Mask
6 Capítulo cinco
Notas iniciais
De 8 para 4? D: Poxa gente, o meu romance ficou ruim foi? ):
Bom,eu tinha postado esse cap de tarde mas como ninguém apareceu, estou aqui repostando ele.
Lembre-se pessoinhas eu desisto fácil e sem review eu perco as forças ;/
para aqueles que ainda acompanham a estória: boa leitura *-*
CAPÍTULO CINCO
- Como é? – Perguntou Matt incrédulo – Eu escutei direito?
- Eu preciso da sua ajuda para seduzir um garoto – repeti vagarosamente para ele entender todas as palavras.
- Minha nossa, Celly! Por mais menino que corre atrás de você? – Perguntou cético — Acho que você sabe seduzir muito bem.
- Mas não esse! – Choraminguei – Por que Matt? Ele é o único garoto que não cai sobre os meus pés!
- Celly... Esse cara ta me cheirando a—
Uma batida na porta nos interrompeu.
- Entre – Gritei.
- Ah, meus anjinhos acordaram. – Falou papai entrando no meu quarto. Er... Já falei que ele não regula bem? Não? Pois estão avisados.
- É acho que sim, pai – Falou meu irmão revirando os olhos.
- Como foi a festa, minha filha? Pegou muitos? Transou com camisinha?
Viu o que eu disse?
- Pai! – Gritei corada. Pelamor, eu também não sou desse jeito não.
- O que é? Eu só estou preocupado com minha garotinha de 16 anos.
- 17 papai! – Sibilei.
Pontezinha que caiu, quando ele vai se lembrar da minha idade? (N/A: Celly... Somos duas. Meu pai também não se lembra da minha idade, EHSEHSHESUHE ;x )
- Ah, sim. O que é apenas um ano de diferença?
- Digamos que é um ano de vida desperdiçada? – Falei mais como uma pergunta.
Olhei em direção ao meu irmão e ele olhava para a parede segurando o riso.
Com um irmão desses não preciso ter mais nada na minha vida. Argh trouxa!
- Ok, desçam. A mãe de vocês preparou o café da manhã. Ah, e tem como vocês irem de ônibus hoje para o colégio e a faculdade? Porque o meu carro ta na oficina e...
- Pai...
- E vocês sabem não é? Cuidado também para não ser atropelados quando for atravessar a rua ou...
- Pai...
- Ou com assaltantes. Vocês acreditam que fui assaltado no ano passado? Pois é e—
- PAI! – Gritei. Minha nossa que homem é esse?
- Ah, sim filha? – Perguntou confuso.
- Hoje é sábado, lembra? Não temos aulas.
- AAAH... – Falou meu pai como se tivesse descoberto o mundo. – Por isso que o jornal falou que hoje era sábado...
Putz, não me diga?
- Pai, pode deixar. Eu e a Celly já estamos descendo. – Falou Matt segurando o riso.
- Bom. – Disse ele estupefato – Acho bom mesmo.
E com isso ele saiu do meu quarto.
- O que deu nele hoje? – Perguntou incrédula.
Matt riu.
- Provavelmente a mesma coisa que deu nele a vida toda.
Eu ri.
- É verdade...
- Celly? Posso te perguntar uma coisa?
- Claro, diga.
- Porque você estava bêbada daquele jeito ontem?
- Hm – Comecei desconfortável – Digamos que eu tenha levado um fora.
- Celly! – Meu irmão gritou – Eu não acredito que esse menino que você levou o fora seja o mesmo que...
- Que eu quero seduzir? – Complementei fazendo careta – Pois é.
- Mas isso é inacreditável! Como você é capaz de querer conquistar um cara como esse? Como eu disse esse cara está me cheirando a armação!
- Armação? – Perguntei fingindo desinteresse – Porque seria uma armação?
- Para te conquistar, maninha – Falou meu irmão sibilando.
Eu gargalhei.
- Não, tudo menos isso.
- É verdade! Até parece que não conhece um menino direito...
- Claro que não. Quem disse que tem algum homem direito aqui em casa para me mostrar o que é realmente o pensamento masculino?
- Está insinuando que eu não sou homem o suficiente ou que nunca lhe dei atenção?
Cara ele pegou o jeito de me interpretar viu?
- Interprete como quiser, maninho.
- Porque eu sou macho! Até demais.
- Eu não disse nada.
- Mas quis dizer, Celly. E posso te mostrar muito bem que sou macho.
Eu gargalhei novamente.
- Aé criança? E irá me mostrar como?
Ele arqueou uma sobrancelha e se levantou da cama.
Eu sem entender nada fui acompanhando os movimentos dele até que...
Em um movimento ele estava fora da cama e em outro, ele estava em cima de mim.
Na cama.
- Eu irei mostrar o ideal para seduzir um homem, maninha. – Falou sussurrando no meu ouvido. Sua respiração estava acelerada que nem a minha. Eu gemi baixinho.
Com uma mão, ele puxa a minha coxa e coloca envolta da sua cintura, enquanto a outra delineava a lateral do meu corpo.
Eu não estava entendendo mais porra nenhuma.
Isso era exatamente o que? Uma amostra de que ele era macho? Pois se foi isso, ele realmente conseguiu.
Pela primeira vez eu me sentia... Quente.
Ele deu uma assoprada em meu pescoço e sua respiração forte o acompanhava até chegar ao meu ouvido novamente. Empurrei meu quadril mais para frente por querer mais contato.
Eu estremeci.
- Está gostando, Celly? Isso é para lhe mostrar que homem aqui em casa tem até demais. – Falou rouco em meu ouvido.
- E isso é uma lição para mim também? Para não cair em tentação mesmo que eu sinta falta de algum homem me tocando? E que todos os homens não prestam começando por você maninho? – Tentei falar sem falhar na voz.
Matt gargalhou e saiu de cima de mim, se pondo em pé.
- Para sua primeira lição eu daria uma nota excelente.
O que foi aquilo? Porque eu senti isso?
Falta de homem – ficava repetindo em minha mente – é falta de homem.
Me coloquei entre os cotovelos e encarei ele de cima a baixo.
Bom... Quase. Porque quando estava chegando naquela partezinha do homem, o meu irmão nota o que eu estava fazendo e se vira imediatamente saindo do meu quarto.
Se eu não estivesse louca e imaginando coisas, eu poderia dizer que tive um deslumbre de uma protuberância em sua calça.
Mas como eu estava irracional, eu ficava repetindo que estava imaginando coisas.
- É falta de homem. – Repetia sendo que dessa vez alto – É falta de homem.
Notas finais
UEHSUEHSUEHSU, se houver reviews o próximo capítulo será de Matt narrando! aaê.
Então? eu mereço reviews? Estrelinhas? *-*
beijinhos.
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