Marry Me ?
15 I hate fantasies!
Notas iniciais
Eu estou SUPERFELIZ! GANHEI MAIS DUAS RECOMENDAÇÕES! AAAAHHHHH!! ~le saltitando!~
Agradeço de coração á Scarlet Chan e a
Lola Chan! Obrigada minhas lindas! Fiquei muito emocionada! :DD
Ah, hoje (domingo) terá double post! Acho que estão merecendo, ando demorando demais para postar esses dias, gomem, falta de inspiração e tempo é fooda! X_X
Maas aqui está o cap, booa leitura ;)
Era como se eu estivesse num campo de batalha agora. Ambos se fuzilavam pelo olhar. Jellal estava a minha frente agarrando um dos meus pulsos, como se fôssemos correr dali a qualquer momento.
– O que pensa que está fazendo?!
– Tentando proteger minha amante de você. — O cara respondeu. Peraí, amante? Da onde ele tirou isso?
– Amante?
– Isso mesmo seu corno! Ela é a minha amante desd..- O cara não conseguiu terminar, num segundo Jellal soltou meu pulso e com a mesma mão deu um soco nele. ENTÃO ELES VÃO MESMO BRIGAR POR MIM? Puta que pariu! Fique feliz Erza, são dois deuses gregos brigando por você! Era isso que eu deveria pensar, mas não, não estou feliz!
Meu “amante” se levantou da areia com a boca cheia de sangue e partiu para cima de Jellal com a mão levantada. Ambos caíram na areia com tudo, um rolando em cima do outro querendo se machucarem. Eu fiquei pasma, sem ação para aquilo que estava acontecendo. Uma roda de pessoas se formou para ver a briga que se formara ali. Senti a responsabilidade de ir separar aquilo, mas não tinha coragem de me meter no meio de dois homens. Então fui até um salva vidas cego que não tinha visto nada ali e pedi com os olhos cheio de lágrimas para ele. E eu não sabia o porquê deles estarem assim.
– Senhor, pode por favor tentar apartar a briga que meu marido está no meio?.- Me fiz de vítima um pouco, porque vai saber se ele ia querer ajudar ou não? Então o salva vidas me olhou de cima a baixo com pena e concordou em ir lá.
Dito e feito, Jellal e o cara foram separados ao meio de gritos com o pobre homem que foi lá ajudar. O azulado era o que mais gritava, até que o salva vidas ficou furioso e disparou o que eu fiz. Filho da puta!
– Cale a boca! Sua mulher estava preocupada contigo! Vai ver como ela está em vez de querer arrumar mais brigas!.- Jellal imediatamente olhou para mim, e eu ainda estava com os olhos cheios de lágrimas, porém ao nossos olhares se encontrarem eu não consegui permanecer ali e corri. Não sei por que, mas queria correr e corri, chorando. Pois é, eu estava chorando! Vai saber o por que! Tsc.
Claro que Jellal iria vir atrás de mim né? Eis que ele aparece na minha frente do nada, eu estava quase chegando ao hotel. Mas ele me interrompeu quando fui dar a volta, me abraçando apertado.
– Desculpe, não sabia que isso iria te fazer ficar triste.
– Não estou triste. — Falava enquanto tentava segurar mais lágrimas.
– Não minta para si mesma Erza.- Com isso afundei minha cabeça em seu peito. Mas eu não sabia o motivo que me deixou assim, só sabia que queria chorar!.- Acho que não deveria tê-la feito presenciar essa cena. Desculpe-me..
Ele falou enquanto beijava o topo da minha cabeça. Não senti necessidade de responder, apenas o abracei mais forte.
Ficamos ali um tempo sem dizer nada um para o outro, até que Jellal me leva até a porta do nosso quarto em silêncio absoluto dizendo que iria sair, mas voltava rapidamente. Entrei no quarto e me deitei na cama sem nada para fazer. Porque diabos eu estava chorando naquela hora? Deve ter sido a pressão ou algo assim..
O toque do meu celular me chama, olho na telinha e vejo que Lucy me ligava, atendi.
– Hey!
– Eaí Erza? Como vai a Lua de mel?
– Um saco! Quero logo ir embora!
– Por quê? Jellal não é bom de cama?.- O quê? Será que ela pensava que nós fizemos?
– Sei lá! Não formos para a cama Lucy.
– O quê? Porra Erza, até quando vai ficar com cú doce?
– Cú doce? Como assim?.- Falei confusa ouvindo-a suspirar no outro lado da linha.
– Você GOSTA dele! Admite de uma vez!
– Gostar de Jellal? Tá doida? Fumou, bebeu ou o quê?
