Marchen Von Friedhof
7 7. La Barbe-Bleue
Notas iniciais
o que posso dizer desse capitulo, eu realmente me senti muito tensa e desesperada quando escrevi isso ... que eu me lembre tanto que em comparação aos outros ele é um dos menores .... ele é bem rapido é direto @-@ quem me dera o conto do Barba Azul fosse tão fácil assim.
Mas a frente Märchen avista uma mulher que estava pendurada pelos braços e como um animal fora judiada, morta pelo próprio marido.
“Ô pobre alma, conte-me a sua história”.
Ela era uma jovem mulher que amava muito seu marido, que antes mesmo de se casarem já era intitulado como Barba Azul, ela não sabia exatamente o motivo, talvez pelo seu rosto, ou até mesmo o cheiro de ferro e sangue ao qual estava manchado.
Mesmo sabendo que ele não a amava, ela continuava junto a ele, porque ela realmente o amava. Mas ela sentia uma verdadeira inveja, quem ele realmente amava?
Ela sabia que havia algo naquele quarto escuro e proibido, que ele a traia, mas mesmo assim ela o amava muito.
“Talvez a minha razão de viver tenha morrido junto com a morte da minha primeira esposa” dizia ele.
Sádico, ele era um sádico, matou sua segunda esposa e todas que vieram depois.
“Entendo, então você morreu assim, bem todas as outras também” disse Märchen ao modo como a mulher foi morta.
“Então que comece o conto de vingança”.
Então, a alma da pobre mulher guiou a próxima esposa ao quarto, mostrou a ela o que lhe esperava. Mas dessa vez, antes que Barba Azul matasse sua esposa ele foi morto.
“Mesmo a vingança pode ter uma forma amorosa é o que eu penso”
“De qualquer modo, os humanos não conseguem se desapegar de seus amores e memórias, é repugnante” disse a boneca.
Assim se acaba a vingança da esposa.
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