver na hora de ir para a escola podem me acordar desse pesadelo.

Eu deixo.

Notas finais
geeeeeeeeeeente e eu tive uma ideia assim: BAAAAAAAAAAAM.tipo a minha próxima fic será sem mais nem menos do nosso DUUUUKE sim sim, ele irá ter outro par romântico e a estória será hot, romance, meio policial... e vai ter coisinhas a mais que só na hora revelarei, HEUSHEUSHUESHUESHUESHUEHSU.Bom, eu fiz de tuuuuudo pra esse cap melhorar. mas foi dificil... terminei ele agr então peço desculpas e se acharem erros no texto me avisem pra eu editar ok? *--*só para deixar vocês na vontade... eu farei um POV Matt sendo que ele NESSE ESTADO EM COMA. o que será que ele anda pensando? poorque será que estou fazendo esse pov? EHSUHESUHEUSHEUSHEUSHUES, beeeeeeeeeijos amr oun