Marry Me?
3 Casa comigo?/No avião
Notas iniciais
novo capitulo para vcs ai...
essa fic vai ser pequena... só 10 capítulos...
espero que gostem
Sigo Finn para fora da sala confusa e percebo olhares para mim. Será que esses fofoqueiros já estão sabendo? Ah meu Deus! Vejo Santana e ela ri.
-Sério? — Ela fala divertida. -Com ele?
Coro e sigo Finn entrando na sala dele fechando a porta. Me viro e fico de frente pra ele que digita normalmente.
-O que... — Eu começo a dizer.
-Não se preocupe. — Ele fala me interrompendo. — Após a data necessária nos separamos.
Fiquei de boca aberta o encarando. O QUÊ?
-Finn... — Eu falo lentamente. — Eu não vou me casar com você!
-Ah sim, você vai. — Ele afirma me encarando. — Ah não ser que você queira ser deportada e automaticamente ser demitida. — Eu o encaro assustada. — Você voltará para Londres e esses três anos trabalhando comigo e seu sonho de se tornar uma cantora famosa terão ido por aǵua a baixo.
-Por que você está me ajudando? — Eu pergunto curiosa.
-Você não faz ideia de como é chato e perda de tempo ficar entrevistando garotas sendo que eu tenho uma secretária comigo á 3 anos. — Ele fala. — E depois do tempo necessário nos separamos, agora vamos voltar ao trabalho que iremos no escritório de migrações logo após o almoço.
--X--
Entramos no escritório de migração e logo nos levam para uma sala, onde um homem está nos esperando.
-Olá senhorita Berry. — Ele fala apontando para eu e Finn nos sentarmos. — Mr.Hudson, sou Will.- É um prazer.
-O prazer é nosso. — Eu falo me sentando.
-Mr.Hudson, isso é uma mentira para a senhorita Berry não sair do país? — Will pergunta diretamente. — Por que se sim, o que você está fazendo é crime e pode ser preso
-Não. — Finn fala e me olha carinhosamente, ele é um ótimo ator. — Na verdade somos duas pessoas que não deveriam ter se apaixonado, mas aconteceu.
-Ok. — Will fala desconfiado. — Antes de tudo iremos fazer uma entrevista com vocês em quartos separados e falar com os seus companheiros de trabalho e familia.
-Ah, meus pais estão mortos. — Eu falo e Finn me olha surpreso. — Sem irmãos nem irmãs.
-E os seu Finn? — Will pergunta.
-Meus pais estão vivinhos. — Finn fala e sorri, eu conheço aquele sorriso, eu o vejo muitas vezes quando Finn tem uma ideia. — Na verdade, estamos indo visitar eles amanhã, para anunciar o noivado.
Eu abro a boca surpresa! O quê? Finn sorri e me olha.
-E onde eles moram exatamente? — Will pergunta.
-Em San Diego. — Finn fala e sorri.
-Então, assim que vocês voltarem me avise que eu vou marcar a entrevista. — Ele fala e para. — Se estiverem mentindo, eu irei descobrir!
Ao sairmos do escritório estamos na rua e ela está muito movimentada.
-Compre a minha passagem para a primeira classe e se eu tiver milhas compre uma pra você também. — Finn me fala e eu reviro os olhos.
-Finn, eu não vou mentir. — Eu falo. — Eu posso ser presa e expulsa do país.
-Rachel, ninguém vai descobrir. — Ele me fala.
-Eu posso até ir nessa viagem. — Eu falo. — Mas só se você lançar minha musica.
-O quê? — Ele fala. — Sem chance.
-Então tchau. — Eu falo me virando. — Até ano que vem.
-Espera. — Ele fala e eu paro e o me viro o encarando. — Tudo bem.
-Agora peça. — Eu falo.
-Pedir o quê? — Ele pergunta.
-Me peça em casamento. — Eu falo sorrindo e ele me olha bravo e revira os olhos. — De joelho.
-Tem um monte de gente aqui na rua! — Ele fala.
-Um ano... — Eu falo e ele revira os olhos bravos e se ajoelha.
-Quer casar comigo? — Ele fala grosseiro.
-Não! — Eu falo. — Peça certo.
-Rachel... — Ele fala.
-Sim Finn. -Eu falo divertida.
-Querida Rachel. — Ele fala ironicamente. — Você daria a honra de se tornar a minha esposa?
-Não gostei da ironia, mas tá valendo. — Eu falo. — Até amanhã de manhã no aeroporto.
--X--
Estava no avião chegando em San Diego com Finn ao meu lado lendo o livro que tinha as perguntas da entrevista.
-O bom é que eu sei tudo sobre você, mas você não sabe nada sobre mim. — Eu falo e ele me encara surpreso.
-Você sabe todas essas coisas sobre mim? — Ele me pergunta.
-Assustador não é? — Eu falo.
-Sabe. — Ele fala. — Tenho quase certeza de que tem uma tatuagem. — Ele fala e eu o encaro.
-Ah, é? — Eu pergunto.
-Uma vez quando você não estava ligaram falando sobre alguma coisa estranha a laser e eu pesquisei e vi que servia para tirar tatuagens. — Ele me fala. — O que é?
-Você não precisa saber. — Eu falo desviando o olhar.
-Onde fica? — Ele pergunta.
-Eu não vou te contar. — Eu falo.
-Vai ter que contar. — Ele vai querer saber.
-Não. — Eu falo. — Não vai.
Finn olha pela janela e suspira e volta a me encarar.
-Chegamos... — Ele fala.
Notas finais
logo tem mais...
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