– Sei que gosta dele, não adianta negar. — Afirmou ainda mais confiante. Euzinha aqui gostar de Jellal? Nunca que isso vá acontecer! JAMAIS!
– Lucy querida, presta atenção eu não gosto dele eu o ODEIO! Simples assim!
– Aiai Erza, como você é difícil! Não se lembra do que eu te disse naquele dia?
– O que você disse?
– Lembre-se: é muito delicada a linha que separa amor e ódio. — O que diabos isso tem haver?
– Tá filosofando demais Lucy. — Falei não dando muita importância para aquilo.
– Tá bom, cê que sabe! Mas um dia essa frase ainda vai fazer sentido em sua vida.
– Ok, ok!.- Conversamos mais sobre algumas coisas, como estão as coisas em Tóquio e como estou com saudades das minhas louquinhas. A porta é aberta bruscamente e de lá entra Jellal com sacolas plásticas nas mãos. — Hey Lucy, tenho que desligar. Depois a gente conversa.
– Tudo bem amiga, estou com muitas saudades tá?
– Eu também! Beijos!.- Desliguei o telefone observando o azulado colocar todas as sacolas no sofá e logo depois ir direto para o closet.
– Não precisava desligar, acho que estou atrapalhando.
– Não, não está. O que você comprou?.- Perguntei por curiosidade, mas a cara pervertida que ele fez á minha pergunta foi repentina. No que será que ele estava pensando?
– Algo bem divertido para fazermos de noite. — Fiz uma cara estranha e ele riu. – Tem haver com ‘qualquer coisa’ que eu pedir.
E assim deixando um mistério no ar ele se dirigiu ao banheiro com sua toalha e algumas roupas. Pensei bastante sobre aquilo e finalmente eu me lembrei. Isso é a consequência da minha proposta idiota dele poder pedir o que quiser de mim! Eu mereço!
Minha barriga roncava e eu percebi que não tinha almoçado ainda. Liguei para o restaurante do hotel e me atrevi a pedir um prato diferente: frutos do mar.
Nem quinze minutos depois, meu pedido apareceu na porta do quarto. Pedi que levassem para a mesa da varanda e comecei a comer. Jellal apareceu vestindo uma bermuda confortável vermelha e uma camiseta branca. Ele se sentou comigo e começou a comer sem falar nada. Depois de algumas garfadas ele se atreveu a falar alguma coisa.
– Erza, hoje você vai à casa daquele cara.
– O QUÊ?.- A comida não desceu na minha garganta. Como assim?
– É isso mesmo que ouviu!
– Jellal, que porra é essa? Óbvio que não vou! Aliás, nem sei onde que é!
– Ah você vai sim. E eu sei onde fica!
– O que te faz pensar que eu vá?
– Simples, você tem que fazer qualquer coisa que eu pedir. E isso que eu falo para você fazer. — Mas que diabos! Eunãodeveriaterabridoaboca! Eunãodeveriaterabridoaboca! Eunãodeveriaterabridoaboca! EU NÃO DEVERIA TER ABRIDO A PORRA DA BOCA!
Ele se divertiu com minha expressão de puro ódio. O resto da refeição foi assim, com ele me provocando e eu morrendo de raiva é claro! Depois de comermos o dia se passou rapidamente. Não quis voltar à praia, tomei uma ducha e fiquei o dia todo na TV vendo meu programa favorito. Enquanto Jellal ficou fora o resto da tarde voltando apenas sete da noite. Olhei para ele com uma sobrancelha erguida e ele me estendeu uma sacola como resposta.
– O que é isso?
– Apenas vista. — Com essa ordem, me dirigi para o banheiro com a sacola em mãos. Quando a porta estava trancada eu abri o embrulho e quase caí no chão quando vi o que estava dentro. O que ele pensa que eu sou? Uma puta?
O que havia dentro era uma fantasia de marinheira. Mas não era uma fantasia qualquer, era uma fantasia SEXY! Com um top mostrando um grande decote e uma calcinha que não pode ser chamada de short junto com um chapéu de marinheira. Ele acha que vou à casa do cara com essa ROUPA?
– JELLAL! FICOU DOIDO? NEM MORTA VOU VESTIR ISSO!.- Gritei para ele enfurecida e o mesmo me respondeu no mesmo tom.
– AH VOCÊ VAI SIM! SAIA LOGO DAÍ VESTIDA!
Suspirei e comecei a vestir aquilo contra a minha vontade. Quando as peças estavam em mim, eu não queria sair dali. Porque será que o tamanho ficou perfeito em mim? Jellal me mete em cada furada! Aff.
