Marry me!?
2 A última lagrima.
Notas iniciais
— POV NARRADORA
Pam ficara paralisada, não conseguia acreditar nas palavras do pai, aquilo tinha que ser brincadeira.
—Pam preste atenção, Pam, Pam emm!!.
Sua mãe a chamava enquanto tentava conseguir sua atenção.
—PAMELA MEGAN CHAVIER ME ESCUTE AGORA OU TU IRA SE ARREPENDER!!!
Pam olhou a mãe assustada, Pam saiu correndo mas antes que conseguisse chegar em seu quarto sua mãe a segurou no braço com muita força. Pam a olhou mais assustada ainda
—VOCêS NÃO PODEM ME MANDAR ASSINAR UM CONTRATO PRA CASAR COM UM CARA QUE EU NEM CONHEÇO, POR CAUSA DESSA EMPRESA IDIOTA!!!
Ela continuou
—ISSO E LOUCURA, MEU DEUS MÃE ESTAMOS NO SÉCULO VINTE UMM!
—ME ESCUTE
Sua mãe disse soltando o braço da filha.
—a empresa do seu pai tá falindo, eles podem nos ajudar e nós podemos ajudar eles e simples
—SIMPLES?? SIMPLES MÃE?? CASAMENTO NÃO E SIMPLES, ISSO E LOUCURA, VOCÊ E O PAPAI SO PODEM ESTAR BRINCANDO.
—não estamos...
Pam olhou pra janela e viu um lindo dia lá fora, o céu estava simplesmente perfeito, por um momento Pam pensou em sua querida irmã, a pessoa que a mais entendia, Pam sentia tanto sua falta, por um momento Pam entendeu, ela entendeu tudo.
—COMO VOCêS PUDERAM!?
Cecilia a olhou assustada, ela então percebeu que a filha havia entendido algo que ela sempre se arrependera de ter feito.
—FOI SUA CULPA!! ELA TA MORTA POR SUA CAUSA!! MINHA IRMÃ...
Uma lagrima caiu quando Pam disse “irmã”
—IAM FORÇA-LA A CASAR NÃO E? TU SABIA QUE ELA NUNCA FARIA ISSO, ELA FOI EMBORA POR SUA CAUSA!! AGORA ELA ESTA MORTA.
A palavra “morta” ecoava na cabeça de Cecilia tanto quanto na de Pam, lagrimas e mais lagrimas saia dos olhos de ambas, Pam olhou bem nos olhos na mãe e disse
—vocÊ e um monstro, mamãe
Pam olhou uma última vez nos olhos de sua mãe, e naquele momento percebera que aquela seria a última vez que ela chamaria a Cecilia de mãe/mamãe.
Pam entrou no seu quarto, trancou a porta e a primeira coisa que ela viu foi uma jarra de vidro com variadas flores, pegou a jarra e tacou-lhe no chão de forma bruta, depois pegou tantas outras coisas de vidro e passou a quebra-las uma por uma, até que sentou no chão se escorou na parede abraçou as próprias pernas e o choro tomou conta.
DUAS HORAS DEPOIS...
Cecilia batia na porta do quarto da filha e perguntava.
—FILHA TU ESTA BEM? POR FAVOR ME RESPONDA!! PAM...
Antes que terminasse de falar Pam abriu a porta do quarto e saiu sem ao menos olhar para a mãe, que estava aos prantos.
Pam desceu as escadas correndo, pegou as chaves de seu carro (a história se passa nos EUA por isso ela pode dirigir afinal a querida Pam tem 17 anos), correu para dentro dele e saiu de forma que sua mãe não pudesse a impedir, Pam pegou o celular ligou para Sophia sua outra melhor amiga, Sophia não atendia, Pam entrou em desespero.
Abriu a janela e começou a vomitar. (não achei outra palavra kkk)
Seus cabelos castanhos levemente cacheados caia sobre seus ombros, e seus olhos verdes estavam marejados.
Logo ela se recompôs, arrumou o cabelo bebeu um pouco de água respirou, olhou-se no espelho que ela sempre carregara no seu carro, olhou seus olhos inchados e logo secou a última lagrima que ela derramaria naquele dia.
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