Saí do banheiro já vestida (http://www.ocontexto.com/wp-content/uploads/2011/12/Screen-shot-2010-10-06-at-11.21.25.png ), Jellal que estava no sofá deu um pulo quando me viu. Seus olhos se arregalaram e pude ver desejo em seu olhar, sua bermuda ficou apertada e era como se estivesse babando.
– Pronto, vesti essa merda! O quer que eu faça agora?
– Q..quero que coloque isso por cima e me acompanhe.- Falou se recuperando. Coloquei o roupão branco que ele falou e descermos o elevador. O motorista do carro importado nos levou para a casa do cara que por coincidência estava na porta de sua casa falando ao telefone. Saímos do carro e Jellal me acompanhou por trás. Assim que ele me viu abriu um enorme sorriso e, mas este desapareceu ao ver quem estava atrás de mim. Ele encerrou a ligação e olhou para nós.
– O que faz aqui?.- Ele perguntou rude se referindo á Jellal, que abriu um sorriso de vitória sem nexo.
– Estou aqui para te mostrar isto. — E assim, do nada ele puxa a cordinha que segurava o roupão em mim, o que o fez cair. Revelando a fantasia por baixo. Assim que o cara viu ficou estático me olhando de cima a baixo, como se eu fosse um diamante precioso! Mas Jellal coloca suas duas mãos por cima de mim, uma no meu seio direito e outra na minha coxa. — Mas esqueça, isso aqui é tudo MEU! E DE MAIS NINGUÉM!
O que acabou de acontecer aqui? Era o que eu estava pensando, Jellal estava mesmo com ciúmes? O cara continuou no mesmo lugar só que ficou com o cenho franzido e novamente o azulado deu um sorriso de vitória.
– Nunca mais, tá me ouvindo? NUNCA mais chegue perto dela falou? Ela é a MINHA esposa e não é qualquer marmanjo que a tira de mim não! Falou?.- Depois disso colocou o roupão em mim e me arrastou novamente até a limusine onde o motorista nos levou de volta. O caminho todo foi um silêncio, eu estava com milhões de perguntas na minha cabeça sobre o porquê ele ter feito aquilo. É ciúmes mesmo? Mas porque diabos estou grilada com isso? Vai saber!
Chegamos ao quarto e ele ia direto para o banheiro quando puxei seu pulso.
– Jellal porque fez isso?
– Ele tem que saber com quem está se metendo!
– Mas esse casamento é de MENTIRA! Porque fez isso?.- Ele se encolheu virando o rosto para o lado.
– Porque.. eu quis.- Falou por fim tirando minha mão sobre a sua e indo para o banheiro, me deixando com meus pensamentos confusos. Incrível como ele sempre consegue fazer um mistério e eu ficar com isso na cabeça por um tempo.
O resto da noite não houve um sequer diálogo entre nós. Depois dele sair do banheiro eu entrei e tomei meu banho. Coloquei o mesmo baby doll branco da noite anterior e apaguei na cama, tendo mais um de meus sonhos estranhos.
A neve caia como uma pluma. Leve, solta e livre para fazer qualquer coisa. Um floco caiu sobre minha mão, pude observar o quanto era fofo e gelado ao mesmo tempo. Fazia quinze minutos que eu estava ali. A neve estava rodeada por mim, era inverno em Londres. Então eram férias de inverno no Japão.
Estava na ponte esperando Jellal chegar. Havíamos combinado de nos encontrar aqui, ele estava meio ocupado com o trabalho então iria demorar um pouco. Mas eu não me importava, só iria esperar o tempo que for para vê-lo novamente.. Isso porque eu o perdi, e não sei como faço para consegui-lo de volta e isso tudo foi culpa minha.. só minha.
Acordei alarmada com a cabeça zonza. Outro sonho? Eu mereço! Porque estou tendo tantos sonhos com ele? Que merda! Será que vai ser assim todos os dias?
Depois de alguns dias, a lua de mel para minha felicidade acabou e tivemos que pegar o último avião no domingo de volta para Tóquio. Jellal e eu não trocamos muitas palavras nesses dias. Não porque eu quis, eu até tentei falar com ele, mas quem disse que ele queria conversar? Que se dane então! Pensei isso e paramos de falar um com o outro. Agora na viagem de volta está o mesmo silêncio de sempre. Jellal estava meio triste todos esses dias, o motivo eu não sei. E estou até com receio de saber!
Notas finais
Tudo isso vocês descobrirão! hauhsuahusa
Espero que tenham gostadoo :D
Ah, leiam minha nova fanfiction com parceira, Luf chan! Link : http://fanfiction.com.br/historia/338803/Destino
Beeijos!
Até daqui a pouco minhaas lindas! :D
Fale com o autor